153 resultados encontrados
- Tivoli Park
Quando o Tivoli Park anunciou seu retorno nas redes sociais, eu confesso que não entendi nada. Como um parque que foi parte da infância da minha mãe havia retornado depois de tanto, mas taaaaanto, tempo? Felizmente, um outro ser humano apaixonado por circo, Frederico Reder, aproveitou as oportunidades que a pandemia criou e trouxe o parque mágico de Orlando Orfei de volta como um tributo. Desde do fim do Terra Encantada, em 2012, o Tivoli preencheu um buraco no coração dos cariocas que gostam de adrenalina. Exatamente ao lado do terreno do Terra, o Tivoli Park renascido juntou os melhores brinquedos dos parques itinerantes parados pela pandemia. Foi um prazer ver a construção, até que bem rápida! O terreno atual do Tivoli é apenas temporário até ele encontrar sua casa fixa, porém tudo foi pensado de maneira tão bonitinha que é difícil acreditar que um dia o parque vai sair dali. Localizado no estacionamento do Shopping Via Parque, na Barra da Tijuca, o Tivoli é de fácil acesso, tendo uma estação do BRT ao seu dispor (estação Via Parque). É difícil não entrar no Tivoli e correr direto para a Looping Star. A clássica montanha-russa, que já esteve durante anos no Playcenter e participou de algumas edições do Rock in Rio, proporciona uma vista incrível da Barra da Tijuca, e continua sendo uma boa dose de adrenalina, especialmente para aqueles que desejam experimentar um looping pela primeira vez. Durante a noite, a Looping Star sofreu um pique de luz comigo ainda dentro do trem enquanto ele fazia a subida. Foi uma experiência ÚNICA, porque quando isso acontece, o trem precisa continuar a subida em uma velocidade extremamente-devagar-mais-lerda-que-uma-tartaruga. Isso rendeu excelentes fotos do parque à noite! Eu não curto muito, mas os ávidos por adrenalina e inversões muito-loucas-sem-parar-girando-muito-rápido vão amar o Kamikaze do Tivoli. O brinquedo é extremamente veloz e não deixa ninguém ficar no tédio. Desafio você a não vomitar! :P Para aqueles que não tem coragem ainda de encarar a Looping Star, o Tivoli tem a Zyklon: Missão Z47. É realmente uma missão, viu?!? Ela parece tranquila por fora, mas seus carrinhos fazem aquelas curvas de forma muito intensa, e a queda tira você do banco! Extremamente divertida! Você termina ela com aquela cara de: "gente, não pensei que ia ser isso tudo!" Sensação semelhante tem a Torre, que fica ao seu lado. Ela parece pequena (e é), mas a queda é tão surpresa, mas tão surpresa, que a sensação dela de emoção parece algo de torre grande. Não estou exagerando! Juro que brinquedos que giram não são mais tão a minha praia, então observei o quanto meus amigos giravam no Disko. O modelo não chega a ser tão grande como outros que existem no Brasil, mas ninguém parava de rir enquanto rodava! Me lembro que fui um bem parecido no Playcity anos atrás, e foi um dos poucos brinquedos que me deu medo porque quando o disco chega as pontas do trilho, parece REAL que ele vai ultrapassá-lo! Não me deixaram escapar do Evolution. Diferentemente do que está no Hopi Hari, esse faz você girar com as cadeirinhas deitadas e em pé. Você vê a Barra da Tijuca de todos os ângulos possíveis. Para uma pessoal que tem medo de Evolutions seja da forma que for, foi uma sessão tortura. Porém, ao final, sentia que a adrenalina tava borbulhando no meu corpo! 😍 Certas coisas são demais para mim nesse momento de vida. Me chame de ranzinza, mas não tenho mais corpo para ir num Samba/Tagadisco. E... vou te contar viu, esse negócio no Tivoli é violento. Esse pandeiro demoníaco não vai parar de balançar até ver alguém fora do banco, perdendo toda a dignidade que lhe resta! Para quem ama montanha-russa, toda montanha-russa é digna de ir. Dito isso, lá fui eu subir na Ligeirinho (igual aquelas da lagarta que você vê por aí). Esperava um passeio tranquilo, mas esqueço que já tenho 1,80m e essas coisas são rápidas. Mal cabia no assento e o troço era ligeiro mesmo. Ponto para um joelho roxo. Por falar em atrações para crianças, o Tivoli é cheio delas. Tem carrossel, roda-gigante, xícaras malucas, circuitos, bate-bate, trenzinho... A diversão não para para eles. Seguindo meu circuito de atrações para gente grande, vi um Twister, muito semelhante ao que existe no Parque Shanghai (só que bem menor). Mas o que eu estava querendo mesmo era o Cataclisma. Para quem não conhece, ele é tipo um Kamikaze turbinado em que além de você ir com os pés soltos enquanto os braços rodopiam em 360°, o próprio brinquedo gira em torno de seu próprio eixo. Du-vi-do você achar sua direção! Inclusive, essa área do parque (à esquerda da bilheteria) é a dos brinquedos que vão te fazer ir à loucura. A Casa Maluca Comic Show é extremamente divertida. Funciona assim: você tem que completar um percurso cheio de obstáculos, em que muitas vezes, eles se movem! (Observação: não recomendo ir nessa atração durante a pandemia) Reder nos fez uma surpresa e trouxe duas atrações originais do Tivoli Park da Lagoa: o Bicho-da-Seda e a Barca Pirata. Entrar no Bicho-da-Seda é voltar ao passado e ficar muito doido. O brinquedo não perdeu sua velocidade e a força centrífuga continua atuando como sempre. Não deixe de ir nesse clássico! Para as famílias curtirem uma montanha-russa juntas, o Tivoli trouxe a Magic Bee! Ela é um brinquedo de trilhos invertidos, como a FireWhip do Beto Carrero World. Claro que a adrenalina da Fire não tem nem comparação com a da Magic Bee, mas é muito legal para as crianças começando no mundo da adrenalina saberem que às vezes, você pode ir com seus pés soltos! Os últimos brinquedos que sobravam eram o Crazy Dance, o Move It e o Terminator. Já conhecia o Move It do Ita Center Park, mas mesmo assim fui. Não curti antes e não curti agora. O brinquedo é extremamente forte e só me fez enjoar e ter dor de cabeça. Não sei se com você será diferente, mas se eu tivesse ido nele no início do meu dia, teria estragado boa parte dele. O Crazy Dance eu dispensei. Esse negócio de rodar, rodar, rodar e rodar não é comigo mais. Prezo pela integridade do meu estômago. Já o Terminator era uma curiosidade pessoal de saber como aquilo funcionava. Gente, que brinquedo forte. Ele é parecido com o Ekatomb do Hopi Hari, exceto que além de girar como o Eka, os braços se contorcem, fazendo a gente ficar na diagonal para o chão. Pensei que ia morrer. Coração foi a mil. Amei. Passei o dia inteiro no Tivoli e não me arrependo. O preço do ingresso vale a pena pela quantidade de atrações para todas as idades. Fortemente aconselho a não irem sem óculos de sol e boné em dias de sol, porque no Rio de Janeiro o calor não é brincadeira e como o parque está localizado em uma área sem árvores, sombras são inexistentes. É recomendável você parar um pouco embaixo da tenda que está o carrossel, para pode se refrescar um pouco e dar um tempo do sol. A alimentação do Tivoli não é grande coisa, é comum de parque de diversão. Comi uma pizza e não foi algo muito bom. Recomendo levar comida na mochila ou ter um almoço mega reforçado antes de ir e depois do dia, jantar em algum restaurante do Via Parque. Queria que o Tivoli fosse um pouco mais perto da minha casa. Morar em Niterói (do outro lado da Baía de Guanabara) e ir para lá é um rolezão de transporte público (dois ônibus, barca, metrô, enfim...). Mas, fico feliz que o Tivoli tenha ressurgido aqui no Rio de Janeiro. Pelo tanto de diversão que tive no dia, sinto que entrará no coração dos novos cariocas de forma muito fácil. --- Resumão do Tivoli Park: Alimentação: Tem batata-frita, milho, pastel, pipoca, pizza, salgado, cachorro-quente, hamburguer e sanduíche natural, opções típicas de parque de diversão. Caso queira uma alimentação melhor, recomendo ir antes nos restaurantes do Via Parque Shopping. Não é permitido sair do parque para comer no shopping e depois voltar. Como chegar: Carro ou Uber são sempre opções, mas é possível chegar de transporte público através do metrô (vá até a estação Jardim Ocêanico e depois pegue um Uber até o Bia Parque) ou através do sistema BRT (descendo na estação Via Parque). Dica campeã: Chegue cedo! O Tivoli ao abrir é muito vazio e é nesse momento que você precisa dar milhares de volta na Looping Star! Filas: tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Melhores atrações: Looping Star, Cataclisma e Terminator. Melhores meses para visitar: Abril a Junho e Setembro a Novembro. Melhor ordem de brinquedos dentro do parque: Looping Star / Terminator / Cataclisma / Bicho-da-Seda / Crazy Dance / Move It / Evolution / Tagadisco / Disko / Zyklon / Kamikaze Preço: R$ 70 (fim de semana) e R$ 60 (dia de semana) Site oficial: https://www.tivolipark.com.br/
- Arraial d'Ajuda Eco Parque
Porto Seguro é um paraíso. A região da cidade da terra em que os portugueses chegaram possui um litoral belíssimo, com pontos únicos no Brasil, como o Parque Marinho de Recife de Fora, uma estância de corais gigantesca; o encontro das águas entre o Oceano Atlântico e o Rio Buranhém; a praia de águas claras e o centro histórico de Trancoso, e a transparência da Praia do Espelho. Além de tudo isso, em Arraial d’Ajuda, o maravilhoso paraíso construído pelo Eco Parque à beira da Praia dos Pescadores se destaca como uma das melhores atrações em Porto Seguro. Como me hospedei no litoral norte de Porto Seguro, chegar no Eco Parque foi um pequeno rolê. Estava sem carro, então para atravessar o rio que separa Porto Seguro de Arraial, fui até o centro de Porto para pegar a balsa que custa R$ 5,40 ida e volta. A travessia de balsa é maravilhosa, com uma bela brisa de vento te acompanhando durante todo o percurso. Ao chegar em Arraial, um serviço de vans públicas leva para vários pontos do litoral sul, incluindo o Eco Parque. Os organizadores do serviço sinalizam qual van irá passar no Eco Parque. A entrada do Eco Parque é cheia de árvores, como se fosse entrar numa reserva ecológica da mata atlântica. Os armários ficam à direita da entrada, com o custo de aluguel de R$ 10,00, sendo um depósito caução de R$ 50,00, que será reembolsado na devolução da chave. O parque também oferece aluguel de toalhas por R$ 5,00, com um depósito caução: R$ 20,00, que também será reembolsado na devolução da toalha. Para consumo no parque, a melhor opção é o cartão de consumo (custo R$ 1,00). A lojinha vende itens de vestuário para a praia e o Eco Parque oferece um ótimo wi-fi grátis. Corri para o conjunto de toboáguas radicais, que é composto pelo Tambau, um toboágua de boia familiar (com capacidade para até 4 pessoas) que percorre uma pista de 166 metros e 17 metros de altura, numa velocidade média de 14 km/h; o Tonga, uma dupla de toboáguas fechados em que o laranja é mais lento, cheio de curvas e quedas surpresas e o amarelo é mais rápido, gerando uma ótima intensidade em cada curva fechada - cada experiência é emocionante, não se engane; e o Quereimbaba, outra dupla de toboáguas, em que o laranja que tem uma queda livre direta ou o amarelo que começa com um pequeno túnel, mas logo se abre para uma queda livre mais inclinada - o amarelo com certeza é mais radical! Para quem gosta de atrações de aventura, o Eco Parque tem uma tirolesa com uma vista incrível do Oceano Atlântico e o Arvorismo, que tem um circuito imenso no meio da mata - ambas atrações têm as maiores filas do parque! Para todas as idades, a melhor pedida é o Uga-Uga, o tradicional toboágua de corrida de tapetinhos azuis. A vibe do Eco Parque é cuidadosamente feita para você relaxar, e para isso, nada melhor que passar horas dentro do Rio Rupi, um rio lento cheio de cachoeiras e túneis no meio da mata com uma água super gostosa! Já a Tupan, é a tradicional piscina de ondas, que joga grandes e poderosas ondas para você tentar boiar! Para quem quiser praticar esportes, o Eco Parque dispõe de várias quadras de vôlei e passeio de caiaque! Fiquei super feliz que pude experimentar um maravilhoso acarajé, culinária típica da Bahia, em uma das inúmeras barraquinhas espalhadas pelo litoral. Inclusive, parabéns para o Eco Parque pela maravilhosa variedade de opções para comer: temos churros, sorvete, sanduíche natural, açaí, cachorro-quente, buffet self-service, churrasquinho, tapioca, hambúrgueres, pastéis e pipoca! Você pode até depois da refeição curtir um pouco a Praia dos Pescadores, que tem um acesso exclusivo pelo parque. Além disso, não deixe de passar no pequeno museu do Projeto Coral Vivo, um aquário recifal com proposta educativa, em que você conhecerá o que são os recifes de coral e como vivem os corais no Sul da Bahia. Em datas selecionadas, você também poderá curtir apresentações indígenas e de capoeira. O Eco Parque não é um dos melhores parques aquáticos do país, tampouco tem atrações tão sensacionais quanto os mais conhecidos, porém a energia e localização são únicas no Brasil, proporcionando um ambiente perfeito para curtir adrenalina e relaxar, como se estivesse no paraíso. A velocidade para conhecer o parque é lenta, você não precisa correr para conhecer todas as atrações e pode aproveitar o dia de forma que nem sentirá as horas passar. --- Resumão do Arraial d’Ajuda Eco Parque: Alimentação: Culinária brasileira. A melhor pedida é comer o acarajé da barraquinha baiana. É MUITO gostoso e muito bem preparado. Mas, caso não curta, o buffet self-service é muito bem sortido. Os drinks feitos também são ótimos, e é uma excelente opção para refrescar após o almoço. Como chegar: O aeroporto mais perto do Arraial d’Ajuda Eco Parque é o aeroporto da cidade de Porto Seguro (BPS). A melhor maneira de chegar saindo do centro de Porto Seguro, é indo de balsa e pegando a van até o Eco Parque. Caso você vá de carro, pode atravessar de balsa ou ir pela autoestrada (caminho mais longo) e estacionar no estacionamento gratuito do parque. Dica campeã: Chegue cedo para ter o maior tempo de relaxar da vida e fazer as atrações de esportes radicais, como a tirolesa! Uma ótima ideia para após o Eco Parque é conhecer o centro de Arraial d’Ajuda, onde tem a Bróduei, que reúne restaurantes excelentes, casas noturnas e prédios históricos. Melhores atrações: Tambau, Tonga e Quereimbaba. Melhores meses para visitar: Novembro a Fevereiro. Melhor ordem de brinquedos dentro do parque: Não tem. Preço: O passaporte custa R$ 120. Site oficial: https://www.arraialecoparque.com.br/o-parque/apresentacao
- Busch Gardens Williamsburg
Perguntas frequentes do Busch Gardens Williamsburg Um dos momentos que mais gosto na vida é quando uma outra pessoa se surpreende com algo que eu conto. A sensação de trazer algo novo é ótima, afinal, o conhecimento precisa ser compartilhado! Me lembro que, no começo da minha exploração para conhecer outros parques temáticos do mundo, fiquei radiante ao saber que não existia somente o Busch Gardens de Tampa. Em Tampa, o parque é totalmente tematizado com o continente africano, mas, um pouco mais ao norte, no estado da Virgínia, foi construído um segundo Busch Gardens - homenageando o continente europeu. Um parque impecável e eleito muitas vezes como o parque temático mais lindo do mundo! O Busch Gardens Williamsburg fica numa área preservada, imprensado por dois grandes rios. A chegada ao parque já faz você pensar que está entrando em uma floresta europeia! Toda arquitetura remete às construções históricas europeias do campo com as bandeiras dos países homenageados pelo parque espalhadas por todos os lugares. A impressão inicial é que você foi teletransportado dos Estados Unidos para o Velho Continente! A aventura no continente europeu começa numa vila charmosa do interior do Reino Unido - onde você pode encontrar o maior teatro do parque, o Globe Theatre; a maior loja de lembrancinhas, a Emporium, e lanchonetes que vendem as delícias salgadas (como o Fish’n’Chips) e doces (como sorvetes com sabores únicos!) da ilha da Grã-Bretanha. Não deixe de tirar foto na Clock Tower! Assim como seu irmão na Flórida, a principal característica do Busch Gardens Williamsburg são as montanhas-russas! Segui pela esquerda para chegar na Itália, que concentra três delas. A primeira que fomos foi a Tempesto, uma máquina de múltiplos lançamentos que alcança a velocidade máxima de 100 km/h, mas que faz uma inversão em baixa velocidade em seu ponto mais alto! Não foi preciso muito para encontrar qual seria a minha favorita do parque. Atrás da Tempesto, uma monstra roxo chamada Apollo’s Chariot levava quem tinha coragem de encará-la para um percurso na floresta, com uma primeira queda de 65 metros e 8 colinas gigantescas de airtime (a sensação de levitar do banco) MUITO poderoso! Juro que se não tivesse ainda um parque inteiro para explorar, eu teria ficado entrando e saindo da Apollo’s Chariot durante todo o dia! A terceira montanha-russa da Itália ainda não havia sido inaugurada, mas eu tenho certeza que ela deve ser de arrancar o coração da boca! Homenageando os deuses romanos, a Pantheon tem vários elementos incríveis - duplo lançamento, espigão em que o trem volta de costas, inversão de gravidade zero, colina extrema de airtime e uma inversão em formato de U invertido! LOUCURA! A Itália é ótima também para aproveitar outros tipos de brinquedos, como o musik express Tradewinds, as xícaras malucas do Turkish Delight, e as atrações do Jardim dos Inventores: um brinquedo maluco chamado Flying Machine que vai girar você para todos os lados; um barco pirata que vai muito alto chamado The Battering Ram, e mais dois brinquedos infantis: um carrossel de balões chamado The Little Balloons e um carrossel de aviões chamado The Little Gliders. Para quem gosta de se molhar bastante, o Escape from Pompeii é uma excelente opção! Confesso que não vou muito em splashs gigantes, mas a grandiosidade desse brinquedo me chamou tanta atenção que não tinha como a minha curiosidade não ser saciada para saber como era! Não me decepcionei: depois da subida, você tem contato com a destruição de Pompéia pelo Vesúvio, em um show de efeitos especiais! As construções do Busch Gardens Williamsburg são muito belas, e o trabalho feito na Praça de Marco Polo é de encantar! Esse pequeno bairro italiano trás um dos maiores restaurantes fast-food do parque, sendo uma ótima pedida para o almoço. Além disso, o lugar tem uma pequena praça para shows, com o melhor da música italiana! Depois do almoço você ainda pode pegar um gelato italiano autêntico na Gelato de San Marco! Mas, o que me deixou mesmo boquiaberto foram as vistas para a reserva ambiental do Busch Gardens na ponte que separa Itália e Alemanha. Atravessando a ponte, chega-se à Alemanha, e a primeira atração que bate nos seus olhos é a queda da Verbolten - uma montanha-russa inspirada nas famosas rodovias alemãs Autobahn. Entre no carro e parta em uma viagem tranquila até ser atingido por um raio e cair na Black Forest, uma floresta do sul alemão cheia de segredos sobrenaturais. A experiência na Verbolten é perfeita e muito divertida, e o seu principal destaque é algo que acontece dentro do Black Forest - você vai sentir um frio na barriga absurdo ao sentir o trem cair em queda livre! SIM, QUEDA LIVRE! Por falar em queda livre, a torre Mäch Tower é perfeita para isso! São 75 metros de altura com uma visão maravilhosa do Busch Gardens Williamsburg lá de cima! A queda é super confortável, fazendo a Mäch Tower uma das melhores experiências em torres de queda livre que tive na vida! Ao redor da torre, temos o chapéu mexicano Der Wirbelwind e o bate-bate Der Autobahn. Inclusive, na Alemanha do Busch Gardens tem Oktoberfest o ano todo! O restaurante Festhaus é o maior do parque, tem comida e bebida alemã de ótima qualidade e apresentações culturais alemãs lindas demais! Passando por um caminho lindo tomado por árvores, chegamos em uma vila germânica de ski, com arquitetura típica do interior nos alpes alemães. A região tem lojas incríveis, como a German Gifts, que tem muitas peças de decoração bavárias, enfeites de Natal, e artesanato fino! As crianças podem se divertir no Kinder Karussel e no imenso playground Land of the Dragons, além de tomar muito sorvete alemão na Wilkommenhaus! Se você explorar com atenção o vilarejo, você achará a entrada da Alpengeist, uma gigantesca montanha-russa invertida de 60 metros de altura, seis inversões, velocidade de 107 km/h e uma sensacional duração de mais de 3 minutos! Pegue carona com o Fantasma dos Alpes e passe por inversões super intensas, quedas sobre o Rhine River e curvas muito fechadas/inclinadas. Confortável, radical e suave, a Alpengeist tornou-se uma das minhas montanhas-russas invertidas favoritas! Quem sabe eu até tome gosto por esquiar? Atravessando mais uma ponte, vemos uma arquitetura de madeira presente em todos os prédios ao redor. Estamos em New France, uma homenagem do Busch Gardens às colônias francesas no Canadá. A principal atração da área é a montanha-russa de madeira InvadR, que simboliza os vikings que tentaram conquistar a nova região colonizada da França. A InvadR é uma atração bastante familiar, com zero chances de ser considerada algo radical. Todas as quedas e curvas são bem tranquilas, com pouco airtime. Entrelaçado com os trilhos da Invadr, o canal de troncos Le Scoot molha bastante, principalmente em sua queda final! Para secar, uma ótima pedida é o brinquedo giratório Le Catapult, um clássico dos parques de diversões. Em New France, a dica de alimentação é o churrasco da Trappers Smokehouse, que mistura a culinária canadense com o preparo da carne francês. Depois de comer, aconselho entrar na Caribou Train Station e dar um rolê na locomotiva histórica alemã do Busch Gardens. Como um bom turismólogo, não pude deixar de notar os prédios da Belle Époque francesa ao redor da Griffon, a montanha-russa de mergulho do Busch Gardens Williamsburg. Duas vezes mais radical que a Sheikra do Busch Gardens Tampa, a Griffon tem 63 metros de altura, alcançando quase 115 km/h após sua queda de 90º! Mas o melhor de tudo mesmo é que a Griffon fica DUAS vezes de cabeça para baixo antes de cair num delicioso splash! Simplesmente perfeita! O próximo país é a Irlanda, onde a principal atração é o balanço gigante Finnegan’s Flyer. Esse brinquedo foi colocado à beira do rio, e quando você alcança o topo mais alto do balanço, é uma ótima queda, cheia de frio na barriga, com visão para água! Outro destaque da Irlanda é o Grogan's Pub, um bar autêntico irlandês, e o Wolf’s Haven, um santuário de lobos (disponível somente no inverno). Poucas montanhas-russas no mundo podem se gabar do status de “lendária” - somente aquelas que foram um marco importante para a indústria, ou possuem longos anos de operação, ou tem um percurso memorável que impactou todos podem ser consideradas verdadeiras lendas da engenharia. O Busch Gardens Williamsburg usou uma lenda para tematizar outra lenda: a montanha-russa Loch Ness Monster. O parque recriou uma pequena vila escocesa à beira do lago Ness para ambientar os visitantes na busca pelo Monstro do Lago Ness, uma criatura já retratada de diversas formas por diferentes pessoas. No Busch Gardens, ele é uma montanha-russa de 1978 com um elemento sensacional: dois loops entrelaçados! Você é sujeito a 3,5 vezes a força da gravidade em um percurso que faz o trem alcançar quase 100 km/h! Apesar da experiência na Loch Ness Monster ser bastante desconfortável, já que a montanha-russa treme durante todo o tempo, fiquei muito feliz em poder andar nessa peça histórica tão importante para o planejamento de novas montanhas-russas ainda mais radicais e emblemáticas. Uma honra ter a Loch Ness Monster como a última montanha-russa da 2021 All the Bright Parks Tour - um encerramento com chave de ouro! No fim do dia, um temporal caiu e fomos embora de alma lavada (literalmente!) do Busch Gardens. O dia foi excelente, sem muitas filas, e você, leitor, deve ter visto nas fotos porque ele é considerado um dos parques mais lindos do mundo! Sei que você pode estar se perguntando se ele é melhor ou pior que o de Tampa… Direi que é apenas diferente! Tudo foi feito para você ter uma experiência completamente distinta (e europeia) e é isso o maior triunfo do Busch Gardens Williamsburg! Espero que você tenha ficado surpreso ao saber que existe outro Busch Gardens! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Busch Gardens Williamsburg? O Busch Gardens Williamsburg fica em Williamsburg, perto de Richmond e Norfolk, Virgínia, Estados Unidos. Como chegar no Busch Gardens Williamsburg? O aeroporto mais perto do Busch Gardens Williamsburg é o aeroporto da cidade de Richmond (RIC). A melhor maneira de chegar saindo do centro de Richmond é indo de carro, com a duração da viagem sendo de 1 hora. Saindo do National Mall, na capital Washington, a duração da viagem é de 2 horas e 30 minutos. Quais são as melhores atrações do Busch Gardens Williamsburg? Pantheon, Apollo’s Chariot e Alpengeist. Quais são os melhores meses para visitar o Busch Gardens Williamsburg? Abril a Junho e Setembro a Novembro Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Busch Gardens Williamsburg? Pantheon / Tempesto / Apollo’s Chariot / Verbolten / Mach Tower / Alpengeist / Invadr / Griffon / Loch Ness Monster / Escape from Pompeii / Skyride / Tradewinds / Train Qual é a melhor dica para o Busch Gardens Williamsburg? Chegue cedo e concentre-se em ir para esquerda, em direção à área temática da Itália. A Tempesto e a Pantheon possuem uma capacidade por hora inferior às outras montanhas-russas, então aproveite para ir nelas logo cedo! Que tipos de comida estão disponíveis no Busch Gardens Williamsburg? Culinária europeia. Cada área do parque oferece um menu especial de acordo com o país homenageado. Poderia falar para você comer no país que mais a culinária te apetece, porém, em um lugar tão especial assim, com tantas culinárias diferentes juntas, desafio você a experimentar um pouco de cada! Quanto custa o Busch Gardens Williamsburg? O passaporte custa aproximadamente USD 85 (R$ 425). Qual é a duração das filas no Busch Gardens Williamsburg? Moderadas (30 a 60min). Qual é o site do Busch Gardens Williamsburg? https://buschgardens.com/williamsburg/
- Six Flags America
Perguntas frequentes do Six Flags America Se você pensa que a capital dos Estados Unidos são só museus e prédios históricos… pensou errado! Washington reserva uma surpresa bastante agradável em apenas meia hora do National Mall, a esplanada em que estão todos os edifícios governamentais do país. Construído em 1974 como um parque-safári, o Six Flags America atualmente possui 9 montanhas-russas, um parque aquático e um portfólio muito bom de atrações. Depois de um dia inteiro absorvendo várias informações históricas no Capitólio e nos infinitos memoriais que Washington possui, o dia no Six Flags America seria perfeito para relaxar a cabeça! Juro que não sei como os visitantes ávidos de museus conseguem visitar tantos em tão pouco tempo… É tanta informação diferente que você precisa de um parque para deixar o seu cérebro apto para receber novas! A rua principal tem arquitetura vitoriana, similar ao Six Flags New England, seguindo o padrão dos prédios em Washington. As lojas têm vários produtos dos Looney Tunes e da Liga da Justiça, além de peças da grife Six Flags. Para quem gosta de doce, a Coaster Candy é um paraíso! Inclusive, só pela Main Street já vi que o Six Flags America tinha cara de ser um parque muito fofo, daqueles que são “grandes” mas “não são” - uma característica bem comum dos parques fora dos grandes centros urbanos. A partir de um chafariz central, você pode escolher ir ao Hurricane Harbor (parque aquático) pela esquerda, ou seguir em frente através do caminho de árvores e começar a diversão. Como eu estava muito ansioso, e eu sempre amo os Six Flags que tem uma área exclusivamente dedicada para Gotham City, fui explorando os caminhos até passar pelo portal embaixo da montanha-russa Wild One. Modelo raro no mundo, a Joker’s Jinx foi a primeira atração do dia! Essa montanha-russa é do modelo "Spaghetti Bowl”, isto é, os trilhos parecem macarrão numa tigela! O trem dela é lançado a 96 km/h e você faz 4 inversões e curvas muito radicais de modo que o trem passa muito perto dos outros trilhos! É alucinante! Além disso, a intensidade na Joker’s Jinx é bem alta - ela alcança 4,5 vezes a força da gravidade! Além do Coringa, a sua amada Arlequina e o Charada também marcam presença em Gotham City. No Harley Quinn Spinsanity, você balança em um pêndulo gigante a 49,5 metros de altura em uma velocidade de mais de 110 km/h! Já no Riddle Me This, o Charada coloca você para rodar em uma roda na diagonal e desafia você a descobrir qual é o enigma de seu brinquedo - você não tem travas, apenas segura em duas barras, mas mesmo assim, não sai do lugar! Outro modelo raro, a próxima atração foi a Batwing, uma montanha-russa deitada! Ao chegar na estação, prepare-se para deitar no trem e subir 35 metros olhando somente pro céu! Ao chegar na queda, você só terá momentos icônicos: terá momentos que você ficará como se estivesse voando, e outros como se sua cama tivesse ganhado super velocidade! A Batwing alcança 80 km/h e deixará você 5 vezes de cabeça para baixo. Ah, e segure firme: a experiência inclui muita chacoalhada! Não ache que estou de brincadeira, mas depois da Batwing foi a vez de outro brinquedo difícil de encontrar por aí - o Penguin’s Blizzard River é um spinning rapids ride, uma junção muito louca das tradicionais corredeiras com toboágua! Você entra (com roupa mesmo!) numa boia imensa e sobe uma gigantesca rampa até começar a cair no toboágua! A partir daí, a boia não para de girar até o momento do splash no rio. Dá para ficar muito molhado! Para quem gosta de ver tudo do alto, o Wonder Woman Lasso of Truth é perfeito! Subi os 73 metros da torre da Mulher-Maravilha e curti a vibe da ventania que é no topo! As cadeiras suspensas adicionam uma adrenalina a mais - você fica completamente sujeito à direção do vento, às vezes girando rápido e sentindo o balanço da cadeira! Tem que ser muito corajoso para ir! Enquanto eu estava na fila da próxima atração, a hiper montanha-russa Superman: Ride of Steel, vi muitas nuvens de chuva se aproximando de uma vez só… Não deu outra, na hora de ir, fui completamente encharcado para um temporal absurdo que fez com que a experiência da montanha-russa fosse de intensa para prova de sobrevivência! Imagine encarar 117 km/h, uma queda de 60 metros e quase 5 vezes a força da gravidade com água caindo do céu como se fosse uma super chuva de agulhas! A experiência mais… mais… desafiadora que tive numa montanha-russa! O Whistlestop Park fica dentro de Gotham City e é a maior área infantil do Six Flags America. São vários brinquedos muito fofos para as crianças, entre eles mini-ferrovia, roda-gigante, pequena torre de queda livre, playground e carrosséis tematizados. Dá para ter ótimas visões do pessoal desafiando a Superman: Ride of Steel desse lugar do parque. Além disso, é uma ótima área para fugir da multidão. Depois do temporal ter passado, saí de Gotham City para ir na Firebird, a primeira montanha-russa criada pela fabricante Bolliger & Mabillard (B&M), uma das mais famosas do mundo! Contando agora com uma nova experiência com trens sem piso (antigamente, ela tinha trens em que ficávamos em pé), a Firebird entrega uma experiência com algumas tremedeiras, porém as duas inversões com os pés livres deixam tudo mais emocionante! A força G positiva intensa sentida no looping é bastante forte! Uma das montanhas-russas de madeira mais bem conceituadas da costa leste, a ROAR tem um excelente percurso, mas senti falta de conforto! Grande parte do percurso o trem tremeu bastante, e com as curvas e quedas agressivas, a experiência poderia ter sido melhor! Tenho certeza que essa montanha-russa tem muito potencial para no futuro ser reformada e voltar à sua antiga glória! Se você for muito sensível às tremedeiras, é recomendável deixar a ROAR para o final do dia. O Six Flags America tem uma área temática que homenageia o carnaval da cidade de Nova Orleans - Mardi Gras. Nela, fica a montanha-russa mais antiga do parque, a The Wild One, que foi reconstruída em 1986. Por ter um layout de montanha-russa do início do século XX, as colinas são bem espaçadas, favorecendo bastante o airtime (a sensação de levitar do banco) acontecer. Uma experiência muito melhor que a ROAR! Nova Orleans é famosa por seus drinks, e o Six Flags America trouxe um bar de drinks da cidade para dentro da área de Mardi Gras! Agora, o que é inusitado mesmo é a localização desse bar: na entrada da montanha-russa Ragin’ Cajun! Por que? Os carrinhos da Ragin’ Cajun giram/rodopiam enquanto eles fazem o percurso… Então o desafio é você tomar drinks e não vomitar depois de ir na Ragin’ Cajun! Acredita que consegue? As outras atrações de Mardi Gras são bastante curiosas: o Zydeco Zinger é uma engenhoca muito parecida com a antiga Crazy Wagon do Hopi Hari! Estava ansioso para saber se eu ia sentir uma sensação parecida com a minha amada carroça e SIM! Eu senti! Apesar dele ser mais lento, deu para matar as saudades! O brinquedo vizinho, o Bourbon Street Fireball, é um looping contínuo megaradical (já pensou quantos loops você aguenta fazer em seguida?) que desafiará o seu estômago! Além desses dois, eu juro que o Six Flags America deve ter a menor torre de queda livre da vida - a Voodoo Drop tem apenas 43 metros! No caminho para a última montanha-russa do dia, pude observar um pouco da onda gigantesca do Shipwreck Falls! Impressionante que sempre tem pessoas na ponte prontas para se molhar. Você é um desses ou prefere passar longe? Confesso que ainda não tive coragem de estar na ponte, mas é aquilo… nunca diga nunca… A área ao redor do Shipwreck tem brinquedos com tematização de pirata! A Mind Eraser fica em Coyote Creek , a área dedicada ao Velho Oeste. Seu percurso é bem conhecido de quem frequenta o Beto Carrero World, mas aqui a experiência é consideravelmente mais dolorosa. O trem da Mind Eraser faz você bater bastante a cabeça, especialmente as orelhas. Para relaxar um pouco do caos que a Mind Eraser trás, Coyote Creek oferece as corredeiras do Renegade Rapids e os giros dos bois e vacas do Rodeo. A alimentação dentro do Six Flags America é muito boa, sendo o melhor restaurante o Crazy Horse Saloon, um ambiente com shows ao vivo e excelente carne ao barbecue. Outras opções incluem uma unidade do Johnny Rockets, comida chinesa, pizza e muito doce! Adorei a forma como o parque é bastante limpo e organizado, e tudo parece muito bem conservado. Sem dúvidas, um dos Six Flags mais subestimados que existe! Terminei o dia na Looney Tunes Movie Town, já que faltando uma hora para o parque fechar, recebi no meu celular um aviso de tornado vindo em direção à região. Todos os brinquedos pararam, e a sirene seguia tocando - algo muito assustador! Os alto-falantes gritavam “ACHEM ABRIGO IMEDIATAMENTE”. Entretanto, o brinquedo de carros antigos seguia funcionando, e me despedi do Six Flags America acelerando o máximo que podia à… 10 km/h!? Abaixo o vídeo da minha excelente direção! Não cheguei a ver o tornado em si, mas vimos bastante do que ele pode fazer, já que o parque estava em sua área de influência. Caía muita água do céu e era impossível fazer qualquer movimento sem se encharcar (de novo!). Saímos em disparada para o carro, mas até hoje fica o gostinho de que queria ter andado mais na Superman: Ride of Steel… --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags America? O Six Flags America fica em Washington, D.C., Estados Unidos. Como chegar no Six Flags America? Os aeroportos mais perto do Six Flags America são os aeroportos da cidade de Washington (IAD/DCA). A melhor maneira de chegar no Six Flags America é indo de carro/Uber, com a duração da viagem do centro de Washington sendo de 30 minutos. Se quiser ir de transporte público, pegue a linha Azul/Prata do metrô e vá até a estação Largo Town Center. Da estação, você pode pegar um Uber ou a linha de ônibus C21/C22/C26. Quais são as melhores atrações do Six Flags America? Superman: Ride of Steel, Joker's Jinx e Batwing. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags America? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags America? Joker's Jinx / Batwing / Superman: Ride of Steel / WonderWoman Lasso of Truth / Pinguin's Blizzard River / Harley Quinn Spinsanity / Firebird / ROAR / The Wild One / Ragin' Cajun / Fireball / Voodoo Drop / Zydeco Zinger / Mind Eraser / Renegade Rapids Qual é a melhor dica para o Six Flags America? Reserve um tempo ao final do seu dia para repetir a Superman: Ride of Steel e a Joker's Jinx. Você não vai se arrepender - são as duas melhores atrações do parque! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags America? Fast-food americano, mexicano e chinês, além de culinária americana. Existem muitos pontos de alimentação com itens diversificados espalhados pelo parque, mas o meu favorito foi o Crazy Horse Saloon. Não deixe de tomar o milkshake do Johnny Rockets! Quanto custa o Six Flags America? O passaporte custa aproximadamente USD 35 (R$ 175). Qual é a duração das filas no Six Flags America? Moderadas (30 a 60min). Qual é o site do Six Flags America? https://www.sixflags.com/america
- Morey's Piers
Perguntas frequentes do Morey's Piers Chuva misturada com parque de diversões raramente dá certo. Quando o tempo resolve fazer uma traquinagem com você, é quase certeza que a diversão vai ser limitada ou quase não acontecerá. Durante minha visita ao Morey’s Piers, chovia o suficiente para que a administração do parque decidisse que não poderia operar as montanhas-russas e outros brinquedos radicais. Entretanto, além do problema da chuva, o parque tem outro: preços exorbitantes. O Morey’s Piers é um complexo de três píeres localizado na cidade de Wildwood, extremo sul da costa de Nova Jersey. A cidade é a mais turística de toda a costa, principalmente pelas suas praias exuberantes e reservas naturais. Além disso, existem muitos estabelecimentos e hotéis para adultos. O calçadão da cidade é lotado de lojas, cassinos, restaurantes, lanchonetes… é um baita complexo de entretenimento! O primeiro píer, do extremo sul para o norte, é o Adventure Pier, que estava com algumas atrações funcionando. Não perdi tempo e fui correndo para The Great White, uma montanha-russa de madeira construída na areia! A experiência dela na chuva foi algo totalmente fora de controle, com o trem trepidando e chacoalhando demais (acredito eu pelo trilho molhado!). Além disso, as gotas de chuva eram como agulhas atacando a minha face. O breu noturno da praia e a ausência de pessoas no parque deixavam a situação ainda mais sinistra! Os outros brinquedos ao redor da The Great White eram o Springshot, um estilingue que te catapulta a 120 km/h; o Skycoaster, um simulador de voo “baixinho” (30 metros) que faz você voar por cima da praia de Wildwood; o Skyscraper, um braço em formato de “I” com cadeiras nas suas extremidades que farão você ir de frente, de costas e rodopiar enquanto ele se movimenta; o Screamin’ Swing, um balanço gigantesco que dá um gostoso frio na barriga; a Grand Prix Raceway, uma pista de kart de madeira, e o Boat Tag, um brinquedo de tiro ao alvo com barcos em que eu me diverti horrores com o meu amigo! O segundo píer, central em relação aos outros dois, é o Mariner’s Pier, que possui a entrada icônica do Morey’s Piers, além dos principais brinquedos infantis. No Mariner’s, pude perceber o quanto o parque é caprichoso, além de extremamente agradável aos olhos com um tema clássico de parque de diversões do século XX no auge. A maior parte das luzes dos brinquedos eram brancas, e todos transmitiam um ar de riqueza e delicadeza. A grande montanha-russa do Mariner’s é a SeaSerpent, um modelo boomerang que, para muitos, é considerado o melhor do mundo devido à sua suavidade. O píer ainda tem outras duas montanhas-russas: a Rollie’s Coaster, um modelo bastante comum nos parques itinerantes brasileiros, e a Wild Whizzer, uma exclusivamente infantil. O Wave Swinger (chapéu mexicano) do Morey’s Piers está na lista dos mais bonitos que já vi na vida, e só de olhar ele funcionando, eu ficava hipnotizado! Por falar em hipnose, a roda-gigante brilhava em milhares de LEDs coloridos, um ambiente maravilhoso para fazer um book fotográfico! Ao fundo, a barca-pirata Riptide balançava para deixar o ambiente ainda mais lúdico. Muito popular em parques de diversões itinerantes, o Tilt-A-Whril do Morey’s Piers parecia que tinha sido feito à mão de tão impecável! Outros brinquedos mostravam o mesmo cuidado e conservação, como o Music Express, o Crazy Bus, o trem fantasma Pirates of Wildwood e os inúmeros pequenos carrosséis infantis espalhados por todo o Mariner’s Pier. O terceiro píer, ao norte em relação aos outros dois, é o Surfside Pier, onde se localiza a maior estrela de todo Morey’s Piers: a montanha-russa Fly - The Great Nor’Easter, considerada a melhor desse modelo do mundo por muitos especialistas. Infelizmente, apesar de ter visto a Fly fazendo testes, ela não abriu mesmo devido à chuva. Outros brinquedos do Surfside são a garra pendular It, o canal de troncos Zoom Phloom, o trem fantasma Dante’s Dungeon, os aviões controláveis do Kong, a torre de queda livre Atmosfear e as montanha-russa familiares Doo Wooper e Runaway Train. As outras atrações do Surfside são jogos de sorte e carrosséis infantis. Não consegui tirar muitas fotos porque enquanto estava no Surfside, a chuva virou temporal. Os píers possuem temas bem divididos: enquanto o Adventure concentra as atrações mais radicais, o Mariner’s tem um aspecto clássico e é apelativo para toda família aproveitar junta. Já o Surfside tem um visual moderno e arrojado, e tem brinquedos que conseguem agradar todas as faixas etárias. A qualidade e o serviço do Morey’s Piers não é comum para esse tipo de parque, comparando-se a algo que só vi nos parques temáticos de Orlando e Califórnia. Tudo é muito bem cuidado e conversado, além dos funcionários serem muito bem treinados e cordiais. A alimentação do parque, por exemplo, é diferenciada, visto que o Morey’s oferece bar de cerveja artesanal, comida premiada de pub/bar, cortes de carne e de peixe, e fast-food de bom gosto. Entretanto, toda essa estrutura se aproveita do turista de alto poder aquisitivo que costuma frequentar Wildwood para se manter. Os preços do parque beiram o absurdo, a ver: cada brinquedo custa de 3 a 9 tickets. Cada ticket custa USD 1,50. Um pacote com 75 tickets custa USD 92! Caso você não queira depender de tickets, o passaporte que dá direito a brincar em todos os brinquedos custa USD 100! O Morey’s Piers pode ser lindo, mas não há quem faça entrar na minha cabeça que ele pode custar o mesmo que um parque de Orlando! Espero poder voltar no Morey’s Piers no futuro com mais dinheiro (e com sol) para aproveitar as montanhas-russas que não fui e curtir de verdade todo o ambiente de Wildwood. Lembrarei que precisarei juntar algum dinheiro para isso, mas assim como foi a minha noite inteira, se estou na chuva, é para me molhar, não é? --- Perguntas frequentes: Onde fica o Morey’s Piers? O Morey's Piers fica em Wildwood, costa de Nova Jersey, Estados Unidos. Como chegar no Morey’s Piers? Os aeroportos mais perto do Six Flags Great Adventure são os aeroportos da cidade de Nova York (NYC). A melhor maneira de chegar no Steel Pier é indo de carro, com a duração da viagem do centro de Manhattan sendo de 2 horas e 40 minutos. Esteja preparado com moedas e notas para aproximadamente 3 a 4 pedágios no caminho. Quais são as melhores atrações do Morey’s Piers? The Great White, Sea Serpent e Fly - The Great Nor’Easter. Quais são os melhores meses para visitar o Morey’s Piers? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Morey’s Piers? Livre escolha. Qual é a melhor dica para o Morey’s Piers? Vá preparado para gastar! Se quiser economizar, reserve dinheiro para pelo menos ir na The Great White, Sea Serpent e Fly - The Great Nor’Easter. Não deixe também de reservar um tempo para conferir todos os estabelecimentos de Wildwood. Que tipos de comida estão disponíveis no Morey’s Piers? Culinária estadunidense. O parque oferece bar de cerveja artesanal, comida premiada de pub/bar, cortes de carne e de peixe, e fast-food de bom gosto. Quanto custa o Morey’s Piers? Cada ticket custa USD 1,50. Um pacote com 75 tickets custa USD 92! Caso você não queira depender de tickets, o passaporte que dá direito a brincar em todos os brinquedos custa aproximadamente USD 100 (R$ 500). Qual é a duração das filas no Morey’s Piers? Moderadas (30 a 60min). Qual é o site do Morey’s Piers? https://www.moreyspiers.com/
- Playland's Castaway Cove
Perguntas frequentes do Playland's Castaway Cove Sabe aquele terreno baldio que você provavelmente conhece na sua cidade e toda vez que você passa por ele, você pensa: “nossa, será que um parque de diversões cabe aqui?”. Venho te dizer que sim, cabe! Eu não sei exatamente qual foi o menor parque que visitei, mas com certeza o Playland’s Castaway Cove está entre o TOP 5! Incrustado em um pequeno espaço no calçadão da lindíssima Ocean City, são mais de 20 brinquedos que deixarão seu dia super divertido! Quem colocou o Playland’s Castaway Cove no mapa foi a montanha-russa de múltiplos lançamentos GaleForce, uma máquina sensacional de adrenalina! Vi essa montanha-russa ser construída (pela internet) durante o ano de 2016, e nem acreditava que eu estava realmente prestes a andar nela! Toda a fila dela é tematizada, o que já evidenciava o imenso capricho que o parque tem com todas as suas atrações, algo similar ao Parque Marisa. Andar na GaleForce é ANIMAL! Essa montanha-russa alcança até 4x a força da gravidade, em múltiplos lançamentos que te deixam numa velocidade máxima de 103 km/h em um minuto total de duração! Sabe aquela atração que te deixa com um sorriso besta de tão maravilhosa que foi? Não resisti e fui mais duas vezes, e poderia continuar indo durante o dia todo! A próxima montanha-russa foi construída ao redor da GaleForce, em um aproveitamento de espaço fenomenal (um dos vários do Playland’s). A Wild Waves é uma atração familiar com 15 metros de altura, mas com quedas bastante legais e que dá bons frios na barriga! A vista lá de cima para o calçadão de Ocean City é muito bonita! Mesmo que seja de criança, o parque me deixou ir na Whrilwind, uma montanha-russa que dá 4 voltas em um percurso em formato de “8”. Pode parecer bobinha, mas como os carros giram enquanto fazem o percurso, é uma ótima atração para rir! Simplesmente adorei que em um espaço super pequeno, existem 3 montanhas-russas para todas as faixas etárias! Mas nem só de montanha-russa vive o parque e o Playland’s tem MUITO brinquedo maneiro! Ao redor da GaleForce, dá para encontrar o Extreme Cyclone, um frisbee em formato de garra; o Big Bumper Cars, um bate-bate clássico; o Merry-Go-Round, carrossel do parque, e o Squadron 33, uma roda que gira na diagonal e onde você pode controlar o quanto você quer rodopiar! Caso você tenha um estômago de ferro e está acostumado a girar, convido a experimentar o Alien Abduction, um brinquedo fechado em que você fica em pé nas paredes e só tem um cercado a sua frente para segurar. Quando ele gira, produz uma força centrípeta absurda, e eu quero ver você conseguir se mover! Ou será que você é que será movido pela força da gravidade? Mesmo com uma praia do outro lado da rua, o Playland’s tem o High Seas Logflume, um canal de troncos (muito parecido com o Tchibum do Beto Carrero World) de duas quedas refrescantes! Outro brinquedo que tem no Playland’s e é bem conhecido pelos frequentadores assíduos de parques itinerantes, é o Rock’n’Roll, um music express em que as gôndolas são suspensas! Particularmente, eu adoro brinquedos como ele! Uma pena o tempo ter estado chuvoso, porque eu imagino que as vistas do topo da Ferris Wheel (roda-gigante) devem ser lindas! Além dela, ótima para ver novas alturas é a pequena torre de propulsão Double Shot. Do lado dela, temos outro brinquedo clássico: o Buccaneer, barco-pirata. Como se não bastasse o parque ter colocado inúmeros brinquedos em um espaço altamente pequeno, eles fizeram uma linda estação para a mini-ferrovia que circunda toda a parte de trás do Playland’s. Sensacional! Cada canto novo que eu ia explorando, eu ficava mais boquiaberto de como tudo aquilo era possível. Mas, se o espaço acabar, o que fazer para trazer novas atrações? Construir um segundo andar! SIM, o parque fez um segundo andar em cima de uma pequena área com brinquedos infantis e colocou um lindíssimo Air Race para brilhar lá de cima! Simplesmente perfeito ver o parque de um segundo andar… nunca tinha visto algo parecido na vida! O chapéu mexicano, Swings, sobrevoa a entrada do parque e também é outra atração linda de se ver! A harmonia das cores encaixa perfeitamente com todo o clima animado e feliz do Playland’s Castaway Cove. Inclusive, por falar em animação, o Tidal Wave é um brinquedo do tipo do Saltamontes do Mirabilandia e todos seus movimentos de pulos são sincronizados com a música que está tocando! O custo/benefício do Playland’s Castaway Cove é o melhor de todos os píers de Nova Jersey. Cada ticket custa USD 1. Dá para se divertir bastante pagando uma cartela de 50 tickets por USD 40, já que cada atração varia de 1 a 6 tickets (com exceção da GaleForce, que custa 14 tickets ou USD 10). Selecione com sabedoria as atrações que deseja ir! O ambiente do parque é simplesmente perfeito - tudo limpo, bem conservado e muito animado. Passaria uma tarde inteira (quando eu tivesse mais dinheiro) brincando em todas as atrações possíveis. Infelizmente, eu estava em fim de viagem e tive que me controlar bastante para não abrir um rombo no orçamento para os dias finais. Adoraria ter um parque igual ao Playland’s Castaway Cove perto da minha casa! A diversão e a adrenalina proposta pelos brinquedos do parque é sincera, do tipo que você não irá demorar muito para abrir um sorriso de felicidade. Além do mais, são tantas opções em meio a um espaço tão pequeno que será difícil você querer parar de brincar! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Playland's Castaway Cove? O Playland's Castaway Cove fica em Ocean City, costa de Nova Jersey, Estados Unidos. Como chegar no Playland's Castaway Cove? Os aeroportos mais perto do Six Flags Great Adventure são os aeroportos da cidade de Nova York (NYC) e da Filadélfia (PHL). A melhor maneira de chegar no Steel Pier é indo de carro, com a duração da viagem do centro de Manhattan sendo de 2 horas e 30 minutos. Esteja preparado com moedas e notas para aproximadamente 3 a 4 pedágios no caminho. Quais são as melhores atrações do Playland's Castaway Cove? Galeforce, Extreme Cyclone e Alien Abduction. Quais são os melhores meses para visitar o Playland's Castaway Cove? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Playland's Castaway Cove? Livre escolha! Qual é a melhor dica para o Playland's Castaway Cove? Não deixe de ir pelo menos duas vezes na GaleForce (mesmo que isso talvez fira seu bolso!). A montanha-russa é boa demais para você ir somente uma vez! Que tipos de comida estão disponíveis no Playland's Castaway Cove? Fast-food americano. Espere encontrar comidas típicas de parque de diversões, como pipoca, algodão-doce, maçã-do-amor e cachorro-quente. Quanto custa o Playland's Castaway Cove? Cada ticket custa USD 1 e os brinquedos custam de 1 a 6 tickets. O parque vende uma cartela com 50 tickets por USD 40 (R$ 200). Qual é a duração das filas no Playland's Castaway Cove? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Playland's Castaway Cove? https://oceancityfun.com/
- Steel Pier
Perguntas frequentes do Steel Pier Atlantic City pode ser considerada a Las Vegas da costa leste dos Estados Unidos. Suas ruas são cheias de lojas e locais de entretenimento, como baladas, arenas de shows, labirintos e bares. Na costa, cassinos imensos divertem o público apostador fiel. Como toda boa cidade estadunidense que aposta no entretenimento como maior fonte de renda, Atlantic City possui um parque de diversões, o Steel Pier, em operação desde 1898. Como a maioria dos parques em píers, o Steel Pier tem dezenas de jogos de sorte, cada um mais desafiador que o outro. Por mais que eu gostasse de testar minha sorte, não estava em posição de ficar jogando dólares fora em tentativas vergonhosas de ganhar pelúcias. A verdade é essa! Os primeiros brinquedos que você encontra são carrosséis infantis, como mini-jipes, dragõezinhos, aviõezinhos e xícaras malucas. O Carrossel principal do parque tem dois andares e é muito bonito, com destaque para as pinturas artesanais feitas no topo de várias visões diferentes de Atlantic City. Sua única montanha-russa é a Loco Motion, exclusiva para crianças. Durante minha visita, o parque ainda operava a Crazy Mouse, mas ela foi retirada para a instalação de três novos brinquedos. Odeio quando parque de diversões tiram montanhas-russas, especialmente porque todas que ficam em píer costumam ter visões maravilhosas lá de cima! A maior atração do parque é a Big Wheel, uma roda-gigante panorâmica de 70 metros de altura! Lá em cima, dá para ver toda a costa de Nova Jersey em dias claros, mas a melhor visão mesmo, segundo os locais, é quando o sol se põe no mar. Uma pena o dia ter estado nublado… A visão deve ser de tirar o fôlego! Outros brinquedos do Steel Pier são o Flying Dutchman (barca-pirata), Demo Derby (bate-bate), Rock & Roll (music express suspenso - similar ao do Nicolandia), o Surf’s Up (clássico surf que vemos nos parques itinerantes) e o Kite Flyer (um carrossel em que você fica em posição de voo!). Confesso que amei o Swing Carousel (chapéu mexicano) girando à beira do mar - lindão demais! Para quem gosta de adrenalina, o Steel Pier oferece o Mix, um booster gigantesco que roda à beira-mar, o Freedom Flyer (um pequeno frisbee) e o Slingshot, que tem uma altura muito parecida com a da roda-gigante! Você é catapultado 68 metros no ar em apenas 1,5 segundos, resultando em seu corpo recebendo 5x a força da gravidade! Como esperado em uma cidade turística na região de Nova York, os preços do Steel Pier são caros. A média por brinquedos familiares/radicais é de USD 10, algo que eu considero bastante puxado, especialmente por serem atrações tão familiares para mim. Apesar de ter brinquedos legais, acredito que o Steel Pier é um lugar que pode ser facilmente substituído por mais horas no Playland’s Castaway Cove ou Morey’s Pier. Se você tiver bastante tempo, vale dar uma passada em Atlantic City para conhecê-lo. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Steel Pier? O Steel Pier fica em Atlantic City, costa de Nova Jersey, Estados Unidos. Como chegar no Steel Pier? Os aeroportos mais perto do Six Flags Great Adventure são os aeroportos da cidade de Nova York (NYC) e da Filadélfia (PHL). A melhor maneira de chegar no Steel Pier é indo de carro, com a duração da viagem do centro de Manhattan sendo de 2 horas e 30 minutos. Esteja preparado com moedas e notas para aproximadamente 3 a 4 pedágios no caminho. Quais são as melhores atrações do Steel Pier? Mix, Slingshot e Freedom Flyer. Quais são os melhores meses para visitar o Steel Pier? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Steel Pier? Livre escolha! Qual é a melhor dica para o Steel Pier? Não deixe de aproveitar o Slingshot e/ou o Mix! A adrenalina dos dois é algo que vai fazer você ver Atlantic City com outros olhos! Que tipos de comida estão disponíveis no Steel Pier? Fast-food americano. A comida não é das melhores, e é bastante cara. Se for comer em Atlantic City, escolha um restaurante ou lanchonete pela cidade. Quanto custa o Steel Pier? Cada ticket custa USD 1,75 e os brinquedos custam de 4 a 8 tickets. O parque vende uma cartela com 50 tickets por USD 60 (R$ 300). Qual é a duração das filas no Steel Pier? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Steel Pier? https://steelpier.com/
- Coney Island (Luna Park & Deno's Wonder Wheel Park)
Perguntas frequentes de Coney Island Com certeza você já ouviu que um lugar é o “berço” de algo. Por exemplo, alguns historiadores falam que a Mesopotâmia foi o “berço da civilização”. No mundo dos parques de diversões, podemos dizer, sem medo de errar, que o berço dos parques de diversões modernos foi a região de Coney Island, na cidade de Nova York. A península no Brooklyn, de 1880 à Segunda Guerra Mundial, concentrou o maior entretenimento já visto pela população estadunidense. Três parques de diversões e outros estabelecimentos menores disputavam a atenção dos turistas, e deles saíram muitas inovações que foram importantes para os parques que conhecemos hoje. Muitos anos depois, Coney Island segue divertindo os nova-iorquinos, com dois parques de diversões: o novo Luna Park e o histórico Deno’s Wonder Wheel Park. Luna Park O Luna Park foi inaugurado em 2010 com a promessa de ser um revival do original Luna Park. Sendo operado pela fabricante de brinquedos italiana Zamperla, o parque é cheio de brinquedos radicais, familiares e infantis - é praticamente impossível alguém não se divertir dentro do parque! Cheguei no Luna Park através do metrô, que tem a estação “Coney Island - Stillwell Av” como ponto final das linhas N e Q. Da estação, são 10 minutos andando até o portão principal do parque, localizado à direita da montanha-russa histórica Cyclone. Existem duas maneiras de brincar no Luna Park: comprando uma pulseira que dá acesso ilimitado às atrações por quatro horas ou pagando por atração. Como queria aproveitar o máximo, comprei a pulseira e corri para a Cyclone, montanha-russa de madeira que está de pé desde 1927. A Cyclone é um patrimônio histórico da cidade, e por ser tombada, precisa funcionar da exata maneira que funcionava há anos atrás. Assim, a montanha-russa tem o “moço-do-freio”, isto é, um funcionário que puxa uma alavanca para frear o trem quando ele chega na estação! O trem da Cyclone é bem curtinho e quando ele começa a fazer o percurso da montanha-russa, você está entregue a um passeio muito radical e cheio de emoção! A Cyclone bate como qualquer outra montanha-russa de madeira, mas o trem alcança uma velocidade de quase 100 km/h, parecendo que está desgovernado! Devido às travas usadas, é até possível sentir airtime (a sensação de levitar do banco) em alguns pontos da Cyclone! Uma experiência incrível! Com o tradicional hábito de ir em todas as montanhas-russas primeiro, a próxima parada foi a The Tickler, que é um modelo bastante presente nos parques dos Estados Unidos. Seu percurso é bom, e os carros giram o suficiente para te fazer rir - não é à toa que várias caras sorridentes estão presentes ao longo do percurso da The Tickler! A vista dela da praia também é maravilhosa, e como ela não é muito rápida, dá para apreciar um pouco! O Luna Park é dividido em três grandes áreas: a primeira, onde ficam a Cyclone, a The Tickler e vários brinquedos; a segunda, que se chama ScreamZone e tem brinquedos somente extremamente radicais, e a terceira, o Steeplechase Park, onde fica a montanha-russa Thunderbolt, a antiga torre do Parachute Jump e o tombado B&B Carousel. A vontade de aproveitar os brinquedos da primeira área era grande, mas a vontade de ir na Thunderbolt era maior, então segui pelo calçadão de Coney Island até chegar na montanha-russa. A Thunderbolt é uma montanha-russa que faz tributo à original Thunderbolt, que permaneceu no mesmo local até 2000, quando foi demolida. São 4 inversões, uma velocidade de 90 km/h, uma subida vertical em 90° e uma altura de 35 metros. Lendo isso até parece que é uma montanha-russa radical “normal”, mas a Thunderbolt é MUITO AGRESSIVA! Seus trens possuem além da trava de colo, duas alças (como se fossem de mochila!) que ajudam a prender seus ombros. Essas duas alças existem porque a Thunderbolt alcança 4,3 vezes a força da gravidade - em cada inversão, curva ou colina, você é arremessado para frente com tudo, fazendo essa montanha-russa ser uma das experiências mais assustadoras da vida! Definitivamente, o Luna Park tem em suas mãos uma máquina de gritos e surpresas! A adrenalina já estava lá no alto mesmo, então a próxima parada foi a ScreamZone, mais especificamente a montanha-russa Steeplechase. O destaque dela são os assentos em forma de cavalos! Você fica montado como se fosse em um de verdade e é lançado a 60 km/h em apenas 2 segundos! Depois, você só fica curtindo as curvas e pequenas quedas da montanha-russa, sendo uma experiência bem divertida! Algumas montanhas-russas tem uma reputação ruim em qualquer lugar do mundo. A Soarin’ Eagle é uma montanha-russa voadora, mas os trens são conhecidos por serem extremamente desconfortáveis. De fato, ela parece uma engenhoca: a subida é em espiral, e os trens você entra já em diagonal, inclinado! Entretanto, não achei ela tão ruim assim, viu? Estranha? Com certeza! Mas eu achei bem legal e divertida a experiência! Outros brinquedos da ScreamZone eram a roda-giratória Endeavor, um brinquedo super radical em que você é girado no ar na diagonal e na vertical, e a torre de queda livre Astrotower, com 41 metros! O Luna Park ainda opera uma pista de kart grandinha, paga à parte. Apesar de amar velocidade, não era na pista que queria experimentá-la. Quando vi o Zenobio girando, é óbvio que arrastei meu amigo para ir comigo. O Zenobio é um brinquedo gigantesco em formato de “I”, com assentos nas extremidades, que gira em movimento circular. Essa máquina maluca alcança 40 metros e 96 km/h em giros, e são MUITOS giros! Fiquei com medo de enjoar, mas não foi dessa vez! O Luna Park também tem um Slingshot, um estilingue que te joga 45 metros para cima em uma velocidade de 145 km/h. Sigo aguardando o dia que vou num desses. De volta à primeira área do Luna Park, comecei a ir nos brinquedos que tinha deixado para trás. O primeiro foi o Atlantic Aviator, um Super Air Race que eu estava morrendo de curiosidade para saber como era! A emoção é enorme - quando o brinquedo sobe e você fica girando lá de cima, é como se você estivesse em um avião desgovernado por cima de Nova York! Uma visão incrível! Fiz de tudo para não ficar enjoado - já que fico sempre enjoado nesse tipo de brinquedo - e foi uma experiência inesquecível! Sem dúvidas, é a versão do Air Race mais divertida! Outra atração que adorei foi o Clockworkz, um brinquedo em que diversos braços rodam em formato de “Z” dando uma sensação forte e constante de frio na barriga! A melhor parte do Clockworkz é quando ele chega no topo e começa a cair para girar de novo. Perto dele, o Luna Park tinha mais giros a oferecer: o ElectroSpin, um brinquedo em formato de disco que percorre o trilho em formato de U - ainda não me acostumei quando o disco chega perto do fim do trilho e você não vê mais trilho algum - sempre me dá impressão que o disco vai sair e cair! Como o Luna Park é um lugar muito propício para você resgatar seu espírito de criança, não deixei de ir na Circus Coaster - uma montanha-russa infantil mas bem divertida! Inclusive, é nessa área que também ficam todas as atrações infantis - que são muitas! As melhores são o Coney Clipper, barco pirata; o Lynn’s Trapeze, chapéu mexicano, e a Coney Tower, uma pequena torre de queda livre. Antes de ir embora, queria ver mais uma vez o Luna Park do alto. Nada melhor que o Brooklyn Flyer, uma torre de cadeiras suspensas de apenas 30 metros de altura que faz você ver todas as luzes de Coney Island cintilando aos seus olhos. Lindo demais! A última atração do Luna Park foi o Luna 360°, um pequeno frisbee que parece inofensivo, mas é extremamente forte. A alimentação do Luna Park é típica de parque de diversões, sendo unicamente fast-food. Eu tinha comprado um vale alimentação no site, e eu escolhi o cachorro-quente do Nathan’s como refeição. Para quem cresceu com os podrões do Rio de Janeiro, um cachorro-quente que é somente pão e salsicha chega a ser decepcionante, mas os locais adoram! Outras opções são hambúrgueres, batata-frita, pizza e os deliciosos funnel cakes. É muito importante chegar cedo no Luna Park, para pegar o mínimo de fila nos brinquedos. Caso queira pegar o pôr-do-sol e o começo da noite, chegue às 16h/17h que também será perfeito para aproveitar bastante. Aqui, não há tematização ou cenários para prestar atenção, somente a pura diversão dos muitos brinquedos. Deno’s Wonder Wheel Park Espremido entre as seções do Luna Park, o Deno’s Wonder Wheel Park é o único sobrevivente da primeira época de ouro de Coney Island, no início do século XX. Inaugurado em 1920, sua primeira e única atração por muito tempo foi a Wonder Wheel, uma roda-gigante fabricada pelo engenheiro romeno Charles Hermann. A partir de 1983, um imigrante grego chamado Denos Vourderis salvou a roda-gigante de ser demolida, restaurando-a e adicionando mais brinquedos ao seu redor. A maior parte dos brinquedos do Wonder Wheel Park são infantis, sendo a grande maioria carrosséis dos mais diversos tipos: caminhões de bombeiro, pôneis, carros de corrida, barcos, motocicletas, jipes, aviões e até dragões! O parque também possui duas montanhas-russas exclusivas para crianças, a SkyFlyer e a SeaSerpent. Passando por uma rampa embaixo da Wonder Wheel, que dizia “MAIS BRINQUEDOS AQUI” , dava para acessar os fundos do parque, em que ficava a entrada da roda-gigante, o trem fantasma Spook-a-rama (muito parecido com o do Parque Shanghai, inclusive), o bate-bate e o Thunder Bolt, um brinquedo estilo amor express, mas com cada gôndola sendo suspensa no ar enquanto ele gira! Quem jogou Rollercoaster Tycoon 3 com certeza irá se lembrar desse brinquedo - o visual é o mesmo! O Deno’s Wonder Wheel ainda mantém o Astroland Rocket, um brinquedo do parque que permaneceu em Coney Island antes do atual Luna Park. A grande estrela do parque pode ser a Wonder Wheel, porém a novíssima montanha-russa Phoenix tem o potencial de dividir esse estrelato. Uma excelente atração familiar, sua experiência é uma das mais gostosas de toda a Coney Island! Dá vontade de repetir várias e várias vezes. Fomos um dos primeiros a experimentar a Phoenix, já que ela só tinha inaugurado há um mês! O restante do Deno’s Wonder Wheel Park (e de toda Coney Island) são diversos jogos de sorte e de habilidades. Quem tem experiência nesse tipo de atração (eu não) com certeza irá se divertir até o fim da noite e sair com muitos prêmios! Para quem quer curtir mais a região, o calçadão concentra grupos culturais e festas a céu aberto. A noite mágica em Coney Island foi encerrada com um belíssimo show de fogos, que acontece durante os meses de verão. Preciso dizer que a sensação de assistir a uma queima de fogos na cidade de Nova Iorque é algo que toca demais o coração. Feche os olhos e tente se imaginar em Coney Island, com as luzes, os brinquedos e os fogos explodindo no céu. A sensação é de que você conquistou o mundo, e a cidade está festejando junto com você - a alegria que quer sair de dentro de você é algo mais brilhante que a lua! BOOM! BOOM! BOOM! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Coney Island é uma região onde fica o Luna Park e Deno's Wonder Wheel Park, em New York City, Estados Unidos. Como chegar no Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Os aeroportos mais perto do Luna Park são os aeroportos da cidade de Nova York (NYC). A melhor maneira de chegar em Coney Island é via metrô - saindo do centro de Manhattan, são 1h e 10 minutos de viagem até a estação Coney Island - Stillwell Avenue. Pegue a linha N na estação Times Square em direção à Coney Island. Quais são as melhores atrações do Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Cyclone, Thunderbolt e Phoenix. Quais são os melhores meses para visitar o Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Cyclone / Tickler / Circus Coaster / Steeplechase / Soarin’ Eagle / Thunderbolt / Astrotower / Endeavor / Zenobio / Brooklyn Flyer / Atlantic Aviator / Clockworkz / ElectroSpin / WonderWheel / Phoenix Qual é a melhor dica para o Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Não deixe de aproveitar as montanhas-russas a noite em Coney Island! A experiência se torna muito mais mágica e você verá as luzes passando como estrelas coloridas brilhantes nos seus olhos. Aproveite também toda a agitação do calçadão. Caso queira pegar uma praia, chegue pela manhã! Que tipos de comida estão disponíveis no Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Fast-food americano. Um dos destaques são a pizza do Al Cavallino e as Chili Cheese Fries do Half Moon Food Court. Não deixe de experimentar o funnel cake de Coney Island! Quanto custa o Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? A pulseira que dá acesso ilimitado aos brinquedos do Luna Park custa aproximadamente USD 62 (R$ 320). No Deno’s Wonder Wheel, paga-se por brinquedo. As pulseiras do Luna Park não são aceitas no Deno’s Wonder Wheel Park. Qual é a duração das filas no Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Luna Park / Deno’s Wonder Wheel Park? https://lunaparknyc.com/ // https://www.denoswonderwheel.com/
- Lake Compounce
Perguntas frequentes do Lake Compounce Existem algumas montanhas-russas que são verdadeiras lendas. São obras da engenharia que mesmo depois de anos da sua inauguração ou uma eventual demolição, elas continuarão na memória das pessoas. Felizmente, a icônica montanha-russa que está dentro do Lake Compounce continua viva, assim como seus diversos prêmios que conquistou como melhor montanha-russa de madeira do mundo nos últimos anos. Construída completamente dentro de uma floresta, finalmente a Boulder Dash iria me receber. O estado de Connecticut não é exatamente um estado turístico. Muitos o conhecem pelo Museu do Ocultismo do casal Warren, pela famosa universidade de Yale, ou pela fofinha cidade de New Haven. Porém, por algum motivo, em 1846, um doido começou a fazer experimentos malucos com fogos de artifício ao redor do lago Compounce. Todos deram errado, mas uma multidão se mantinha fiel para ver cada experimento. O doido, então, começou a investir em brinquedos de parque de diversão, atraindo ainda mais pessoas. Assim, nascia o Lake Compounce, o parque mais antigo ainda em operação dos Estados Unidos. A entrada do Lake Compounce é por debaixo da rodovia, fazendo todos os visitantes passarem por um túnel para chegar às catracas do parque. Você sente cheiro de baunilha ao passar pelo túnel, e rapidamente é como se você tivesse sido teletransportado para o século passado. O parque é todo vintage, com quase nenhuma referência aos tempos modernos, com a maior exceção sendo a Phobia. A Phobia Phear Coaster é uma montanha-russa de múltiplos lançamentos, e fica logo atrás da rua principal do Lake. Como o parque é um dos menores parques de diversões que já visitei na vida, é super tranquilo e rápido chegar nela. A fila faz várias referências a medos comuns do ser humano, especialmente aqueles que têm relação com montanhas-russas. Seu lançamento chega a quase 100 km/h e a montanha-russa passa várias vezes pela estação, provocando várias vezes a sensação de “frio na barriga”. A melhor parte é quando a Phobia passa em baixíssima velocidade por sua inversão, no ponto mais alto da montanha-russa! Parece que esse momento foi feito 100% para você vencer seus medos! A próxima parada foi a estrela do parque: Boulder Dash. Seu nome em português significa “Corrida de Pedregulhos” e não podia estar mais correto. Em um percurso de quase 1,5 km pela floresta de Connecticut, o trem da Boulder Dash pega uma velocidade de 96,6 km/h, e a sensação de andar nela é como se um carro desgovernado estivesse levando você para um passeio na selva! O percurso é cheio de curvas repentinas e muito inclinadas, te jogando para um lado e para o outro várias vezes. Além disso, a Boulder treme bastante, e nas colinas finais, é como se o carro desgovernado fosse com pé no fundo do acelerador em uma estrada totalmente esburacada. MUITO SELVAGEM! A Boulder Dash tem um dos percursos mais agressivos em montanhas-russas de madeira que já vi, e acredite: ISSO É UMA EXCELENTE CARACTERÍSTICA! Aparentemente a crítica também concorda… A Downtime é uma torre de queda livre no estilo “Turbo Drop” em que você despenca de 56 metros de altura alcançando uma velocidade de 96 km/h! Antes de chegar completamente ao chão, ela ainda dá umas “mini-quedas” só para ter a certeza que você se divertiu. Ah, que saudades dessa sensação ao lado da Marginal Tietê… Tudo no Lake Compounce é muito colorido, e o bate-bate não foge à regra. Os carrinhos são multicoloridos e todo o brinquedo funciona com o velho sistema de eletricidade por tela, que soltam aquelas comuns faíscas. Me senti de novo na infância! O carrossel histórico ao lado ajuda a compor toda a atmosfera de parque clássico. Construída em 1927, a Wildcat foi reconstruída/reformada em 1986 e em 2017 respectivamente, porém as modificações não foram suficientes para deixar o passeio algo agradável. Durante todo o percurso, parecia que eu era vítima de uma britadeira, chacoalhando ao ponto de ficar com uma leve dor de cabeça. Fico feliz de ter andado em um pedaço da história, mas não sei se faria de novo (do jeito que me conheço, sim). Como estava com bastante tempo e o parque era pequeno, dei uma chance à Compound Railway, um trenzinho em miniatura que rodeia metade do lago Compounce. O passeio é extremamente agradável, e você se sente em um retiro pacífico no meio das montanhas. Aliás, esse parque seria o lugar perfeito para esfriar a cabeça em dias mentalmente pesados. O lado oposto do parque guarda vários pavilhões de piquenique e o Thunder Rapids, as corredeiras. O Lake Compounce guarda um bonde de 1911 em perfeito estado de conservação que estava nos trabalhos finais para voltar a operar! Mágico ver esse pedaço do passado tão preservado! Depois da estação do bonde, fica o maior restaurante do parque, que oferece uma variedade de refeições. Espalhado pelo parque, temos os milkshakes do Johnny Rockets, donuts, pizzas e sorvetes. Ao atravessar o Crocodile Cove, parque aquático do Lake Compounce, e voltar à rua principal, fui aproveitar as atrações restantes. Um deles era o Rev-o-lution, um tradicional Disk’o (um dos brinquedos que ainda me causa medo quando o disco chega bem perto da ponta), o American Flyers (carrossel voador), o Pirate Ship (barco pirata), a Ferris Wheel (roda-gigante) e o Thunder’n’Lightning (balanço gigante). A montanha-russa Zoomerang, uma clássica bumerangue, estava fechada para manutenção. Eu adoro brinquedos de tiro-ao-alvo, mesmo eu não sendo bom em nenhum deles. O Ghost Hunt é uma atração muito engraçadinha, toda cartunesca e que diverte pessoas de todas as idades! Aliás, o Lake Compounce tem uma área todinha para crianças, com brinquedos super divertidos e fofos! Como o mais legal de um parque de diversão é você fingir que é uma eterna criança, fui seguindo umas que estavam correndo em direção a uma atração aquática - o Saw Mill Plunge - um canal de troncos com uma queda super gostosa! Um dia ainda vou encarar uma queda dessas sem fechar os olhos ou abaixar a cabeça! Mais um dia terminava e mais uma vez, ficava até a hora do parque encerrar completamente suas operações para poder ir embora. Mesmo sendo pequeno, o Lake Compounce tem seu charme, e vale a pena a visita de um meio-dia se você estiver pela região de Nova York e quiser curtir praticamente um retiro de adrenalina no meio da floresta. Ah, e uma aventura radical na Boulder Dash. Acredite, ela vale a sua visita! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Lake Compounce? O Lake Compounce fica em Hartford, Connecticut (distante 2 horas de Boston), Estados Unidos. Como chegar no Lake Compounce? Os aeroportos mais perto do Dorney Park são os aeroportos de Nova York (NYC). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 2 horas até a cidade de Hartford, cidade onde fica o Lake Compounce. Quais são as melhores atrações do Lake Compounce? Phobia Phear Coaster, Boulder Dash e Zoomerang. Quais são os melhores meses para visitar o Lake Compounce? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Lake Compounce? Boulder Dash / Phobia / Zoomerang / Ghost Hunt / Wildcat / Downtime / Twister / Rev-o-lution / Thunder’n’Lightning / Trolley / Thunder Rapids / Compounce Railway / Saw Mill Plunge Qual é a melhor dica para o Lake Compounce? Vá quantas vezes puder na Boulder Dash, e em diferentes assentos! Cada assento é uma experiência diferente, e você PRECISA descobrir qual deles oferece a melhor experiência para você! Que tipos de comida estão disponíveis no Lake Compounce? Fast-food americano. Procure comer nas diversas lojas que ficam na rua principal do parque ou no Timberjack Chowhouse, restaurante ao lado do Saw Mill Plunge que oferece o melhor do churrasco americano. Quanto custa o Lake Compounce? O passaporte é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 200). Qual é a duração das filas no Lake Compounce? Tranquilas (-30min) Qual é o site do Lake Compounce? https://www.lakecompounce.com/
- Dorney Park
Perguntas frequentes do Dorney Park Algumas imagens de sonhos de quando éramos mais novinhos ficam presas na nossa cabeça, como se fosse um constante lembrete de algo que temos que fazer no futuro. Me recordo que uma das fotos que mais amava quando era um parqueiro em treinamento, aos meus 15 anos, era de uma inversão que acontecia logo após a saída da estação. A montanha-russa em questão era toda verde, e o trem passava bem devagar - algo que desafiava a minha compreensão de como aquilo podia acontecer. Sete anos depois, eu estava em frente à Hydra: the Revenge e completamente animado para ficar de cabeça para baixo a pouquíssimos quilômetros/hora. O Dorney Park é um parque temático que fica a menos de uma hora da cidade da Filadélfia, uma das maiores dos Estados Unidos. Aberto desde 1884, é um dos parques mais antigos dos Estados Unidos, e claro, passou por diversas transformações até chegar no que é hoje. Percebi que o Dorney é muito querido pelos locais porque mesmo em um dia chuvoso, tinha bastante público, e um público animado! Assim como o Kings Island, o Carnaval estava sendo celebrado. Apadrinhado pela turma do Snoopy, o Dorney Park tem um lindo carrossel (quem em 2021 comemorou 100 anos!) logo na entrada, que faz uma homenagem às atrações clássicas de parques de diversões. Apesar de achar tudo muito lindo, o que prendia mesmo minha atenção era a vontade de ir logo na Hydra! Corri para os fundos do parque (que não é muito longe) e ela ainda estava sem fila! Em toda sua glória verde, a Hydra: the Revenge recebeu esse nome ao ser construída no mesmo local da antiga montanha-russa de madeira Hercules (na mitologia, a Hidra é um dos monstros em que Hércules precisa derrotar). Simbolizando as sete cabeças da Hidra, a Hydra faz você ficar SETE vezes de cabeça para baixo em um percurso super suave e confortável, o que faz você querer repetir a montanha-russa um monte de vezes! A Hydra é uma montanha-russa sem piso, isto é, seus pés vão soltos! Outro destaque do percurso é o loop de mergulho inclinado, um elemento presente em somente outras duas montanhas-russas do mundo! Essa monstrinha verde chega a 85 km/h de velocidade máxima e todo o hype que estava para fazer a inversão em baixa velocidade se confirmou, já que é uma sensação absurda de gravidade zero enquanto o trem fica de cabeça para baixo de forma tão lenta! Como já estava aquecido e animado em ficar de cabeça para baixo, aproveitei e fui no Meteor, um cataclisma (similar ao que existia no Playcenter) que dava muitas voltas! Seus giros eram rápidos e fortes, e o momento mais horripilante era quando ele ficava parado no topo perpendicular ao chão. Apesar de sem fila, não era exatamente o tipo de brinquedo que repetiria. À medida que explorava o Dorney, reparava nos brinquedos super divertidos que o parque tinha, mas mantinha meu foco em chegar na próxima montanha-russa. Prestes a fazer 100 anos, a Thunderhawk é uma montanha-russa de madeira restaurada, e de um percurso muito tranquilo que diverte toda a família! Dá para sentir algumas vezes a maravilhosa sensação de sair do banco! Localizada no fundo oposto do parque, a Steel Force é uma hiper montanha-russa clássica, com várias colinas de airtime (a sensação de sair do banco) absurdas de altas e íngremes. A experiência dela é de tirar o fôlego! Após uma queda de quase 70 metros de altura, você é disparado em uma velocidade de 120 km/h em várias curvas e colinas que fazem você sentir toda atuação da gravidade na natureza. Pude experimentar toda grandiosidade da Steel Force tanto na chuva quanto no tempo seco, e posso afirmar que ela é assustadora dos dois jeitos! Com o trilho molhado, o percurso fica ainda mais radical, e os pingos d’água na cara são como poderosas agulhas que insistem em ir na sua cara! A melhor parte da Steel Force são as cinco colinas finais. Uma das melhores experiências em hiper montanhas-russas que já tive! Antes de seguir para a próxima, parei para balançar no Revolution, um brinquedo bastante presente em muitos parques de diversões nos Estados Unidos. Seu balanço não é intenso como o Xtreme, que esteve alguns anos no Playcenter, mas dá para ter alguns “frios na barriga” pontuais. Mais uma opção que toda família pode ir! Eu amo montanhas-russas de lançamento. Quando vi que no Dorney Park tinha um modelo de montanha-russa invertida bumerangue de lançamento, surtei! A Possessed é catapultada a 112 km/h várias vezes e sobe uma torre retorcida de aço absurda de assustadora! A queda de ré é fortíssima, e parece que você está sendo puxado com muita força de volta à Terra. Pertinho dela, fica o carrossel voador Cedar Creek Flyers. Como tinha voltado a chover, escolhi almoçar em uma das barraquinhas de diversos países que estavam presentes para o evento de celebração ao Carnaval e após, em um surto, entrei para a fila da Talon, a última grande montanha-russa que faltava. Ficando quatro vezes de cabeça para baixo, essa gigante laranja entrou para um grupo seleto de “montanhas-russas invertidas mais confortáveis que já andei” de tão macia e gostosa que era! Seu percurso é extremamente criativo, passando por uma inversão de gravidade zero e momentos de pura euforia quando o trem passava perto de trilhos opostos! Seu subtítulo “Grip of Fear” (em português, “aperto de medo”) é perfeitamente colocado! Uma coisa que achei perfeita foi colocar camisetas que traziam a escrita “Fearless” para vender em frente à montanha-russa! Depois de completar as montanhas-russas grandes, era hora de aproveitar o restante do Dorney Park. Após curtir o desfile de carnaval, passei pela queda enorme do WhiteWater Landing, e fiquei olhando meu amigo desafiar o Enterprise, uma roda-gigante que gira de forma inclinada e a sua trava dentro da cabine é somente a força da gravidade! O parque ainda conta com duas outras atrações aquáticas, o Thunder Creek Mountain (canal de troncos) e o Thunder Canyon (corredeiras), que estavam fechadas devido ao tempo chuvoso. Os brinquedos clássicos do Dorney Park incluem roda-gigante, bate-bate, chapéu mexicano, barca pirata, musik express e o icônico Tilt-A-Whril, cadeiras giratórias que eu duvido que não vão te deixar enjoado! Além dos clássicos, o Dorney tem uma coleção invejável de brinquedos históricos, como o The Whip, o Monster, o Scrambler, os carros antigos do Road Rally e o trem Zephyr, uma miniatura de um dos modelos de trem mais icônicos dos Estados Unidos. Por falar em história, o Dorney Park guarda algumas ligações com os parques brasileiros. Reparou que mencionei o Playcenter duas vezes nesse relato? Foi proposital! O Playcenter vendeu a Colossus para o Dorney Park, onde operou até 2008 e hoje está na Arábia Saudita. Além disso, o Demon Drop é o último exemplo da primeira geração de torres de queda livre funcionando no continente americano! Um brinquedo igual ao Demon Drop, a FreeFall - A Torre do Terror, operou no Beto Carrero World. Está lembrado? Foi uma honra poder sentir a sensação dessa atração maravilhosa de novo! O mais legal de tudo é que ela está super conservada, e sinto que ela ainda pode operar por mais muitos anos! A Demon Drop operava com incríveis 9 cadeiras, sendo uma das operações mais ágeis de todo o Dorney Park! O passado, representado pelo Demon Drop confrontava o presente, representado pelas torres de propulsão e queda livre Dominator. Você escolhe: ser lançado a 80 km/h ou cair em queda livre a 64 km/h? Minha sugestão: vá nas duas! A vida é muito curta para você não experimentar TUDO! Inclusive, para dar aquela relaxada no final, pode ir na Wild Mouse, uma montanha-russa familiar que dá pequenos giros, e no Kaleidoscope, um carrossel voador com gôndolas suspensas! O Dorney Park é aqueles parques que eu chamo de “perfeitinho”. Pode não ter uma coleção invejável de montanhas-russas e shows absurdamente grandiosos, mas é um exemplo de conservação e operação. A alimentação também não deixa a desejar, com tudo sendo preparado de uma forma muito delicada, mesmo sendo fast-food. A cereja do bolo é que ele diverte todas as idades! Quer mais? Adjacente ao Dorney Park fica o Wildwater Kingdom, um imenso parque aquático! Terminei o dia celebrando o carnaval no evento Grand Carnivale, que surpreendentemente tocou músicas brasileiras! Com confetes e serpentinas para todos os lados, o momento foi especialmente tocante dado à saudade que eu estava do carnaval devido à pandemia de COVID-19. Sinceramente, um dia incrível tinha acabado de acontecer. Como de costume, eu e meus amigos fomos os últimos a saírem do parque. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Dorney Park? O Dorney Park fica em Allentown, cidade perto da Filadélfia, Estados Unidos. Como chegar no Dorney Park? Os aeroportos mais perto do Dorney Park são os aeroportos de Nova York (NYC) e Filadélfia (PHL). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 2 horas até a cidade de Allentown, cidade do parque. Saindo de carro da Filadélfia, é 1 uma hora até Allentown. Não é possível chegar no Dorney Park de Uber/Lyft ou ônibus. Quais são as melhores atrações do Dorney Park? Steel Force, Hydra: The Revenge e Talon. Quais são os melhores meses para visitar o Dorney Park? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Dorney Park? Hydra: The Revenge / Steel Force / Thunderhawk / Revolution / Possessed / Dominator / Apollo / Meteor / Talon / Wild Mouse / Kaleidoscope / Demon Drop Qual é a melhor dica para o Dorney Park? Saia correndo até a Hydra: The Revenge ou até a Steel Force na hora em que o parque abre! Assim, você pode dar várias voltas na montanha-russa escolhida antes da fila encher de verdade! Reserve o Demon Drop para o fim da tarde! Que tipos de comida estão disponíveis no Dorney Park? Fast-food americano. Procure comer nas diversas lojas que ficam na rua principal do parque. A pizza da Amore Pizza é sensacional e extremamente gostosa! Quanto custa o Dorney Park? O passaporte é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 200). Qual é a duração das filas no Dorney Park? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Dorney Park? https://www.dorneypark.com/
- Knoebels
Perguntas frequentes do Knoebels Meu primeiro parque de diversão foi o aglomerado de cinco brinquedos no Campo de São Bento, um grande parque urbano na minha cidade natal, Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Se eu fechar os olhos, consigo voltar no tempo e perceber o Raphael de cinco anos animado para brincar no Carrossel, no Bate-Bate e nos Elefantinhos. Sujava o meu pé com a terra e o cascalho ao redor dos brinquedos, voltava para casa comendo algodão-doce e não via a hora do próximo dia chegar. Ali nascia minha paixão por parques. Mais de vinte anos depois, tive a oportunidade de reviver, aos 27 anos, uma viagem no tempo - no meio das florestas do estado da Pensilvânia. O Knoebels nasceu em 1926, a partir de uma piscina (que existe até hoje) dentro da fazenda de Henry Knoebel. Com o passar do tempo, Henry foi adicionando brinquedos em sua propriedade, mas sem retirar o aspecto de fazenda do interior, e com o cuidado de não perder a personalidade inicial do lugar. O trabalho duro de Henry e sua família tornaram o Knoebels um dos principais parques de diversões dos Estados Unidos e um dos mais aclamados pela crítica, além de ser o maior do continente americano em que você não precisa pagar um passaporte de admissão. A chegada no Knoebels é extremamente especial. Situado no interior das serras da Pensilvânia, o caminho até o parque é cheio de construções de fazenda, além de casas e estabelecimentos em cidades pequenas que você só vê em filmes. O Knoebels fica em uma dessas cidades, Elysburg, a uma hora e meia do Hersheypark. O portal de entrada do parque fica no meio da floresta, e quando você chega no estacionamento, não é visto asfalto, e sim grama e terra. O parque não tem portões, não tem catracas, e a primeira coisa que você vê é a roda-gigante e os imensos pavilhões para piqueniques e festas. A impressão que dá é que alguém achou um espaço na floresta e tacou brinquedos ali. Dispara seu coração ver que você entrou em um lugar completamente diferente daquilo que você espera de um parque de diversão. Ao trocar seu dinheiro por ingressos para os brinquedos, você recebe uma fita enorme cheia de tickets, como se ainda estivéssemos no século passado! Os brinquedos são espalhados aleatoriamente, e são muitos! Até pensei que teria um dia problemático visto que muitas atrações (algumas únicas, por sinal) estavam fechadas por conta da falta de funcionários devido a pandemia. Entretanto, o dia se revelou bem diferente! Começamos nossa tarde na Twister, uma montanha-russa de madeira criada pelo próprio parque. Que atração maravilhosa! A Twister não é só rápida, mas tem um percurso muito desafiador, cheio de curvas entrelaçadas e gerando uma boa intensidade. O melhor de tudo: não treme! Repetimos bastante vezes, e a vontade era não parar, mas precisávamos conferir o restante do parque. Explorando, passamos pela lendária Crystal Pool, lotada como num bom dia de verão. Além dela, vimos a incrível Flying Turns, a única montanha-russa de madeira em formato tubular do mundo, porém estava fechada devido a falta de funcionários. Uma pena, porém a vida é longa e com certeza estarei de volta ao Knoebels para saber como é andar nessa obra de arte! A Stratosfear é a torre de queda livre do parque, e é bem fortinha! Sempre imaginei que as torres de queda livre menores que as grandonas dão mais medo! Explico: pela seção de freios ser menor e a queda ser mais brusca, sem grandes avisos de quando vai acontecer - isso faz você sempre ser pego de surpresa! Por falar em surpresa… nenhuma atração no mundo pode ser melhor a personificação dessa palavra do que a Phoenix. Considerada por mim, pelo povo, pela crítica especializada e em breve por você, como a melhor montanha-russa de madeira do mundo, é fácil identificar porque: ELA É UMA MÁQUINA DE EJEÇÃO! A PARTIR DA PRIMEIRA QUEDA, SEGURE PELA SUA VIDA, PORQUE NA PHOENIX NÃO TEM “SENSAÇÃO DE LEVITAR DO BANCO”... TEM VOCÊ PRATICAMENTE FICAR EM PÉ NO CARRINHO! Eu não podia acreditar no que era a Phoenix. Tive que andar diversas vezes, e em diversos lugares (no meio, a ejeção é maior!) para realmente acreditar naquilo que eu estava vivenciando. O Knoebels ressuscitou uma montanha-russa das cinzas e a transformou numa máquina absurda de surpresa, excitação e emoção. A fila da Phoenix ficava cheia o dia todo, e mesmo assim, encarava devido a sua operação mega rápida. Perfeição! Apenas perfeição! A experiência na Phoenix fez a barra crescer muito para o Knoebels, mas quando finalmente entendi e entrei no espírito do parque junto com meus amigos, a euforia havia tomado conta de nós e nos divertimos como crianças em qualquer brinquedo que encontrávamos. Passamos pelo Giant Flume, um splash no meio das árvores, e pela experiência sensorial e sensacional do Cosmotron, um bicho-da-seda/amor express no escuro e com raios laser em um clima de boate absurdo! Um dos grandes orgulhos do Knoebels é a Haunted Mansion, um trem fantasma feito pelo próprio parque e que foi mundialmente aclamado quando inaugurado. A atração é tão única, que é a mais cara do parque! Os cenários são muito bem feitos e é tudo artesanal. Algo que você só poderia ver num parque de diversão familiar! Um riacho corta o parque, e em alguns prédios você pode ver marcações dos anos em que toda a área foi vítima de enchentes severas. O Knoebels exibe essas datas como um troféu, em que todos foram fortes o suficiente para superar as adversidades causadas pela água. Por falar em adversidades, o Downdraft é uma máquina louca que sobe e desce em alta velocidade enquanto gira! Parecia que eu estava numa batedeira! Muito louco, não sei como eu consegui sair desse brinquedo andando… Já que estava turbinado por toda adrenalina do Downdraft, era a hora perfeita para encarar a Impulse. Cheia de inversões, essa montanha-russa é alegria do início ao fundo, e uma ótima oportunidade de vivenciar as forças G de maneira suave mesmo com a adrenalina! Um passeio extremamente gostoso que daria para repetir várias vezes, se não fosse a fila grande constante. Eu fico pensando o quanto uma montanha-russa dessa não seria legal no Brasil… Certa vez, um certo filme (ou livro) chamado “As Vantagens de ser Invisível”, mostrou ao mundo uma das cenas mais lindas que eu já pude ver com os meus olhos. Três jovens, invisíveis a sociedade, andavam em um carro no meio da noite quando a música Heroes (David Bowie) tocou no rádio e os três absorveram a música, o momento e o vento em suas caras e disseram a célebre frase: “Eu me sinto infinito.” Fazendo um paralelo, e aqui estou me expondo de uma maneira bem íntima, eu era um dos invisíveis lá na adolescência. Amar parques de diversão nunca me tornou popular, pelo contrário - fui motivo de chacota e bullying durante todo meu ensino médio. Mas, tudo que podia fazer, há 10 anos atrás, era ver mapas, estudar onde cada parque estava localizado para sonhar em um dia visitar. De invisível, eu queria ser visível. Esse blog é uma das maneiras que encontro para tentar ser visível até hoje. O Knoebels é também, meio invisível. Aposto que você, leitor, não tenha ouvido falar dele até ler esse relato, ou pensava que ele era tipo um parque inalcançável. Não são muitas pessoas nos EUA que programam uma viagem de férias de família para o Knoebels. Mas, ele resiste, até hoje, com sua clientela fiel e com aqueles que amam com razão esse lugar. O dia era 31 de Julho de 2021 e eu estava subindo um teleférico (que morro de medo) em direção ao morro mais alto do Knoebels. Estava já no crepúsculo, e eu tinha como companhia meus amigos, a névoa e as luzes do parque no meu campo de visão. Eu estava lá. Eu e o Knoebels. Na paz do teleférico e das montanhas. No topo do mundo e o mundo aos nossos pés. Visíveis. Infinitos. Eu nunca esquecerei esse momento. Era estranho como o Knoebels lembrava tanto o Campo de São Bento, e era como se várias versões do Raphael estivessem convivendo em uma ruptura do espaço-tempo e eu pudesse absorver a alegria de todas as gerações de Raphael (até agora): criança, adolescente e jovem adulto. Mais que um Castelo da Cinderela, eu tinha chegado ao interior da Pensilvânia nos Estados Unidos. Eu tinha ido longe demais. Ainda bem! Ainda em êxtase, nós três corremos para aproveitar os últimos minutos do parque e fomos brincar no Tilt-A-Whirl, girando sem parar, e encerrar toda diversão em inúmeras voltas repetidas na Phoenix. Ficamos até o último minuto, ficamos até começarmos a ouvir os corvos, as corujas e os morcegos da floresta se juntarem a nós. Era muito difícil sair do Knoebels, e aproveitamos para tirar fotos naqueles brinquedos que infelizmente, não puderam nos divertir nessa visita como o Trapeze (chapéu mexicano), o Satellite (uma éspecie de kamikaze vintage), o Sklooosh (um splash gigante) e na roda-gigante Giant Wheel. Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode se divertir dentro do Knoebels. Desde mais de 20 brinquedos para crianças (incluindo montanha-russa!) até atrações radicais de tirar o fôlego e sentir a adrenalina tomando seu corpo, o parque é uma opção única de diversão. A culinária, como não podia deixar de ser, é 100% estadunidense e clássica de parques, como maçã-do-amor, algodão-doce, fast food, sorvete, pizza, chocolate e sorvetes. Até Starbucks (perto da Twister) temos! Os funcionários do Knoebels estavam indo embora e desligando as luzes dos brinquedos e nós ainda estávamos lá. O nosso carro era o único ainda no estacionamento e estávamos vendo a hora que a polícia simplesmente ia aparecer e obrigar que fôssemos para estrada. Não precisava de tamanha brutalidade, apenas éramos jovens querendo ficar o maior tempo que fosse admirando nosso novo lugar favorito. Eventualmente, pegamos o carro em direção à floresta escura, e minha cabeça rodava pensando nas possibilidades que poderiam me levar de novo ao Knoebels no futuro. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Knoebels? O Knoebels fica em Elysburg, perto de Hershey, Pensilvânia, Estados Unidos. Como chegar no Knoebels? O aeroporto mais perto do Knoebels são os aeroportos de Nova York (NYC). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 3 horas até a cidade de Elysburg. Não é possível chegar no Knoebels de Uber/Lyft ou ônibus. Quais são as melhores atrações do Knoebels? Phoenix, Twister e Impulse. Quais são os melhores meses para visitar o Knoebels? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Knoebels? Flying Turns / Phoenix / Fandango / Black Diamond / Twister / Stratosfear / Tilt-a-Whril / Cosmotron / Haunted Mansion / Looper / Power Surge / Satellite / Trapeze / Skyway / Impulse Qual é a melhor dica para o Knoebels? Deixe para ir na Impulse no fim do dia e aproveite tudo que o Knoebels tem a oferecer durante a manhã e à tarde. Se você chegar bem cedo, dá tempo até de ir na Crystal Pool, e aproveitar os brinquedos de água! Permita-se ser criança de novo e divirta-se! Que tipos de comida estão disponíveis no Knoebels? Fast-food americano. Procure comer na Phoenix Junction, o maior local de alimentação do parque. São muitas opções de saladas e sanduíches diferentes, além de deliciosos acompanhamentos. Fica ao lado da montanha-russa Phoenix. Quanto custa o Knoebels? O passe ilimitado de brinquedos é aproximadamente 50 dólares americanos (R$ 250). Qual é a duração das filas no Knoebels? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Knoebels? https://www.knoebels.com/
- Hersheypark
Perguntas frequentes do Hersheypark O ano era 1906 quando o senhor Milton S. Hershey inaugurou um pequeno terreno cheio de grama com partidas de baseball chamado Hershey Park. Milton havia transformado a localidade ao redor de sua fábrica de chocolates uma verdadeira cidade (a cidade de… Hershey!), e o Hershey Park era o local que todos os jogos esportivos e festividades aconteciam. Sessenta anos depois, a administração realizou um antigo desejo: converter o amplo espaço verde em um parque temático. Tudo começou com um carrossel, e hoje estamos com 14 montanhas-russas, parque aquático, bioparque e uma imensa fábrica interativa. A entrada do parque é a Chocolatetown, que contém a maior loja de chocolates Hershey do planeta; a Chocolate World, a fábrica interativa de chocolate que fica no mesmo prédio da primeira fábrica de chocolate da Hershey; o Chocolatier, um restaurante especializado em culinária estadunidense e vários tipos de chocolate; a maior Starbucks da Pensilvânia; a imponente fonte do Kisses; um lindo carrossel; e a Candymonium, uma hiper montanha-russa de 1,5 quilômetros que passeia pelas árvores de Hershey e pelo riacho Spring Creek. São ótimas vistas em uma velocidade máxima de 122 km/h e inúmeros pontos de airtime, a sensação de levitar do banco. A experiência nos últimos assentos foi uma das melhores que tive nesse tipo de montanha-russa! Adentrando pelo parque, a próxima área é a Founder’s Way, que traz uma estátua do sr. Milton Hershey semelhante a de Walt Disney no Magic Kingdom. A maioria dos brinquedos dessa área são brinquedos clássicos e infantis, muitos deles funcionando desde meados da década de 1970. Temos vários pequenos carrosséis, bate-bate, os divertidos Scrambler e Tilt-a-Whril e o Reese’s Cupfusion, um brinquedo de alta tecnologia de tiro ao alvo em que você precisa derrotar doces mal intencionados. Uma das montanhas-russas que eu mais estava animado para ir no Hersheypark era a Fahrenheit, uma criação extrema com seis inversões de alta intensidade, entre elas, o loop norueguês, que faz você perder seu senso de direção instantaneamente. Apesar de bastante compacta, a Fahrenheit alcança 93 km/h de velocidade máxima, sendo uma das experiências mais doidas de todo o Hersheypark! Sua queda íngreme é outro ponto forte da montanha-russa! Infelizmente, essa atração sofre com vários problemas técnicos ao longo do dia inteiro, então recomendo garantir a ida nela sempre que possível. Outra estrela é a Storm Runner, uma montanha-russa que fez parte da minha infância ao ter o seu percurso recriado no jogo Rollercoaster Tycoon 3. Incrível a sensação de finalmente poder ir nela! Seu lançamento é muitíssimo forte, indo de 0 a 116 km/h em apenas DOIS SEGUNDOS direto para uma inversão a 45 metros de altura! Todo seu percurso parece retorcido de forma aleatória e percorre um grande espaço do Hersheypark, o que torna ela uma das montanhas-russas mais únicas do mundo todo! Ao ladinho da Storm Runner fica a Sidewinder, uma boomerang clássica com trens muito confortáveis, o que dava uma boa experiência a quem a encarava. De 2022 em diante, a Sidewinder ganhou novas cores e um novo nome: Jolly Rancher Remix, em homenagem às balinhas Jolly Rancher. Para quem prefere uma montanha-russa mais tranquila, a Trailblazer, um modelo vintage que simula uma viagem de trem de mina, fica bem pertinho! Outros brinquedos da área de Pioneer Frontier, onde estão as últimas três montanhas-russas citadas, incluem mais clássicos, como o Pirate, barco-pirata; o The Claw, um frisbee com assentos voltados para o interior; o giratório radical The Howler e o giratório familiar Frontier Flyers, o splash gigantesco Tidal Force, e o monotrilho. A praça de alimentação dessa área é o lugar com maior variedade de alimentação dentro do parque, tendo lojas e quiosques de frango, cachorro-quente, frutos do mar, sanduíches, carnes e doces. Na área de Midway America, começamos os trabalhos das duas bestas de madeira do Hersheypark: Wildcat e Lightning Racer. A Wildcat é uma montanha-russa de madeira tradicional, com um percurso agressivo e com bastante tremedeira. Não posso dizer que foi uma experiência agradável, mas foi bom para conhecê-la. Já a Lightning Racer foi uma das melhores montanhas-russas dentro do Hersheypark, e sua experiência nela foi tão divertida, mas tão divertida, que se tornou a minha atração favorita do parque! Eu amo montanhas-russas que duelam entre si, e os dois trilhos da Lightning Racer tem vários momentos que ambos passam pertinho um do outro, dando uma sensação de competição que eu estava saudosista demais! Apesar da roda-gigante do Hersheypark estar super convidativa para vermos toda a agitação do parque do alto, não perdemos tempo e entramos na demorada fila da Laff Trakk, uma montanha-russa do tipo spinning, isto é, o carrinho gira enquanto faz o percurso! O mais legal da Laff Trakk é todo o ambiente de circo criado desde da fila, em que você pode entrar num labirinto de espelhos antes de finalmente embarcar. No escuro, a experiência da montanha-russa é completamente psicodélica, com vários cenários neon e giros alucinantes. Dá muita vontade de repetir, mas a fila desanima. Procure ir logo no início do dia ou no finalzinho do dia, para otimizar seu tempo. Eu não queria parar mesmo de girar, então já subi na Wild Mouse, um modelo já batido nos parques de diversões dos Estados Unidos. Nada de especial nessa, mas foi legal ter uma vista panorâmica do parque aquático The Boardwalk. Os brinquedos ao redor eram típicos de parques itinerantes e feiras, como o Music Express, trenzinho e o The Whip, um brinquedo raríssimo e que havia me divertido bastante no Kennywood. Aproveitei a oportunidade e tirei uma foto com os chocolates Hershey - não podia faltar! Atravessamos o Hersheypark para chegar na Kissing Tower Hill, uma área que contém uma torre de observação gigantesca, a Kissing Tower, que infelizmente estava fechada. Aproveitei para ir na Great Bear, uma montanha-russa invertida excelente e bastante intensa! Seu percurso foi feito especialmente para caber nessa área do parque, o que deixa suas 4 inversões com vistas maravilhosas para as outras atrações ao redor. Seu forte são as diferentes sensações de velocidade, com ela passando quase parando em alguns pontos e acelerando com tudo em outros! Se você tivesse um parque, quantas torres você acha que ele precisaria? Uma? Duas? O Hersheypark foi lá e comprou TRÊS TORRES! As Hershey’s Triple Towers são cada uma diferente da outra, proporcionando uma experiência diferente. A Kisses Tower é uma torre de propulsão, em que você será catapultado para cima; a Reeses Tower é uma torre de queda livre, em que você cairá livremente até o chão; e a Hershey’s Tower é a maior de todas (60 metros!) e une a experiência de propulsão e queda livre numa só torre! Qual é a melhor para você? Eu aposto que você reconhecerá o loop da sooperdooperlooper! Essa montanha-russa inaugurada em 1977 foi um estouro de fama na década de 1970. Seu percurso inovador, passando por cima do riacho Spring Creek, atraía milhares e milhares de visitantes ao Hersheypark. Seu icônico looping é extremamente intenso, e é o ponto alto da sooperdooperlooper! Eu estava muito animado para ir nesse pedaço da história e posso te dar a certeza que eu não saí decepcionado! Por falar em experiências históricas, a Comet chegou ao Hersheypark em 1946, na época que ele era apenas um grande campo de grama. Sua chegada foi o que pressionou a administração a transformar o Hershey Park em um grande parque de diversões, já que cada vez mais pessoas se sentiam atraídas para experimentar essa montanha-russa de madeira. Valeu, Comet! Como já esperava, a Comet treme bastante, mas seu percurso é muito divertido, com várias surpresas ao longo do caminho! Terminamos o dia rodando no Wave Swinger, um chapéu mexicano lindíssimo! Infelizmente, a Skyrush, uma das montanhas-russas mais aclamadas do mundo pela crítica, estava fechada já há muitos meses e não conseguimos ir. Mais um motivo para voltar ao Hersheypark, não é mesmo? O parque estava lotado durante a nossa visita. Também pudera, fomos no mês de julho, auge das férias no hemisfério norte. Mesmo assim, a quantidade absurda de atrações e a rapidez das operações fizeram a diferença e conseguimos aproveitar tudo que havíamos planejado. Confesso que quando vi a quantidade de pessoas no parque, pensei que sairíamos dali sem conseguir aproveitar as principais atrações. O Hersheypark foi uma grata surpresa, porém confesso que esperava mais chocolate! Além da Chocolatetown, não há muitos pontos no parque em que você pode comprar as deliciosas barras da Hershey, e eu senti falta disso. Achei que ia ficar comendo chocolate o dia inteiro! É notável que o parque luta com o espaço disponível, talvez não tenha como fazer tantas lojas… Fato que mesmo sem uma avalanche de chocolate, o Hersheypark é um dos principais parques temáticos dos Estados Unidos e tem atrações que compõem um portfólio muito sólido. Tudo é muito bem conservado e caprichado, mesmo sendo simples em algumas partes. Toda a experiência da cidade de Hershey é válida para pelo menos ficar 2 noites/3 dias, indo no Hersheypark dois dias e aproveitar as outras atrações no terceiro dia. Parecia que não queria ir embora do Hersheypark depois de um dia tão divertido. O que aconteceu? Isso mesmo! Já que senti tanta falta assim de chocolate durante o dia (e o mais curioso é que eu não sou nem fã de chocolate…) eu passei horas e horas dentro da loja gigantesca na Chocolatetown. Saí com camisetas, miniaturas de montanha-russa, e só não saí com muitas barras de chocolate porque ia derreter até eu chegar no Brasil. Droga! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Hersheypark? O Hersheypark fica na cidade de Hershey, Pensilvânia, nos Estados Unidos. Como chegar no Hersheypark? O aeroporto mais perto do Hersheypark são os aeroportos de Nova York (NYC). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 3 horas até a cidade de Hershey. Outra maneira de chegar a Hershey é pegar um ônibus da Greyhound, a principal empresa de ônibus dos EUA, no terminal de Port Authority, até Harrisburg, e de lá, pegar um trem da Amtrak da linha Commute King A. Quais são as melhores atrações do Hersheypark? Fahrenheit, Storm Runner e Candymonium. Quais são os melhores meses para visitar o Hersheypark? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Hersheypark? Laff Trakk / Lightning Racer / Wildcat / Fahrenheit / Storm Runner / Jolly Roger Remix / Trailblazer / Great Bear / sooperdooperlooper / Skyrush / Comet / Candymounium Qual é a melhor dica para o Hersheypark? O segredo de aproveitar o Hersheypark tranquilamente é chegar na hora da abertura e correr para o extremo esquerdo do parque, onde está a Laff Trakk, Lightning Racer e Wildcat. Depois, só ir descendo até as áreas mais perto da entrada. Que tipos de comida estão disponíveis no Hersheypark? Fast-food americano e mexicano. Procure comer antes das 12:00, quando todas as praças de alimentação do parque ficam cheias. A que menos recebe pessoas é a Overlook Food Court, localizada perto das Hershey’s Triple Towers. Quanto custa o Hersheypark? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 65 dólares americanos (R$ 325). Qual é a duração das filas no Hersheypark? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Hersheypark? https://www.hersheypark.com/












