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- Lake Compounce
Perguntas frequentes do Lake Compounce Existem algumas montanhas-russas que são verdadeiras lendas. São obras da engenharia que mesmo depois de anos da sua inauguração ou uma eventual demolição, elas continuarão na memória das pessoas. Felizmente, a icônica montanha-russa que está dentro do Lake Compounce continua viva, assim como seus diversos prêmios que conquistou como melhor montanha-russa de madeira do mundo nos últimos anos. Construída completamente dentro de uma floresta, finalmente a Boulder Dash iria me receber. O estado de Connecticut não é exatamente um estado turístico. Muitos o conhecem pelo Museu do Ocultismo do casal Warren, pela famosa universidade de Yale, ou pela fofinha cidade de New Haven. Porém, por algum motivo, em 1846, um doido começou a fazer experimentos malucos com fogos de artifício ao redor do lago Compounce. Todos deram errado, mas uma multidão se mantinha fiel para ver cada experimento. O doido, então, começou a investir em brinquedos de parque de diversão, atraindo ainda mais pessoas. Assim, nascia o Lake Compounce, o parque mais antigo ainda em operação dos Estados Unidos. A entrada do Lake Compounce é por debaixo da rodovia, fazendo todos os visitantes passarem por um túnel para chegar às catracas do parque. Você sente cheiro de baunilha ao passar pelo túnel, e rapidamente é como se você tivesse sido teletransportado para o século passado. O parque é todo vintage, com quase nenhuma referência aos tempos modernos, com a maior exceção sendo a Phobia. A Phobia Phear Coaster é uma montanha-russa de múltiplos lançamentos, e fica logo atrás da rua principal do Lake. Como o parque é um dos menores parques de diversões que já visitei na vida, é super tranquilo e rápido chegar nela. A fila faz várias referências a medos comuns do ser humano, especialmente aqueles que têm relação com montanhas-russas. Seu lançamento chega a quase 100 km/h e a montanha-russa passa várias vezes pela estação, provocando várias vezes a sensação de “frio na barriga”. A melhor parte é quando a Phobia passa em baixíssima velocidade por sua inversão, no ponto mais alto da montanha-russa! Parece que esse momento foi feito 100% para você vencer seus medos! A próxima parada foi a estrela do parque: Boulder Dash. Seu nome em português significa “Corrida de Pedregulhos” e não podia estar mais correto. Em um percurso de quase 1,5 km pela floresta de Connecticut, o trem da Boulder Dash pega uma velocidade de 96,6 km/h, e a sensação de andar nela é como se um carro desgovernado estivesse levando você para um passeio na selva! O percurso é cheio de curvas repentinas e muito inclinadas, te jogando para um lado e para o outro várias vezes. Além disso, a Boulder treme bastante, e nas colinas finais, é como se o carro desgovernado fosse com pé no fundo do acelerador em uma estrada totalmente esburacada. MUITO SELVAGEM! A Boulder Dash tem um dos percursos mais agressivos em montanhas-russas de madeira que já vi, e acredite: ISSO É UMA EXCELENTE CARACTERÍSTICA! Aparentemente a crítica também concorda… A Downtime é uma torre de queda livre no estilo “Turbo Drop” em que você despenca de 56 metros de altura alcançando uma velocidade de 96 km/h! Antes de chegar completamente ao chão, ela ainda dá umas “mini-quedas” só para ter a certeza que você se divertiu. Ah, que saudades dessa sensação ao lado da Marginal Tietê… Tudo no Lake Compounce é muito colorido, e o bate-bate não foge à regra. Os carrinhos são multicoloridos e todo o brinquedo funciona com o velho sistema de eletricidade por tela, que soltam aquelas comuns faíscas. Me senti de novo na infância! O carrossel histórico ao lado ajuda a compor toda a atmosfera de parque clássico. Construída em 1927, a Wildcat foi reconstruída/reformada em 1986 e em 2017 respectivamente, porém as modificações não foram suficientes para deixar o passeio algo agradável. Durante todo o percurso, parecia que eu era vítima de uma britadeira, chacoalhando ao ponto de ficar com uma leve dor de cabeça. Fico feliz de ter andado em um pedaço da história, mas não sei se faria de novo (do jeito que me conheço, sim). Como estava com bastante tempo e o parque era pequeno, dei uma chance à Compound Railway, um trenzinho em miniatura que rodeia metade do lago Compounce. O passeio é extremamente agradável, e você se sente em um retiro pacífico no meio das montanhas. Aliás, esse parque seria o lugar perfeito para esfriar a cabeça em dias mentalmente pesados. O lado oposto do parque guarda vários pavilhões de piquenique e o Thunder Rapids, as corredeiras. O Lake Compounce guarda um bonde de 1911 em perfeito estado de conservação que estava nos trabalhos finais para voltar a operar! Mágico ver esse pedaço do passado tão preservado! Depois da estação do bonde, fica o maior restaurante do parque, que oferece uma variedade de refeições. Espalhado pelo parque, temos os milkshakes do Johnny Rockets, donuts, pizzas e sorvetes. Ao atravessar o Crocodile Cove, parque aquático do Lake Compounce, e voltar à rua principal, fui aproveitar as atrações restantes. Um deles era o Rev-o-lution, um tradicional Disk’o (um dos brinquedos que ainda me causa medo quando o disco chega bem perto da ponta), o American Flyers (carrossel voador), o Pirate Ship (barco pirata), a Ferris Wheel (roda-gigante) e o Thunder’n’Lightning (balanço gigante). A montanha-russa Zoomerang, uma clássica bumerangue, estava fechada para manutenção. Eu adoro brinquedos de tiro-ao-alvo, mesmo eu não sendo bom em nenhum deles. O Ghost Hunt é uma atração muito engraçadinha, toda cartunesca e que diverte pessoas de todas as idades! Aliás, o Lake Compounce tem uma área todinha para crianças, com brinquedos super divertidos e fofos! Como o mais legal de um parque de diversão é você fingir que é uma eterna criança, fui seguindo umas que estavam correndo em direção a uma atração aquática - o Saw Mill Plunge - um canal de troncos com uma queda super gostosa! Um dia ainda vou encarar uma queda dessas sem fechar os olhos ou abaixar a cabeça! Mais um dia terminava e mais uma vez, ficava até a hora do parque encerrar completamente suas operações para poder ir embora. Mesmo sendo pequeno, o Lake Compounce tem seu charme, e vale a pena a visita de um meio-dia se você estiver pela região de Nova York e quiser curtir praticamente um retiro de adrenalina no meio da floresta. Ah, e uma aventura radical na Boulder Dash. Acredite, ela vale a sua visita! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Lake Compounce? O Lake Compounce fica em Hartford, Connecticut (distante 2 horas de Boston), Estados Unidos. Como chegar no Lake Compounce? Os aeroportos mais perto do Dorney Park são os aeroportos de Nova York (NYC). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 2 horas até a cidade de Hartford, cidade onde fica o Lake Compounce. Quais são as melhores atrações do Lake Compounce? Phobia Phear Coaster, Boulder Dash e Zoomerang. Quais são os melhores meses para visitar o Lake Compounce? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Lake Compounce? Boulder Dash / Phobia / Zoomerang / Ghost Hunt / Wildcat / Downtime / Twister / Rev-o-lution / Thunder’n’Lightning / Trolley / Thunder Rapids / Compounce Railway / Saw Mill Plunge Qual é a melhor dica para o Lake Compounce? Vá quantas vezes puder na Boulder Dash, e em diferentes assentos! Cada assento é uma experiência diferente, e você PRECISA descobrir qual deles oferece a melhor experiência para você! Que tipos de comida estão disponíveis no Lake Compounce? Fast-food americano. Procure comer nas diversas lojas que ficam na rua principal do parque ou no Timberjack Chowhouse, restaurante ao lado do Saw Mill Plunge que oferece o melhor do churrasco americano. Quanto custa o Lake Compounce? O passaporte é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 200). Qual é a duração das filas no Lake Compounce? Tranquilas (-30min) Qual é o site do Lake Compounce? https://www.lakecompounce.com/
- Dorney Park
Perguntas frequentes do Dorney Park Algumas imagens de sonhos de quando éramos mais novinhos ficam presas na nossa cabeça, como se fosse um constante lembrete de algo que temos que fazer no futuro. Me recordo que uma das fotos que mais amava quando era um parqueiro em treinamento, aos meus 15 anos, era de uma inversão que acontecia logo após a saída da estação. A montanha-russa em questão era toda verde, e o trem passava bem devagar - algo que desafiava a minha compreensão de como aquilo podia acontecer. Sete anos depois, eu estava em frente à Hydra: the Revenge e completamente animado para ficar de cabeça para baixo a pouquíssimos quilômetros/hora. O Dorney Park é um parque temático que fica a menos de uma hora da cidade da Filadélfia, uma das maiores dos Estados Unidos. Aberto desde 1884, é um dos parques mais antigos dos Estados Unidos, e claro, passou por diversas transformações até chegar no que é hoje. Percebi que o Dorney é muito querido pelos locais porque mesmo em um dia chuvoso, tinha bastante público, e um público animado! Assim como o Kings Island, o Carnaval estava sendo celebrado. Apadrinhado pela turma do Snoopy, o Dorney Park tem um lindo carrossel (quem em 2021 comemorou 100 anos!) logo na entrada, que faz uma homenagem às atrações clássicas de parques de diversões. Apesar de achar tudo muito lindo, o que prendia mesmo minha atenção era a vontade de ir logo na Hydra! Corri para os fundos do parque (que não é muito longe) e ela ainda estava sem fila! Em toda sua glória verde, a Hydra: the Revenge recebeu esse nome ao ser construída no mesmo local da antiga montanha-russa de madeira Hercules (na mitologia, a Hidra é um dos monstros em que Hércules precisa derrotar). Simbolizando as sete cabeças da Hidra, a Hydra faz você ficar SETE vezes de cabeça para baixo em um percurso super suave e confortável, o que faz você querer repetir a montanha-russa um monte de vezes! A Hydra é uma montanha-russa sem piso, isto é, seus pés vão soltos! Outro destaque do percurso é o loop de mergulho inclinado, um elemento presente em somente outras duas montanhas-russas do mundo! Essa monstrinha verde chega a 85 km/h de velocidade máxima e todo o hype que estava para fazer a inversão em baixa velocidade se confirmou, já que é uma sensação absurda de gravidade zero enquanto o trem fica de cabeça para baixo de forma tão lenta! Como já estava aquecido e animado em ficar de cabeça para baixo, aproveitei e fui no Meteor, um cataclisma (similar ao que existia no Playcenter) que dava muitas voltas! Seus giros eram rápidos e fortes, e o momento mais horripilante era quando ele ficava parado no topo perpendicular ao chão. Apesar de sem fila, não era exatamente o tipo de brinquedo que repetiria. À medida que explorava o Dorney, reparava nos brinquedos super divertidos que o parque tinha, mas mantinha meu foco em chegar na próxima montanha-russa. Prestes a fazer 100 anos, a Thunderhawk é uma montanha-russa de madeira restaurada, e de um percurso muito tranquilo que diverte toda a família! Dá para sentir algumas vezes a maravilhosa sensação de sair do banco! Localizada no fundo oposto do parque, a Steel Force é uma hiper montanha-russa clássica, com várias colinas de airtime (a sensação de sair do banco) absurdas de altas e íngremes. A experiência dela é de tirar o fôlego! Após uma queda de quase 70 metros de altura, você é disparado em uma velocidade de 120 km/h em várias curvas e colinas que fazem você sentir toda atuação da gravidade na natureza. Pude experimentar toda grandiosidade da Steel Force tanto na chuva quanto no tempo seco, e posso afirmar que ela é assustadora dos dois jeitos! Com o trilho molhado, o percurso fica ainda mais radical, e os pingos d’água na cara são como poderosas agulhas que insistem em ir na sua cara! A melhor parte da Steel Force são as cinco colinas finais. Uma das melhores experiências em hiper montanhas-russas que já tive! Antes de seguir para a próxima, parei para balançar no Revolution, um brinquedo bastante presente em muitos parques de diversões nos Estados Unidos. Seu balanço não é intenso como o Xtreme, que esteve alguns anos no Playcenter, mas dá para ter alguns “frios na barriga” pontuais. Mais uma opção que toda família pode ir! Eu amo montanhas-russas de lançamento. Quando vi que no Dorney Park tinha um modelo de montanha-russa invertida bumerangue de lançamento, surtei! A Possessed é catapultada a 112 km/h várias vezes e sobe uma torre retorcida de aço absurda de assustadora! A queda de ré é fortíssima, e parece que você está sendo puxado com muita força de volta à Terra. Pertinho dela, fica o carrossel voador Cedar Creek Flyers. Como tinha voltado a chover, escolhi almoçar em uma das barraquinhas de diversos países que estavam presentes para o evento de celebração ao Carnaval e após, em um surto, entrei para a fila da Talon, a última grande montanha-russa que faltava. Ficando quatro vezes de cabeça para baixo, essa gigante laranja entrou para um grupo seleto de “montanhas-russas invertidas mais confortáveis que já andei” de tão macia e gostosa que era! Seu percurso é extremamente criativo, passando por uma inversão de gravidade zero e momentos de pura euforia quando o trem passava perto de trilhos opostos! Seu subtítulo “Grip of Fear” (em português, “aperto de medo”) é perfeitamente colocado! Uma coisa que achei perfeita foi colocar camisetas que traziam a escrita “Fearless” para vender em frente à montanha-russa! Depois de completar as montanhas-russas grandes, era hora de aproveitar o restante do Dorney Park. Após curtir o desfile de carnaval, passei pela queda enorme do WhiteWater Landing, e fiquei olhando meu amigo desafiar o Enterprise, uma roda-gigante que gira de forma inclinada e a sua trava dentro da cabine é somente a força da gravidade! O parque ainda conta com duas outras atrações aquáticas, o Thunder Creek Mountain (canal de troncos) e o Thunder Canyon (corredeiras), que estavam fechadas devido ao tempo chuvoso. Os brinquedos clássicos do Dorney Park incluem roda-gigante, bate-bate, chapéu mexicano, barca pirata, musik express e o icônico Tilt-A-Whril, cadeiras giratórias que eu duvido que não vão te deixar enjoado! Além dos clássicos, o Dorney tem uma coleção invejável de brinquedos históricos, como o The Whip, o Monster, o Scrambler, os carros antigos do Road Rally e o trem Zephyr, uma miniatura de um dos modelos de trem mais icônicos dos Estados Unidos. Por falar em história, o Dorney Park guarda algumas ligações com os parques brasileiros. Reparou que mencionei o Playcenter duas vezes nesse relato? Foi proposital! O Playcenter vendeu a Colossus para o Dorney Park, onde operou até 2008 e hoje está na Arábia Saudita. Além disso, o Demon Drop é o último exemplo da primeira geração de torres de queda livre funcionando no continente americano! Um brinquedo igual ao Demon Drop, a FreeFall - A Torre do Terror, operou no Beto Carrero World. Está lembrado? Foi uma honra poder sentir a sensação dessa atração maravilhosa de novo! O mais legal de tudo é que ela está super conservada, e sinto que ela ainda pode operar por mais muitos anos! A Demon Drop operava com incríveis 9 cadeiras, sendo uma das operações mais ágeis de todo o Dorney Park! O passado, representado pelo Demon Drop confrontava o presente, representado pelas torres de propulsão e queda livre Dominator. Você escolhe: ser lançado a 80 km/h ou cair em queda livre a 64 km/h? Minha sugestão: vá nas duas! A vida é muito curta para você não experimentar TUDO! Inclusive, para dar aquela relaxada no final, pode ir na Wild Mouse, uma montanha-russa familiar que dá pequenos giros, e no Kaleidoscope, um carrossel voador com gôndolas suspensas! O Dorney Park é aqueles parques que eu chamo de “perfeitinho”. Pode não ter uma coleção invejável de montanhas-russas e shows absurdamente grandiosos, mas é um exemplo de conservação e operação. A alimentação também não deixa a desejar, com tudo sendo preparado de uma forma muito delicada, mesmo sendo fast-food. A cereja do bolo é que ele diverte todas as idades! Quer mais? Adjacente ao Dorney Park fica o Wildwater Kingdom, um imenso parque aquático! Terminei o dia celebrando o carnaval no evento Grand Carnivale, que surpreendentemente tocou músicas brasileiras! Com confetes e serpentinas para todos os lados, o momento foi especialmente tocante dado à saudade que eu estava do carnaval devido à pandemia de COVID-19. Sinceramente, um dia incrível tinha acabado de acontecer. Como de costume, eu e meus amigos fomos os últimos a saírem do parque. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Dorney Park? O Dorney Park fica em Allentown, cidade perto da Filadélfia, Estados Unidos. Como chegar no Dorney Park? Os aeroportos mais perto do Dorney Park são os aeroportos de Nova York (NYC) e Filadélfia (PHL). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 2 horas até a cidade de Allentown, cidade do parque. Saindo de carro da Filadélfia, é 1 uma hora até Allentown. Não é possível chegar no Dorney Park de Uber/Lyft ou ônibus. Quais são as melhores atrações do Dorney Park? Steel Force, Hydra: The Revenge e Talon. Quais são os melhores meses para visitar o Dorney Park? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Dorney Park? Hydra: The Revenge / Steel Force / Thunderhawk / Revolution / Possessed / Dominator / Apollo / Meteor / Talon / Wild Mouse / Kaleidoscope / Demon Drop Qual é a melhor dica para o Dorney Park? Saia correndo até a Hydra: The Revenge ou até a Steel Force na hora em que o parque abre! Assim, você pode dar várias voltas na montanha-russa escolhida antes da fila encher de verdade! Reserve o Demon Drop para o fim da tarde! Que tipos de comida estão disponíveis no Dorney Park? Fast-food americano. Procure comer nas diversas lojas que ficam na rua principal do parque. A pizza da Amore Pizza é sensacional e extremamente gostosa! Quanto custa o Dorney Park? O passaporte é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 200). Qual é a duração das filas no Dorney Park? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Dorney Park? https://www.dorneypark.com/
- Knoebels
Perguntas frequentes do Knoebels Meu primeiro parque de diversão foi o aglomerado de cinco brinquedos no Campo de São Bento, um grande parque urbano na minha cidade natal, Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Se eu fechar os olhos, consigo voltar no tempo e perceber o Raphael de cinco anos animado para brincar no Carrossel, no Bate-Bate e nos Elefantinhos. Sujava o meu pé com a terra e o cascalho ao redor dos brinquedos, voltava para casa comendo algodão-doce e não via a hora do próximo dia chegar. Ali nascia minha paixão por parques. Mais de vinte anos depois, tive a oportunidade de reviver, aos 27 anos, uma viagem no tempo - no meio das florestas do estado da Pensilvânia. O Knoebels nasceu em 1926, a partir de uma piscina (que existe até hoje) dentro da fazenda de Henry Knoebel. Com o passar do tempo, Henry foi adicionando brinquedos em sua propriedade, mas sem retirar o aspecto de fazenda do interior, e com o cuidado de não perder a personalidade inicial do lugar. O trabalho duro de Henry e sua família tornaram o Knoebels um dos principais parques de diversões dos Estados Unidos e um dos mais aclamados pela crítica, além de ser o maior do continente americano em que você não precisa pagar um passaporte de admissão. A chegada no Knoebels é extremamente especial. Situado no interior das serras da Pensilvânia, o caminho até o parque é cheio de construções de fazenda, além de casas e estabelecimentos em cidades pequenas que você só vê em filmes. O Knoebels fica em uma dessas cidades, Elysburg, a uma hora e meia do Hersheypark. O portal de entrada do parque fica no meio da floresta, e quando você chega no estacionamento, não é visto asfalto, e sim grama e terra. O parque não tem portões, não tem catracas, e a primeira coisa que você vê é a roda-gigante e os imensos pavilhões para piqueniques e festas. A impressão que dá é que alguém achou um espaço na floresta e tacou brinquedos ali. Dispara seu coração ver que você entrou em um lugar completamente diferente daquilo que você espera de um parque de diversão. Ao trocar seu dinheiro por ingressos para os brinquedos, você recebe uma fita enorme cheia de tickets, como se ainda estivéssemos no século passado! Os brinquedos são espalhados aleatoriamente, e são muitos! Até pensei que teria um dia problemático visto que muitas atrações (algumas únicas, por sinal) estavam fechadas por conta da falta de funcionários devido a pandemia. Entretanto, o dia se revelou bem diferente! Começamos nossa tarde na Twister, uma montanha-russa de madeira criada pelo próprio parque. Que atração maravilhosa! A Twister não é só rápida, mas tem um percurso muito desafiador, cheio de curvas entrelaçadas e gerando uma boa intensidade. O melhor de tudo: não treme! Repetimos bastante vezes, e a vontade era não parar, mas precisávamos conferir o restante do parque. Explorando, passamos pela lendária Crystal Pool, lotada como num bom dia de verão. Além dela, vimos a incrível Flying Turns, a única montanha-russa de madeira em formato tubular do mundo, porém estava fechada devido a falta de funcionários. Uma pena, porém a vida é longa e com certeza estarei de volta ao Knoebels para saber como é andar nessa obra de arte! A Stratosfear é a torre de queda livre do parque, e é bem fortinha! Sempre imaginei que as torres de queda livre menores que as grandonas dão mais medo! Explico: pela seção de freios ser menor e a queda ser mais brusca, sem grandes avisos de quando vai acontecer - isso faz você sempre ser pego de surpresa! Por falar em surpresa… nenhuma atração no mundo pode ser melhor a personificação dessa palavra do que a Phoenix. Considerada por mim, pelo povo, pela crítica especializada e em breve por você, como a melhor montanha-russa de madeira do mundo, é fácil identificar porque: ELA É UMA MÁQUINA DE EJEÇÃO! A PARTIR DA PRIMEIRA QUEDA, SEGURE PELA SUA VIDA, PORQUE NA PHOENIX NÃO TEM “SENSAÇÃO DE LEVITAR DO BANCO”... TEM VOCÊ PRATICAMENTE FICAR EM PÉ NO CARRINHO! Eu não podia acreditar no que era a Phoenix. Tive que andar diversas vezes, e em diversos lugares (no meio, a ejeção é maior!) para realmente acreditar naquilo que eu estava vivenciando. O Knoebels ressuscitou uma montanha-russa das cinzas e a transformou numa máquina absurda de surpresa, excitação e emoção. A fila da Phoenix ficava cheia o dia todo, e mesmo assim, encarava devido a sua operação mega rápida. Perfeição! Apenas perfeição! A experiência na Phoenix fez a barra crescer muito para o Knoebels, mas quando finalmente entendi e entrei no espírito do parque junto com meus amigos, a euforia havia tomado conta de nós e nos divertimos como crianças em qualquer brinquedo que encontrávamos. Passamos pelo Giant Flume, um splash no meio das árvores, e pela experiência sensorial e sensacional do Cosmotron, um bicho-da-seda/amor express no escuro e com raios laser em um clima de boate absurdo! Um dos grandes orgulhos do Knoebels é a Haunted Mansion, um trem fantasma feito pelo próprio parque e que foi mundialmente aclamado quando inaugurado. A atração é tão única, que é a mais cara do parque! Os cenários são muito bem feitos e é tudo artesanal. Algo que você só poderia ver num parque de diversão familiar! Um riacho corta o parque, e em alguns prédios você pode ver marcações dos anos em que toda a área foi vítima de enchentes severas. O Knoebels exibe essas datas como um troféu, em que todos foram fortes o suficiente para superar as adversidades causadas pela água. Por falar em adversidades, o Downdraft é uma máquina louca que sobe e desce em alta velocidade enquanto gira! Parecia que eu estava numa batedeira! Muito louco, não sei como eu consegui sair desse brinquedo andando… Já que estava turbinado por toda adrenalina do Downdraft, era a hora perfeita para encarar a Impulse. Cheia de inversões, essa montanha-russa é alegria do início ao fundo, e uma ótima oportunidade de vivenciar as forças G de maneira suave mesmo com a adrenalina! Um passeio extremamente gostoso que daria para repetir várias vezes, se não fosse a fila grande constante. Eu fico pensando o quanto uma montanha-russa dessa não seria legal no Brasil… Certa vez, um certo filme (ou livro) chamado “As Vantagens de ser Invisível”, mostrou ao mundo uma das cenas mais lindas que eu já pude ver com os meus olhos. Três jovens, invisíveis a sociedade, andavam em um carro no meio da noite quando a música Heroes (David Bowie) tocou no rádio e os três absorveram a música, o momento e o vento em suas caras e disseram a célebre frase: “Eu me sinto infinito.” Fazendo um paralelo, e aqui estou me expondo de uma maneira bem íntima, eu era um dos invisíveis lá na adolescência. Amar parques de diversão nunca me tornou popular, pelo contrário - fui motivo de chacota e bullying durante todo meu ensino médio. Mas, tudo que podia fazer, há 10 anos atrás, era ver mapas, estudar onde cada parque estava localizado para sonhar em um dia visitar. De invisível, eu queria ser visível. Esse blog é uma das maneiras que encontro para tentar ser visível até hoje. O Knoebels é também, meio invisível. Aposto que você, leitor, não tenha ouvido falar dele até ler esse relato, ou pensava que ele era tipo um parque inalcançável. Não são muitas pessoas nos EUA que programam uma viagem de férias de família para o Knoebels. Mas, ele resiste, até hoje, com sua clientela fiel e com aqueles que amam com razão esse lugar. O dia era 31 de Julho de 2021 e eu estava subindo um teleférico (que morro de medo) em direção ao morro mais alto do Knoebels. Estava já no crepúsculo, e eu tinha como companhia meus amigos, a névoa e as luzes do parque no meu campo de visão. Eu estava lá. Eu e o Knoebels. Na paz do teleférico e das montanhas. No topo do mundo e o mundo aos nossos pés. Visíveis. Infinitos. Eu nunca esquecerei esse momento. Era estranho como o Knoebels lembrava tanto o Campo de São Bento, e era como se várias versões do Raphael estivessem convivendo em uma ruptura do espaço-tempo e eu pudesse absorver a alegria de todas as gerações de Raphael (até agora): criança, adolescente e jovem adulto. Mais que um Castelo da Cinderela, eu tinha chegado ao interior da Pensilvânia nos Estados Unidos. Eu tinha ido longe demais. Ainda bem! Ainda em êxtase, nós três corremos para aproveitar os últimos minutos do parque e fomos brincar no Tilt-A-Whirl, girando sem parar, e encerrar toda diversão em inúmeras voltas repetidas na Phoenix. Ficamos até o último minuto, ficamos até começarmos a ouvir os corvos, as corujas e os morcegos da floresta se juntarem a nós. Era muito difícil sair do Knoebels, e aproveitamos para tirar fotos naqueles brinquedos que infelizmente, não puderam nos divertir nessa visita como o Trapeze (chapéu mexicano), o Satellite (uma éspecie de kamikaze vintage), o Sklooosh (um splash gigante) e na roda-gigante Giant Wheel. Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode se divertir dentro do Knoebels. Desde mais de 20 brinquedos para crianças (incluindo montanha-russa!) até atrações radicais de tirar o fôlego e sentir a adrenalina tomando seu corpo, o parque é uma opção única de diversão. A culinária, como não podia deixar de ser, é 100% estadunidense e clássica de parques, como maçã-do-amor, algodão-doce, fast food, sorvete, pizza, chocolate e sorvetes. Até Starbucks (perto da Twister) temos! Os funcionários do Knoebels estavam indo embora e desligando as luzes dos brinquedos e nós ainda estávamos lá. O nosso carro era o único ainda no estacionamento e estávamos vendo a hora que a polícia simplesmente ia aparecer e obrigar que fôssemos para estrada. Não precisava de tamanha brutalidade, apenas éramos jovens querendo ficar o maior tempo que fosse admirando nosso novo lugar favorito. Eventualmente, pegamos o carro em direção à floresta escura, e minha cabeça rodava pensando nas possibilidades que poderiam me levar de novo ao Knoebels no futuro. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Knoebels? O Knoebels fica em Elysburg, perto de Hershey, Pensilvânia, Estados Unidos. Como chegar no Knoebels? O aeroporto mais perto do Knoebels são os aeroportos de Nova York (NYC). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 3 horas até a cidade de Elysburg. Não é possível chegar no Knoebels de Uber/Lyft ou ônibus. Quais são as melhores atrações do Knoebels? Phoenix, Twister e Impulse. Quais são os melhores meses para visitar o Knoebels? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Knoebels? Flying Turns / Phoenix / Fandango / Black Diamond / Twister / Stratosfear / Tilt-a-Whril / Cosmotron / Haunted Mansion / Looper / Power Surge / Satellite / Trapeze / Skyway / Impulse Qual é a melhor dica para o Knoebels? Deixe para ir na Impulse no fim do dia e aproveite tudo que o Knoebels tem a oferecer durante a manhã e à tarde. Se você chegar bem cedo, dá tempo até de ir na Crystal Pool, e aproveitar os brinquedos de água! Permita-se ser criança de novo e divirta-se! Que tipos de comida estão disponíveis no Knoebels? Fast-food americano. Procure comer na Phoenix Junction, o maior local de alimentação do parque. São muitas opções de saladas e sanduíches diferentes, além de deliciosos acompanhamentos. Fica ao lado da montanha-russa Phoenix. Quanto custa o Knoebels? O passe ilimitado de brinquedos é aproximadamente 50 dólares americanos (R$ 250). Qual é a duração das filas no Knoebels? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Knoebels? https://www.knoebels.com/
- Hersheypark
Perguntas frequentes do Hersheypark O ano era 1906 quando o senhor Milton S. Hershey inaugurou um pequeno terreno cheio de grama com partidas de baseball chamado Hershey Park. Milton havia transformado a localidade ao redor de sua fábrica de chocolates uma verdadeira cidade (a cidade de… Hershey!), e o Hershey Park era o local que todos os jogos esportivos e festividades aconteciam. Sessenta anos depois, a administração realizou um antigo desejo: converter o amplo espaço verde em um parque temático. Tudo começou com um carrossel, e hoje estamos com 14 montanhas-russas, parque aquático, bioparque e uma imensa fábrica interativa. A entrada do parque é a Chocolatetown, que contém a maior loja de chocolates Hershey do planeta; a Chocolate World, a fábrica interativa de chocolate que fica no mesmo prédio da primeira fábrica de chocolate da Hershey; o Chocolatier, um restaurante especializado em culinária estadunidense e vários tipos de chocolate; a maior Starbucks da Pensilvânia; a imponente fonte do Kisses; um lindo carrossel; e a Candymonium, uma hiper montanha-russa de 1,5 quilômetros que passeia pelas árvores de Hershey e pelo riacho Spring Creek. São ótimas vistas em uma velocidade máxima de 122 km/h e inúmeros pontos de airtime, a sensação de levitar do banco. A experiência nos últimos assentos foi uma das melhores que tive nesse tipo de montanha-russa! Adentrando pelo parque, a próxima área é a Founder’s Way, que traz uma estátua do sr. Milton Hershey semelhante a de Walt Disney no Magic Kingdom. A maioria dos brinquedos dessa área são brinquedos clássicos e infantis, muitos deles funcionando desde meados da década de 1970. Temos vários pequenos carrosséis, bate-bate, os divertidos Scrambler e Tilt-a-Whril e o Reese’s Cupfusion, um brinquedo de alta tecnologia de tiro ao alvo em que você precisa derrotar doces mal intencionados. Uma das montanhas-russas que eu mais estava animado para ir no Hersheypark era a Fahrenheit, uma criação extrema com seis inversões de alta intensidade, entre elas, o loop norueguês, que faz você perder seu senso de direção instantaneamente. Apesar de bastante compacta, a Fahrenheit alcança 93 km/h de velocidade máxima, sendo uma das experiências mais doidas de todo o Hersheypark! Sua queda íngreme é outro ponto forte da montanha-russa! Infelizmente, essa atração sofre com vários problemas técnicos ao longo do dia inteiro, então recomendo garantir a ida nela sempre que possível. Outra estrela é a Storm Runner, uma montanha-russa que fez parte da minha infância ao ter o seu percurso recriado no jogo Rollercoaster Tycoon 3. Incrível a sensação de finalmente poder ir nela! Seu lançamento é muitíssimo forte, indo de 0 a 116 km/h em apenas DOIS SEGUNDOS direto para uma inversão a 45 metros de altura! Todo seu percurso parece retorcido de forma aleatória e percorre um grande espaço do Hersheypark, o que torna ela uma das montanhas-russas mais únicas do mundo todo! Ao ladinho da Storm Runner fica a Sidewinder, uma boomerang clássica com trens muito confortáveis, o que dava uma boa experiência a quem a encarava. De 2022 em diante, a Sidewinder ganhou novas cores e um novo nome: Jolly Rancher Remix, em homenagem às balinhas Jolly Rancher. Para quem prefere uma montanha-russa mais tranquila, a Trailblazer, um modelo vintage que simula uma viagem de trem de mina, fica bem pertinho! Outros brinquedos da área de Pioneer Frontier, onde estão as últimas três montanhas-russas citadas, incluem mais clássicos, como o Pirate, barco-pirata; o The Claw, um frisbee com assentos voltados para o interior; o giratório radical The Howler e o giratório familiar Frontier Flyers, o splash gigantesco Tidal Force, e o monotrilho. A praça de alimentação dessa área é o lugar com maior variedade de alimentação dentro do parque, tendo lojas e quiosques de frango, cachorro-quente, frutos do mar, sanduíches, carnes e doces. Na área de Midway America, começamos os trabalhos das duas bestas de madeira do Hersheypark: Wildcat e Lightning Racer. A Wildcat é uma montanha-russa de madeira tradicional, com um percurso agressivo e com bastante tremedeira. Não posso dizer que foi uma experiência agradável, mas foi bom para conhecê-la. Já a Lightning Racer foi uma das melhores montanhas-russas dentro do Hersheypark, e sua experiência nela foi tão divertida, mas tão divertida, que se tornou a minha atração favorita do parque! Eu amo montanhas-russas que duelam entre si, e os dois trilhos da Lightning Racer tem vários momentos que ambos passam pertinho um do outro, dando uma sensação de competição que eu estava saudosista demais! Apesar da roda-gigante do Hersheypark estar super convidativa para vermos toda a agitação do parque do alto, não perdemos tempo e entramos na demorada fila da Laff Trakk, uma montanha-russa do tipo spinning, isto é, o carrinho gira enquanto faz o percurso! O mais legal da Laff Trakk é todo o ambiente de circo criado desde da fila, em que você pode entrar num labirinto de espelhos antes de finalmente embarcar. No escuro, a experiência da montanha-russa é completamente psicodélica, com vários cenários neon e giros alucinantes. Dá muita vontade de repetir, mas a fila desanima. Procure ir logo no início do dia ou no finalzinho do dia, para otimizar seu tempo. Eu não queria parar mesmo de girar, então já subi na Wild Mouse, um modelo já batido nos parques de diversões dos Estados Unidos. Nada de especial nessa, mas foi legal ter uma vista panorâmica do parque aquático The Boardwalk. Os brinquedos ao redor eram típicos de parques itinerantes e feiras, como o Music Express, trenzinho e o The Whip, um brinquedo raríssimo e que havia me divertido bastante no Kennywood. Aproveitei a oportunidade e tirei uma foto com os chocolates Hershey - não podia faltar! Atravessamos o Hersheypark para chegar na Kissing Tower Hill, uma área que contém uma torre de observação gigantesca, a Kissing Tower, que infelizmente estava fechada. Aproveitei para ir na Great Bear, uma montanha-russa invertida excelente e bastante intensa! Seu percurso foi feito especialmente para caber nessa área do parque, o que deixa suas 4 inversões com vistas maravilhosas para as outras atrações ao redor. Seu forte são as diferentes sensações de velocidade, com ela passando quase parando em alguns pontos e acelerando com tudo em outros! Se você tivesse um parque, quantas torres você acha que ele precisaria? Uma? Duas? O Hersheypark foi lá e comprou TRÊS TORRES! As Hershey’s Triple Towers são cada uma diferente da outra, proporcionando uma experiência diferente. A Kisses Tower é uma torre de propulsão, em que você será catapultado para cima; a Reeses Tower é uma torre de queda livre, em que você cairá livremente até o chão; e a Hershey’s Tower é a maior de todas (60 metros!) e une a experiência de propulsão e queda livre numa só torre! Qual é a melhor para você? Eu aposto que você reconhecerá o loop da sooperdooperlooper! Essa montanha-russa inaugurada em 1977 foi um estouro de fama na década de 1970. Seu percurso inovador, passando por cima do riacho Spring Creek, atraía milhares e milhares de visitantes ao Hersheypark. Seu icônico looping é extremamente intenso, e é o ponto alto da sooperdooperlooper! Eu estava muito animado para ir nesse pedaço da história e posso te dar a certeza que eu não saí decepcionado! Por falar em experiências históricas, a Comet chegou ao Hersheypark em 1946, na época que ele era apenas um grande campo de grama. Sua chegada foi o que pressionou a administração a transformar o Hershey Park em um grande parque de diversões, já que cada vez mais pessoas se sentiam atraídas para experimentar essa montanha-russa de madeira. Valeu, Comet! Como já esperava, a Comet treme bastante, mas seu percurso é muito divertido, com várias surpresas ao longo do caminho! Terminamos o dia rodando no Wave Swinger, um chapéu mexicano lindíssimo! Infelizmente, a Skyrush, uma das montanhas-russas mais aclamadas do mundo pela crítica, estava fechada já há muitos meses e não conseguimos ir. Mais um motivo para voltar ao Hersheypark, não é mesmo? O parque estava lotado durante a nossa visita. Também pudera, fomos no mês de julho, auge das férias no hemisfério norte. Mesmo assim, a quantidade absurda de atrações e a rapidez das operações fizeram a diferença e conseguimos aproveitar tudo que havíamos planejado. Confesso que quando vi a quantidade de pessoas no parque, pensei que sairíamos dali sem conseguir aproveitar as principais atrações. O Hersheypark foi uma grata surpresa, porém confesso que esperava mais chocolate! Além da Chocolatetown, não há muitos pontos no parque em que você pode comprar as deliciosas barras da Hershey, e eu senti falta disso. Achei que ia ficar comendo chocolate o dia inteiro! É notável que o parque luta com o espaço disponível, talvez não tenha como fazer tantas lojas… Fato que mesmo sem uma avalanche de chocolate, o Hersheypark é um dos principais parques temáticos dos Estados Unidos e tem atrações que compõem um portfólio muito sólido. Tudo é muito bem conservado e caprichado, mesmo sendo simples em algumas partes. Toda a experiência da cidade de Hershey é válida para pelo menos ficar 2 noites/3 dias, indo no Hersheypark dois dias e aproveitar as outras atrações no terceiro dia. Parecia que não queria ir embora do Hersheypark depois de um dia tão divertido. O que aconteceu? Isso mesmo! Já que senti tanta falta assim de chocolate durante o dia (e o mais curioso é que eu não sou nem fã de chocolate…) eu passei horas e horas dentro da loja gigantesca na Chocolatetown. Saí com camisetas, miniaturas de montanha-russa, e só não saí com muitas barras de chocolate porque ia derreter até eu chegar no Brasil. Droga! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Hersheypark? O Hersheypark fica na cidade de Hershey, Pensilvânia, nos Estados Unidos. Como chegar no Hersheypark? O aeroporto mais perto do Hersheypark são os aeroportos de Nova York (NYC). Saindo de carro do centro de Manhattan, são 3 horas até a cidade de Hershey. Outra maneira de chegar a Hershey é pegar um ônibus da Greyhound, a principal empresa de ônibus dos EUA, no terminal de Port Authority, até Harrisburg, e de lá, pegar um trem da Amtrak da linha Commute King A. Quais são as melhores atrações do Hersheypark? Fahrenheit, Storm Runner e Candymonium. Quais são os melhores meses para visitar o Hersheypark? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Hersheypark? Laff Trakk / Lightning Racer / Wildcat / Fahrenheit / Storm Runner / Jolly Roger Remix / Trailblazer / Great Bear / sooperdooperlooper / Skyrush / Comet / Candymounium Qual é a melhor dica para o Hersheypark? O segredo de aproveitar o Hersheypark tranquilamente é chegar na hora da abertura e correr para o extremo esquerdo do parque, onde está a Laff Trakk, Lightning Racer e Wildcat. Depois, só ir descendo até as áreas mais perto da entrada. Que tipos de comida estão disponíveis no Hersheypark? Fast-food americano e mexicano. Procure comer antes das 12:00, quando todas as praças de alimentação do parque ficam cheias. A que menos recebe pessoas é a Overlook Food Court, localizada perto das Hershey’s Triple Towers. Quanto custa o Hersheypark? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 65 dólares americanos (R$ 325). Qual é a duração das filas no Hersheypark? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Hersheypark? https://www.hersheypark.com/
- Kings Island
Perguntas frequentes do Kings Island Quem mora no estado de Ohio, nos Estados Unidos, é abençoado pelos deuses da montanha-russa. Quatro horas de distância separam Cedar Point e Kings Island, e sendo assim, visitar o Cedar Point sem esticar para o Kings Island seria um crime. O segundo maior parque do estado de Ohio também é da mesma rede do Cedar Point, a Cedar Fair. Era possível encontrar muitas semelhanças entre os dois parques, especialmente pela turma do Snoopy e as incríveis montanhas-russas. Sério, eu estava num paraíso de montanhas-russas, e o Kings Island se mostrou muito mais que isso. Essa era minha segunda vez no Kings Island, e a animação para andar na Mystic Timbers e na Orion, as duas montanhas-russas novas do parque desde então, estava gritando! Ao passar pelos portões, me deparei com a maravilhosa International Street, uma rua principal tematizada com a arquitetura de alguns países da Europa e do próprio Estados Unidos, e que estava toda decorada para o evento Grand Carnivale. O ambiente da rua era muito charmoso, com bonitos chafarizes ao longo dela, e a torre de observação réplica da Torre Eiffel ao fundo. Por mais que eu quisesse apreciar todo charme da International Street, fiz o dever de casa de todo aventureiro e louco por parque de diversões e fui correndo para a Action Zone, aonde estava a maior montanha-russa invertida do mundo, Banshee. A montanha-russa é construída tematicamente ao redor da lenda das Banshees, criaturas sobrenaturais que conseguem sentir a morte antes dela acontecer, soltando gritos muito poderosos. Para minha surpresa, enquanto eu terminava de subir os 50 metros de altura da Banshee, um estridente grito foi solto do topo da montanha-russa antes dela cair, dando uma sensação bem legal de imersão. Depois disso, foi só passar pelas sete inversões incríveis, ficando de cabeça para baixo à 110 km/h. Rapidamente ela se tornou a melhor montanha-russa invertida que já andei até hoje, batendo até mesmo a minha queridinha Montu, do Busch Gardens Tampa. Pertinho dela, outra invertida inédita me aguardava: Invertigo. Essa montanha-russa tem o mesmíssimo percurso da Boomerang, só que com trilhos invertidos. Além disso, o seu trem coloca os passageiros de cara-a-cara um com o outro. Achei a proposta da montanha muito legal, apesar de ser bastante intensa (como a Boomerang) e incomodar um pouco com a bateção de cabeça generalizada. Gosto de montanhas-russas com bastante força G, então eu curti a experiência no total. Para fechar as montanhas-russas da Action Zone, andei na The Bat. A The Bat é uma montanha-russa suspensa, isto é, os vagões balançam à medida que o trem faz o percurso. É muito gostosinha de andar, especialmente para famílias, e em alguns momentos ela pega uma velocidade muito boa, que me arrancou alguns gritos de emoção. Melhor desse tipo que já andei! Antes de sair da Action Zone, conferi a Drop Tower e o Congo Falls, um splash com queda dupla! Mas o ponto alto foi o Delirium, um megafrisbee. Foi SENSACIONAL! A altura que ele vai é muito maior do que é possível perceber de fora, e por ele dar balançadas mais espaçadas, foi possível curtir a atração todinha sem sentir fortes enjoos ou dores de cabeça. Eu amei, queria ficar repetindo várias vezes! Esse tipo de frisbee é bem menos intenso que o Thunder do Mirabilandia, por exemplo, apesar da altura. Por ser mais tranquilo, é muito mais fácil você querer repeti-lo, como eu quis! A próxima parada foi a Adventure Express, uma montanha-russa estilo a Expedition Everest do Animal Kingdom. A atração tem uma história, da exploração de uma tumba, e contém alguns efeitos especiais (que já viram dias melhores). A atração é imperdível para famílias! Suas curvas são bem gostosinhas e ela pega uma velocidade boa. A área de Coney Mall presta homenagem ao parque de diversões que deu origem ao Kings Island, tendo um tema clássico de arquitetura vitoriana dos Estados Unidos no século XX. Tudo muito lembra os parques clássicos, e a área é cheia de brinquedos nostálgicos muito divertidos, como o Polvo, Scrambler, Bate-Bate e o Chapéu Mexicano. Essa área foi a que mais sofreu transformações, com a chegada da Orion e remoção da Vortex. Uma das montanhas-russas da área é a The Racer, uma montanha-russa de madeira dupla e corredora. Fiquei super animado que os dois lados da montanha-russa estavam funcionando, o que permitia fazer com que os trens apostassem corrida! Foi ótimo curtir o seu percurso cheio de altos e baixos! Não senti muita sensação de airtime, a sensação de sair do banco, mas a achei divertidinha! Como queria uma dessas no meu país, eu AMO montanha-russa de duelo! O Kings Island inaugurou em 2020 uma nova área temática, Area 72: uma base espacial com experimentos estranhos. A Firehawk, montanha-russa voadora que andei em 2016, saiu para dar a espaço a uma besta espacial de aço chamada Orion! A outra montanha-russa da área, a Flight of Fear, já tinha um tema especial, mas teve toda sua temática refeita e atualizada para ser uma base que sofreu uma invasão alienígena. Completamente no escuro, seu modelo é uma "tigela de espaguete", isto é, seu percurso é tão entrelaçado que parece mais um macarrão numa tigela! Foi INCRÍVEL sentir seus 86 km/h em inversões tão loucas e curvas tão perto uma da outra. Uma das minhas favoritas do parque! Ir na Orion era uma das minhas maiores expectativas em toda viagem. Ir numa giga montanha-russa é raro, ir numa giga montanha-russa em um parque que você está indo pela segunda vez enquanto mora no Brasil é mais raro ainda! É um momento que você agarra na corda da gratidão e não para de agradecer ao Universo do momento que você sai da estação até a seção de freios. Encarar os 87 metros de altura, os 91 metros de queda, a velocidade de 146 km/h e os inúmeros momentos de airtime completamente ejetor durante os três minutos de Orion foi, de fato, um dos pontos mais altos de toda viagem. Segui em direção ao Windseeker, uma torre gigante com assentos giratórios. Eu curti a sensação de estar rodando similar a um chapéu mexicano a 92 metros de altura, mas a atração só é aterrorizante mesmo para quem tem medo de altura. Fora isso, é só um passeio muito alto com a apreciação de uma bela vista da região rural de Cincinnati. Em 2016, eu fui com altas expectativas para a The Beast. Durante toda a minha vida dedicada aos estudos dos parques de diversões, eu ouvia vários relatos sobre essa montanha-russa como uma das principais e melhores montanhas-russas de madeira do mundo. Realmente, ela é a mais extensa do mundo. Foi ótimo ter a sensação de que o percurso nunca ia acabar! Mas, ao mesmo tempo, naquela época, uma tortura! Entretanto, o parque melhorou muito em cinco anos a forma da montanha-russa, e a experiência em 2021 foi maravilhosa! Mudou completamente a minha opinião sobre a The Beast. Ir nela é um momento lendário! A próxima montanha-russa é uma delícia e uma das minhas favoritas do Kings Island. Tão delícia, que eu repeti mais de 4 vezes seguidas! A Diamondback é uma hiper montanha-russa, com 70 metros de altura e velocidade máxima de 130 km/h. Tive a sensação de ser catapultado do assento várias vezes, sendo segurado só pela trava de colo. São vários sobes e desce deliciosos, que te faz um vento maravilhoso na cara! Mesmo com a irmã maior Orion, a Diamondback tem um público fiel. Você ir num parque estrangeiro e ver tapumes escondendo uma área de obra para a próxima atração do ano dá aquela sensação de pontada no coração, que é como "puxa, por pouco!". Foi assim que eu me senti ao ver a obra da Mystic Timbers em 2016. Descobrir finalmente o que tinha dentro do galpão foi mais um ponto alto da minha visita, fora o percurso extremamente sensacional da Timbers. Muitos airtimes e curvas de alta velocidade na floresta me faziam abrir um sorriso absurdo de diversão. É uma montanha-russa para toda família, e ainda assim, muito radical! O Kings Island não cansava de me surpreender. Depois de uma passadinha na Eiffel Tower para tirar umas belas fotos de cima, resolvi ir na última montanha-russa do parque: a Backlot Stunt Coaster. Achava que pelo seu tamanho seria algo bobinho, mas me enganei. Essa atração é extremamente gostosa de se andar! Seus lançamentos são bem fortinhos e é muito divertido acompanhar os efeitos especiais de fogo, névoa... Me lembrei do Test Track, do Epcot. Pontaço pro Kings Island! Finalizei o dia na Planet Snoopy, área que ganhou o prêmio de melhor área infantil do mundo em um parque temático por vários anos (e continua ganhando). Fácil entender o porquê. O astral da área é ótimo, com músicas em um som bem alto divertindo as crianças, além de ser palco de vários shows e apresentações dos personagens! Em 2016, eu não tinha andado na Flying Ace, montanha-russa da área, e ela é ótima para os pequenos terem a primeira chance de encarar algo... invertido! A alimentação do Kings Island tem uma qualidade muito boa, algo que pude comprovar durante as minhas visitas de 2016 e 2021. Perto da Diamondback, pude comer no almoço um lanche delicioso e muito bem preparado, e durante a janta, apreciava minha deliciosa pizza nas mesas da International Street. Antes de anoitecer, dei uma rápida passada na lojinha e vi várias opções de montanha-russa em miniatura para compra! São difíceis de montar, mas ficam tão bonitas depois! Ao fim do dia, observei atentamente a atmosfera do Kings Island. O parque é super astral, assim como seu irmão Cedar Point. Música tocando por todo lado, animadores interagindo e visitantes felizes curtindo os inúmeros brinquedos deixava o parque todo muito alegre. Não tive nenhum problema grave com filas (tinham no máximo 30 minutos), nem vi erros graves de conservação ou limpeza. Sem dúvidas, um dos melhores parques temáticos dos Estados Unidos! A queima de fogos fechou o dia com chave de ouro. Não é difícil chegar e sair do Kings Island. Ficando na cidade de Cincinnati, Ohio, e saindo do centro da cidade é 30 minutos de Uber/carro até o parque. Meu dia foi tão lindo, mas tão lindo, que não tinha como sair de lá sem um milhão de lembrancinhas. Eu fico tão feliz com esses parques temáticos raiz, que não precisam de tematizações megalomaníacas para fazerem as pessoas felizes que saio saltitando ao fim do dia. Não vejo a hora de voltar! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Kings Island? O parque temático Kings Island fica em Cincinnati, Ohio, nos Estados Unidos. Como chegar no Kings Island? O aeroporto mais próximo é o de Cincinnati (CVG). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Há ônibus (linha 71X) saindo do centro de Cincinnati, porém os horários são apertados. Quais são as melhores atrações do Kings Island? Banshee, Diamondback e Orion. Quais são os melhores meses para visitar o Kings Island? Maio, Junho e Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Kings Island? Orion / Flight of Fear / Windseeker / The Beast / Mystic Timbers / Diamondback / ALMOÇO / Eiffel Tower / Backlot Stunt Coaster / The Racer / Adventure Express / Delirium / Banshee / The Bat / Invertigo Qual é a melhor dica para o Kings Island? Experimente as montanhas-russas Banshee, Diamondback e Orion tanto nos assentos da frente quanto nos assentos de trás. São experiências completamente diferentes. Que tipos de comida estão disponíveis no Kings Island? Fast-food americano e italiano. Meu lugar favorito para comer é o Festhaus, restaurante climatizado na entrada do parque. Dá para encontrar pizza (incluindo pizza sem glúten), frango, hambúrgueres com queijo e hambúrgueres de bacon, macarrão com queijo, saladas e sobremesas. Quanto custa o Kings Island? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 45 dólares americanos (R$ 225). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do season pass mais simples, que sai mais em conta. Qual é a duração das filas no Kings Island? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Kings Island? https://www.visitkingsisland.com/
- Holiday World
Perguntas frequentes do Holiday World Todos nós conhecemos o conceito de parque temático: um parque de diversões que tem seu ambiente caracterizado por um ou vários temas. Entretanto, você já pensou em substituir “parque de diversão” por “”cidade”? Em 1856, uma pequena cidade no interior do estado de Indiana, nos Estados Unidos, gostaria de ter um posto dos correios, e para isso, teria que mudar de nome. O novo nome escolhido foi Santa Claus (“Papai Noel” em português) e daí para frente, o lugar virou uma cidade temática do Natal. Enfeitada durante os 365 dias do ano, é possível encontrar várias referências ao bom velhinho na cidade. A maior delas tenha vindo em 1945, quando foi inaugurado o primeiro parque temático do mundo: Santa Claus Land, convertido em 1984 no Holiday World. A conversão de Santa Claus Land para Holiday World foi devido à primeira grande expansão do parque, que adicionou os feriados do Halloween e Quatro de Julho. O tempo passou, e o Holiday World colocou a pequena cidade de Santa Claus no mapa dos Estados Unidos com suas excelentes montanhas-russas de madeira e um dos melhores parques aquáticos do país, o Splashin’ Safari. A viagem de Louisville dura aproximadamente 1 hora e 15 minutos por uma estrada bem movimentada. Ficamos bem surpresos com o estacionamento gratuito, mas começamos a perceber esse padrão de cortesia nos parques do interior. Começamos o dia entrando pela área do Natal, que guardava o mesmo charme da época da inauguração, inclusive preservando os mesmos brinquedos. Seguindo pela área do Halloween, fomos na primeira montanha-russa de madeira do dia: The Raven, que ganhou o prêmio de melhor do mundo entre 2000 e 2003. A experiência nela certamente já não era a mesma desses tempos áureos, mas foi um passeio divertido e cheio de tremedeira pela floresta. Um dos pontos de destaque é a queda no lago! Pertinho dela, a The Legend demonstrava ser algo muito maior: uma queda de 35 metros e uma velocidade máxima de quase 100 km/h em um percurso que se estendia por toda borda do parque aquático! Monstruosa! A qualidade do trajeto da The Legend era inquestionável: quem encarava a The Legend não tinha um minuto de paz. Desde da queda única no mundo, em formato de S, a todo momento apareciam curvas, colinas e túneis que incrementavam o passeio. No final, um helix (círculo perfeito) desafiava com uma força de gravidade bastante intensa. O nome da The Legend veio da lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, um soldado sem cabeça que vagava pelas florestas com seu cavalo e um sino anunciando sua chegada. A cada partida de trem da The Legend era possível ouvir seu sino, especialmente estando em um dos troncos do Frightful Falls, um brinquedo aquático que passava por debaixo dos trilhos da The Legend. A queda dele deixa todo mundo completamente encharcado! A tematização do Holiday World não era algo como os parques de Orlando e da Europa, mas era fofa o suficiente para você se sentir ambientado no tema proposto. O chapéu mexicano deles, o HallowSwings, se tornou o meu favorito da vida! Que lindinho! O Scarecrow Scrambler também seguia a mesma linha da fofura com as cores clássicas do Halloween: laranja e roxo. Fomos conferir os brinquedos da próxima área do parque, que homenageia o feriado da Independência dos Estados Unidos, comemorado durante o 4 de Julho. A ideia de tematização da área foi inspirada nos milhares parques de diversões itinerantes que chegam às cidades para a celebração do feriado. Mais uma vez, vários brinquedos clássicos estão presentes. Temos uma versão original do carrossel voador de controle de vento, o Eagles Flight; o Firecracker, restaurado em 2016; o Lewis & Clark Trail, um brinquedo de carros antigos; o Liberty Launch, uma torre de propulsão restaurada em 2003; o Revolution, um rotor restaurado em 2005 e o Rough Riders, um bate-bate de 1976. Para as crianças, o Holiday World construiu a Holidog's FunTown, cheia de brinquedos infantis e a mini montanha-russa The Howler. Para incrementar a área, o Holiday World fez o maravilhoso Raging Rapids, que conta com diversos pontos para molhar os visitantes e tem uma das águas mais bravas que já vi em um brinquedo desse tipo! As pessoas saíam tão encharcadas quanto o Frightful Falls. O negócio era sair dele direto para o parque aquático! Em 2006, para a comemoração do aniversário de 60 anos do parque, o Holiday World inaugurou a área de Thanksgiving, tematizada de acordo com o Dia de Ação de Graças. Sua principal atração é a gigantesca montanha-russa híbrida The Voyage, que homenageia a viagem feita pelo navio Mayflower que carregava famílias inglesas em direção aos Estados Unidos. O navio aportou no estado de Massachusetts no dia 21 de novembro de 1620, e o significado do feriado de Ação de Graças surgiu graças aos sobreviventes da viagem, que estavam gratos de estar vivos após a perda de tantas pessoas queridas. A The Voyage garantiu o prêmio de melhor montanha-russa de madeira do mundo por vários anos. Seus suportes são de aço, e seus trilhos de madeira. Seus 47 metros de queda atingem 108 km/h de velocidade máxima e o trem viaja por quase 2 km em um percurso completamente alucinante, que faz você querer repetir várias e várias vezes. A The Voyage se tornou uma das minhas montanhas-russas favoritas, e nós simplesmente acabamos presos em um loop de repetição da experiência. Saíamos da fila e entravámos de novo como se não houvesse amanhã. Como sempre amei a sensação de airtime, que é quando nosso corpo descola do banco, e a The Voyage tinha inúmeros pontos em que isso acontecia, eu estava em êxtase. Completo êxtase! Lembra do Mayflower? O Holiday World tem sua própria versão também! Aqui, ele é um clássico “barco pirata”, cheio de detalhes da época do navio original, que balança para lá e para cá. O dia no Holiday World é bem agradável, mas é sempre bom um brinquedo com ar condicionado para refrescar, né? O parque fez o Gobbler Getaway, uma atração interativa em que seu objetivo é caçar perus para o dia de Ação de Graças. Pertinho dele, outro brinquedo faz jus ao nome da área: o Turkey Whirl, um clássico giratório em cada assento são os próprios perus! Afastada das outras atrações da área de Thanksgiving, fica a estrela de aço em um parque cheio de montanhas-russas de madeira: Thunderbird. Alada, com seus assentos paralelos ao trilho, ela começa seu percurso sendo lançada a quase 100 km/h em direção a uma inversão que faz você flutuar por cima do Holiday World. O resto do percurso é extremamente gostoso, e eu enxergo a Thunderbird como uma daquelas montanhas-russas que você pode ir 100 vezes seguidas sem cansar, sem ficar com a cabeça doendo, e a centésima vez ser tão divertida quanto a primeira. Se eu já não parava de ir na The Voyage, na Thunderbird eu fiquei preso para sempre. Talvez você esteja lendo isso enquanto eu ainda estou andando na Thunderbird, sendo lançado e passando várias vezes por suas quatro inversões no meio da floresta. Do topo do Crow’s Nest, carrossel voador nas alturas que fica perto da Thunderbird, dá para ver a imensidão que é o Splashin’ Safari, parque aquático do Holiday World. Apesar do foco da viagem não ter sido parques aquáticos, aproveitamos o restante dos minutinhos do dia nos toboáguas incríveis oferecidos. O Splashin’ Safari dispõe de três montanhas-russas aquáticas, uma mais louca que a outra, e várias outras atrações de proporções gigantescas. É um dos poucos parques aquáticos dos Estados Unidos que consegue superar a qualidade dos nossos parques aquáticos no Brasil. O Holiday World é a personificação perfeita de um parque temático do interior dos Estados Unidos: seu grande chamariz são as montanhas-russas e os toboáguas de alto nível. Todo o resto do parque lembra um gigantesco bosque com brinquedos simples, mas divertidos. Sua estrutura, limpeza e operações são muito boas e sua alimentação conta com restaurantes fechados com ar condicionado e boa comida além dos tradicionais fast-food. São tantas atrações que filas não foram um problema durante todo o nosso dia. Aproveitamos até o último minuto tudo que queríamos! Fico ansioso para o Holiday World trazer a próxima grande montanha-russa para provocar mais um retorno meu ao parque. Gostaria de, no futuro, aproveitar mais a quantidade de coisas que o Splashin’ Safari oferece. Por hora, ficarão as memórias das experiências que tive em todas as quatro sensacionais montanhas-russas da cidade do Papai Noel. Puxa, agora que me lembrei! Faltou a foto com o bom velhinho no meio do mês de Julho… --- Perguntas frequentes: Onde fica o Holiday World? O parque temático Holiday World fica em Santa Claus, Indiana, nos Estados Unidos. Como chegar no Holiday World? O aeroporto mais perto do Holiday World é o Aeroporto de Louisville (SDF). Para chegar ao Holiday World, o único método é alugar um carro e dirigir até a cidade de Santa Claus. Quais são as melhores atrações do Holiday World? The Voyage, Thunderbird e The Legend. Quais são os melhores meses para visitar o Holiday World? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Holiday World? Mammoth / Wildebeest / Cheetah Chase / Thunderbird / The Voyage / Gobbler Getaway / Raging Rapids / The Legend / The Raven Qual é a melhor dica para o Holiday World? Não ignore o Splashin’ Safari! O parque aquático guarda três montanhas-russas aquáticas sensacionais: Mammoth, Cheetah Chase e Wildebeest. Reserve um tempinho logo no início do dia para ir nelas. Que tipos de comida estão disponíveis no Holiday World? Fast-food americano e culinária inglesa. Quanto custa o Holiday World? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 50 dólares americanos (R$ 250). Qual é a duração das filas no Holiday World? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Holiday World? https://www.holidayworld.com/
- Kentucky Kingdom
Perguntas frequentes do Kentucky Kingdom Capital do frango frito, Louisville no Kentucky é uma típica cidade americana: alguns prédios, um subúrbio desenvolvido e habitantes loucos pelo Louisville Cardinals, o time de futebol americano universitário da cidade. Mas não é só por isso que os amantes de frango ficam loucos. Eles amam adrenalina, e o Kentucky Kingdom é o ponto central da cidade. Suas atrações formam uma das experiências mais clássicas de parque de diversões, misturando atrações nostálgicas com muita adrenalina! O Kentucky Kingdom nasceu como um parque de diversões pessoal, feito por um empresário local. Durante seus anos de maiores sucesso, foi comprado pela Six Flags e depois fechado até ser recomprado pelo mesmo empresário. O parque, desde da compra em 2014, se recuperou totalmente e adicionou novas incríveis atrações. Tudo acontece nele, ou ao redor dele. Durante minha primeira visita em 2016, no mês de Agosto, estava acontecendo a Kentucky State Fair, a feira estadual do frango frito, e pude aproveitar além do Kentucky Kingdom os brinquedos e atrações da feira. Foi sensacional! Cinco anos após a primeira visita, e encontrei um parque totalmente lotado, cheio de visitantes, algo muito diferente de 2016. O parque aquático estava vibrando com o sol e mesmo não tendo roupas de banho, fiquei muito tentado não dar uma conferida na piscina. Dividido entre 2 porções, a visita começa na porção menor. Prefiro começar logo pela primeira porção e experimentar a Lightning Run, uma montanha-russa que chamou muita a atenção do mercado na época de seu lançamento pela sua suavidade e emoção. Eu pensei que a montanha-russa fosse uma máquina de airtime, a sensação de estar saindo do banco, porém acho que criei muitas expectativas. Suas curvas são incríveis, uma das montanhas-russas com um dos percursos mais doidos e criativos que já andei, mas sua sensação de airtime é normal, mesmo no último assento, onde temos mais chance de termos o airtime mais forte. Mesmo assim, a Lightning é uma delícia de andar e não desisti de repetir várias vezes. Perto dela, fica a torre de queda livre FearFall. Que acerto na escolha da compra desse modelo! A sua queda é muito intensa, mais que as torres de queda livre convencionais, como a La Tour Eiffel do Hopi Hari e a Big Tower do Beto Carrero World. Torres de queda livre para mim tem uma situação bem definida: pouco dependem da altura e velocidade para "sentir" quem mete mais medo, e sim de seu modelo, isto é, como é o corpo da torre, a arquitetura do banco, entre outros fatores. Como estava ansioso por montanha-russa, passei rapidamente pela área infantil King Louie's Playland e algumas outras atrações e atravessei a passarela em direção à Storm Chaser. Essa montanha-russa foi construída usando a estrutura da montanha-russa de madeira que já estava no local, tornando-se uma montanha-russa híbrida, unindo madeira e aço. A Storm Chaser é sensacional. Não consigo descrever em palavras quantas vezes meu coração saiu pela boca ao andar nesse bebê, e facilmente ela se tornou a minha terceira montanha-russa favorita, perdendo apenas para a Twisted Colossus do Six Flags Magic Mountain e a Maverick do Cedar Point. São muitos momentos em que você se sente pronto para voar por conta da força de gravidade negativa, sendo segurado somente pela trava de colo. O airtime é absurdo! Fui várias vezes, e todas as vezes era difícil me acostumar. O próximo passo foi a Thunder Run, montanha-russa de madeira clássica. Como eu já podia esperar, a Thunder Run me deu algumas dores de cabeça, muito devido a sua tremedeira. Tem um percurso divertido, mas nada tão espetacular. Pertinho dela, fica o Eye of the Storm, um megalooping superradical que é famoso em muitos parques Six Flags. Muito menos espetacular era a T3, montanha-russa invertida, que possui modelo igual a FireWhip do Beto Carrero World. Mesmo com os trens novos, o passeio na atração foi super desconfortável, com minha cabeça batendo muito. Acho que esse modelo não tem salvação mesmo. Atravessei o parque aquático Hurricane Bay para chegar no Skycatcher, que dispensei. Não tava afim de subir numa torre gigante com assentos pendurados por correntes em um dia de vento fortinho. Optei por uma opção mais segura e embarquei na Ferris Wheel, uma roda-gigante que, em 2016, deu para ter visões incríveis do parque, da Kentucky State Fair e da cidade de Louisville. Pertinho do Skycatcher está a montanha-russa mais recente do Kentucky Kingdom, a fofíssima Kentucky Flyer. Do lado de fora, ela pode parecer inofensiva pelo tamanho, mas quando você a experimenta, tenha certeza que você vai pular absurdamente do banco, dando uma sensação super gostosa de airtime! Junto com a Storm Chaser e a Lightning Run, o parque tem um trio impecável de montanhas-russas. Depois, comecei a refazer o Kentucky Kingdom. O primeiro brinquedo foi o Cyclos, frisbee que por fora parece tranquilo pelo seu pequeno tamanho. Mal sabia que essa coisinha seria responsável por uma pressão na cabeça absurda, fazendo o Cyclos ser o frisbee mais forte que já fui na vida. Para quem gosta de desafiar seus limites, é um prato cheio. Relaxei um pouco na Professor Jonh's Flying Machines, um brinquedo em que controlamos com a ajuda de um leme para aonde vai nosso assento voador. Bem divertido! Aproveitei para curtir uma sessão no Cinema 5D, que a cada temporada exibe um filme diferente, e dispensei o Breakdance, parecido com o Crazy Dance. Não gosto de atrações que giram muito. Entretanto, abri uma exceção para o maravilhoso Scream Extreme, uma versão otimizada do clássico Enterprise. Passando novamente pela passarela, aproveitei para tirar fotos do carrossel Bella Musica, da montanha-russa infantil Roller Skater e de algumas outras atrações infantis que estavam presentes. Mesmo no fim do dia, encarei a onda gigante do Mile High Falls, um impressionante splash. Aproveitando que já estava molhado, segui para o Raging Rapids River Ride, um river rapids não muito emocionante, que nessa última visita estava fechado. Antes de ir embora, o Kentucky Kingdom tinha mais algumas cartas na manga: brinquedos clássicos são o forte do parque, e não pude resistir a uma volta no Himalaya e curtir o Bluebeard's Bounty, barco pirata que fica pertinho da Lightning Run. O parque está com um portfolio de atrações capaz de segurar você um dia inteiro, especialmente se for a primeira vez! O Kentucky Kingdom tem uma alimentação padrão de parques de diversão, porém com a adição de alguns lanches orgânicos. O parque não dispõe de nenhum grande restaurante de alto padrão, somente quiosques e lanchonetes. Não tive problemas com filas, nem com limpeza. Meus dois dias em 2016 foram muito divertidos, e o meu desejo de ver o parque cheio de gente foi mais do que realizado! Pena que a estrutura de alimentação não suportou tamanha quantidade de pessoas! Sob nova administração, tenho certeza que o futuro do Kentucky Kingdom será brilhante! Estar nas mãos dos mesmos donos do Dollywood me trás esperança e sinto que em uma terceira visita, verei o parque bastante diferente! Me lembro que em 2016, mesmo com todas as atrações da Feira do Frango Frito, o parque conseguia trazer visitantes para o seu lado. Sem dúvidas a melhor opção turística em Louisville! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Kentucky Kingdom? O parque temático Kentucky Kingdom fica em Louisville, Kentucky, nos Estados Unidos. Como chegar no Kentucky Kingdom? O aeroporto mais próximo é o de Louisville (SDF). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Quais são as melhores atrações do Kentucky Kingdom? Kentucky Flyer, Lightning Run e Storm Chaser. Quais são os melhores meses para visitar o Kentucky Kingdom? Maio, Junho e Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Kentucky Kingdom? Storm Chaser / Mile High Falls / Thunder Run / Eye of the Storm / Raging Rapids / T3 / Avian Adventure / Kentucky Flyer / Skycatcher / Ferris Wheel / Scream Extreme / 5D Cinema / FearFALL / Professor John's Flying Machines / Cyclos / Lightning Run Qual é a melhor dica para o Kentucky Kingdom? Reserve 2 dias: um para o Kentucky Kingdom e o outro para o Hurricane Bay (parque aquático). Ambos são incríveis e levam um dia inteiro de visita! Que tipos de comida estão disponíveis no Kentucky Kingdom? Fast-food. Meu lugar favorito para comer são as pizzas da Pizzeria Villagio, localizada próxima ao Carrossel. Quanto custa o Kentucky Kingdom? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 60 dólares americanos (R$ 300) Qual é a duração das filas no Kentucky Kingdom? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Kentucky Kingdom? https://www.kentuckykingdom.com/
- Carowinds
Perguntas frequentes do Carowinds Alguns parques temáticos se tornam nossos sonhos por conta de atrações específicas, outros por conta de um conjunto completo, e outros porque tem características únicas. O Carowinds reúne tudo isso em um espaço incrível de diversão, dividido entre dois estados: a Carolina do Norte e a Carolina do Sul. Sabe o melhor? Tem uma montanha-russa gigante que atravessa as fronteiras estaduais várias vezes. A ansiedade para estar no Carowinds era tanta que a todo momento eu colocava a cara para fora do carro para ver se eu via algum sinal da Fury 325, a maior montanha-russa em altura com subida de corrente do mundo. O Carowinds fica em Charlotte, Carolina do Norte e em Fort Mill, Carolina do Sul. Chegar nele é muito simples vindo do Aeroporto Internacional de Charlotte (CLT). Quando chegamos ao Carowinds, eu já estava tirando foto da Fury 325 do carro! Tirava foto de tudo: do trem passando por debaixo da passarela de entrada, dos portões… A fila para entrar era imensa, senão teria tirado foto também do letreiro! Mas, passamos pelas catracas de forma bem rápida, com os nossos Season Pass em mãos. Saímos em disparada pela direita e chegamos até a Fury 325. O 325 significa a altura que essa monstra chega: 325 pés ou 99 metros. Depois de uma fila de 25 minutos, finalmente encaramos a Fury - foram 2 km de montanha-russa percorrido a 152 km/h em colinas de airtime absurdas e com forças G bastante tranquilas. A Fury é como se fosse um tapete voador em alta velocidade, sendo uma experiência bastante agradável e emocionante. Confesso que eu esperava algo mais “porreta” e intenso, mas essa não é uma característica das montanhas-russas da fabricante dela. Poderia repetir a Fury 325 várias vezes, sem cansar. Do ladinho dela fica a Hurler, uma montanha-russa de madeira idêntica à Thunder Run do Kentucky Kingdom. Ela tremia menos, sendo uma experiência bastante sólida para uma de madeira. Confesso que o Carowinds merece uma conversão dela para o formato híbrido, mesmo sendo a única de madeira disponível para adultos no parque. Quem tremia para valer era a Carolina Goldrusher, uma montanha-russa com temática de mina do ano de 1973! Torno a dizer: se divertir nos anos 70 era doloroso! Matei as saudades da Star Mountain no Beto Carrero World na Carolina Cyclone, uma montanha-russa feita especialmente para o Carowinds. A Cyclone é um pouco menor que a Star, mas ela tem loop duplo, além dos dois parafusos. De todas desse modelo que já andei, a Cyclone foi uma das mais confortáveis, e o airtime dela é bem legal! Não é à toa que ela tem muitos fãs. Como o dia estava muito quente, e estávamos morrendo de fome, nos dirigimos a um local maravilhoso com ar condicionado cheio de opções diferentes para comer. Depois de um delicioso poke, me senti pronto para encarar a Intimidator, “apenas” 30 metros menor que a Fury 325. Por incrível que pareça, eu senti a Intimidator muito mais “porreta” que a Fury 325, especialmente pela natureza do percurso dela. As colinas são mais estreitas e “pontudas” que as da Fury, o que causa um airtime maior. Particularmente, eu gostei mais da Intimidator. As filas no Carowinds estavam nos castigando, e eu tive que colocar em prática toda a minha vivência em parques para poder traçar um plano em que poderíamos andar em todas. Decidi que iríamos logo à Nighthawk, porque ela era uma montanha-russa que dava bastante parada técnica e um modelo raro no mundo, então não queria arriscar ficar sem andar nela. O plano deu certo: deitamos no trem (!) e seguimos por um percurso de intensas forças G, curvas que nos faziam por cima das copas das árvores, e inversões alucinantes. Apesar da brutalidade das travas, não foi uma experiência tão desconfortável. A área infantil do Carowinds é o Camp Snoopy, lotado de brinquedos populares para crianças e tematizada de acordo como um grande acampamento na floresta. É a melhor área do parque para andar, principalmente pelas inúmeras sombras das árvores. Um dos grandes destaques do Camp Snoopy são as lojas, lotadas de muitos souvenires diferentes do beagle mais charmoso do planeta! Foi lá que eu comprei a minha camisa do Charlie Brown! No fundo do parque, fica a montanha-russa invertida Afterburn. Seu tema são os aviões de guerra estadunidenses, e seu percurso faz jus a radicalidade que era andar em uma dessas máquinas do céu. Suas inversões são bem fortes, e tem vários pontos de “hit-n-miss”, em que o trem passa muito perto dos cenários e das árvores. A Afterburn é uma das melhores montanhas-russas do Carowinds, e uma das melhores invertidas dos Estados Unidos. A próxima parada foi na montanha-russa que mais tinha curiosidade de ir em todo o Carowinds: Copperhead Strike. Ela pode parecer pequena do lado de fora, mas a Copperhead é uma verdadeira máquina de adrenalina! Seu percurso cheio de curvas e surpresas te deixa eufórico em poucos segundos. Para começar, logo na saída da estação, você já fica de cabeça para baixo e em seguida já é lançado a 80 km/h! Depois, são cinco vezes de cabeça para baixo em quase 1 km de montanha-russa. Simplesmente amei! A Copperhead Strike me lembrou uma “mini Maverick (do Cedar Point)” por ter tudo que gosto: airtime, inversões, velocidade, lançamento e intensidade. Faltavam poucas montanhas-russas, mas o tempo estava ficando apertado. Admito que fomos “imprudentes” em dar mais de 3 voltas na Copperhead Strike, mas não tinha como não repeti-la. Corremos para a Vortex, uma montanha-russa em que você vai em pé no trem! Ela é bem pequenina, mas dá um bom frio na barriga e não treme tanto. Aproveitamos que estávamos ali perto e fomos logo na Ricochet, uma montanha-russa giratória familiar. Para quem gosta de girar e dar cambalhotas alucinadamente, o Electro-Spin faz um excelente trabalho! Uma das coisas que mais gostei de ver nos visitantes do Carowinds é que todo mundo é muito radical! A fila do Ripcord, skycoaster semelhante ao Hadikali do Hopi Hari, estava muito grande! As últimas duas horas no Carowinds foram corridas, mas foram inesquecíveis. Saindo da Ricochet, pegamos a Flying Cobras sem fila. O trem dessa montanha-russa boomerang estava novinho, o que nos permitiu curtir uma boa experiência. Tínhamos tempo para fazer alguns brinquedos radicais, mas decidimos repetir a Intimidator e Fury 325, à noite. Eu tenho certeza que você também escolheria por isso. Pouco antes da queima de fogos, conseguimos ser os últimos passageiros da Kiddy Hawk, uma montanha-russa familiar suspensa e em que tivemos uma experiência terrível devido aos constantes chacoalhões. Porém, assim que saímos, ouvimos os rojões no céu. Lindos fogos de artifício iluminaram os céus de Charlotte e Fort Mill, proporcionando uma conclusão épica a um dia épico. Ainda conseguimos ver o parque iluminado durante à noite, e como estava nas festividades do evento Grand Carnivale, que homenageava o Carnaval, abusaram de cores vivas para iluminar os prédios da Main Street. Falo sem medo de errar que o Carowinds tem uma das melhores coleções de montanha-russa de todos os Estados Unidos e que merece ter seu lugar de destaque sempre. A espera de muitos anos para chegar em Charlotte e correr para o Carowinds foi compensada com aula de diversão e adrenalina dada pelas suas atrações incríveis. O quanto fui feliz nesse parque foi marcado em dois estados: na Carolina do Norte e na Carolina do Sul. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Carowinds? O parque temático Carowinds fica em Charlotte, Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Como chegar no Carowinds? O aeroporto mais perto do Carowinds é o Aeroporto Internacional de Charlotte (CLT). Para chegar ao parque de qualquer ponto da cidade, use carro ou Uber. Quais são as melhores atrações do Carowinds? Fury 325, Copperhead Strike e Intimidator. Quais são os melhores meses para visitar o Carowinds? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Carowinds? Fury 325 / Nighthawk / Intimidator / Copperhead Strike / Hurler / Carolina Cyclone / Ricochet / Vortex / Afterburn / Flying Cobras / Carolina Goldrusher / Electrospin / Drop Tower / Kiddyhawk Qual é a melhor dica para o Carowinds? Não deixe de ir na Fury 325 durante a manhã no assento da frente, logo que o parque abre, e à noite, no último assento, faltando poucos minutos para a fila fechar. Serão experiências completamente diferentes! Que tipos de comida estão disponíveis no Carowinds? Fast-food americano e italiano. Quanto custa o Carowinds? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 45 dólares americanos (R$ 250). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser! Se estiver planejando visitar outros parques da Cedar Fair na mesma viagem, considere a compra do Season Pass Platinum! Qual é a duração das filas no Carowinds? Moderadas (-60min) a intensas (+60min). Qual é o site do Carowinds? https://www.carowinds.com/
- Six Flags Over Georgia
Perguntas frequentes do Six Flags Over Georgia Atlanta tem o aeroporto mais movimentado do mundo e abriga uma das maiores diversidades culturais dos Estados Unidos. Foi diante desse cenário, que em 1967, Angus G. Wynne inaugurou seu segundo parque temático Six Flags. O Six Flags Over Georgia rapidamente se tornou um centro de referência no leste para atrações radicais e inovadoras. Isso se manteve em todos as décadas de sua existência. Antes mesmo de entrar no parque, seu coração já dispara! A Goliath é uma linda gatecoaster (montanha-russa que passa em frente ao portão de um parque), e suas curvas e quedas fazem você ficar admirando por alguns minutos. Quando chegamos ao parque, o trem estava fazendo testes! Como é bom ouvir o som de montanha-russa pela manhã. A entrada do Six Flags Over Georgia é super clássica e tradicional da arquitetura vitoriana. O parque tem uma mini main street, em que lojas (as maiores) e lanchonetes se encontram. Nas primeiras horas do dia, os personagens Looney Tunes estarão no ponto de foto das seis bandeiras, no final da rua. Nossa primeira parada foi a Georgia Scorcher, montanha-russa em pé. Sendo bastante compacta, a intensidade dela foi bastante forte nas inversões. A experiência de uma montanha-russa em pé depende muito de como você se posiciona no trem: não deixe a regulagem de altura do seu banco nem muito alta (de modo que você fique com suas panturrilhas tensas) ou muito baixa (de modo que você fique com os joelhos dobrados). O segredo, principalmente para os homens, é sentar corretamente, e verificar se nada está te machucando antes do trem partir. Seguindo o percurso pela esquerda, caímos na Dare Devil Dive, uma montanha-russa com subida vertical, queda íngreme e loopings sinistros! O mais legal desse tipo de montanha-russa é a leveza que o trem percorre os trilhos, deixando uma experiência tão agradável e radical que você não cansa de repetir! Como o dia estava chuvoso, a fila dela (como de todas as outras atrações) estava vazia, e assim, não parávamos de repeti-la! Porém, meu olho de fã incondicional do Batman viu a plaquinha de Gotham City e não pôde deixar de querer correr para ela! Que entrada magnífica! Quando cheguei em Gotham, fiquei tonto sem saber qual brinquedo eu iria primeiro! Queria muito que a The Riddler Mindbender já estivesse pronta, mas essa montanha-russa icônica da história ainda estava sendo modernizada, então corri para a Batman: The Ride. Mais uma Batman, e essa foi a melhor experiência de todas. Não senti a pressão que senti nas outras, e acredito que foi pela suavidade que o trem completava o percurso. O cenário nela também é incrível, te deixando total imerso no esconderijo que o Batman tem no Central Park de Gotham. Os souvenires no final da atração são para deixar qualquer um maluco! A área tem brinquedos para todas as idades. O The Joker Chaos Coaster é um looping gigante em alta velocidade e o Catwhoman's Whip é uma roda radical que gira inclinada e verticalmente, deixando quem a encara sujeito as mais diversas forças G. Para a família, os giros do Poison Ivy Toxic Spin, Crime Wave e do Harley Quinn Wild Whril estão presentes. Esse brinquedo da Harley Quinn foram um dos melhores momentos do dia - como não tinha fila, o operador deixou rodando sem parar uns cinco minutos! Não conseguíamos parar de rir! Quando terminou, parecia que eu tinha entrado num liquidificador! A chuva havia voltado e estávamos prestes a entrar na Goliath quando ela apertou. Fomos mesmo assim na montanha-russa, e MEU DEUS, QUE EXPERIÊNCIA MALUCA E AGRESSIVA - a chuva vira agulha em alta velocidade, e tinha que proteger MUITO meus olhos com as mãos para que não machucasse meus olhos. Saímos totalmente encharcados e mal sabíamos que íamos experimentar algo parecido muitos parques depois... Sobre a Goliath: sem defeito nenhum. Uma das melhores hiper montanhas-russas dessa fabricante que eu fui! A área infantil do Six Flags Over Georgia é enorme, e eles fundem os personagens da Liga da Justiça com os Looney Tunes em muitos diferentes brinquedos. A estrela da área é a Joker Funhouse Coaster, que infelizmente estava fechada. Mas, todos os pequenos podem ter a sensação de como é ir nos brinquedos maiores em versões menores das atrações mais populares, como a torre de queda livre. Seguindo à direita, chegamos na Dahlonega Mine Train, a única montanha-russa que inaugurou junto com o parque em 1967 e que continua operando até hoje. Como na montanha-russa de modelo e percurso parecido do Six Flags Over Texas, seu percurso é bruto e nada agradável. É preciso tomar cuidado para não se machucar. Se você deixar isso para trás, ela é mais um pedaço da história das montanhas-russas de aço! Se divertir nos anos 60 era complicado... Uma das primeiras atrações que você vê chegando no Six Flags Over Georgia é a Acrophobia, uma torre de queda livre diferente. Nomeada através da fobia de medo de altura, a atração começa a subir seus 61 metros de altura de forma giratória, dando belas vistas 360° de todo o parque. Depois disso, alguns segundos depois de chegar ao topo, os assentos caem a 80 km/h em direção ao chão! Não sei muito bem explicar para vocês o porquê, mas ela se tornou uma das minhas torres favoritas! Aliás, sabia que você vai meio que "em pé"? Quase na entrada do parque de novo, fomos numa das montanhas-russas que mais estávamos ansiosos: Twisted Cyclone. Ela é uma versão híbrida da mesma montanha-russa que hoje existe no Luna Park em Nova York. Ser híbrida tem suas vantagens: além de uma suavidade absurda no percurso, duas inversões abrilhantam o percurso, além de ter um altíssimo airtime, que é o tempo que você se sente levitar no banco. Depois de um sorvetinho tomado no Johnny Rockets, fomos para o fundo do parque, onde voamos com o Superman na Ultimate Flight, uma montanha-russa voadora! Esse é o meu tipo de favorito de montanha-russa, especialmente por poder proporcionar uma sensação única para seres humanos: voar! A liberdade de estar na posição de voo do Superman e poder abrir os braços, é inexplicável! Aproveitamos para nos divertir em mais um Justice League: Battle for Metropolis, um brinquedo em que você precisa derrotar os vilões Coringa e Lex Luthor e recuperar os heróis capturados na guerra nas ruas de Metropolis. Queria muito poder atirar direito para me gabar de uma alta pontuação, porém a cada dia que passa, sigo duvidando que isso vá acontecer. Corremos para a The Great American Scream Machine, uma montanha-russa de madeira gigante em extensão, e que tem muito carinho da população de Atlanta. Estávamos ansiosos para ver se ela nos dava algum tipo de airtime, mas ganhamos apenas dores e solavancos. Tadinha... sendo de 1973, não tem muito mais o que exigir. Subimos uma colina que existe no meio do parque e damos de cara com um lindo carrossel restaurado do ano de 1906. Esse brinquedo viajou por vários lugares antes de ter sua casa final no Six Flags Over Georgia, onde foi restaurado. Um brinquedo de carros antigos, de balões voadores e de um barquinho o fazem companhia no cantinho mais tranquilo do parque. Juro que às vezes só queria sentar ali e sentir o tempo passar ouvindo todos os brinquedos funcionarem. Por falar em ouvir brinquedos, o barulho do trem da Blue Hawk viajando pelos trilhos azuis era difícil não ouvir. Com trens novinhos em folha, essa montanha-russa de percurso ousado se tornou uma experiência muito aceitável, mesmo com sua intensidade absurda! Ela tem uma inversão extremamente rara no mundo, o loop em asas de borboleta! Chegamos na área do Velho Oeste e paramos (finalmente!) para comer alguma coisa. Comemos um sanduíche recheado de costela e cream cheese que estava delicioso! Ainda tivemos direito a um mini show do faroeste que acontecia diretamente na praça de alimentação externa. Até consideramos ir no SkyScreamer, mas queríamos curtir mais as montanhas-russas do que repetir uma atração que já estávamos indo frequentemente. Fizemos uma longa digestão enquanto a chuva caía, e assim que ela parou, fomos ao Pandemonium, um dos frisbees enormes que a Six Flags instalou nos seus parques. Aqui tematizado com um clima steampunk, consegui colocar a estratégia de olhar para um ponto fixo enquanto balançávamos e não enjoei, mas o frio na barriga estava lá presente! Como o meu amigo gosta muito de atrações de terror, entramos no que o Six Flags chama de Monster Mansion, que pensamos que era um labirinto de terror, mas na verdade era um brinquedo no melhor estilo do Raskapuska do Beto Carrero World. Bonequinhos de monstros felizes e cantantes. Passamos pelas corredeiras do Thunder River, mas desconsideramos pelo mesmo motivo do SkyScreamer: queríamos aproveitar as montanhas-russas. Lá fomos nós: até o fim do dia, revezávamos entre a Goliath e a Twisted Cyclone. Já estávamos praticamente voando depois de ser tantas vezes "ejetados" de ambas as montanhas-russas. O Six Flags Over Georgia é um excelente parque para fazer uma visita durante um stopover em Atlanta, por exemplo. É a principal atração da cidade junto com o World of Coca-Cola. Sua alimentação não é muito diferente do padrão dos parques de diversão, mas dá para se alimentar sem problemas. O parque é muito limpo e bem conservado, sendo um destaques da rede Six Flags nesses quesitos. Ficamos até o fim do dia, quando anoiteceu. Parei um pouco para admirar as últimas pessoas que ainda se divertiam na Goliath. Por algum motivo, naquela noite cheia de sereno, senti que em breve estaria de volta à Atlanta para experimentar o que ficou faltando. Nós nunca sabemos o que a vida pode aprontar, não é mesmo? --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Over Georgia? O parque temático Six Flags Over Georgia fica em Atlanta, Georgia, nos Estados Unidos. Como chegar no Six Flags Over Georgia? O aeroporto mais perto do Six Flags Over Georgia é o aeroporto da cidade de Atlanta (ATL). De transporte público, pegue o metrô até a estação de metrô Hamilton E. Holmes (linha Azul). Da estação, saem ônibus do MARTA (sistema de transporte público de Atlanta) direto para o Six Flags. Carro ou Uber são sempre boas opções. Quais são as melhores atrações do Six Flags Over Georgia? Goliath, Twisted Cyclone e Dare Devil Dive. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Over Georgia? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Over Georgia? Dare Devil Dive / Mindbender / Batman / Goliath / Georgia Scorcher / Twisted Cyclone / Dahlonega Mine Train / Joker Funhouse Train / Blue Hawk / Great American Scream Machine / Superman: Ultimate Flight / Justice League: Battle for Metropolis / Pandemonium / Acrophobia / Harley Quinn Spinsanity / Joker Chaos Coaster Qual é a melhor dica para o Six Flags Over Georgia? A fila mais demorada do parque é a da Dare Devil Dive. Procure correr para ela logo que o parque abrir, ou deixe para ir no final do dia! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Over Georgia? Fast-food americano, mexicano e italiano. Quanto custa o Six Flags Over Georgia? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 225). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo!O passaporte de 1 dia é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 225). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo! Qual é a duração das filas no Six Flags Over Georgia? moderadas (-60min) a intensas (+60min). Qual é o site do Six Flags Over Georgia? https://www.sixflags.com/overgeorgia
- Six Flags Over Texas
Perguntas frequentes do Six Flags Over Texas O ano era 1961 quando Angus G. Wynne inaugurou em Dallas o primeiro Six Flags: Over Texas. Seu nome tem significado literal e histórico: foram seis bandeiras que governaram o Texas. A criação de Angus está de pé até hoje como um dos parques temáticos mais importantes dos Estados Unidos e um dos que têm uma coleção invejável de montanhas-russas. A atmosfera da entrada do parque é dominada pela arquitetura de velho oeste estadunidense, diferente do Fiesta Texas que puxa mais para a arquitetura mexicana. O Six Flags Over Texas mostra os elementos símbolos do Texas: a estrela solitária, as botas de cowboy e os prédios envelhecidos. A praça central guarda o Silver Star Carrossel, lindíssimo, e chafarizes. Chegamos no parque bem cedo, e corremos para a histórica montanha-russa Shockwave. Inaugurada, em 1978, foi uma das montanhas-russas mais modernas do mundo na época, e até hoje, ela arrepia os mais corajosos entusiastas de adrenalina. São quase cinco vezes a força da gravidade nos seus dois loops! De fato, após o segundo loop, meus olhos ficaram levemente pretos, um "mini-apagão" causado pelo excesso de força G no corpo. O resto do percurso é muito tranquilo! Andar pelo Six Flags Over Texas pode ser complicado. O parque não tem um formato de caminhos muito bem definido, então pode acontecer de você entrar numa rua e sair em um lugar que você não está esperando, tudo muito louco. Foi assim que paramos na Runaway Mountain, uma montanha-russa tipo a Alpen Blizzard do Alpen Park (ex-Windstorm do Playcenter) no total breu (com alguns cenários de expedição e safari). Experiência bastante "agressiva" e divertida, como escapar de uma montanha de verdade! Seguíamos perdidos quando de repente nos deparamos com Gotham City, onde achamos a minha montanha-russa favorita do parque: Mr. Freeze Reverse Blast! O lançamento de ré dessa atração é supreendentemente monstruoso, feito em 3,8 segundos e alcançando incríveis 112 km/h! Depois do lançamento, é como se uma energia fluisse em você, te deixando super leve para encarar um "U" invertido de costas. Totalmente radical! Uma das melhores sensações da viagem toda. Vizinha à fábrica de sorvetes maligna do Mr. Freeze, está a famosa Batman: The Ride, a montanha-russa invertida mais famosa dos parques Six Flags. No Over Texas, sua experiência é muito similar às outras, mas notei um pouco menos de tremedeira. Seus cenários também são bem diferentes do que vi nos outros parques. Fazia muito calor no Over Texas e fomos logo almoçar no Johnny Rockets de Gotham. Que sufoco para conseguir uma mesa em dia de parque lotado! Felizmente os protocolos de covid do parque funcionaram e poucas pessoas ficavam dentro do estabelecimento. Barriga cheia, fomos para mais uma peça da história: Runaway Mine Train, uma montanha-russa de aço construída em 1966. Seu percurso é super desconfortável e pode machucar, mas vale a pena você ver como era a diversão naquela época! Não tivemos amor aos nossos estômagos e fomos para a Judge Roy Scream, uma montanha-russa de madeira dos anos 80 que fica completamente afastada do parque principal, tendo que pegar um túnel para chegar à sua estação. Tem hora que a paixão por adrenalina nos põe em enrascadas e a Judge Roy foi uma dessas. A experiência nela foi pura dor, tremia tanto que mal dava para ver o percurso. Pelo menos deu para ver o lago! Retornando pelo túnel, o Texas SkyScreamer com seus 122 metros de altura deixava a gente como formiguinhas. Esse brinquedo é o maior do mundo desse estilo, e é totalmente assustador para quem tem medo de altura! Não tínhamos vento nesse dia, mas nem imagino o quanto deve ser tenso em dias de uma simples brisa! Como já estávamos indo pro meio do dia no Six Flags Over Texas, fomos em direção às três montanhas-russas que mais tinham apelo emocional para nós: La Vibora, New Texas Giant e Titan. Se você está se perguntando porquê, o motivo é um jogo de 1999 (que talvez você tenha jogado) chamado Rollercoaster Tycoon 2. O Six Flags Over Texas era um dos cenários, e essas montanhas-russas estavam a disposição para também construirmos em outros parques. Era literalmente nossa infância virando realidade! Apesar de boa parte da tematização original do Six Flags Over Texas (referente às seis nações que governaram o estado em sua história) já tenha deixado de ser trabalhada fielmente há algum tempo, a área da Espanha permanece intacta. Todos os brinquedos conversam com a cultura espanhola e a montanha-russa La Vibora entrega tudo que promete. A experiência é como uma descida num tobogã mesmo, totalmente "livre", muito semelhante à de um toboágua. A felicidade na nossa cara era visível por ter vivido algo tão diferente do habitual. Os outros brinquedos da área espanhola são clássicos - Conquistador (barco pirata), El Diablo (megalooping), La Fiesta de las Tazas (xícaras malucas) e El Sombrero (pandeiro). Todos muito agradáveis e ajudam a desafogar as filas das grandes atrações. Seguimos finalmente para a Titan, super escondida no parque. Acho que só os locais sabem onde ela fica! Depois de algumas trombadas em becos e perguntas para funcionários, achamos a entrada da Titan, que fica ao lado da saída da Texas Giant. Passado o clássico giratório Sidewinder, a gigantesca montanha-russa laranja aparece. Seu nome não é a toa: são 1,6 km de extensão, 77 m de queda e 136,8 km/h de velocidade. Além disso, sua força G é extremamente forte: foram mais de três pontos de blackout (pequenos apagões - com a visão ficando preta) durante todo o percurso! Nosso terceiro alvo, a New Texas Giant, inaugurou uma nova era para as montanhas-russas de madeira: o esqueleto híbrido (trilho de aço e suportes de madeira). Esse novo esqueleto proporcionou montanhas-russas de madeira antigas icônicas a terem uma nova experiência muito mais emocionante - principalmente sendo verdadeiras "ejetoras": a sensação de levitação no banco acontece toda hora! Na New Texas Giant não é diferente! Seguimos pelo caminho do rio que corta o Six Flags Over Texas e passamos por atrações que servem para toda família: Antique Cars, um percurso onde dá para dirigir carros com motores antigos; Oil Derrick, uma gigantesca torre de observação tematizada como uma plataforma de petróleo; Roaring Rapids, uma corredeira selvagem e a Superman: Tower of Power, três torres de propulsão com lançamento e queda livre, agradando todos os gostos. Meu amigo que me acompanhava nessa visita, adorava ferrovias e locomotivas antigas. Apaixonado pela história ferroviária, não podíamos deixar de ir na Six Flags Railroad, que percorria todo o parque numa locomotiva em miniatura de 1901! O mais legal desse passeio é que você passa por áreas do backstage! Retornamos à Gotham City para curtir os giros da The Joker, montanha-russa que tem giros completamente aleatórios enquanto você fica sentado paralelo ao trilho. São infinitas as possibilidades de cambalhota, porém, durante nossa ida, acabamos girando pouco. Porém, o chicote da Mulher-Gato, Catwoman's Whip, compensou isso num brinquedo muito divertido e que causa um baita frio na barriga! Infelizmente os brinquedos da Arlequina, um quadrado que gira em várias direções, e do Charada, um pêndulo gigante, estavam fechados. Ainda deu tempo de curtir a Pandemonium, onde giramos mais ainda! Esse modelo já tínhamos experimentado tanto no Six Flags México quanto no Six Flags Fiesta Texas. Pela terceira vez, rimos muito e acabamos nos apegando a esse tipo de montanha-russa! Logo em frente à ela, fica o Justice League: Battle for Metropolis, um brinquedo de tiro ao alvo sensacional em que você ajuda a Liga da Justiça a capturar o Coringa e o Lex Luthor pelas ruas da cidade de Metrópolis. A partir de 2022, o Six Flags Over Texas contará com uma montanha-russa bumerangue aquática que provocará o maior splash dos Estados Unidos: Aquaman Power Wave. Mas, para não dizer que não presenciamos nenhuma atração aquática, fomos no El Aserradero, o primeiro brinquedo estilo canal de troncos construído no mundo. Uma honra poder vivenciar a história mais uma vez! Inclusive, por falar em história, ao lado da entrada do El Aserradero está a Casa Magnetica, uma das "casas malucas" mais antigas dos Estados Unidos! Antes de nos despedirmos do parque, seguimos nossa tradição de repetir a atração que mais gostamos antes de irmos embora! Na calada da noite, fomos até Gotham City e invadimos a fábrica de sorvete do Mr. Freeze para mais um lançamento sensacional na Mr. Freeze: Reverse Blast. Sério, que amor por essa atração! A caminho da saída, ficamos tentando explorar a área infantil, tematizada com a turma do Pernalonga e outros Looney Tunes. O primeiro parque Six Flags criado é enorme e cheio de atrações excelentes e surpreendentes, como eu esperava que fosse. Sua atmosfera sai totalmente do "clássico Six Flags" que as pessoas veem no Magic Mountain ou no Great Adventure, sendo bem mais tematizado e conservado. A alimentação é a clássica fast-food de parque sem restaurantes à la carte, porém existem ambientes com ar condicionado aconchegantes. O Six Flags Over Texas é a principal atração turística da cidade de Dallas (e do Texas!) e não é a toa! Nossa visita foi cheia de emoção, e o parque entregou uma boa operação, ambiente limpo e filas em constante movimento. Já são 60 anos de muita diversão e adrenalina, e tenho certeza que virão mais 60 - e que possamos todos visitá-lo de novo e de novo! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Over Texas? O parque temático Six Flags Over Texas fica em Dallas, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no Six Flags Over Texas? O aeroporto mais perto do Six Flags Over Texas é o aeroporto da cidade de Dallas (DFW). Do centro de Dallas, a única maneira de chegar ao parque é indo de carro ou de Uber. Quais são as melhores atrações do Six Flags Over Texas? Mr. Freeze Reverse Blast, Titan, New Texas Giant Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Over Texas? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Over Texas? Shockwave / Runaway Mine Train / Mr. Freeze Reverse Blast / Batman: The Ride / Harley Quinn Spinsanity / The Joker / Judge Roy Scream / Aquaman: Power Wave / Pandemonium / Justice League: Battle for Metropolis / Runaway Mountain / La Vibora / Titan / New Texas Giant / El Aserradero Qual é a melhor dica para o Six Flags Over Texas? Estude o mapa do parque bastante antes da visita para não perder tempo ficando perdido entre os milhares de caminhos diferentes! Vale também usar o GPS! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Over Texas? Fast-food americano, chinês, espanhol, mexicano e italiano. Quanto custa o Six Flags Over Texas? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 35 dólares americanos (R$ 200). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo! Qual é a duração das filas no Six Flags Over Texas? Moderadas (-60min) a intensas (+60min). Qual é o site do Six Flags Over Texas? https://www.sixflags.com/overtexas
- SeaWorld San Antonio
Perguntas frequentes do SeaWorld San Antonio O Texas é quente no verão. O estado funciona como uma transição entre os ecossistemas de floresta para árido nos Estados Unidos. Ter um SeaWorld em San Antonio funciona quase como um oásis: a possibilidade de tomar água na cabeça é certa, e assim, você consegue se refrescar enquanto explora como podemos cuidar melhor dos nossos oceanos e toda vida marinha presente nele. Um dos motivos que mais estava animado para o SeaWorld era o nado com beluga, minha primeira experiência com a vida marinha. O nado é restrito a um número muito pequeno de pessoas, e o valor acaba sendo bem elevado (USD 125). Ele acontece antes mesmo do parque abrir, no habitat privativo das belugas. A concentração é no Discovery Point, área similar ao Discovery Cove em Orlando. Depois de muitas explicações e de colocar o traje de mergulho, nos dirigimos em uma van até o lar das belugas. A beluga que esteve a fim de nos receber aquele dia foi Luna, resgatada de um vazamento de óleo criminoso no Ártico. Luna estava grávida, mas mesmo assim se sentiu confortável em interagir conosco. As outras belugas seguiram recolhidas, porém durante as nossas interações, uma delas chegou próxima, curiosa. O "nado" não é bem um nado, visto que você não pode entrar na piscina completamente para a sua segurança e para a segurança do animal. Como Luna era um animal resgatado, já estava bastante acostumada com a presença de seres humanos. A experiência consiste em você entrar com metade do seu corpo numa água extremamente congelante e acompanhar o treinador/tratador fazendo movimentos com os dedos e o corpo. A cada movimento, Luna reagia de forma diferente. No final, você tem a possibilidade de comprar fotos inflacionadas e um porta retrato também superfaturado. Eu acabei comprando na emoção de ter vivido a experiência, me pegaram direitinho rs. Você pode ver todas as experiências marinhas do SeaWorld San Antonio aqui. O Aquática (parque aquático) fica dentro do SeaWorld mas possui um ingresso separado para aproveitar. Começamos nosso dia indo numa das montanhas-russas mais legais e divertidas de toda viagem: Steel Eel. Esse monstro marinho te catapulta do banco em um percurso super suave! É aquele tipo de montanha-russa que a experiência é perfeita - pura adrenalina, sem machucados, sem dores de cabeça, alta velocidade e confortável! Almoçamos logo no início do dia para podermos ficar com o restante do nosso tempo livre e sem nos preocupar com comida. Uma coisa legal nos parques SeaWorld é a existência de grandes praças de alimentação com diversas opções de comida, e a maioria delas, saudáveis. Queríamos passar o dia inteiro indo na Steel Eel, mas tínhamos um parque inteiro para explorar e caímos na horrivelmente demorada fila da Wave Breaker. Que tortura! O sol estava bem severo e nem a experiência da atração salvou nosso humor: lenta demais. Essa montanha-russa foi inspirada nos jet-skis que o time do SeaWorld usa no resgate dos animais ao longo do Oceano Atlântico. Durante a fila, você pode ver alguns animais salvos pela rede e que passaram por reabilitação no parque. Sedentos por mais adrenalina, fomos na Great White, uma das existentes desse modelo fora de um parque Six Flags. Essa não era do Batman, mas a força de Tubarão Branco foi sentida, especialmente nos trancos recheados de pressão que ela dava na cabeça. O SeaWorld trouxe uma montanha-russa de madeira novinha, a Texas Stingray, que nos surpreendeu, servindo bastante velocidade e pouco desconforto. Inclusive, você sabia que a manutenção e conservação da madeira do trilho influencia na experiência da atração? Com base no programa do SeaWorld de encerrar a presença de orcas nos parques, a empresa tomou uma série de medidas junto à órgãos de defesa dos animais para dar um fim de vida digno às já existentes. Com isso, no lugar de comandos circenses, as orcas fazem o que elas querem na piscina e os treinadores ensinam a importância da luta contra a caça ilegal e de defesa dos nossos oceanos. Ainda com um intenso sol nas nossas cabeças, fomos experimentar o brinquedo Riptide Rescue, um carrossel voador nauseante. Definitivamente não valeu o tempo na fila. Seu vizinho era pior ainda: o SeaSwinger era uma frisbee pequeno, mas de alta intensidade, modelo igual ao do Kataplum. Não podia ser SeaWorld sem um ambiente com flamingos! As aves mais rosinhas da vida estavam tranquilamente todas juntinhas em sua lagoa em um dos milhares ambientes verdes do parque. Também passamos para dar um "boa tarde" para as tartarugas, que nadavam sem parar. Esses momentos eram perfeitos para descansar da "rotina" intensa atrás dos brinquedos radicais. Observar animais simplesmente existindo é tudo! Nos até passamos pelo Rio Loco, uma corredeira, mas a fila estava tão enorme, mas tão enorme, que tínhamos certeza que íamos mofar até a noite. Fomos no Journey Atlantis que com certeza seria muito mais top, e foi. A experiência nesse brinquedo foi tão maravilhosa quanto a Steel Eel, especialmente pelo barco fazer uma parte do percurso de gostas e a queda n'água ser tão revigorante! Antes de seguirmos ao show de encerramento, fomos dar mais uma volta pelo parque para repetirmos as atrações que mais gostamos (oi, Steel Eel). Passamos pela área infantil da Vila Sésamo, muito bonitinha e cheia de brinquedos divertidos para os pequenos. Também fomos dar um alô para os pinguins. Encerramos nosso dia com um super show de ski aquático, com direito à banda, fogos de artifícios, lasers e super profissionais! Apesar de que estávamos com a expectativa alta por conta do show do dia anterior no Six Flags Fiesta Texas, a aventura aquática do SeaWorld foi bem interessante. Foi muito "quem sabe faz ao vivo" com os esquiadores errando e acertando o tempo todo. O SeaWorld de San Antonio tem potencial para ser o melhor SeaWorld da rede, se consertar principalmente as operações lerdas e adicionar mais uma montanha-russa lendária como a Steel Eel. É um ótimo par para o Six Flags Fiesta Texas, fortalecendo o fato de que o Texas é um ótimo lugar para andar de montanha-russa. --- Perguntas frequentes: Onde fica o SeaWorld San Antonio? O parque temático SeaWorld fica em San Antonio, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no SeaWorld San Antonio? O aeroporto mais perto do SeaWorld é o aeroporto da cidade de San Antonio (SAT). De transporte público saindo do centro de San Antonio, pegue a linha de ônibus 64. Carro ou Uber são sempre ótimas opções. Quais são as melhores atrações do SeaWorld San Antonio? Steel Eel, Journey to Atlantis e Great White. Quais são os melhores meses para visitar o SeaWorld San Antonio? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do SeaWorld San Antonio? Steel Eel / Wave Breaker / Great White / Rio Loco / Texas Stingray / Riptide Rescue / SeaSwinger / Journey to Atlantis Encaixe as apresentações que deseja ver entre cada brinquedo! Qual é a melhor dica para o SeaWorld San Antonio? A experiência com um animal marinho é uma lembrança para vida toda! O dinheiro investido a mais vale a pena, especialmente quando você se sente conectado com o animal, como me senti. Caso não seja muito sua praia, dê prioridade à Steel Eel e veja como a força da gravidade atua diferente na primeira fileira e na última fileira do trem. Depois venha cá me dizer qual gostou mais! Que tipos de comida estão disponíveis no SeaWorld San Antonio? Fast-food americano, mexicano e italiano. Quanto custa o SeaWorld San Antonio? USD 72 (aproximadamente R$ 420) Qual é a duração das filas no SeaWorld San Antonio? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do SeaWorld San Antonio? https://seaworld.com/san-antonio/
- Six Flags Fiesta Texas
Perguntas frequentes do Six Flags Fiesta Texas O Texas originalmente era um estado mexicano, que proclamou a própria independência e depois se anexou aos Estados Unidos. Muito do estado carrega a cultura mexicana, e o Six Flags Fiesta Texas é o parque que mais simboliza a mistura EUA e México. Claro, com muitas montanhas-russas e uma qualidade excelente, fazendo-o ser um dos melhores Six Flags. A montanha-russa invertida Goliath te recebe logo na chegada, e ao passar pelos portões do Fiesta Texas, você já entra no clima de fiesta mexicana. Bandeirinhas coloridas, arquitetura e decoração típica, além de apresentação de mariachis e cantores, nos deixaram em um déjà-vu do Six Flags México. Nossa prioridade era a montanha-russa de trilho único, a WonderWoman Golden Lasso Coaster! Como fomos um dos primeiros a chegar, a espera não demorou tanto e logo estávamos experimentando algo único em nossas vidas. Confesso que esperava algo menos intenso e desconfortável, mas ainda assim, foi ótimo para uma primeira vez. Saímos pela cidade fictícia de Rockville (inspirada nos anos 50!) direto para a Superman: Krypton Coaster, uma das montanhas-russas sem piso mais incríveis do mundo, especialmente por ter sido construída adjacente ao maior símbolo do Six Flags Fiesta Texas: a pedreira que margeia o parque. A Superman é excelente, e sem dúvida, a melhor desse modelo que já fui, superando a Medusa do Six Flags Discovery Kingdom e a Kraken do SeaWorld. O largo e customizado percurso, assim como a sua velocidade pelas inversões me fez tomar essa decisão. O looping, que um dia foi o mais alto do mundo, é um show à parte. Chegando a Crackaxle Canyon, uma cidade de velho oeste texana steampunk, queríamos logo superar o calor e sentir mais vento na cara. O barulhinho de chocalho de cobra por perto denunciava a nossa escolha para isso: a estrela do parque, que foi a minha 200ª montanha-russa: Iron Rattler. Assim como a Superman, seu percurso usa inteiramente a diferença de altura entre o chão do parque e o alto da pedreira, o que provoca airtimes (aquela sensação de levantar do banco) extraordinários e visões inesquecíveis! Sua vizinha é a Roadrunner Express, a montanha-russa do meu personagem favorito: Papaléguas! Apesar da fila enorme, seguimos firme, e encaramos essa atração histórica! Divertida e uma ótima opção para as famílias. Em 2022, logo à sua frente, estará mais uma atração radical: a Dr. Diabolical Cliffhanger, uma montanha-russa de mergulho com aquela paradinha antes de cair na queda mais íngreme do mundo num modelo desse. A entrada do parque aquático WhiteWater Bay nos tentou, com o tamanho do calor que fazia no Texas, mas seguimos para o almoço em um ambiente felizmente com ar condicionado. Ao terminarmos, estávamos de volta ao início do parque, onde podemos olhar com mais calma toda sua arquitetura e tematização, já que havíamos feito todas as melhores atrações disponíveis. Infelizmente, naquele dia, muitos brinquedos importantes estavam em manutenção, como as montanhas-russas Boomerang, Poltergeist e Batman, além dos botes de corredeira Gully Washer e a ferrovia que passava dentro da pedreira. O curioso é que pela primeira vez, atrações em manutenção não me deixaram chateado nem triste. A experiência no Six Flags Fiesta Texas até então estava sendo maravilhosa do mesmo jeito! Quando formos na Goliath, a melhor desse modelo que já fomos, estávamos em êxtase. Como havíamos deixado ela para o meio da tarde, ela estava completamente vazia, o que fez a gente repetir várias vezes! A caminho de mais brinquedos, passamos por Spassburg e olhamos a vila germânica do Fiesta Texas com mais atenção aos detalhes... como é linda! O nível de cuidado dos jardins e das construções me deixou verdadeiramente impressionado. O brinquedo aquático do Pernalonga é um dos mais diferentões que já vi! Quando chegamos na Fiesta Bay Boardwalk, tivemos um flashback dos piers que visitamos em Houston. Chão de madeira, brinquedos clássicos, aquelas lâmpadas clássicas... A perfeição do ambiente recriado era muita! Nossos olhos se voltaram para uma montanha-russa que seria um dos modelos preferidos na nossa viagem. Já experimentado algo parecido na The Joker do Six Flags México, os giros aleatórios da Pandemonium nos fizeram rir absurdamente. A cada girada brusca, uma gargalhada! Ainda bem que teria mais várias por aí! Fiesta Bay Boardwalk tinha de tudo: roda-gigante, kart, brinquedos clássicos que giram, disco giratório... Mas a nossa curiosidade mirando o Fireball, o megalooping que foi espalhado por vários parques da Six Flags. Posso dar vários adjetivos para a sua experiência: Forte, divertido, intenso, assustador, (um pouco) desconfortável, medonho, rápido. Seguimos numa escalada radical de brinquedos no fim do dia, como as torres de queda livre do Scream, o pêndulo gigante do Coringa e as cadeirinhas giratórias do Skyscreamer. Achei também um chapéu mexicano lindo, tematizado com todos os vilões da DC Comics. Mas a verdadeira prova seria o Dare Devil Dive Flying Machines, um Super Air Race. Esse brinquedo já tinha me causado fortes enjoos na sua versão normal no Fantasilandia, e deixou o Luís completamente nauseado na versão mini no Kataplum. Agora, a versão SUPER... Depois de muitas paradas técnicas, conseguimos ir e... SOCORRO, PARECIA QUE EU TINHA ENTRADO NUMA MÁQUINA DE LAVAR! A altura só deixava o cérebro ainda mais confuso, o que leva o enjoo aumentar DEMAIS! Mas, descobri uma saída: tentar encontrar pontos fixos enquanto os braços se movimentam. O dia foi chegando ao fim e nos reunimos juntos aos outros visitantes para assistir o Rock The Night, um dos maiores e melhores shows noturnos de encerramento que já vi na vida! Apresentado pela H-E-B, esse show me tocou no coração, a medida que ele apresentava os maiores clássicos do rock através de fogos de artifícios e projeções na pedreira. Simplesmente absurdo! Fomos embora para o hotel exaustos, mas muito felizes. Não vejo a hora de voltar ao Six Flags Fiesta Texas e experimentar as novas atrações que virão e as que estavam fechadas. Definitivamente, o Texas é um lugar que uma vez só não basta. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Fiesta Texas? O parque temático Six Flags Fiesta Texas fica em San Antonio, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no Six Flags Fiesta Texas? O aeroporto mais perto do Six Flags Fiesta Texas é o aeroporto da cidade de San Antonio (SAT). De transporte público saindo do centro de San Antonio, pegue a linha de ônibus 93. Carro e Uber são sempre opções. Quais são as melhores atrações do Six Flags Fiesta Texas? Iron Rattler, Superman: Krypton Coaster, WonderWoman Golden Lasso Coaster. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Fiesta Texas? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Fiesta Texas? WonderWoman / Pandemonium / Poltergeist / Batman / Superman / Iron Rattler / Dr. Diabolical Cliffhanger / Roadrunner Express / Boomerang / Goliath / DareDevil Flying Machines / Joker / Skyscreamer / Scream / Fireball Qual é a melhor dica para o Six Flags Fiesta Texas? Não deixe de ir no último assento da Iron Rattler para você ter a maior sensação de gravidade negativa, e assim, levitar durante a maior parte do percurso! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Fiesta Texas? Fast-food americano, mexicano e italiano. Quanto custa o Six Flags Fiesta Texas? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 232). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês (R$ 75, por exemplo na Diamond), você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo! Qual é a duração das filas no Six Flags Fiesta Texas? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Six Flags Fiesta Texas? https://www.sixflags.com/fiestatexas












