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153 resultados encontrados

  • Kings Island

    Perguntas frequentes do Kings Island Quem mora no estado de Ohio, nos Estados Unidos, é abençoado pelos deuses da montanha-russa. Quatro horas de distância separam Cedar Point e Kings Island, e sendo assim, visitar o Cedar Point sem esticar para o Kings Island seria um crime. O segundo maior parque do estado de Ohio também é da mesma rede do Cedar Point, a Cedar Fair. Era possível encontrar muitas semelhanças entre os dois parques, especialmente pela turma do Snoopy e as incríveis montanhas-russas. Sério, eu estava num paraíso de montanhas-russas, e o Kings Island se mostrou muito mais que isso. Essa era minha segunda vez no Kings Island, e a animação para andar na Mystic Timbers e na Orion, as duas montanhas-russas novas do parque desde então, estava gritando! Ao passar pelos portões, me deparei com a maravilhosa International Street, uma rua principal tematizada com a arquitetura de alguns países da Europa e do próprio Estados Unidos, e que estava toda decorada para o evento Grand Carnivale. O ambiente da rua era muito charmoso, com bonitos chafarizes ao longo dela, e a torre de observação réplica da Torre Eiffel ao fundo. Por mais que eu quisesse apreciar todo charme da International Street, fiz o dever de casa de todo aventureiro e louco por parque de diversões e fui correndo para a Action Zone, aonde estava a maior montanha-russa invertida do mundo, Banshee. A montanha-russa é construída tematicamente ao redor da lenda das Banshees, criaturas sobrenaturais que conseguem sentir a morte antes dela acontecer, soltando gritos muito poderosos. Para minha surpresa, enquanto eu terminava de subir os 50 metros de altura da Banshee, um estridente grito foi solto do topo da montanha-russa antes dela cair, dando uma sensação bem legal de imersão. Depois disso, foi só passar pelas sete inversões incríveis, ficando de cabeça para baixo à 110 km/h. Rapidamente ela se tornou a melhor montanha-russa invertida que já andei até hoje, batendo até mesmo a minha queridinha Montu, do Busch Gardens Tampa. Pertinho dela, outra invertida inédita me aguardava: Invertigo. Essa montanha-russa tem o mesmíssimo percurso da Boomerang, só que com trilhos invertidos. Além disso, o seu trem coloca os passageiros de cara-a-cara um com o outro. Achei a proposta da montanha muito legal, apesar de ser bastante intensa (como a Boomerang) e incomodar um pouco com a bateção de cabeça generalizada. Gosto de montanhas-russas com bastante força G, então eu curti a experiência no total. Para fechar as montanhas-russas da Action Zone, andei na The Bat. A The Bat é uma montanha-russa suspensa, isto é, os vagões balançam à medida que o trem faz o percurso. É muito gostosinha de andar, especialmente para famílias, e em alguns momentos ela pega uma velocidade muito boa, que me arrancou alguns gritos de emoção. Melhor desse tipo que já andei! Antes de sair da Action Zone, conferi a Drop Tower e o Congo Falls, um splash com queda dupla! Mas o ponto alto foi o Delirium, um megafrisbee. Foi SENSACIONAL! A altura que ele vai é muito maior do que é possível perceber de fora, e por ele dar balançadas mais espaçadas, foi possível curtir a atração todinha sem sentir fortes enjoos ou dores de cabeça. Eu amei, queria ficar repetindo várias vezes! Esse tipo de frisbee é bem menos intenso que o Thunder do Mirabilandia, por exemplo, apesar da altura. Por ser mais tranquilo, é muito mais fácil você querer repeti-lo, como eu quis! A próxima parada foi a Adventure Express, uma montanha-russa estilo a Expedition Everest do Animal Kingdom. A atração tem uma história, da exploração de uma tumba, e contém alguns efeitos especiais (que já viram dias melhores). A atração é imperdível para famílias! Suas curvas são bem gostosinhas e ela pega uma velocidade boa. A área de Coney Mall presta homenagem ao parque de diversões que deu origem ao Kings Island, tendo um tema clássico de arquitetura vitoriana dos Estados Unidos no século XX. Tudo muito lembra os parques clássicos, e a área é cheia de brinquedos nostálgicos muito divertidos, como o Polvo, Scrambler, Bate-Bate e o Chapéu Mexicano. Essa área foi a que mais sofreu transformações, com a chegada da Orion e remoção da Vortex. Uma das montanhas-russas da área é a The Racer, uma montanha-russa de madeira dupla e corredora. Fiquei super animado que os dois lados da montanha-russa estavam funcionando, o que permitia fazer com que os trens apostassem corrida! Foi ótimo curtir o seu percurso cheio de altos e baixos! Não senti muita sensação de airtime, a sensação de sair do banco, mas a achei divertidinha! Como queria uma dessas no meu país, eu AMO montanha-russa de duelo! O Kings Island inaugurou em 2020 uma nova área temática, Area 72: uma base espacial com experimentos estranhos. A Firehawk, montanha-russa voadora que andei em 2016, saiu para dar a espaço a uma besta espacial de aço chamada Orion! A outra montanha-russa da área, a Flight of Fear, já tinha um tema especial, mas teve toda sua temática refeita e atualizada para ser uma base que sofreu uma invasão alienígena. Completamente no escuro, seu modelo é uma "tigela de espaguete", isto é, seu percurso é tão entrelaçado que parece mais um macarrão numa tigela! Foi INCRÍVEL sentir seus 86 km/h em inversões tão loucas e curvas tão perto uma da outra. Uma das minhas favoritas do parque! Ir na Orion era uma das minhas maiores expectativas em toda viagem. Ir numa giga montanha-russa é raro, ir numa giga montanha-russa em um parque que você está indo pela segunda vez enquanto mora no Brasil é mais raro ainda! É um momento que você agarra na corda da gratidão e não para de agradecer ao Universo do momento que você sai da estação até a seção de freios. Encarar os 87 metros de altura, os 91 metros de queda, a velocidade de 146 km/h e os inúmeros momentos de airtime completamente ejetor durante os três minutos de Orion foi, de fato, um dos pontos mais altos de toda viagem. Segui em direção ao Windseeker, uma torre gigante com assentos giratórios. Eu curti a sensação de estar rodando similar a um chapéu mexicano a 92 metros de altura, mas a atração só é aterrorizante mesmo para quem tem medo de altura. Fora isso, é só um passeio muito alto com a apreciação de uma bela vista da região rural de Cincinnati. Em 2016, eu fui com altas expectativas para a The Beast. Durante toda a minha vida dedicada aos estudos dos parques de diversões, eu ouvia vários relatos sobre essa montanha-russa como uma das principais e melhores montanhas-russas de madeira do mundo. Realmente, ela é a mais extensa do mundo. Foi ótimo ter a sensação de que o percurso nunca ia acabar! Mas, ao mesmo tempo, naquela época, uma tortura! Entretanto, o parque melhorou muito em cinco anos a forma da montanha-russa, e a experiência em 2021 foi maravilhosa! Mudou completamente a minha opinião sobre a The Beast. Ir nela é um momento lendário! A próxima montanha-russa é uma delícia e uma das minhas favoritas do Kings Island. Tão delícia, que eu repeti mais de 4 vezes seguidas! A Diamondback é uma hiper montanha-russa, com 70 metros de altura e velocidade máxima de 130 km/h. Tive a sensação de ser catapultado do assento várias vezes, sendo segurado só pela trava de colo. São vários sobes e desce deliciosos, que te faz um vento maravilhoso na cara! Mesmo com a irmã maior Orion, a Diamondback tem um público fiel. Você ir num parque estrangeiro e ver tapumes escondendo uma área de obra para a próxima atração do ano dá aquela sensação de pontada no coração, que é como "puxa, por pouco!". Foi assim que eu me senti ao ver a obra da Mystic Timbers em 2016. Descobrir finalmente o que tinha dentro do galpão foi mais um ponto alto da minha visita, fora o percurso extremamente sensacional da Timbers. Muitos airtimes e curvas de alta velocidade na floresta me faziam abrir um sorriso absurdo de diversão. É uma montanha-russa para toda família, e ainda assim, muito radical! O Kings Island não cansava de me surpreender. Depois de uma passadinha na Eiffel Tower para tirar umas belas fotos de cima, resolvi ir na última montanha-russa do parque: a Backlot Stunt Coaster. Achava que pelo seu tamanho seria algo bobinho, mas me enganei. Essa atração é extremamente gostosa de se andar! Seus lançamentos são bem fortinhos e é muito divertido acompanhar os efeitos especiais de fogo, névoa... Me lembrei do Test Track, do Epcot. Pontaço pro Kings Island! Finalizei o dia na Planet Snoopy, área que ganhou o prêmio de melhor área infantil do mundo em um parque temático por vários anos (e continua ganhando). Fácil entender o porquê. O astral da área é ótimo, com músicas em um som bem alto divertindo as crianças, além de ser palco de vários shows e apresentações dos personagens! Em 2016, eu não tinha andado na Flying Ace, montanha-russa da área, e ela é ótima para os pequenos terem a primeira chance de encarar algo... invertido! A alimentação do Kings Island tem uma qualidade muito boa, algo que pude comprovar durante as minhas visitas de 2016 e 2021. Perto da Diamondback, pude comer no almoço um lanche delicioso e muito bem preparado, e durante a janta, apreciava minha deliciosa pizza nas mesas da International Street. Antes de anoitecer, dei uma rápida passada na lojinha e vi várias opções de montanha-russa em miniatura para compra! São difíceis de montar, mas ficam tão bonitas depois! Ao fim do dia, observei atentamente a atmosfera do Kings Island. O parque é super astral, assim como seu irmão Cedar Point. Música tocando por todo lado, animadores interagindo e visitantes felizes curtindo os inúmeros brinquedos deixava o parque todo muito alegre. Não tive nenhum problema grave com filas (tinham no máximo 30 minutos), nem vi erros graves de conservação ou limpeza. Sem dúvidas, um dos melhores parques temáticos dos Estados Unidos! A queima de fogos fechou o dia com chave de ouro. Não é difícil chegar e sair do Kings Island. Ficando na cidade de Cincinnati, Ohio, e saindo do centro da cidade é 30 minutos de Uber/carro até o parque. Meu dia foi tão lindo, mas tão lindo, que não tinha como sair de lá sem um milhão de lembrancinhas. Eu fico tão feliz com esses parques temáticos raiz, que não precisam de tematizações megalomaníacas para fazerem as pessoas felizes que saio saltitando ao fim do dia. Não vejo a hora de voltar! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Kings Island? O parque temático Kings Island fica em Cincinnati, Ohio, nos Estados Unidos. Como chegar no Kings Island? O aeroporto mais próximo é o de Cincinnati (CVG). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Há ônibus (linha 71X) saindo do centro de Cincinnati, porém os horários são apertados. Quais são as melhores atrações do Kings Island? Banshee, Diamondback e Orion. Quais são os melhores meses para visitar o Kings Island? Maio, Junho e Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Kings Island? Orion / Flight of Fear / Windseeker / The Beast / Mystic Timbers / Diamondback / ALMOÇO / Eiffel Tower / Backlot Stunt Coaster / The Racer / Adventure Express / Delirium / Banshee / The Bat / Invertigo Qual é a melhor dica para o Kings Island? Experimente as montanhas-russas Banshee, Diamondback e Orion tanto nos assentos da frente quanto nos assentos de trás. São experiências completamente diferentes. Que tipos de comida estão disponíveis no Kings Island? Fast-food americano e italiano. Meu lugar favorito para comer é o Festhaus, restaurante climatizado na entrada do parque. Dá para encontrar pizza (incluindo pizza sem glúten), frango, hambúrgueres com queijo e hambúrgueres de bacon, macarrão com queijo, saladas e sobremesas. Quanto custa o Kings Island? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 45 dólares americanos (R$ 225). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do season pass mais simples, que sai mais em conta. Qual é a duração das filas no Kings Island? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Kings Island? https://www.visitkingsisland.com/

  • Holiday World

    Perguntas frequentes do Holiday World Todos nós conhecemos o conceito de parque temático: um parque de diversões que tem seu ambiente caracterizado por um ou vários temas. Entretanto, você já pensou em substituir “parque de diversão” por “”cidade”? Em 1856, uma pequena cidade no interior do estado de Indiana, nos Estados Unidos, gostaria de ter um posto dos correios, e para isso, teria que mudar de nome. O novo nome escolhido foi Santa Claus (“Papai Noel” em português) e daí para frente, o lugar virou uma cidade temática do Natal. Enfeitada durante os 365 dias do ano, é possível encontrar várias referências ao bom velhinho na cidade. A maior delas tenha vindo em 1945, quando foi inaugurado o primeiro parque temático do mundo: Santa Claus Land, convertido em 1984 no Holiday World. A conversão de Santa Claus Land para Holiday World foi devido à primeira grande expansão do parque, que adicionou os feriados do Halloween e Quatro de Julho. O tempo passou, e o Holiday World colocou a pequena cidade de Santa Claus no mapa dos Estados Unidos com suas excelentes montanhas-russas de madeira e um dos melhores parques aquáticos do país, o Splashin’ Safari. A viagem de Louisville dura aproximadamente 1 hora e 15 minutos por uma estrada bem movimentada. Ficamos bem surpresos com o estacionamento gratuito, mas começamos a perceber esse padrão de cortesia nos parques do interior. Começamos o dia entrando pela área do Natal, que guardava o mesmo charme da época da inauguração, inclusive preservando os mesmos brinquedos. Seguindo pela área do Halloween, fomos na primeira montanha-russa de madeira do dia: The Raven, que ganhou o prêmio de melhor do mundo entre 2000 e 2003. A experiência nela certamente já não era a mesma desses tempos áureos, mas foi um passeio divertido e cheio de tremedeira pela floresta. Um dos pontos de destaque é a queda no lago! Pertinho dela, a The Legend demonstrava ser algo muito maior: uma queda de 35 metros e uma velocidade máxima de quase 100 km/h em um percurso que se estendia por toda borda do parque aquático! Monstruosa! A qualidade do trajeto da The Legend era inquestionável: quem encarava a The Legend não tinha um minuto de paz. Desde da queda única no mundo, em formato de S, a todo momento apareciam curvas, colinas e túneis que incrementavam o passeio. No final, um helix (círculo perfeito) desafiava com uma força de gravidade bastante intensa. O nome da The Legend veio da lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, um soldado sem cabeça que vagava pelas florestas com seu cavalo e um sino anunciando sua chegada. A cada partida de trem da The Legend era possível ouvir seu sino, especialmente estando em um dos troncos do Frightful Falls, um brinquedo aquático que passava por debaixo dos trilhos da The Legend. A queda dele deixa todo mundo completamente encharcado! A tematização do Holiday World não era algo como os parques de Orlando e da Europa, mas era fofa o suficiente para você se sentir ambientado no tema proposto. O chapéu mexicano deles, o HallowSwings, se tornou o meu favorito da vida! Que lindinho! O Scarecrow Scrambler também seguia a mesma linha da fofura com as cores clássicas do Halloween: laranja e roxo. Fomos conferir os brinquedos da próxima área do parque, que homenageia o feriado da Independência dos Estados Unidos, comemorado durante o 4 de Julho. A ideia de tematização da área foi inspirada nos milhares parques de diversões itinerantes que chegam às cidades para a celebração do feriado. Mais uma vez, vários brinquedos clássicos estão presentes. Temos uma versão original do carrossel voador de controle de vento, o Eagles Flight; o Firecracker, restaurado em 2016; o Lewis & Clark Trail, um brinquedo de carros antigos; o Liberty Launch, uma torre de propulsão restaurada em 2003; o Revolution, um rotor restaurado em 2005 e o Rough Riders, um bate-bate de 1976. Para as crianças, o Holiday World construiu a Holidog's FunTown, cheia de brinquedos infantis e a mini montanha-russa The Howler. Para incrementar a área, o Holiday World fez o maravilhoso Raging Rapids, que conta com diversos pontos para molhar os visitantes e tem uma das águas mais bravas que já vi em um brinquedo desse tipo! As pessoas saíam tão encharcadas quanto o Frightful Falls. O negócio era sair dele direto para o parque aquático! Em 2006, para a comemoração do aniversário de 60 anos do parque, o Holiday World inaugurou a área de Thanksgiving, tematizada de acordo com o Dia de Ação de Graças. Sua principal atração é a gigantesca montanha-russa híbrida The Voyage, que homenageia a viagem feita pelo navio Mayflower que carregava famílias inglesas em direção aos Estados Unidos. O navio aportou no estado de Massachusetts no dia 21 de novembro de 1620, e o significado do feriado de Ação de Graças surgiu graças aos sobreviventes da viagem, que estavam gratos de estar vivos após a perda de tantas pessoas queridas. A The Voyage garantiu o prêmio de melhor montanha-russa de madeira do mundo por vários anos. Seus suportes são de aço, e seus trilhos de madeira. Seus 47 metros de queda atingem 108 km/h de velocidade máxima e o trem viaja por quase 2 km em um percurso completamente alucinante, que faz você querer repetir várias e várias vezes. A The Voyage se tornou uma das minhas montanhas-russas favoritas, e nós simplesmente acabamos presos em um loop de repetição da experiência. Saíamos da fila e entravámos de novo como se não houvesse amanhã. Como sempre amei a sensação de airtime, que é quando nosso corpo descola do banco, e a The Voyage tinha inúmeros pontos em que isso acontecia, eu estava em êxtase. Completo êxtase! Lembra do Mayflower? O Holiday World tem sua própria versão também! Aqui, ele é um clássico “barco pirata”, cheio de detalhes da época do navio original, que balança para lá e para cá. O dia no Holiday World é bem agradável, mas é sempre bom um brinquedo com ar condicionado para refrescar, né? O parque fez o Gobbler Getaway, uma atração interativa em que seu objetivo é caçar perus para o dia de Ação de Graças. Pertinho dele, outro brinquedo faz jus ao nome da área: o Turkey Whirl, um clássico giratório em cada assento são os próprios perus! Afastada das outras atrações da área de Thanksgiving, fica a estrela de aço em um parque cheio de montanhas-russas de madeira: Thunderbird. Alada, com seus assentos paralelos ao trilho, ela começa seu percurso sendo lançada a quase 100 km/h em direção a uma inversão que faz você flutuar por cima do Holiday World. O resto do percurso é extremamente gostoso, e eu enxergo a Thunderbird como uma daquelas montanhas-russas que você pode ir 100 vezes seguidas sem cansar, sem ficar com a cabeça doendo, e a centésima vez ser tão divertida quanto a primeira. Se eu já não parava de ir na The Voyage, na Thunderbird eu fiquei preso para sempre. Talvez você esteja lendo isso enquanto eu ainda estou andando na Thunderbird, sendo lançado e passando várias vezes por suas quatro inversões no meio da floresta. Do topo do Crow’s Nest, carrossel voador nas alturas que fica perto da Thunderbird, dá para ver a imensidão que é o Splashin’ Safari, parque aquático do Holiday World. Apesar do foco da viagem não ter sido parques aquáticos, aproveitamos o restante dos minutinhos do dia nos toboáguas incríveis oferecidos. O Splashin’ Safari dispõe de três montanhas-russas aquáticas, uma mais louca que a outra, e várias outras atrações de proporções gigantescas. É um dos poucos parques aquáticos dos Estados Unidos que consegue superar a qualidade dos nossos parques aquáticos no Brasil. O Holiday World é a personificação perfeita de um parque temático do interior dos Estados Unidos: seu grande chamariz são as montanhas-russas e os toboáguas de alto nível. Todo o resto do parque lembra um gigantesco bosque com brinquedos simples, mas divertidos. Sua estrutura, limpeza e operações são muito boas e sua alimentação conta com restaurantes fechados com ar condicionado e boa comida além dos tradicionais fast-food. São tantas atrações que filas não foram um problema durante todo o nosso dia. Aproveitamos até o último minuto tudo que queríamos! Fico ansioso para o Holiday World trazer a próxima grande montanha-russa para provocar mais um retorno meu ao parque. Gostaria de, no futuro, aproveitar mais a quantidade de coisas que o Splashin’ Safari oferece. Por hora, ficarão as memórias das experiências que tive em todas as quatro sensacionais montanhas-russas da cidade do Papai Noel. Puxa, agora que me lembrei! Faltou a foto com o bom velhinho no meio do mês de Julho… --- Perguntas frequentes: Onde fica o Holiday World? O parque temático Holiday World fica em Santa Claus, Indiana, nos Estados Unidos. Como chegar no Holiday World? O aeroporto mais perto do Holiday World é o Aeroporto de Louisville (SDF). Para chegar ao Holiday World, o único método é alugar um carro e dirigir até a cidade de Santa Claus. Quais são as melhores atrações do Holiday World? The Voyage, Thunderbird e The Legend. Quais são os melhores meses para visitar o Holiday World? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Holiday World? Mammoth / Wildebeest / Cheetah Chase / Thunderbird / The Voyage / Gobbler Getaway / Raging Rapids / The Legend / The Raven Qual é a melhor dica para o Holiday World? Não ignore o Splashin’ Safari! O parque aquático guarda três montanhas-russas aquáticas sensacionais: Mammoth, Cheetah Chase e Wildebeest. Reserve um tempinho logo no início do dia para ir nelas. Que tipos de comida estão disponíveis no Holiday World? Fast-food americano e culinária inglesa. Quanto custa o Holiday World? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 50 dólares americanos (R$ 250). Qual é a duração das filas no Holiday World? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Holiday World? https://www.holidayworld.com/

  • Kentucky Kingdom

    Perguntas frequentes do Kentucky Kingdom Capital do frango frito, Louisville no Kentucky é uma típica cidade americana: alguns prédios, um subúrbio desenvolvido e habitantes loucos pelo Louisville Cardinals, o time de futebol americano universitário da cidade. Mas não é só por isso que os amantes de frango ficam loucos. Eles amam adrenalina, e o Kentucky Kingdom é o ponto central da cidade. Suas atrações formam uma das experiências mais clássicas de parque de diversões, misturando atrações nostálgicas com muita adrenalina! O Kentucky Kingdom nasceu como um parque de diversões pessoal, feito por um empresário local. Durante seus anos de maiores sucesso, foi comprado pela Six Flags e depois fechado até ser recomprado pelo mesmo empresário. O parque, desde da compra em 2014, se recuperou totalmente e adicionou novas incríveis atrações. Tudo acontece nele, ou ao redor dele. Durante minha primeira visita em 2016, no mês de Agosto, estava acontecendo a Kentucky State Fair, a feira estadual do frango frito, e pude aproveitar além do Kentucky Kingdom os brinquedos e atrações da feira. Foi sensacional! Cinco anos após a primeira visita, e encontrei um parque totalmente lotado, cheio de visitantes, algo muito diferente de 2016. O parque aquático estava vibrando com o sol e mesmo não tendo roupas de banho, fiquei muito tentado não dar uma conferida na piscina. Dividido entre 2 porções, a visita começa na porção menor. Prefiro começar logo pela primeira porção e experimentar a Lightning Run, uma montanha-russa que chamou muita a atenção do mercado na época de seu lançamento pela sua suavidade e emoção. Eu pensei que a montanha-russa fosse uma máquina de airtime, a sensação de estar saindo do banco, porém acho que criei muitas expectativas. Suas curvas são incríveis, uma das montanhas-russas com um dos percursos mais doidos e criativos que já andei, mas sua sensação de airtime é normal, mesmo no último assento, onde temos mais chance de termos o airtime mais forte. Mesmo assim, a Lightning é uma delícia de andar e não desisti de repetir várias vezes. Perto dela, fica a torre de queda livre FearFall. Que acerto na escolha da compra desse modelo! A sua queda é muito intensa, mais que as torres de queda livre convencionais, como a La Tour Eiffel do Hopi Hari e a Big Tower do Beto Carrero World. Torres de queda livre para mim tem uma situação bem definida: pouco dependem da altura e velocidade para "sentir" quem mete mais medo, e sim de seu modelo, isto é, como é o corpo da torre, a arquitetura do banco, entre outros fatores. Como estava ansioso por montanha-russa, passei rapidamente pela área infantil King Louie's Playland e algumas outras atrações e atravessei a passarela em direção à Storm Chaser. Essa montanha-russa foi construída usando a estrutura da montanha-russa de madeira que já estava no local, tornando-se uma montanha-russa híbrida, unindo madeira e aço. A Storm Chaser é sensacional. Não consigo descrever em palavras quantas vezes meu coração saiu pela boca ao andar nesse bebê, e facilmente ela se tornou a minha terceira montanha-russa favorita, perdendo apenas para a Twisted Colossus do Six Flags Magic Mountain e a Maverick do Cedar Point. São muitos momentos em que você se sente pronto para voar por conta da força de gravidade negativa, sendo segurado somente pela trava de colo. O airtime é absurdo! Fui várias vezes, e todas as vezes era difícil me acostumar. O próximo passo foi a Thunder Run, montanha-russa de madeira clássica. Como eu já podia esperar, a Thunder Run me deu algumas dores de cabeça, muito devido a sua tremedeira. Tem um percurso divertido, mas nada tão espetacular. Pertinho dela, fica o Eye of the Storm, um megalooping superradical que é famoso em muitos parques Six Flags. Muito menos espetacular era a T3, montanha-russa invertida, que possui modelo igual a FireWhip do Beto Carrero World. Mesmo com os trens novos, o passeio na atração foi super desconfortável, com minha cabeça batendo muito. Acho que esse modelo não tem salvação mesmo. Atravessei o parque aquático Hurricane Bay para chegar no Skycatcher, que dispensei. Não tava afim de subir numa torre gigante com assentos pendurados por correntes em um dia de vento fortinho. Optei por uma opção mais segura e embarquei na Ferris Wheel, uma roda-gigante que, em 2016, deu para ter visões incríveis do parque, da Kentucky State Fair e da cidade de Louisville. Pertinho do Skycatcher está a montanha-russa mais recente do Kentucky Kingdom, a fofíssima Kentucky Flyer. Do lado de fora, ela pode parecer inofensiva pelo tamanho, mas quando você a experimenta, tenha certeza que você vai pular absurdamente do banco, dando uma sensação super gostosa de airtime! Junto com a Storm Chaser e a Lightning Run, o parque tem um trio impecável de montanhas-russas. Depois, comecei a refazer o Kentucky Kingdom. O primeiro brinquedo foi o Cyclos, frisbee que por fora parece tranquilo pelo seu pequeno tamanho. Mal sabia que essa coisinha seria responsável por uma pressão na cabeça absurda, fazendo o Cyclos ser o frisbee mais forte que já fui na vida. Para quem gosta de desafiar seus limites, é um prato cheio. Relaxei um pouco na Professor Jonh's Flying Machines, um brinquedo em que controlamos com a ajuda de um leme para aonde vai nosso assento voador. Bem divertido! Aproveitei para curtir uma sessão no Cinema 5D, que a cada temporada exibe um filme diferente, e dispensei o Breakdance, parecido com o Crazy Dance. Não gosto de atrações que giram muito. Entretanto, abri uma exceção para o maravilhoso Scream Extreme, uma versão otimizada do clássico Enterprise. Passando novamente pela passarela, aproveitei para tirar fotos do carrossel Bella Musica, da montanha-russa infantil Roller Skater e de algumas outras atrações infantis que estavam presentes. Mesmo no fim do dia, encarei a onda gigante do Mile High Falls, um impressionante splash. Aproveitando que já estava molhado, segui para o Raging Rapids River Ride, um river rapids não muito emocionante, que nessa última visita estava fechado. Antes de ir embora, o Kentucky Kingdom tinha mais algumas cartas na manga: brinquedos clássicos são o forte do parque, e não pude resistir a uma volta no Himalaya e curtir o Bluebeard's Bounty, barco pirata que fica pertinho da Lightning Run. O parque está com um portfolio de atrações capaz de segurar você um dia inteiro, especialmente se for a primeira vez! O Kentucky Kingdom tem uma alimentação padrão de parques de diversão, porém com a adição de alguns lanches orgânicos. O parque não dispõe de nenhum grande restaurante de alto padrão, somente quiosques e lanchonetes. Não tive problemas com filas, nem com limpeza. Meus dois dias em 2016 foram muito divertidos, e o meu desejo de ver o parque cheio de gente foi mais do que realizado! Pena que a estrutura de alimentação não suportou tamanha quantidade de pessoas! Sob nova administração, tenho certeza que o futuro do Kentucky Kingdom será brilhante! Estar nas mãos dos mesmos donos do Dollywood me trás esperança e sinto que em uma terceira visita, verei o parque bastante diferente! Me lembro que em 2016, mesmo com todas as atrações da Feira do Frango Frito, o parque conseguia trazer visitantes para o seu lado. Sem dúvidas a melhor opção turística em Louisville! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Kentucky Kingdom? O parque temático Kentucky Kingdom fica em Louisville, Kentucky, nos Estados Unidos. Como chegar no Kentucky Kingdom? O aeroporto mais próximo é o de Louisville (SDF). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Quais são as melhores atrações do Kentucky Kingdom? Kentucky Flyer, Lightning Run e Storm Chaser. Quais são os melhores meses para visitar o Kentucky Kingdom? Maio, Junho e Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Kentucky Kingdom? Storm Chaser / Mile High Falls / Thunder Run / Eye of the Storm / Raging Rapids / T3 / Avian Adventure / Kentucky Flyer / Skycatcher / Ferris Wheel / Scream Extreme / 5D Cinema / FearFALL / Professor John's Flying Machines / Cyclos / Lightning Run Qual é a melhor dica para o Kentucky Kingdom? Reserve 2 dias: um para o Kentucky Kingdom e o outro para o Hurricane Bay (parque aquático). Ambos são incríveis e levam um dia inteiro de visita! Que tipos de comida estão disponíveis no Kentucky Kingdom? Fast-food. Meu lugar favorito para comer são as pizzas da Pizzeria Villagio, localizada próxima ao Carrossel. Quanto custa o Kentucky Kingdom? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 60 dólares americanos (R$ 300) Qual é a duração das filas no Kentucky Kingdom? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Kentucky Kingdom? https://www.kentuckykingdom.com/

  • Dollywood

    Perguntas frequentes do Dollywood Na parte leste do Tennessee fica Pigeon Forge, uma cidadezinha à beira das Smoky Mountains na cordilheira dos Apalaches. Foi colocada no mapa turístico dos Estados Unidos graças à cantora Dolly Parton, nascida na região e ícone da música country. Dolly desenvolveu vários negócios que impulsionaram o desenvolvimento, entre eles um dos melhores e um dos mais bonitos parques temáticos do mundo, o Dollywood. Construído na montanha, o Dollywood carrega surpresas desde o momento que você desbrava pelos diferentes níveis de estacionamento graças ao relevo irregular e cheio de ondulações. O parque parece estar distante, e a cena dos brinquedos ao longe no vale era como um conto de fadas nas montanhas. Os lotes de vagas tinham nomes de elementos da história de Dolly Parton, como “Applejack” e “Cotton Candy”. Nosso dia começou com emoção e palpitação. Meu amigo esperava o resultado de um processo seletivo, e enquanto ele havia se retirado num canto isolado do parque aguardando a ligação, eu fui direto aproveitar a Lightning Rod, uma das montanhas-russas mais icônicas dos Estados Unidos. Motivo? Ao invés de uma subida de corrente, você é lançado, e todo o percurso ocorre na floresta! Infelizmente, a Lightning Rod estava em manutenção na nossa chegada, e como eu queria aproveitar o resto do parque com o meu amigo, eu não arredei o pé dali até ela começar a funcionar. Coincidência ou não, ela voltou a funcionar no instante em que meu amigo havia recebido uma excelente notícia! Aproveitamos várias vezes seu percurso extremamente sensacional e radical! Bruta e emocionante na medida certa! Como estava muito quente, encaramos o Smoky Mountain River Rampage, uma corredeira tranquila mas com pontos que molham interessantes. Aproveitamos também para visitar os brinquedos clássicos de parque de diversões na área County Fair, e fomos em um velho conhecido para quem jogava Rollercoaster Tycoon 3, o Skyrider. Aproveitamos e também vimos o Heartsong, filme que conta a história de Dolly Parton nas Smoky Mountains e conta com um lindo teatro. Ao lado do Heartsong, fica a estação da magnífica locomotiva Dollywood Express, um trem de 1940 alimentado a carvão, seguindo os mesmos moldes dos tempos passados. Andar nela foi como viajar no tempo. Como ficamos na frente do trem, foi interessante ver a fuligem vindo em nossa direção. Nunca havia experimentado algo assim! A Dolly é a mente criativa do parque até os presentes dias, isto é, todo o processo temático das atrações vem da cabeça dela, principalmente dos sonhos. Por ela querer sempre o Dollywood com a sua cara, ela mantém uma réplica da casa dela nas montanhas de quando era criança. Mais uma experiência de viajar no tempo! Simplesmente sem preço! É muito legal ter um toque pessoal dentro de um parque temático. Não é algo muito comum, a última vez que vi algo assim foi ver de longe o quarto do Walt Disney na Disneyland, em uma área em que o público não tem acesso. Muito do Dollywood replica uma cidade do interior do Tennessee, e podemos ver elementos típicos como celeiros, igrejas, vivendas de pássaros, estábulos, etc. Por falar nesses itens de fazenda, um balanço gigante, o Barnstormer é um dos brinquedos mais divertidos do parque, e seu frio na barriga é muito diferente e maior do que estamos acostumados em um barco pirata, por exemplo. Tem uma joia dentro do Dollywood chamada Blazing Fury, que é uma montanha-russa caseira criada pelo próprio pessoal de construção e manutenção do parque. Não espere algo super emocionante, mas repare como era a construção de brinquedos no escuro na década de 70. A atração conta a história de um fogo arrasando uma antiga cidade e os moradores têm que fugir. Tudo muito simples, mas ainda assim algo para ser apreciado com cuidado em meio a velocidade e dinamites (rs) do percurso! Como o Dollywood fica praticamente dentro das árvores, todas as montanhas-russas são verdadeiras experiências exploratórias nas Smoky Mountains. A Tennessee Tornado foi customizada para que as inversões fossem algo incrível e que proporcionasse várias sensações de quase-batida no cenário natural. São 3 inversões e uma velocidade animal de mais de 100 km/h em um percurso que faz você sentir até 4 vezes a força da gravidade! Um dos meus animais favoritos é a águia, e o Dollywood construiu uma montanha-russa com uma águia gigante na entrada! Vocês podem imaginar como eu me senti? Parecia algo como a águia da Portela (sambistas do Rio de Janeiro irão entender)! A Wild Eagle tinha o diferencial dos assentos serem paralelos ao trilho, dando a real impressão que estamos flutuando pelas copas das árvores. Mesmo com 4 inversões, é uma daquelas montanhas-russas que dá para andar várias e várias vezes, sem cansar. Como todo mundo merece brincar, o Dollywood fez a Firechaser Express, uma montanha-russa de vários lançamentos, para frente e para trás, com temática de bombeiros. O mais legal nela é que você passa por trilhos que se movem e trocam de lugar, efeitos especiais de fogo e fumaça, e quedinhas muito boas que te fazem sorrir o tempo todo! Realmente para toda família! Antes de chegar na área mais nova do parque, encontramos a Mystery Mine, uma montanha-russa parte no escuro, parte ao ar livre, que é EXTREMAMENTE FORTE. Tem tudo que tem direito: uma subida na vertical, projeções, momentos no escuro, curvas e inversões com intensa força da gravidade e quedas de gerar um frio na barriga absurda. Tudo isso num espaço pequenino, com uma temática absurda de incrível, deixando você realmente imerso numa mina abandonada e cheia de mistérios. Um pouco mais à frente, a Drop Line despencava quem a encarava de 66 metros de altura! O cenário visto do topo da torre era um dos mais bonitos que eu já vi, especialmente pelo formato circular do Dollywood dentro do vale das Grandes Montanhas Fumegantes. A torre é um show de emoção, especialmente pela queda ser extremamente surpresa e acontecer em momentos aleatórios. Ao ladinho dela, fica a montanha-russa infantil WhistlePunk Chaser, ideal para todos os pequenos, e para gente grande, a Thunderhead compre com louvor o papel de ser uma montanha-russa de madeira de alta velocidade, curvas intensas, e um percurso de fazer chegar na estação respirando forte. Alguns assentos oferecem mais agressividade do que outros, especialmente na parte de trás. Precisa-se tomar cuidado com os joelhos. Depois de terminarmos todas as montanhas-russas, fomos até a lanchonete Grist Mill perto do Barnstormer e compramos o famoso Cinnamon Bread, uma iguaria que os estadunidenses vêm de todo canto do país para provar. Nada mais é do que uma versão encorpada da nossa rabanada. Não esperava mesmo comer uma super rabanada nos Estados Unidos. Aliás, toda a gastronomia do Dollywood é um ponto altíssimo do parque, com a maior variedade de produtos que já vi dentro de um parque temático. O importante é que nos deliciamos enquanto assistimos um show country raiz do interior do Tennessee. Eu pensava que conhecia a música country… depois desse show, eu vi que não conheço nada! O fim do dia foi na lindíssima área de Wildwood Groove, que foi concebida através de um sonho que a Dolly Parton teve quando era criança. O ícone central da área é uma linda árvore cheia de borboletas, e que durante à noite, ganha vida brilhando com cores incríveis! A maior parte dos brinquedos são para toda família, como o Great Tree Swing (barco), o The Mad Mockingbird (carrossel voador giratório), a Treetop Tower (gôndolas suspensas) e a maravilhosa montanha-russa Dragonflier, que tem uma velocidade que eu amei! Andei nela no fim da noite, e foi um excelente último brinquedo! Antes de ir embora, acabei de chorar no Dollywood's Sweet Summer Nights 3D Drone & Fireworks Show, em que drones coloridos patrocinados pela Intel iluminaram o céu com figuras referentes ao Dollywood, à Dolly e à música no geral. Parecia que as músicas foram propositalmente escolhidas para tocar meu coração! Os desenhos eram sensacionais, e eu assistia atentamente sem nem piscar. Os fogos de artifício também contribuíram para um clima absurdo de especial. Após o show, parecia que eu tinha recebido uma bomba de felicidade por ter vivido um dos dias mais mágicos e perfeitos que tive dentro de um parque temático. Não consegui encontrar qualquer defeito no Dollywood, sendo o único parque tecnicamente perfeito que já fui até hoje. Todo o ambiente do parque, os brinquedos e shows, a alimentação e os seus colaboradores são uma combinação infalível de diversão e alegria. Você se sente super incentivado para levar uma lembrança da gigantesca loja na saída (eu trouxe uma pequena águia!). --- Perguntas frequentes: Onde fica o Dollywood? O parque temático Dollywood fica em Pigeon Forge, Tennessee, nos Estados Unidos. Como chegar no Dollywood? O aeroporto mais perto do Dollywood é o Aeroporto de Knoxville (TYS). Para chegar a Pigeon Forge, cidade do Dollywood, de qualquer ponto de Knoxville, use preferencialmente carro. Uber pode recusar a corrida por conta da distância. Se você preferir chegar de carro, Pigeon Forge fica 4h de distância de Atlanta, cidade do Six Flags Over Georgia, ou Charlotte, cidade do Carowinds. Quais são as melhores atrações do Dollywood? Lightning Rod, Mystery Mine e Wild Eagle. Quais são os melhores meses para visitar o Dollywood? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Dollywood? Lightning Rod / Thunderhead / Mystery Mine / DropLine / Dragonflier / Wild Eagle / Firechaser Express / Tennessee Tornado / Blazing Fury / Barnstormer / Dollywood Express / Skyrider / Heartsong / River Rampage Qual é a melhor dica para o Dollywood? Assim que abrir o parque, corra para a Lightning Rod! A montanha-russa é a melhor atração do Dollywood e costuma ser bem “temperamental” - tem horas que ela funciona e tem horas que ela está de parada técnica. Garanta sua ida nela o mais rápido que puder! Que tipos de comida estão disponíveis no Dollywood? Fast-food americano e italiano. Quanto custa o Dollywood? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 90 dólares americanos (R$ 450). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do ticket de dois dias, que sai mais em conta. Qual é a duração das filas no Dollywood? Tranquilas (-30min) a moderadas (-60min). Qual é o site do Dollywood? https://www.dollywood.com/

  • Carowinds

    Perguntas frequentes do Carowinds Alguns parques temáticos se tornam nossos sonhos por conta de atrações específicas, outros por conta de um conjunto completo, e outros porque tem características únicas. O Carowinds reúne tudo isso em um espaço incrível de diversão, dividido entre dois estados: a Carolina do Norte e a Carolina do Sul. Sabe o melhor? Tem uma montanha-russa gigante que atravessa as fronteiras estaduais várias vezes. A ansiedade para estar no Carowinds era tanta que a todo momento eu colocava a cara para fora do carro para ver se eu via algum sinal da Fury 325, a maior montanha-russa em altura com subida de corrente do mundo. O Carowinds fica em Charlotte, Carolina do Norte e em Fort Mill, Carolina do Sul. Chegar nele é muito simples vindo do Aeroporto Internacional de Charlotte (CLT). Quando chegamos ao Carowinds, eu já estava tirando foto da Fury 325 do carro! Tirava foto de tudo: do trem passando por debaixo da passarela de entrada, dos portões… A fila para entrar era imensa, senão teria tirado foto também do letreiro! Mas, passamos pelas catracas de forma bem rápida, com os nossos Season Pass em mãos. Saímos em disparada pela direita e chegamos até a Fury 325. O 325 significa a altura que essa monstra chega: 325 pés ou 99 metros. Depois de uma fila de 25 minutos, finalmente encaramos a Fury - foram 2 km de montanha-russa percorrido a 152 km/h em colinas de airtime absurdas e com forças G bastante tranquilas. A Fury é como se fosse um tapete voador em alta velocidade, sendo uma experiência bastante agradável e emocionante. Confesso que eu esperava algo mais “porreta” e intenso, mas essa não é uma característica das montanhas-russas da fabricante dela. Poderia repetir a Fury 325 várias vezes, sem cansar. Do ladinho dela fica a Hurler, uma montanha-russa de madeira idêntica à Thunder Run do Kentucky Kingdom. Ela tremia menos, sendo uma experiência bastante sólida para uma de madeira. Confesso que o Carowinds merece uma conversão dela para o formato híbrido, mesmo sendo a única de madeira disponível para adultos no parque. Quem tremia para valer era a Carolina Goldrusher, uma montanha-russa com temática de mina do ano de 1973! Torno a dizer: se divertir nos anos 70 era doloroso! Matei as saudades da Star Mountain no Beto Carrero World na Carolina Cyclone, uma montanha-russa feita especialmente para o Carowinds. A Cyclone é um pouco menor que a Star, mas ela tem loop duplo, além dos dois parafusos. De todas desse modelo que já andei, a Cyclone foi uma das mais confortáveis, e o airtime dela é bem legal! Não é à toa que ela tem muitos fãs. Como o dia estava muito quente, e estávamos morrendo de fome, nos dirigimos a um local maravilhoso com ar condicionado cheio de opções diferentes para comer. Depois de um delicioso poke, me senti pronto para encarar a Intimidator, “apenas” 30 metros menor que a Fury 325. Por incrível que pareça, eu senti a Intimidator muito mais “porreta” que a Fury 325, especialmente pela natureza do percurso dela. As colinas são mais estreitas e “pontudas” que as da Fury, o que causa um airtime maior. Particularmente, eu gostei mais da Intimidator. As filas no Carowinds estavam nos castigando, e eu tive que colocar em prática toda a minha vivência em parques para poder traçar um plano em que poderíamos andar em todas. Decidi que iríamos logo à Nighthawk, porque ela era uma montanha-russa que dava bastante parada técnica e um modelo raro no mundo, então não queria arriscar ficar sem andar nela. O plano deu certo: deitamos no trem (!) e seguimos por um percurso de intensas forças G, curvas que nos faziam por cima das copas das árvores, e inversões alucinantes. Apesar da brutalidade das travas, não foi uma experiência tão desconfortável. A área infantil do Carowinds é o Camp Snoopy, lotado de brinquedos populares para crianças e tematizada de acordo como um grande acampamento na floresta. É a melhor área do parque para andar, principalmente pelas inúmeras sombras das árvores. Um dos grandes destaques do Camp Snoopy são as lojas, lotadas de muitos souvenires diferentes do beagle mais charmoso do planeta! Foi lá que eu comprei a minha camisa do Charlie Brown! No fundo do parque, fica a montanha-russa invertida Afterburn. Seu tema são os aviões de guerra estadunidenses, e seu percurso faz jus a radicalidade que era andar em uma dessas máquinas do céu. Suas inversões são bem fortes, e tem vários pontos de “hit-n-miss”, em que o trem passa muito perto dos cenários e das árvores. A Afterburn é uma das melhores montanhas-russas do Carowinds, e uma das melhores invertidas dos Estados Unidos. A próxima parada foi na montanha-russa que mais tinha curiosidade de ir em todo o Carowinds: Copperhead Strike. Ela pode parecer pequena do lado de fora, mas a Copperhead é uma verdadeira máquina de adrenalina! Seu percurso cheio de curvas e surpresas te deixa eufórico em poucos segundos. Para começar, logo na saída da estação, você já fica de cabeça para baixo e em seguida já é lançado a 80 km/h! Depois, são cinco vezes de cabeça para baixo em quase 1 km de montanha-russa. Simplesmente amei! A Copperhead Strike me lembrou uma “mini Maverick (do Cedar Point)” por ter tudo que gosto: airtime, inversões, velocidade, lançamento e intensidade. Faltavam poucas montanhas-russas, mas o tempo estava ficando apertado. Admito que fomos “imprudentes” em dar mais de 3 voltas na Copperhead Strike, mas não tinha como não repeti-la. Corremos para a Vortex, uma montanha-russa em que você vai em pé no trem! Ela é bem pequenina, mas dá um bom frio na barriga e não treme tanto. Aproveitamos que estávamos ali perto e fomos logo na Ricochet, uma montanha-russa giratória familiar. Para quem gosta de girar e dar cambalhotas alucinadamente, o Electro-Spin faz um excelente trabalho! Uma das coisas que mais gostei de ver nos visitantes do Carowinds é que todo mundo é muito radical! A fila do Ripcord, skycoaster semelhante ao Hadikali do Hopi Hari, estava muito grande! As últimas duas horas no Carowinds foram corridas, mas foram inesquecíveis. Saindo da Ricochet, pegamos a Flying Cobras sem fila. O trem dessa montanha-russa boomerang estava novinho, o que nos permitiu curtir uma boa experiência. Tínhamos tempo para fazer alguns brinquedos radicais, mas decidimos repetir a Intimidator e Fury 325, à noite. Eu tenho certeza que você também escolheria por isso. Pouco antes da queima de fogos, conseguimos ser os últimos passageiros da Kiddy Hawk, uma montanha-russa familiar suspensa e em que tivemos uma experiência terrível devido aos constantes chacoalhões. Porém, assim que saímos, ouvimos os rojões no céu. Lindos fogos de artifício iluminaram os céus de Charlotte e Fort Mill, proporcionando uma conclusão épica a um dia épico. Ainda conseguimos ver o parque iluminado durante à noite, e como estava nas festividades do evento Grand Carnivale, que homenageava o Carnaval, abusaram de cores vivas para iluminar os prédios da Main Street. Falo sem medo de errar que o Carowinds tem uma das melhores coleções de montanha-russa de todos os Estados Unidos e que merece ter seu lugar de destaque sempre. A espera de muitos anos para chegar em Charlotte e correr para o Carowinds foi compensada com aula de diversão e adrenalina dada pelas suas atrações incríveis. O quanto fui feliz nesse parque foi marcado em dois estados: na Carolina do Norte e na Carolina do Sul. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Carowinds? O parque temático Carowinds fica em Charlotte, Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Como chegar no Carowinds? O aeroporto mais perto do Carowinds é o Aeroporto Internacional de Charlotte (CLT). Para chegar ao parque de qualquer ponto da cidade, use carro ou Uber. Quais são as melhores atrações do Carowinds? Fury 325, Copperhead Strike e Intimidator. Quais são os melhores meses para visitar o Carowinds? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Carowinds? Fury 325 / Nighthawk / Intimidator / Copperhead Strike / Hurler / Carolina Cyclone / Ricochet / Vortex / Afterburn / Flying Cobras / Carolina Goldrusher / Electrospin / Drop Tower / Kiddyhawk Qual é a melhor dica para o Carowinds? Não deixe de ir na Fury 325 durante a manhã no assento da frente, logo que o parque abre, e à noite, no último assento, faltando poucos minutos para a fila fechar. Serão experiências completamente diferentes! Que tipos de comida estão disponíveis no Carowinds? Fast-food americano e italiano. Quanto custa o Carowinds? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 45 dólares americanos (R$ 250). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser! Se estiver planejando visitar outros parques da Cedar Fair na mesma viagem, considere a compra do Season Pass Platinum! Qual é a duração das filas no Carowinds? Moderadas (-60min) a intensas (+60min). Qual é o site do Carowinds? https://www.carowinds.com/

  • Six Flags Over Georgia

    Perguntas frequentes do Six Flags Over Georgia Atlanta tem o aeroporto mais movimentado do mundo e abriga uma das maiores diversidades culturais dos Estados Unidos. Foi diante desse cenário, que em 1967, Angus G. Wynne inaugurou seu segundo parque temático Six Flags. O Six Flags Over Georgia rapidamente se tornou um centro de referência no leste para atrações radicais e inovadoras. Isso se manteve em todos as décadas de sua existência. Antes mesmo de entrar no parque, seu coração já dispara! A Goliath é uma linda gatecoaster (montanha-russa que passa em frente ao portão de um parque), e suas curvas e quedas fazem você ficar admirando por alguns minutos. Quando chegamos ao parque, o trem estava fazendo testes! Como é bom ouvir o som de montanha-russa pela manhã. A entrada do Six Flags Over Georgia é super clássica e tradicional da arquitetura vitoriana. O parque tem uma mini main street, em que lojas (as maiores) e lanchonetes se encontram. Nas primeiras horas do dia, os personagens Looney Tunes estarão no ponto de foto das seis bandeiras, no final da rua. Nossa primeira parada foi a Georgia Scorcher, montanha-russa em pé. Sendo bastante compacta, a intensidade dela foi bastante forte nas inversões. A experiência de uma montanha-russa em pé depende muito de como você se posiciona no trem: não deixe a regulagem de altura do seu banco nem muito alta (de modo que você fique com suas panturrilhas tensas) ou muito baixa (de modo que você fique com os joelhos dobrados). O segredo, principalmente para os homens, é sentar corretamente, e verificar se nada está te machucando antes do trem partir. Seguindo o percurso pela esquerda, caímos na Dare Devil Dive, uma montanha-russa com subida vertical, queda íngreme e loopings sinistros! O mais legal desse tipo de montanha-russa é a leveza que o trem percorre os trilhos, deixando uma experiência tão agradável e radical que você não cansa de repetir! Como o dia estava chuvoso, a fila dela (como de todas as outras atrações) estava vazia, e assim, não parávamos de repeti-la! Porém, meu olho de fã incondicional do Batman viu a plaquinha de Gotham City e não pôde deixar de querer correr para ela! Que entrada magnífica! Quando cheguei em Gotham, fiquei tonto sem saber qual brinquedo eu iria primeiro! Queria muito que a The Riddler Mindbender já estivesse pronta, mas essa montanha-russa icônica da história ainda estava sendo modernizada, então corri para a Batman: The Ride. Mais uma Batman, e essa foi a melhor experiência de todas. Não senti a pressão que senti nas outras, e acredito que foi pela suavidade que o trem completava o percurso. O cenário nela também é incrível, te deixando total imerso no esconderijo que o Batman tem no Central Park de Gotham. Os souvenires no final da atração são para deixar qualquer um maluco! A área tem brinquedos para todas as idades. O The Joker Chaos Coaster é um looping gigante em alta velocidade e o Catwhoman's Whip é uma roda radical que gira inclinada e verticalmente, deixando quem a encara sujeito as mais diversas forças G. Para a família, os giros do Poison Ivy Toxic Spin, Crime Wave e do Harley Quinn Wild Whril estão presentes. Esse brinquedo da Harley Quinn foram um dos melhores momentos do dia - como não tinha fila, o operador deixou rodando sem parar uns cinco minutos! Não conseguíamos parar de rir! Quando terminou, parecia que eu tinha entrado num liquidificador! A chuva havia voltado e estávamos prestes a entrar na Goliath quando ela apertou. Fomos mesmo assim na montanha-russa, e MEU DEUS, QUE EXPERIÊNCIA MALUCA E AGRESSIVA - a chuva vira agulha em alta velocidade, e tinha que proteger MUITO meus olhos com as mãos para que não machucasse meus olhos. Saímos totalmente encharcados e mal sabíamos que íamos experimentar algo parecido muitos parques depois... Sobre a Goliath: sem defeito nenhum. Uma das melhores hiper montanhas-russas dessa fabricante que eu fui! A área infantil do Six Flags Over Georgia é enorme, e eles fundem os personagens da Liga da Justiça com os Looney Tunes em muitos diferentes brinquedos. A estrela da área é a Joker Funhouse Coaster, que infelizmente estava fechada. Mas, todos os pequenos podem ter a sensação de como é ir nos brinquedos maiores em versões menores das atrações mais populares, como a torre de queda livre. Seguindo à direita, chegamos na Dahlonega Mine Train, a única montanha-russa que inaugurou junto com o parque em 1967 e que continua operando até hoje. Como na montanha-russa de modelo e percurso parecido do Six Flags Over Texas, seu percurso é bruto e nada agradável. É preciso tomar cuidado para não se machucar. Se você deixar isso para trás, ela é mais um pedaço da história das montanhas-russas de aço! Se divertir nos anos 60 era complicado... Uma das primeiras atrações que você vê chegando no Six Flags Over Georgia é a Acrophobia, uma torre de queda livre diferente. Nomeada através da fobia de medo de altura, a atração começa a subir seus 61 metros de altura de forma giratória, dando belas vistas 360° de todo o parque. Depois disso, alguns segundos depois de chegar ao topo, os assentos caem a 80 km/h em direção ao chão! Não sei muito bem explicar para vocês o porquê, mas ela se tornou uma das minhas torres favoritas! Aliás, sabia que você vai meio que "em pé"? Quase na entrada do parque de novo, fomos numa das montanhas-russas que mais estávamos ansiosos: Twisted Cyclone. Ela é uma versão híbrida da mesma montanha-russa que hoje existe no Luna Park em Nova York. Ser híbrida tem suas vantagens: além de uma suavidade absurda no percurso, duas inversões abrilhantam o percurso, além de ter um altíssimo airtime, que é o tempo que você se sente levitar no banco. Depois de um sorvetinho tomado no Johnny Rockets, fomos para o fundo do parque, onde voamos com o Superman na Ultimate Flight, uma montanha-russa voadora! Esse é o meu tipo de favorito de montanha-russa, especialmente por poder proporcionar uma sensação única para seres humanos: voar! A liberdade de estar na posição de voo do Superman e poder abrir os braços, é inexplicável! Aproveitamos para nos divertir em mais um Justice League: Battle for Metropolis, um brinquedo em que você precisa derrotar os vilões Coringa e Lex Luthor e recuperar os heróis capturados na guerra nas ruas de Metropolis. Queria muito poder atirar direito para me gabar de uma alta pontuação, porém a cada dia que passa, sigo duvidando que isso vá acontecer. Corremos para a The Great American Scream Machine, uma montanha-russa de madeira gigante em extensão, e que tem muito carinho da população de Atlanta. Estávamos ansiosos para ver se ela nos dava algum tipo de airtime, mas ganhamos apenas dores e solavancos. Tadinha... sendo de 1973, não tem muito mais o que exigir. Subimos uma colina que existe no meio do parque e damos de cara com um lindo carrossel restaurado do ano de 1906. Esse brinquedo viajou por vários lugares antes de ter sua casa final no Six Flags Over Georgia, onde foi restaurado. Um brinquedo de carros antigos, de balões voadores e de um barquinho o fazem companhia no cantinho mais tranquilo do parque. Juro que às vezes só queria sentar ali e sentir o tempo passar ouvindo todos os brinquedos funcionarem. Por falar em ouvir brinquedos, o barulho do trem da Blue Hawk viajando pelos trilhos azuis era difícil não ouvir. Com trens novinhos em folha, essa montanha-russa de percurso ousado se tornou uma experiência muito aceitável, mesmo com sua intensidade absurda! Ela tem uma inversão extremamente rara no mundo, o loop em asas de borboleta! Chegamos na área do Velho Oeste e paramos (finalmente!) para comer alguma coisa. Comemos um sanduíche recheado de costela e cream cheese que estava delicioso! Ainda tivemos direito a um mini show do faroeste que acontecia diretamente na praça de alimentação externa. Até consideramos ir no SkyScreamer, mas queríamos curtir mais as montanhas-russas do que repetir uma atração que já estávamos indo frequentemente. Fizemos uma longa digestão enquanto a chuva caía, e assim que ela parou, fomos ao Pandemonium, um dos frisbees enormes que a Six Flags instalou nos seus parques. Aqui tematizado com um clima steampunk, consegui colocar a estratégia de olhar para um ponto fixo enquanto balançávamos e não enjoei, mas o frio na barriga estava lá presente! Como o meu amigo gosta muito de atrações de terror, entramos no que o Six Flags chama de Monster Mansion, que pensamos que era um labirinto de terror, mas na verdade era um brinquedo no melhor estilo do Raskapuska do Beto Carrero World. Bonequinhos de monstros felizes e cantantes. Passamos pelas corredeiras do Thunder River, mas desconsideramos pelo mesmo motivo do SkyScreamer: queríamos aproveitar as montanhas-russas. Lá fomos nós: até o fim do dia, revezávamos entre a Goliath e a Twisted Cyclone. Já estávamos praticamente voando depois de ser tantas vezes "ejetados" de ambas as montanhas-russas. O Six Flags Over Georgia é um excelente parque para fazer uma visita durante um stopover em Atlanta, por exemplo. É a principal atração da cidade junto com o World of Coca-Cola. Sua alimentação não é muito diferente do padrão dos parques de diversão, mas dá para se alimentar sem problemas. O parque é muito limpo e bem conservado, sendo um destaques da rede Six Flags nesses quesitos. Ficamos até o fim do dia, quando anoiteceu. Parei um pouco para admirar as últimas pessoas que ainda se divertiam na Goliath. Por algum motivo, naquela noite cheia de sereno, senti que em breve estaria de volta à Atlanta para experimentar o que ficou faltando. Nós nunca sabemos o que a vida pode aprontar, não é mesmo? --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Over Georgia? O parque temático Six Flags Over Georgia fica em Atlanta, Georgia, nos Estados Unidos. Como chegar no Six Flags Over Georgia? O aeroporto mais perto do Six Flags Over Georgia é o aeroporto da cidade de Atlanta (ATL). De transporte público, pegue o metrô até a estação de metrô Hamilton E. Holmes (linha Azul). Da estação, saem ônibus do MARTA (sistema de transporte público de Atlanta) direto para o Six Flags. Carro ou Uber são sempre boas opções. Quais são as melhores atrações do Six Flags Over Georgia? Goliath, Twisted Cyclone e Dare Devil Dive. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Over Georgia? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Over Georgia? Dare Devil Dive / Mindbender / Batman / Goliath / Georgia Scorcher / Twisted Cyclone / Dahlonega Mine Train / Joker Funhouse Train / Blue Hawk / Great American Scream Machine / Superman: Ultimate Flight / Justice League: Battle for Metropolis / Pandemonium / Acrophobia / Harley Quinn Spinsanity / Joker Chaos Coaster Qual é a melhor dica para o Six Flags Over Georgia? A fila mais demorada do parque é a da Dare Devil Dive. Procure correr para ela logo que o parque abrir, ou deixe para ir no final do dia! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Over Georgia? Fast-food americano, mexicano e italiano. Quanto custa o Six Flags Over Georgia? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 225). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo!O passaporte de 1 dia é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 225). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo! Qual é a duração das filas no Six Flags Over Georgia? moderadas (-60min) a intensas (+60min). Qual é o site do Six Flags Over Georgia? https://www.sixflags.com/overgeorgia

  • Six Flags Over Texas

    Perguntas frequentes do Six Flags Over Texas O ano era 1961 quando Angus G. Wynne inaugurou em Dallas o primeiro Six Flags: Over Texas. Seu nome tem significado literal e histórico: foram seis bandeiras que governaram o Texas. A criação de Angus está de pé até hoje como um dos parques temáticos mais importantes dos Estados Unidos e um dos que têm uma coleção invejável de montanhas-russas. A atmosfera da entrada do parque é dominada pela arquitetura de velho oeste estadunidense, diferente do Fiesta Texas que puxa mais para a arquitetura mexicana. O Six Flags Over Texas mostra os elementos símbolos do Texas: a estrela solitária, as botas de cowboy e os prédios envelhecidos. A praça central guarda o Silver Star Carrossel, lindíssimo, e chafarizes. Chegamos no parque bem cedo, e corremos para a histórica montanha-russa Shockwave. Inaugurada, em 1978, foi uma das montanhas-russas mais modernas do mundo na época, e até hoje, ela arrepia os mais corajosos entusiastas de adrenalina. São quase cinco vezes a força da gravidade nos seus dois loops! De fato, após o segundo loop, meus olhos ficaram levemente pretos, um "mini-apagão" causado pelo excesso de força G no corpo. O resto do percurso é muito tranquilo! Andar pelo Six Flags Over Texas pode ser complicado. O parque não tem um formato de caminhos muito bem definido, então pode acontecer de você entrar numa rua e sair em um lugar que você não está esperando, tudo muito louco. Foi assim que paramos na Runaway Mountain, uma montanha-russa tipo a Alpen Blizzard do Alpen Park (ex-Windstorm do Playcenter) no total breu (com alguns cenários de expedição e safari). Experiência bastante "agressiva" e divertida, como escapar de uma montanha de verdade! Seguíamos perdidos quando de repente nos deparamos com Gotham City, onde achamos a minha montanha-russa favorita do parque: Mr. Freeze Reverse Blast! O lançamento de ré dessa atração é supreendentemente monstruoso, feito em 3,8 segundos e alcançando incríveis 112 km/h! Depois do lançamento, é como se uma energia fluisse em você, te deixando super leve para encarar um "U" invertido de costas. Totalmente radical! Uma das melhores sensações da viagem toda. Vizinha à fábrica de sorvetes maligna do Mr. Freeze, está a famosa Batman: The Ride, a montanha-russa invertida mais famosa dos parques Six Flags. No Over Texas, sua experiência é muito similar às outras, mas notei um pouco menos de tremedeira. Seus cenários também são bem diferentes do que vi nos outros parques. Fazia muito calor no Over Texas e fomos logo almoçar no Johnny Rockets de Gotham. Que sufoco para conseguir uma mesa em dia de parque lotado! Felizmente os protocolos de covid do parque funcionaram e poucas pessoas ficavam dentro do estabelecimento. Barriga cheia, fomos para mais uma peça da história: Runaway Mine Train, uma montanha-russa de aço construída em 1966. Seu percurso é super desconfortável e pode machucar, mas vale a pena você ver como era a diversão naquela época! Não tivemos amor aos nossos estômagos e fomos para a Judge Roy Scream, uma montanha-russa de madeira dos anos 80 que fica completamente afastada do parque principal, tendo que pegar um túnel para chegar à sua estação. Tem hora que a paixão por adrenalina nos põe em enrascadas e a Judge Roy foi uma dessas. A experiência nela foi pura dor, tremia tanto que mal dava para ver o percurso. Pelo menos deu para ver o lago! Retornando pelo túnel, o Texas SkyScreamer com seus 122 metros de altura deixava a gente como formiguinhas. Esse brinquedo é o maior do mundo desse estilo, e é totalmente assustador para quem tem medo de altura! Não tínhamos vento nesse dia, mas nem imagino o quanto deve ser tenso em dias de uma simples brisa! Como já estávamos indo pro meio do dia no Six Flags Over Texas, fomos em direção às três montanhas-russas que mais tinham apelo emocional para nós: La Vibora, New Texas Giant e Titan. Se você está se perguntando porquê, o motivo é um jogo de 1999 (que talvez você tenha jogado) chamado Rollercoaster Tycoon 2. O Six Flags Over Texas era um dos cenários, e essas montanhas-russas estavam a disposição para também construirmos em outros parques. Era literalmente nossa infância virando realidade! Apesar de boa parte da tematização original do Six Flags Over Texas (referente às seis nações que governaram o estado em sua história) já tenha deixado de ser trabalhada fielmente há algum tempo, a área da Espanha permanece intacta. Todos os brinquedos conversam com a cultura espanhola e a montanha-russa La Vibora entrega tudo que promete. A experiência é como uma descida num tobogã mesmo, totalmente "livre", muito semelhante à de um toboágua. A felicidade na nossa cara era visível por ter vivido algo tão diferente do habitual. Os outros brinquedos da área espanhola são clássicos - Conquistador (barco pirata), El Diablo (megalooping), La Fiesta de las Tazas (xícaras malucas) e El Sombrero (pandeiro). Todos muito agradáveis e ajudam a desafogar as filas das grandes atrações. Seguimos finalmente para a Titan, super escondida no parque. Acho que só os locais sabem onde ela fica! Depois de algumas trombadas em becos e perguntas para funcionários, achamos a entrada da Titan, que fica ao lado da saída da Texas Giant. Passado o clássico giratório Sidewinder, a gigantesca montanha-russa laranja aparece. Seu nome não é a toa: são 1,6 km de extensão, 77 m de queda e 136,8 km/h de velocidade. Além disso, sua força G é extremamente forte: foram mais de três pontos de blackout (pequenos apagões - com a visão ficando preta) durante todo o percurso! Nosso terceiro alvo, a New Texas Giant, inaugurou uma nova era para as montanhas-russas de madeira: o esqueleto híbrido (trilho de aço e suportes de madeira). Esse novo esqueleto proporcionou montanhas-russas de madeira antigas icônicas a terem uma nova experiência muito mais emocionante - principalmente sendo verdadeiras "ejetoras": a sensação de levitação no banco acontece toda hora! Na New Texas Giant não é diferente! Seguimos pelo caminho do rio que corta o Six Flags Over Texas e passamos por atrações que servem para toda família: Antique Cars, um percurso onde dá para dirigir carros com motores antigos; Oil Derrick, uma gigantesca torre de observação tematizada como uma plataforma de petróleo; Roaring Rapids, uma corredeira selvagem e a Superman: Tower of Power, três torres de propulsão com lançamento e queda livre, agradando todos os gostos. Meu amigo que me acompanhava nessa visita, adorava ferrovias e locomotivas antigas. Apaixonado pela história ferroviária, não podíamos deixar de ir na Six Flags Railroad, que percorria todo o parque numa locomotiva em miniatura de 1901! O mais legal desse passeio é que você passa por áreas do backstage! Retornamos à Gotham City para curtir os giros da The Joker, montanha-russa que tem giros completamente aleatórios enquanto você fica sentado paralelo ao trilho. São infinitas as possibilidades de cambalhota, porém, durante nossa ida, acabamos girando pouco. Porém, o chicote da Mulher-Gato, Catwoman's Whip, compensou isso num brinquedo muito divertido e que causa um baita frio na barriga! Infelizmente os brinquedos da Arlequina, um quadrado que gira em várias direções, e do Charada, um pêndulo gigante, estavam fechados. Ainda deu tempo de curtir a Pandemonium, onde giramos mais ainda! Esse modelo já tínhamos experimentado tanto no Six Flags México quanto no Six Flags Fiesta Texas. Pela terceira vez, rimos muito e acabamos nos apegando a esse tipo de montanha-russa! Logo em frente à ela, fica o Justice League: Battle for Metropolis, um brinquedo de tiro ao alvo sensacional em que você ajuda a Liga da Justiça a capturar o Coringa e o Lex Luthor pelas ruas da cidade de Metrópolis. A partir de 2022, o Six Flags Over Texas contará com uma montanha-russa bumerangue aquática que provocará o maior splash dos Estados Unidos: Aquaman Power Wave. Mas, para não dizer que não presenciamos nenhuma atração aquática, fomos no El Aserradero, o primeiro brinquedo estilo canal de troncos construído no mundo. Uma honra poder vivenciar a história mais uma vez! Inclusive, por falar em história, ao lado da entrada do El Aserradero está a Casa Magnetica, uma das "casas malucas" mais antigas dos Estados Unidos! Antes de nos despedirmos do parque, seguimos nossa tradição de repetir a atração que mais gostamos antes de irmos embora! Na calada da noite, fomos até Gotham City e invadimos a fábrica de sorvete do Mr. Freeze para mais um lançamento sensacional na Mr. Freeze: Reverse Blast. Sério, que amor por essa atração! A caminho da saída, ficamos tentando explorar a área infantil, tematizada com a turma do Pernalonga e outros Looney Tunes. O primeiro parque Six Flags criado é enorme e cheio de atrações excelentes e surpreendentes, como eu esperava que fosse. Sua atmosfera sai totalmente do "clássico Six Flags" que as pessoas veem no Magic Mountain ou no Great Adventure, sendo bem mais tematizado e conservado. A alimentação é a clássica fast-food de parque sem restaurantes à la carte, porém existem ambientes com ar condicionado aconchegantes. O Six Flags Over Texas é a principal atração turística da cidade de Dallas (e do Texas!) e não é a toa! Nossa visita foi cheia de emoção, e o parque entregou uma boa operação, ambiente limpo e filas em constante movimento. Já são 60 anos de muita diversão e adrenalina, e tenho certeza que virão mais 60 - e que possamos todos visitá-lo de novo e de novo! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Over Texas? O parque temático Six Flags Over Texas fica em Dallas, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no Six Flags Over Texas? O aeroporto mais perto do Six Flags Over Texas é o aeroporto da cidade de Dallas (DFW). Do centro de Dallas, a única maneira de chegar ao parque é indo de carro ou de Uber. Quais são as melhores atrações do Six Flags Over Texas? Mr. Freeze Reverse Blast, Titan, New Texas Giant Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Over Texas? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Over Texas? Shockwave / Runaway Mine Train / Mr. Freeze Reverse Blast / Batman: The Ride / Harley Quinn Spinsanity / The Joker / Judge Roy Scream / Aquaman: Power Wave / Pandemonium / Justice League: Battle for Metropolis / Runaway Mountain / La Vibora / Titan / New Texas Giant / El Aserradero Qual é a melhor dica para o Six Flags Over Texas? Estude o mapa do parque bastante antes da visita para não perder tempo ficando perdido entre os milhares de caminhos diferentes! Vale também usar o GPS! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Over Texas? Fast-food americano, chinês, espanhol, mexicano e italiano. Quanto custa o Six Flags Over Texas? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 35 dólares americanos (R$ 200). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês, você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo! Qual é a duração das filas no Six Flags Over Texas? Moderadas (-60min) a intensas (+60min). Qual é o site do Six Flags Over Texas? https://www.sixflags.com/overtexas

  • SeaWorld San Antonio

    Perguntas frequentes do SeaWorld San Antonio O Texas é quente no verão. O estado funciona como uma transição entre os ecossistemas de floresta para árido nos Estados Unidos. Ter um SeaWorld em San Antonio funciona quase como um oásis: a possibilidade de tomar água na cabeça é certa, e assim, você consegue se refrescar enquanto explora como podemos cuidar melhor dos nossos oceanos e toda vida marinha presente nele. Um dos motivos que mais estava animado para o SeaWorld era o nado com beluga, minha primeira experiência com a vida marinha. O nado é restrito a um número muito pequeno de pessoas, e o valor acaba sendo bem elevado (USD 125). Ele acontece antes mesmo do parque abrir, no habitat privativo das belugas. A concentração é no Discovery Point, área similar ao Discovery Cove em Orlando. Depois de muitas explicações e de colocar o traje de mergulho, nos dirigimos em uma van até o lar das belugas. A beluga que esteve a fim de nos receber aquele dia foi Luna, resgatada de um vazamento de óleo criminoso no Ártico. Luna estava grávida, mas mesmo assim se sentiu confortável em interagir conosco. As outras belugas seguiram recolhidas, porém durante as nossas interações, uma delas chegou próxima, curiosa. O "nado" não é bem um nado, visto que você não pode entrar na piscina completamente para a sua segurança e para a segurança do animal. Como Luna era um animal resgatado, já estava bastante acostumada com a presença de seres humanos. A experiência consiste em você entrar com metade do seu corpo numa água extremamente congelante e acompanhar o treinador/tratador fazendo movimentos com os dedos e o corpo. A cada movimento, Luna reagia de forma diferente. No final, você tem a possibilidade de comprar fotos inflacionadas e um porta retrato também superfaturado. Eu acabei comprando na emoção de ter vivido a experiência, me pegaram direitinho rs. Você pode ver todas as experiências marinhas do SeaWorld San Antonio aqui. O Aquática (parque aquático) fica dentro do SeaWorld mas possui um ingresso separado para aproveitar. Começamos nosso dia indo numa das montanhas-russas mais legais e divertidas de toda viagem: Steel Eel. Esse monstro marinho te catapulta do banco em um percurso super suave! É aquele tipo de montanha-russa que a experiência é perfeita - pura adrenalina, sem machucados, sem dores de cabeça, alta velocidade e confortável! Almoçamos logo no início do dia para podermos ficar com o restante do nosso tempo livre e sem nos preocupar com comida. Uma coisa legal nos parques SeaWorld é a existência de grandes praças de alimentação com diversas opções de comida, e a maioria delas, saudáveis. Queríamos passar o dia inteiro indo na Steel Eel, mas tínhamos um parque inteiro para explorar e caímos na horrivelmente demorada fila da Wave Breaker. Que tortura! O sol estava bem severo e nem a experiência da atração salvou nosso humor: lenta demais. Essa montanha-russa foi inspirada nos jet-skis que o time do SeaWorld usa no resgate dos animais ao longo do Oceano Atlântico. Durante a fila, você pode ver alguns animais salvos pela rede e que passaram por reabilitação no parque. Sedentos por mais adrenalina, fomos na Great White, uma das existentes desse modelo fora de um parque Six Flags. Essa não era do Batman, mas a força de Tubarão Branco foi sentida, especialmente nos trancos recheados de pressão que ela dava na cabeça. O SeaWorld trouxe uma montanha-russa de madeira novinha, a Texas Stingray, que nos surpreendeu, servindo bastante velocidade e pouco desconforto. Inclusive, você sabia que a manutenção e conservação da madeira do trilho influencia na experiência da atração? Com base no programa do SeaWorld de encerrar a presença de orcas nos parques, a empresa tomou uma série de medidas junto à órgãos de defesa dos animais para dar um fim de vida digno às já existentes. Com isso, no lugar de comandos circenses, as orcas fazem o que elas querem na piscina e os treinadores ensinam a importância da luta contra a caça ilegal e de defesa dos nossos oceanos. Ainda com um intenso sol nas nossas cabeças, fomos experimentar o brinquedo Riptide Rescue, um carrossel voador nauseante. Definitivamente não valeu o tempo na fila. Seu vizinho era pior ainda: o SeaSwinger era uma frisbee pequeno, mas de alta intensidade, modelo igual ao do Kataplum. Não podia ser SeaWorld sem um ambiente com flamingos! As aves mais rosinhas da vida estavam tranquilamente todas juntinhas em sua lagoa em um dos milhares ambientes verdes do parque. Também passamos para dar um "boa tarde" para as tartarugas, que nadavam sem parar. Esses momentos eram perfeitos para descansar da "rotina" intensa atrás dos brinquedos radicais. Observar animais simplesmente existindo é tudo! Nos até passamos pelo Rio Loco, uma corredeira, mas a fila estava tão enorme, mas tão enorme, que tínhamos certeza que íamos mofar até a noite. Fomos no Journey Atlantis que com certeza seria muito mais top, e foi. A experiência nesse brinquedo foi tão maravilhosa quanto a Steel Eel, especialmente pelo barco fazer uma parte do percurso de gostas e a queda n'água ser tão revigorante! Antes de seguirmos ao show de encerramento, fomos dar mais uma volta pelo parque para repetirmos as atrações que mais gostamos (oi, Steel Eel). Passamos pela área infantil da Vila Sésamo, muito bonitinha e cheia de brinquedos divertidos para os pequenos. Também fomos dar um alô para os pinguins. Encerramos nosso dia com um super show de ski aquático, com direito à banda, fogos de artifícios, lasers e super profissionais! Apesar de que estávamos com a expectativa alta por conta do show do dia anterior no Six Flags Fiesta Texas, a aventura aquática do SeaWorld foi bem interessante. Foi muito "quem sabe faz ao vivo" com os esquiadores errando e acertando o tempo todo. O SeaWorld de San Antonio tem potencial para ser o melhor SeaWorld da rede, se consertar principalmente as operações lerdas e adicionar mais uma montanha-russa lendária como a Steel Eel. É um ótimo par para o Six Flags Fiesta Texas, fortalecendo o fato de que o Texas é um ótimo lugar para andar de montanha-russa. --- Perguntas frequentes: Onde fica o SeaWorld San Antonio? O parque temático SeaWorld fica em San Antonio, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no SeaWorld San Antonio? O aeroporto mais perto do SeaWorld é o aeroporto da cidade de San Antonio (SAT). De transporte público saindo do centro de San Antonio, pegue a linha de ônibus 64. Carro ou Uber são sempre ótimas opções. Quais são as melhores atrações do SeaWorld San Antonio? Steel Eel, Journey to Atlantis e Great White. Quais são os melhores meses para visitar o SeaWorld San Antonio? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do SeaWorld San Antonio? Steel Eel / Wave Breaker / Great White / Rio Loco / Texas Stingray / Riptide Rescue / SeaSwinger / Journey to Atlantis Encaixe as apresentações que deseja ver entre cada brinquedo! Qual é a melhor dica para o SeaWorld San Antonio? A experiência com um animal marinho é uma lembrança para vida toda! O dinheiro investido a mais vale a pena, especialmente quando você se sente conectado com o animal, como me senti. Caso não seja muito sua praia, dê prioridade à Steel Eel e veja como a força da gravidade atua diferente na primeira fileira e na última fileira do trem. Depois venha cá me dizer qual gostou mais! Que tipos de comida estão disponíveis no SeaWorld San Antonio? Fast-food americano, mexicano e italiano. Quanto custa o SeaWorld San Antonio? USD 72 (aproximadamente R$ 420) Qual é a duração das filas no SeaWorld San Antonio? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do SeaWorld San Antonio? https://seaworld.com/san-antonio/

  • Six Flags Fiesta Texas

    Perguntas frequentes do Six Flags Fiesta Texas O Texas originalmente era um estado mexicano, que proclamou a própria independência e depois se anexou aos Estados Unidos. Muito do estado carrega a cultura mexicana, e o Six Flags Fiesta Texas é o parque que mais simboliza a mistura EUA e México. Claro, com muitas montanhas-russas e uma qualidade excelente, fazendo-o ser um dos melhores Six Flags. A montanha-russa invertida Goliath te recebe logo na chegada, e ao passar pelos portões do Fiesta Texas, você já entra no clima de fiesta mexicana. Bandeirinhas coloridas, arquitetura e decoração típica, além de apresentação de mariachis e cantores, nos deixaram em um déjà-vu do Six Flags México. Nossa prioridade era a montanha-russa de trilho único, a WonderWoman Golden Lasso Coaster! Como fomos um dos primeiros a chegar, a espera não demorou tanto e logo estávamos experimentando algo único em nossas vidas. Confesso que esperava algo menos intenso e desconfortável, mas ainda assim, foi ótimo para uma primeira vez. Saímos pela cidade fictícia de Rockville (inspirada nos anos 50!) direto para a Superman: Krypton Coaster, uma das montanhas-russas sem piso mais incríveis do mundo, especialmente por ter sido construída adjacente ao maior símbolo do Six Flags Fiesta Texas: a pedreira que margeia o parque. A Superman é excelente, e sem dúvida, a melhor desse modelo que já fui, superando a Medusa do Six Flags Discovery Kingdom e a Kraken do SeaWorld. O largo e customizado percurso, assim como a sua velocidade pelas inversões me fez tomar essa decisão. O looping, que um dia foi o mais alto do mundo, é um show à parte. Chegando a Crackaxle Canyon, uma cidade de velho oeste texana steampunk, queríamos logo superar o calor e sentir mais vento na cara. O barulhinho de chocalho de cobra por perto denunciava a nossa escolha para isso: a estrela do parque, que foi a minha 200ª montanha-russa: Iron Rattler. Assim como a Superman, seu percurso usa inteiramente a diferença de altura entre o chão do parque e o alto da pedreira, o que provoca airtimes (aquela sensação de levantar do banco) extraordinários e visões inesquecíveis! Sua vizinha é a Roadrunner Express, a montanha-russa do meu personagem favorito: Papaléguas! Apesar da fila enorme, seguimos firme, e encaramos essa atração histórica! Divertida e uma ótima opção para as famílias. Em 2022, logo à sua frente, estará mais uma atração radical: a Dr. Diabolical Cliffhanger, uma montanha-russa de mergulho com aquela paradinha antes de cair na queda mais íngreme do mundo num modelo desse. A entrada do parque aquático WhiteWater Bay nos tentou, com o tamanho do calor que fazia no Texas, mas seguimos para o almoço em um ambiente felizmente com ar condicionado. Ao terminarmos, estávamos de volta ao início do parque, onde podemos olhar com mais calma toda sua arquitetura e tematização, já que havíamos feito todas as melhores atrações disponíveis. Infelizmente, naquele dia, muitos brinquedos importantes estavam em manutenção, como as montanhas-russas Boomerang, Poltergeist e Batman, além dos botes de corredeira Gully Washer e a ferrovia que passava dentro da pedreira. O curioso é que pela primeira vez, atrações em manutenção não me deixaram chateado nem triste. A experiência no Six Flags Fiesta Texas até então estava sendo maravilhosa do mesmo jeito! Quando formos na Goliath, a melhor desse modelo que já fomos, estávamos em êxtase. Como havíamos deixado ela para o meio da tarde, ela estava completamente vazia, o que fez a gente repetir várias vezes! A caminho de mais brinquedos, passamos por Spassburg e olhamos a vila germânica do Fiesta Texas com mais atenção aos detalhes... como é linda! O nível de cuidado dos jardins e das construções me deixou verdadeiramente impressionado. O brinquedo aquático do Pernalonga é um dos mais diferentões que já vi! Quando chegamos na Fiesta Bay Boardwalk, tivemos um flashback dos piers que visitamos em Houston. Chão de madeira, brinquedos clássicos, aquelas lâmpadas clássicas... A perfeição do ambiente recriado era muita! Nossos olhos se voltaram para uma montanha-russa que seria um dos modelos preferidos na nossa viagem. Já experimentado algo parecido na The Joker do Six Flags México, os giros aleatórios da Pandemonium nos fizeram rir absurdamente. A cada girada brusca, uma gargalhada! Ainda bem que teria mais várias por aí! Fiesta Bay Boardwalk tinha de tudo: roda-gigante, kart, brinquedos clássicos que giram, disco giratório... Mas a nossa curiosidade mirando o Fireball, o megalooping que foi espalhado por vários parques da Six Flags. Posso dar vários adjetivos para a sua experiência: Forte, divertido, intenso, assustador, (um pouco) desconfortável, medonho, rápido. Seguimos numa escalada radical de brinquedos no fim do dia, como as torres de queda livre do Scream, o pêndulo gigante do Coringa e as cadeirinhas giratórias do Skyscreamer. Achei também um chapéu mexicano lindo, tematizado com todos os vilões da DC Comics. Mas a verdadeira prova seria o Dare Devil Dive Flying Machines, um Super Air Race. Esse brinquedo já tinha me causado fortes enjoos na sua versão normal no Fantasilandia, e deixou o Luís completamente nauseado na versão mini no Kataplum. Agora, a versão SUPER... Depois de muitas paradas técnicas, conseguimos ir e... SOCORRO, PARECIA QUE EU TINHA ENTRADO NUMA MÁQUINA DE LAVAR! A altura só deixava o cérebro ainda mais confuso, o que leva o enjoo aumentar DEMAIS! Mas, descobri uma saída: tentar encontrar pontos fixos enquanto os braços se movimentam. O dia foi chegando ao fim e nos reunimos juntos aos outros visitantes para assistir o Rock The Night, um dos maiores e melhores shows noturnos de encerramento que já vi na vida! Apresentado pela H-E-B, esse show me tocou no coração, a medida que ele apresentava os maiores clássicos do rock através de fogos de artifícios e projeções na pedreira. Simplesmente absurdo! Fomos embora para o hotel exaustos, mas muito felizes. Não vejo a hora de voltar ao Six Flags Fiesta Texas e experimentar as novas atrações que virão e as que estavam fechadas. Definitivamente, o Texas é um lugar que uma vez só não basta. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Fiesta Texas? O parque temático Six Flags Fiesta Texas fica em San Antonio, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no Six Flags Fiesta Texas? O aeroporto mais perto do Six Flags Fiesta Texas é o aeroporto da cidade de San Antonio (SAT). De transporte público saindo do centro de San Antonio, pegue a linha de ônibus 93. Carro e Uber são sempre opções. Quais são as melhores atrações do Six Flags Fiesta Texas? Iron Rattler, Superman: Krypton Coaster, WonderWoman Golden Lasso Coaster. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Fiesta Texas? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Fiesta Texas? WonderWoman / Pandemonium / Poltergeist / Batman / Superman / Iron Rattler / Dr. Diabolical Cliffhanger / Roadrunner Express / Boomerang / Goliath / DareDevil Flying Machines / Joker / Skyscreamer / Scream / Fireball Qual é a melhor dica para o Six Flags Fiesta Texas? Não deixe de ir no último assento da Iron Rattler para você ter a maior sensação de gravidade negativa, e assim, levitar durante a maior parte do percurso! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Fiesta Texas? Fast-food americano, mexicano e italiano. Quanto custa o Six Flags Fiesta Texas? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 40 dólares americanos (R$ 232). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do Season Pass, que sai mais em conta. Pagando um valor por mês (R$ 75, por exemplo na Diamond), você pode visitar quantas vezes quiser todos os Six Flags do mundo! Qual é a duração das filas no Six Flags Fiesta Texas? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Six Flags Fiesta Texas? https://www.sixflags.com/fiestatexas

  • Galveston Island Historic Pleasure Pier

    Perguntas frequentes do Galveston Island Historic Pleasure Pier Imagine o seguinte cenário: você acabou de chegar num país diferente e a primeira coisa que você vai fazer é dirigir 4 horas até dois parques de diversões minúsculos à beira-mar. O que acha disso? Viável? Você faria? Nós fizemos e foi o melhor início nos Estados Unidos que alguém poderia ter. Nós descemos no Aeroporto Internacional de San Antonio, distante aproximadamente 4 horas de carro do litoral de Houston, uma das maiores cidades do Texas. Houston no passado abrigou o Six Flags Astroworld, parque homenageado por Travis Scott em um de seus álbuns. Hoje, a cidade conta com dois parques de diversões pequenos, mas maravilhosos, nas cidades de Kemah e Galveston. Depois do Kemah Boardwalk, seguimos mais 30 minutos de carro até o Galveston Island Historic Pleasure Pier na cidade-ilha de Galveston. Galveston é uma cidade turística, então já imagine casas maravilhosas e de alto padrão, praias com surfistas, parque aquático premiado (Schlitterbahn), aquário, bondinho circulando a orla e claro, uma infinidade de turistas. Quando chegamos ao píer, já estava lotado de pessoas que queriam ver a magia das luzes à noite. Logo na entrada, dois prédios imponentes: o restaurante Bubba Gump (clássico em píers) e o portal de entrada, reproduzindo uma construção típica vitoriana. O Gulf Glider (chapéu mexicano) recebe os visitantes antes mesmo deles entrarem no parque. Achei genial esse conceito de colocar um brinquedo antes mesmo das catracas de entrada. Como eles fizeram isso? A fila começa dentro do parque, pós-catracas, e se estende até a entrada do brinquedo, que já é "fora dos limites" do Galveston Pier. O Pleasure Pier provavelmente é o menor parque que já visitei, menor mesmo que o Parque Shanghai e o Parque Marisa. Porém, seu portfolio de atrações é incrível! A partir de um lindo carrossel, temos os brinquedos mais infantis, como mini xícaras malucas, mini carrossel de carrinhos e o atemporal bate-bate. A escolha dos brinquedos para o Píer foi a dedo. Só atração que diverte qualquer tipo de público: Rock'n'Roll, um bicho-da-seda suspenso; Cyclone, um megalooping; Revolution, um frisbee-garra e o Sea Dragon, barco-pirata. Tudo isso em um espaço muito, mas muito apertado. Não pense que acabou: arranjaram espaço para o Pirate's Plunge, um canal de troncos estilo Tchibum do Beto Carrero World com temática de pirata! Inclusive, toda ambientação do Píer é uma das melhores que já vi, comparável ao Santa Cruz Beach Boardwalk perto de San Francisco e ao Morey's Piers em New Jersey. Para quem gosta de giros radicais, temos o Sky Shooter, um chapéu mexicano pequeno que as cadeiras balançam de forma forte de um lado para o outro e a experiência mais horripilante (não interprete como algo ruim, até hoje não sei interpretar) que tive na vida até hoje: rodar no topo do Texas Flyer, 70 metros acima do nível do mar. Ah, sentado numa cadeirinha presa a uma torre giratória por uma corrente na beira do Golfo do México, com todos os ventos do Golfo se cruzando ali. NÃO SEI EXPLICAR MAIS DO QUE ISSO MAS FOI INCRÍVEL, ASSUSTADOR, MARAVILHOSO, ESTUPENDO! Ver a Galaxy Wheel do topo do Texas Flyer me fez pensar que podia estar curtindo as "brisas do Golfo" de forma mais tranquila numa roda-gigante, mas a escolha já havia sido feita. Como ainda sobrava mais espaço para adrenalina, fui realizar mais um sonho. Eu vi (de longe, na cadeira do meu quarto no Brasil, por fotos) o Pleasure Pier ser construído, e a montanha-russa Iron Shark subir. A Iron Shark foi uma revolução para os parques que precisam de boas montanhas-russas em um curto espaço e me lembro que ela foi muito elogiada na inauguração. Também... ELA É PERFEITA! Suas inversões são feitas de forma muito rápida, e você se sente "voando" em cima do Golfo do México. A dose de adrenalina nela é muito alta para o seu percurso curto, especialmente você indo à noite. Juro que fiquei emocionado em estar no Galveston Island Historic Pleasure Pier. O garoto de 17 anos que viu esse parque ser construído, está visitando ele aos 27. Agradeci ao universo por ter tido a oportunidade de poder ver as luzes de Galveston e partimos em direção à San Antonio. Não vejo a hora de poder visitar Galveston e ficar pelo menos uns dois dias. A cidade merece. "Sharks... the most feared animal in our oceans..." --- Perguntas frequentes: Onde fica o Galveston Island Historic Pleasure Pier? O parque de diversões Galveston Island Historic Pleasure Pier fica em Galveston, perto de Houston, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no Galveston Island Historic Pleasure Pier? O aeroporto mais perto do Galveston Island Historic Pleasure Pier é o aeroporto da cidade de Houston (HOU). Para chegar no parque, as únicas opções viáveis são carro ou transporte de aplicativo. Quais são as melhores atrações do Galveston Island Historic Pleasure Pier? Iron Shark, Texas Flyer e Revolution. Quais são os melhores meses para visitar o Galveston Island Historic Pleasure Pier? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Galveston Island Historic Pleasure Pier? Não há, sinta-se livre para você fazer a ordem que bem entender! Qual é a melhor dica para o Galveston Island Historic Pleasure Pier? Chegue na hora do pôr-do-sol (confira no aplicativo de clima) para poder ver todo o esplendor do sol se pondo no Golfo do México. Que tipos de comida estão disponíveis no Galveston Island Historic Pleasure Pier? Fast-food americano e frutos-do-mar. Quanto custa o Galveston Island Historic Pleasure Pier? Cada brinquedo radical custa USD 6, familiar USD 5 e infantil USD 4. O passaporte é aproximadamente USD 27 (R$ 156). Você consegue comprar o ingresso na bilheteria ou no site. Qual é a duração das filas no Galveston Island Historic Pleasure Pier? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Galveston Island Historic Pleasure Pier? https://www.pleasurepier.com/

  • Kemah Boardwalk

    Perguntas frequentes do Kemah Boardwalk Imagine o seguinte cenário: você acabou de chegar num país diferente e a primeira coisa que você vai fazer é dirigir 4 horas até dois parques de diversões minúsculos à beira-mar. O que acha disso? Viável? Você faria? Nós fizemos e foi o melhor início nos Estados Unidos que alguém poderia ter. Nós descemos no Aeroporto Internacional de San Antonio, distante aproximadamente 4 horas de carro do litoral de Houston, uma das maiores cidades do Texas. Houston no passado abrigou o Six Flags Astroworld, parque homenageado por Travis Scott em um de seus álbuns. Hoje, a cidade conta com dois parques de diversões pequenos, mas maravilhosos, nas cidades de Kemah e Galveston. Chegamos primeiro no Kemah Boardwalk, um centro de entretenimento completo! O parque abriga brinquedos, shows e excelentes restaurantes. Ficamos chocados com a beleza do lugar, altamente conservado, organizado e muito bem feito. Começamos direto na estrela do Kemah, a Boardwalk Bullet. A montanha-russa de madeira é extremamente compacta e não tenho medo de dizer que ela é uma das melhores montanhas-russas de madeira que já fui e uma das maiores surpresas de toda a viagem. Muito rápida, a Bullet tem curvas absurdas de inclinadas e parece que você está descendo uma montanha em uma velocidade MUITO selvagem. Os solavancos típicos de uma montanha-russa de madeira estão presentes, mas são divertidos! Fiquei muito feliz em ver o Aviator, um brinquedo presente no Rollercoaster Tycoon 3 (lá chamado de "Aileron"), um jogo que eu joguei muito na minha infância e adolescência. Ao lado dele, tinha o sempre ótimo Flare, um loop gigante famoso nos parques da Six Flags. O chão xadrez do parque dá um charme a mais, especialmente sobre o Carrossel tradicional lindíssimo do Kemah. Brinquedos tradicionais também estão presentes, como roda-gigante, barco-pirata, torre de queda livre e tirolesa familiar. O Hypnospin ficava por conta dos giros. Escolhemos a Boardwalk Tower, uma torre de observação bem diferentona, para ver a Baía de Galveston de cima, e não podíamos ter ficado mais boquiabertos: fomos presenteados com um belíssimo pôr-do-sol. o caminhar pelo calçadão sob a benção do sol se pondo, percebemos ainda um pequeno trem que percorre toda a extensão do Kemah Boardwalk. As crianças amam! Elas também tem disponível outros brinquedos infantis, como uma mini roda-gigante e o barquinho do Houston Rockets. Você pode passar facilmente uma tarde no Kemah: os restaurantes de frutos do mar Landry's Seafood House e Bubba Gump são maravilhosos. Tendo provado a comida dos dois, posso dizer que são escolhas que não tem como dar errado (na maioria das vezes). Mas, se você não curte frutos do mar, tem opções dentro do fast-food americano. Não esqueça de comer seu funnel cake. Para quem curte souvenires, o Kemah é um prato cheio para você comprar tudo aquilo que tem de Houston e do Texas na sua mente: botas, chapéus, coisas da NASA, coisas de sobrevivência no deserto, além do clássico chaveiros, camisetas, entre outras coisas. Inclusive, se você quiser desbravar a baía que banha o parque, a lancha Boardwalk Beast faz tours de 25 minutos por USD 25. Importante avisar que o capitão da lancha fará de tudo para você se molhar! Quando tiver mais tempo, com certeza quero passar mais de um dia em Houston para poder explorar mais o Kemah Boardwalk e a própria cidade. Quem sabe conhecer a NASA e dizer: "Houston, we have a problem". --- Perguntas frequentes: Onde fica o Kemah Boardwalk? O parque de diversões Kemah Boardwalk fica em Kemah, perto de Houston, Texas, nos Estados Unidos. Como chegar no Kemah Boardwalk? O aeroporto mais perto do Kemah Boardwalk é o aeroporto da cidade de Houston (HOU). Para chegar no parque, as únicas opções viáveis são carro ou transporte de aplicativo. Quais são as melhores atrações do Kemah Boardwalk? Boardwalk Bullet, Flare e Drop Zone. Quais são os melhores meses para visitar o Kemah Boardwalk? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Kemah Boardwalk? Livre escolha. Qual é a melhor dica para o Kemah Boardwalk? Vá repetidas vezes na Boardwalk Bullet. Chegue na hora de abertura para poder explorar toda a Boardwalk com calma e aproveitar a gastronomia. Que tipos de comida estão disponíveis no Kemah Boardwalk? Fast-food americano e frutos-do-mar. Quanto custa o Kemah Boardwalk? Cada brinquedo custa USD 5, e a Boardwalk Bullet, USD 6. O passaporte é aproximadamente USD 25 (R$ 145). Você consegue comprar o ingresso na bilheteria ou no site. Qual é a duração das filas no Kemah Boardwalk? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Kemah Boardwalk? http://www.kemahboardwalk.com/

  • Bosque Mágico

    Muitas vezes um parque de diversões só chama a nossa atenção quando ele traz uma atração icônica. Quando não uma montanha-russa sensacional colocou um parque no mapa pela primeira vez? Para nós, latinos, me lembro como ontem quando o Bosque Mágico anunciou a Zombie Ride, um modelo inédito na América Latina. Pena que não foi o suficiente para o parque trilhar o caminho do desenvolvimento. O Bosque Mágico fica em Monterrey, uma cidade mineradora/siderúrgica no norte do México, com clima desértico. Qualquer dia do verão é muito quente, e o Bosque acaba sendo uma alternativa para quem quer se refrescar num ambiente arborizado. Sua região é parecida com a do Selva Mágica em Guadalajara, e ele fica ao lado de um zoológico e a um dos maiores estádios do México, a arena BBVA Bancomer. Na entrada do parque já tive a notícia triste: a Zombie Ride estaria fora de funcionamento no dia, assim como o Boomerang, um frisbee vintage e o Río Rápido, um river rapids. Mas, vida que segue, né? Entramos no parque com o objetivo de nos divertirmos o máximo que podíamos. Fomos direto para a área da Zombie Ride, e fiquei impressionado com o abandono. Conversando com o pessoal do parque, foi repassado que raramente o parque opera a montanha-russa, porque o custo da operação dela é alto demais. A situação descrita era visível por conta do mato alto em volta do labirinto de fila e não ter nenhuma movimentação na atração. O desgaste de tinta no trilho também era mínimo. Nota-se também que uma mega estrutura de alimentação foi construída perto da montanha-russa, mas também não era utilizada. Com o coração partido com essa situação, fomos na montanha-russa giratória estilo "Wild Mouse" Policia y Ratones, que foi muito divertida! Giramos feito loucos e gostamos da experiência para uma atração desse tipo. Normalmente eu não curto! Hahahaha Como estávamos morrendo de fome, pedimos uma pizza logo depois da Policia. Ponto para o Bosque Mágico em entregar uma pizza muito boa e gostosa, que comemos em minutos. Aliás, a alimentação do parque é típica, com fast-food americano, mexicano e italiano. Arriscamos ir na Tornado logo em seguida, e foi uma experiência bem legal. Ela é tão bruta quanto a Super Tornado do Mirabilandia (são o mesmo modelo), mas ainda assim foi ótimo relembrar como é andar nesse modelo. Sempre achei que deviam ter existido mais desse do mundo, como as Boomerangs. O Bosque Mágico oferece um espaço muito grande para um playground aquático, que diverte bastante a criançada e tem uma pista com um traçado legal de kart. Brinquedos clássicos, como o bate-bate, estão presentes, e o do Bosque ainda era aquele que solta faíscas! O parque ainda oferece um brinquedo lúdico, a Cabaña del Tío Chueco, que veio do Six Flags México e é uma casa maluca, cheia de inclinações e obstáculos! Pertinho deles está o The King, um brinquedo radical mas que no Bosque Mágico não solta as cadeiras, deixando ele como se fosse uma versão leve do original. Como eu não estava no clima de The King e a fila estava enorme, só passei nele para tirar uma fotinha mesmo. Entramos no espírito de ir em tudo que podíamos e fomos no Barnstormer, um brinquedo familiar muito legal e que não é muito comum na América Latina. Mas ficamos em êxtase na Mansión del Terror, um labirinto de terror no melhor estilo Castelo dos Horrores que tem dois andares e uma infinidade de pontos de susto e monstros. Simplesmente a melhor experiência do parque! O Bosque Mágico tem a FEMSA, empresa que controla a Coca-Cola no México, como proprietário, e existem milhares de referências a Coca-Cola no parque, inclusive no próprio nome. À esquerda da fonte de garrafas de Coca (que não jorra Coca) fica toda a área infantil, que tem o Splash como brinquedo principal. O parque também honra seu nome "Bosque" com a quantidade de árvore presente. Encerramos nosso dia voando no Sky Flyer, vendo Monterrey de cima e curtindo uma bela brisa de fim de tarde. Para finalizar com chave de ouro, fomos tirar fotos com a árvore mágica símbolo do parque. Ficamos até o último minuto, e mesmo sem a Zombie Ride, tivemos um dia divertido. Se o Bosque Mágico tivesse focado mais na conservação de sua estética e não deixasse nenhum brinquedo fechado, ele teria potencial para daqui a uns cinco anos começar a rivalizar com o Six Flags México em ser um destino no país, mas na condição atual simplesmente não deu. O parque, infelizmente, encerrou suas operações em 28 de Agosto de 2022.

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