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  • Six Flags Great Adventure

    Perguntas frequentes do Six Flags Great Adventure Quando pensamos em parque temático + Estados Unidos, imediatamente vem na cabeça da maioria da população a cidade de Orlando, às vezes a Disneyland em Los Angeles. Entretanto, um parque conseguiu quebrar a hegemonia Flórida/Califórnia na mente de alguns brasileiros. Como ele fez isso? Em 2005, foi construída a mais alta e mais rápida montanha-russa do mundo - Kingda Ka. Muitos anos depois, a Kingda Ka continua sendo objeto de desejo máximo para aqueles que querem viver o ápice da adrenalina e pegam um voo até Nova York para ir no Six Flags Great Adventure. O Six Flags Great Adventure é um dos maiores parques temáticos do mundo, e é dividido entre três grandes parques: o próprio Six Flags Great Adventure (parque temático), o Hurricane Harbor (parque aquático) e o Wild Safari (parque-safári). A ideia de seu idealizador, Warner LeRoy, era construir algo tão grande quanto o Walt Disney World para a população dos estados de Nova York e Nova Jersey. Entretanto, a pressão da Six Flags foi grande em cima de LeRoy para a compra, que ocorreu em 1977. A Six Flags descartou o conceito similar ao Walt Disney World para focar em montanhas-russas e atrações radicais. O parque fica no meio da floresta de pinheiros do interior de Nova Jersey, e seu coração já começa a disparar quando você está no estacionamento e vê as montanhas-russas Superman: Ultimate Flight e Green Lantern, além da Kingda Ka! Eu saí correndo para as catracas - não via a hora de poder logo experimentar todas as atrações! Mas, assim que passei por elas, tomei um estalo e parei para poder absorver o ambiente ao meu redor. Estar no Six Flags Great Adventure é especial e você precisa ver tudo que esse parque maravilhoso tem a oferecer! A Main Street é uma área muito lindinha, com a arquitetura clássica vitoriana comum aos parques dos Estados Unidos. Nela, estão milhares de lojinhas com souvenirs de todas as atrações do parque, além de produtos da Liga da Justiça e dos Looney Tunes. Por falar neles, Patolino e Frajola estavam recebendo os visitantes nos dias que fui, e não resisti em tirar uma foto com eles! Estava concentrado em achar o caminho para chegar na Kingda Ka, mas meu amigo havia me dito de uma atração que é uma verdadeira "joia escondida” - Houdini’s Great Escape. Harry Houdini foi um dos maiores ilusionistas de todos os tempos, e sua atração consiste em você entrar em sua casa abandonada em que ele deixou escondido um último truque. Você chegará numa sala que começará a rodar e você ficará várias vezes de cabeça para baixo - será mesmo? Ainda extasiado pela experiência sensacional vivida na Houdini’s Great Escape, finalmente era hora dela - Kingda Ka! Os dados dela são impressionantes: lançamento de 0 a 206 km/h em apenas 3,5 segundos (a segunda mais rápida do mundo!), 139 metros de altura (a mais alta do mundo!) e espiral vertical de 90º em apenas 28 segundos de duração. Para ir na Kingda Ka, você precisa deixar todos os seus pertences (incluindo celular) nos armários. A fila da montanha-russa é em meio a bambus, que conversa com o tema de sua região, Golden Kingdom - um paraíso perdido de tigres míticos. Ao sentar no trem, alguns segundos precisam ser esperados até o trem ser lançado e você sentir as seguintes sensações: 1) Lançamento: toda pele do seu rosto é empurrada para trás, como se alguém estivesse o aspirando por trás. Você não tem muito controle dos movimentos do seu corpo, tamanha intensidade em ser lançado a 206 km/h em 3,5 segundos. 2) Subida: é como se fosse estivesse sendo lançado aos céus - como em um foguete. É um momento muito rápido, mas o céu parece muito perto. 3) Topo: preste bastante atenção na vista ao chegar no topo da Kingda Ka - você terá pouco mais de 1 segundo para ver a imensidão das florestas de pinheiros antes de cair. 4) Queda: em espiral, a queda é como se você estivesse caindo com um avião desgovernado em direção ao chão, mas no último momento você toma controle de volta e sobe a colina, para depois frear. Não consegui ir somente uma vez. Fui uma, duas, três vezes, em vários lugares diferentes do trem. Não tem jeito: o melhor é o primeiro mesmo - ver a imensidão de trilhos à sua frente em alta velocidade é algo que você NUNCA vai esquecer. Como tinha ainda muito Six Flags pela frente, me dirigi a Zumanjaro - uma torre de queda livre instalada na estrutura da Kingda Ka, tornando ela a maior do mundo em operação atualmente (junho de 2022). A sensação da Zumanjaro é EXCELENTE: você sente como se todos os seus órgãos fossem flutuar para fora do seu corpo, dando um estrondoso frio na barriga - foi a melhor torre de queda livre que já fui na vida! Há uma passagem "animal" do Golden Kingdom para a Plaza del Carnaval, a Wild Walkaway. Nela, você poderá ver animais selvagens, como jacarés, cobras, lagartos e felinos, que possuem um esquema de rotação da área de conservação do safári para a Wild Walkaway. Dei a sorte de pegar um dos guepardos do safári do Six Flags em exibição nos habitats da passagem enquanto curtia um banho de sol. Lindo demais! Na Plaza del Carnaval, fica uma das montanhas-russas mais monstruosas que eu já tive o prazer de andar - El Toro! Essa besta de madeira (que não treme, com o trem parecendo que escorrega no sabão!) tem uma queda de 53 metros com um incrível ângulo de 76 graus! Você é catapultado do seu assento a partir do momento da primeira queda, e toda a adrenalina continua nas três colinas gigantes que antecedem curvas extremamente fortes e intensas em uma velocidade máxima de 112 km/h. Você não flutua no seu assento tanto quanto a Phoenix do Knoebels, mas você pode ter certeza que sentirá uma das maiores sensações de desespero, alegria e felicidade da sua vida! Não preciso dizer que a El Toro entrou para o meu TOP 10, né? Saindo do Golden Kingdom, a área seguinte é a Boardwalk, onde o Six Flags Great Adventure concentra brinquedos clássicos de parque de diversões antigos. Apesar de querer muito experimentar todos, segui focado nas montanhas-russas e fui experimentar a Green Lantern, uma montanha-russa de pé. Embora ela tenha uma má fama de desconfortável, não achei suas 5 inversões a 101 km/h algo ruim. Chacoalha, mas dá para se divertir! A Superman: Ultimate Flight é uma montanha-russa voadora, um dos meus modelos favoritos! Seu trem é único - você faz o percurso todo na mesma posição que o Superman voa! Apesar de ser menor do que atrações similares famosas como a Manta do SeaWorld Orlando ou a Tatsu do Six Flags Magic Mountain, a Superman é bastante intensa e deixa você sentir super bem a sensação de voar! Seu melhor ponto é o Pretzel Loop - uma inversão especial em formato de pretzel que você literalmente desafia a gravidade! Se você jogou Rollercoaster Tycoon 2, com certeza você vai lembrar do cenário “Grande Aventura Six Flags”. A representação no jogo do Six Flags Great Adventure no jogo me marcou muito quando criança, mas tinha uma atração em específico que chamava a minha atenção de tão bizarra - a Skull Mountain, uma montanha com cachoeiras e uma caveira gigante do lado de fora! Confesso que adorei a Skull, não só por ser uma montanha-russa no escuro divertida, mas também por viver um momento da infância na vida real! Aproveitando que estava sem fila, fui na Batman: The Ride, uma montanha-russa presente em outros Six Flags. A Batman do Six Flags Great Adventure é bem confortável, e se destaca perante às outras que andei. Com cinco inversões e uma velocidade máxima de 80 km/h, ela é uma ótima pedida para aquecer a adrenalina para encarar a montanha-russa vizinha. Mas, não se engane: suas inversões são carregadas de muita intensidade. Se você gosta de radicalizar, prefira os assentos da parte de trás! A Nitro, quando inaugurada em 2001, recebeu aclamação mundial pela sua experiência. Até hoje, há quem diga que ela ainda é a melhor montanha-russa do mundo de aço! Apesar de respeitosamente discordar, a Nitro oferece um passeio extremamente radical pela floresta de pinheiros de Nova Jersey, com momentos de airtimes muito fortes especialmente nas últimas colinas. Além disso, sua primeira grande colina é um momento especial: você sente a gravidade negativa querendo te catapultar para fora do assento! Atrás da Nitro, o Six Flags Great Adventure inaugurou em 2021 a área temática The Pine Barrens, que homenageia a lenda mais conhecida do estado de Nova Jersey: o demonio que vive nas florestas de pinheiros do estado. Nenhuma atração poderia representar melhor a adrenalina que é encontrar essa "entidade novajersiana" do que uma nova montanha-russa! A Jersey Devil Coaster é uma das poucas montanhas-russas de trilho e assento único do mundo, e é apesar de parecer assustadora, ela é uma experiência para toda família! Sua experiência é bastante suave, sem tremedeiras e o seu coração acelerará na medida certa quando passar pelas inversões! Para os pequenos que ainda não podem encarar a Jersey Devil Coaster, o Six Flags pensou em tudo e construiu a Lil' Devil Coaster, uma montanha-russa infantil muito fofa e com a adrenalina na medida certa para as crianças. O mais legal de tudo é que se você for um adulto com o espírito de ir em todas as montanhas-russas possíveis como eu sou, você pode! Só cuidado com a posição dos joelhos! Outra montanha-russa que adorava admirar no Rollercoaster Tycoon 2 era a Medusa, uma máquina de inversões gigantesca! Até 2021, ela era dominada pelo arqui-inimigo do Superman, Bizarro. Porém, a partir de 2022, ela voltou a ser Medusa! O fato é que ela continua entregando uma experiência sensacional e é uma das montanhas-russas sem piso mais divertidas que eu já andei! São sete suaves inversões em mais de um 1 km de percurso - incluindo efeitos especiais de fogo! Escondida nas árvores, a Runaway Mine Train é uma montanha-russa familiar, de percurso bastante tranquilo e que irá agradar a família toda! Seu melhor momento é a curva final em direção ao lago, além da agradável brisa. Em frente à Runaway fica o Saw Mill Log Flume, um canal de troncos imenso, que passa por cima do lago e pela península do parque. Sua queda final deixa todo mundo encharcado! Peguei o teleférico para ter uma visão encantadora do parque, e seguir para as próximas montanhas-russas (sim, ainda não acabou!). A primeira foi a The Joker, uma montanha-russa de trens alados em que os assentos rodopiam à medida que eles andam pelos trilhos duplos - o mais legal da The Joker é que cada ida é completamente aleatória, você pode não rodopiar quase nada como pode fazer quíntuplas cambalhotas. Vizinha a The Joker só podia ter algo da minha vilã favorita: Arlequina! No Six Flags Great Adventure, ela comanda o Harley Quinn Crazy Train, uma experiência familiar (quase infantil). Em direção à Movietown, área onde ficam os brinquedos relacionados aos super-heróis da DC Comics, cheguei finalmente à minha última montanha-russa do dia: The Dark Knight Coaster. Inspirada na trilogia de Christopher Nolan para o Batman, essa atração também é repeteco de outros Six Flags, mas não deixa de ser divertida! Você entra na rede de metrô de Gotham City e tem vários momentos surpresas preparados pelos vilões! Faltavam 2h e 30 minutos para o parque fechar, e por mais que eu quisesse ficar repetindo a Kingda Ka o tempo todo, fui aproveitar um pouco os brinquedos, que estavam sem fila. O primeiro foi o Parachute Training Center, uma torre com gôndolas que imitam paraquedas - esse brinquedo é raríssimo (se você é um antigo frequentador do Beto Carrero World, você irá se lembrar de algo parecido)! A caminho de uma das atrações mais loucas da minha vida, conferi a roda-gigante Big Wheel e o SkyScreamer, uma torre (não tão alta!) de cadeiras suspensas - a vista lá de cima é de fazer o coração pular da boca e se sentir como o dono de todo o Six Flags! Mais brinquedos ficavam pela região ao redor da roda-gigante, como a barca-pirata Bucanneer, e os giratórios Swashbuckler e Jolly Roger. Ao chegar em Metropolis, meu coração palpitava para mais uma novidade - Cyborg Cyber Spin! Esse brinquedo cubo-louco-giratório é como se fosse um Ekatomb (visitantes do Hopi Hari irão entender) mais suavizado, com giros em todas as direções e 50x mais radical! Literalmente você não tem nenhuma capacidade em tentar adivinhar em qual direção está. Além disso, sua experiência à noite é completamente psicodélica! Mesmo no fim do dia, o Cyber Spin se tornou uma das minhas atrações favoritas e que não vejo a hora de experimentar de novo! Antes de dar as últimas voltas na Kingda Ka à noite, outro recordista: o Wonder Woman Lasso of Truth é outra experiência psicodélica durante as horas noturnas! Um dos maiores brinquedos do tipo “Frisbee” do mundo, o Lasso of Truth fará você sentir bons momentos de frio na barriga, te levar em alturas que você não vai acreditar (ele alcança 56 metros!) e fazer com que o Justice League: Battle for Metropolis, atração 3-D de tiro ao alvo com os heróis e vilões da DC, seja algo pequeno lá de cima! Fiz duas visitas ao Six Flags Great Adventure, uma em 2021 e a outra em 2022. Em ambas as visitas, tive uma experiência incrível, enchendo meu coração de felicidade e meu corpo de adrenalina e diversão! O Great Adventure segue sendo um dos parques temáticos em que mais me diverti na vida, sendo um dos meus top 5 parques de diversões de todos os tempos, e sem dúvidas, o melhor Six Flags que já visitei até então! Tudo colaborou! O parque é muito bem operado (filas rápidas!), tem inúmeros pontos de alimentação, atrações para todas as idades (não deu para tirar foto, mas temos duas áreas infantis, sendo uma do Pernalonga), conservado, e com uma qualidade absurda nos tipos de atração, sendo todas muito divertidas, algo extremamente raro em um parque de diversões! Meu desejo é poder ir no Six Flags Great Adventure todo ano! O sentimento ao sair do parque nas últimas horas foi de “é isso que eu quero fazer para o resto da minha vida, MESMO!”. Tenho certeza que nenhuma ida à Nova York é completa sem ir pelo menos um dia ao Six Flags. Inclusive, um segredo: ele merece dois dias. Só para você se divertir mais! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Great Adventure? O Six Flags Great Adventure fica em Jackson, Nova Jersey, perto de Nova York, Estados Unidos. Como chegar no Six Flags Great Adventure? Os aeroportos mais perto do Six Flags Great Adventure são os aeroportos da cidade de Nova York (NYC). A melhor maneira de chegar no Six Flags Great Adventure vindo do centro de Manhattan, é pegar o ônibus SIX FLAGS da NJTransit no Port Authority Bus Terminal. Não é recomendável ir de Uber visto que é muito caro para ir e voltar do Six Flags (mais de 200 dólares). Indo de carro, a duração da viagem do centro de Manhattan é 1 hora e 30 minutos. Quais são as melhores atrações do Six Flags Great Adventure? Kingda Ka, Nitro e El Toro. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Great Adventure? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Great Adventure? Kingda Ka / Zumanjaro / El Toro / Bizarro / Runaway Mine Train / Green Lantern / Superman / The Joker / Harley Quinn Crazy Train / Skull Mountain / Nitro / Jersey Devil Coaster / Batman / The Dark Knight Coaster / WonderWoman Lasso of Truth / Cyborg Cyber Spin / Houdini’s Great Escape Qual é a melhor dica para o Six Flags Great Adventure? Corra para a Kingda Ka! Chegue cedo ao parque e saia em disparada para garantir seu lugar na mais alta montanha-russa do mundo. A Kingda Ka tem muitas paradas técnicas durante o dia, então quanto antes você garantir sua ida nela, melhor! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Great Adventure? Fast-food americano. Os melhores lugares para comer são as lanchonetes e restaurantes da Boardwalk, localizados pouco antes da entrada do Golden Kingdom e à esquerda da entrada do parque. Minha refeição foi um delicioso hot-dog, mas existem opções como pizza, hambúrguer, saladas, comida chinesa, frango frito e sorvete. Quanto custa o Six Flags Great Adventure? O passaporte custa aproximadamente USD 40 (R$ 200). Qual é a duração das filas no Six Flags Great Adventure? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Six Flags Great Adventure? https://www.sixflags.com/greatadventure

  • Six Flags Great Escape

    Perguntas frequentes do Six Flags Great Escape Quando imaginamos um parque Six Flags, logo pensamos em um lugar com montanhas-russas gigantescas, brinquedos radicais e uma infinidade de opções para gritarmos extremamente alto. Se eu te dissesse que o Six Flags que você conhecerá agora é um lugar completamente diferente de todos os outros, sendo um parque mais familiar mas que mesmo assim é muito divertido, você acreditaria na existência dele? Digo mais, essa grande escapada nas montanhas do estado de Nova York é um dos melhores parques da rede. Foram aproximadamente 2 horas e 45 minutos dirigindo desde Montreal, no Canadá, até o Six Flags Great Escape, em Lake George, Nova York, Estados Unidos. A estrada até o parque é cheia de lindos pinheiros, formações montanhosas lindas e um posto de imigração que é uma experiência única! Não é muito diferente da imigração de aeroporto, então é sempre bom passar na fronteira com todas as informações possíveis do que você vai fazer nos Estados Unidos. Quando disse que ia ao Great Escape, o oficial desejou boa diversão, mas avisou que o local não tinha coisas tão grandiosas quanto o de Boston (New England) e o de Nova Jersey (Great Adventure). Eu e meu amigo sabíamos disso, mas nosso objetivo de conhecer todos os Six Flags sempre seguiu vivo na nossa alma e não iríamos mesmo deixar o Great Escape para trás. Ficamos encantados quando chegamos em Lake George. A cidade é aquilo mesmo que vemos em filmes estadunidenses sobre férias nas montanhas, e o clima de inverno que estava (mesmo sendo verão), com a temperatura ficando presa nos 12º e muita neblina. O Six Flags Great Escape tem uma entrada linda, que logo de cara pensei que estivesse numa vila de conto de fadas - e era mesmo! A temática principal do parque são as histórias e fábulas que ouvíamos quando criança. Antes mesmo de entrar pelas catracas, três atrações imponentes já me deixaram ansioso para conhecer o parque: a montanha-russa Steamin’ Demon, o pêndulo giratório Outlaw e a torre de queda livre Sasquatch. A rua principal é muito fofa, e por um momento, parece que você está num parque temático do interior da Europa! À medida que íamos nos dirigindo a área com duas montanhas-russas, mais cenários de contos de fada apareciam. Muitas árvores altas rodeavam uma cidade lúdica para crianças bem pequenas, que tinha castelo e mini-casinhas. Parecia um grande playground dentro de um parque de diversões. O cenário temático do Six Flags Great Escape é o mais fofo de toda a rede, sendo claramente feito para atrair um público familiar, diferentemente dos parques mais próximos, o Six Flags New England, La Ronde e o Six Flags Great Adventure. Toda vez que via um novo ambiente do parque ficava tipo "AWN, ISSO É TÃO LINDINHO!". Espero que você tenha a mesma sensação, viu? A primeira atração do dia foi a Canyon Blaster, uma montanha-russa de trem de mineração que percorre a floresta do Great Escape. Sua experiência é bem familiar e tranquila, sendo sua parte mais forte as curvas espirais do final. Um outro destaque é a subida dupla, o que faz o percurso da Canyon Blaster ser bem diferente do usual. Os prédios ao redor denunciavam que estávamos no Velho Oeste, uma área super gostosinha de passar o tempo, com restaurante climatizado, jogos de sorte, uma loja com ótimos produtos e brinquedos radicais. O mais radical deles, e de todo o parque, é o Adirondack Outlaw, um braço giratório de 50 metros de altura que gira em alta velocidade! As cadeiras giram em torno do seu próprio eixo, o que faz o Outlaw ser uma experiência muito divertida e aterrorizante. Aliás, o maior terror é causado pelo tempo que você fica parado lá em cima esperando as pessoas dos assentos opostos desembarcarem/embarcarem. Imagina estar a 50 metros de altura com o vento das montanhas! Pelo menos a vista é inesquecível! Ao lado do Outlaw fica a Steamin’ Demon, uma montanha-russa vintage com um loop e dois parafusos. O trem da Demon alcança 64 km/h e é um passeio com inversões fortes e com muitas chacoalhadas. Confesso que adoraria levá-la para casa e montá-la no meu quintal. Já pensou, ela ficar em frente à casa? Uma pena que eu acho que não tem como colocá-la no avião. Ah, eu também não tenho quintal… Existe um brinquedo alemão que quase veio para o Brasil chamado Condor. É uma torre que tem gôndolas em formato do pássaro condor que giram em alta velocidade à medida que sobem a torre. Quando esse rumor aconteceu, fiquei super animado para andar, especialmente porque tenho muitas curiosidades para saber como são as sensações dos brinquedos. Fiquei super animado em ver um Condor aberto, já que esses brinquedos estão cada vez mais raros… MAS, não sei se fiquei animado ao descobrir sua sensação… Parece que entrei numa batedeira e saí mais tonto que massa de bolo. Decidimos parar um pouco a adrenalina depois do Condor e procuramos um lugar para almoçar. Como queríamos algo rápido, fomos direto na lanchonete de pizzas que fica em frente à boomerang Flashback. Almoçamos e depois de uma longa digestão na fila da Flashback, a encaramos. Sua experiência é ok, com nenhum grande destaque positivo ou negativo. Aproveitando que estávamos no pique de ficar de cabeça para baixo, aproveitamos o Greezed Lightnin’, um enorme looping, clássico dos parques Six Flags. Em frente à Flashback fica a estação do Storytown Train, um trem em ferrovia de miniatura muito fofo que percorre toda a floresta do Great Escape e os cenários lúdicos de contos de fada espalhados por todo o percurso. Nunca respirei tão bem na vida com tanto verde ao meu redor e o clima frio deixava tudo ainda mais aconchegante! Caminhar pelo Six Flags Great Escape é extremamente agradável. O frio, os cenários e as árvores de floresta temperada deixava a experiência no parque algo inédito para mim. Para quem gosta dos clássicos, temos o Blizzard, um brinquedo giratório no escuro cheio de efeitos de luzes e fumaça; o Cannonball Express, o bicho da seda; e o Pandemonium, um “pandeiro” radical que deixa você se sentindo como se estivesse numa máquina de lavar com mudanças de direção e inclinação bastante intensas. Outra atração raríssima que o Great Escape possui é a Alpine Bobsleds, uma montanha-russa de trenó de montanha - os trens viajam por um tubo e não por um trilho! Passada a decepção, cheguei ao fundo do parque para andar na lendária montanha-russa de madeira Comet, que foi reconstruída pelo parque, e no pêndulo radical Extreme Supernova - que é um dos brinquedos mais intensos que pude experimentar na vida! A Comet é altamente aclamada pela crítica, estando entre as 50 melhores montanhas-russas de madeira do mundo. Não é para menos: a Comet viaja a uma velocidade absurda por um percurso cheio de pequenas colinas, o que faz vários momentos de levitar do banco ocorrer! Literalmente um cometa desgovernado! Apesar de ter suas tremedeiras clássicas de montanhas-russas de madeira, não resisti em ir mais de uma vez. O Six Flags Great Escape tem dois grandes parques aquáticos, ambos fechados no dia em que fui devido ao frio. Mas, existiam corajosos que iam no Raging River, as corredeiras do parque. Fiquei bem seco admirando o povo correndo no circuito de kart (pago à parte), que parecia bem divertido! Não resisti ao ver uma entrada para o País das Maravilhas e entrei numa portinha em uma árvore que mal cabia a minha altura… Encontrei um passeio a pé com cenários duvidosos e engraçados dos personagens da história, e que me levou à área infantil do Six Flags Great Escape, que contava com personagens próprios. Os brinquedos que mais se destacam são o Screamin’ Eagles, gôndolas que mudam de direção de acordo com um leme, e a montanha-russa Frankie’s Mine Train, exclusiva para crianças. Fomos para as torres Sasquatch, em que uma é queda livre e a outra é de propulsão. Mais uma vez, a vista é incrível e muito linda - parece que você é o dono de todas as montanhas que ficam ao redor. Pertinho dele fica o Thunder Alley, um passeio em minicarros vintage motorizados. O fim do dia se aproximava e demos mais uma volta pelo parque repetindo nossas atrações favoritas. Tivemos um dia extremamente divertido, abraçando a proposta de ser um parque familiar, com atrações divididas na medida certa para todos os públicos. Outro destaque do Great Escape é que ele é um destino/resort nas montanhas, isto é, além do parque temático, tem o Six Flags Great Escape Lodge & Indoor Waterpark, um hotel com arquitetura de montanha com parque aquático indoor. A cidade também tem ótimos lugares para comer e um pequeno outlet. O Six Flags Great Escape é uma ótima opção de passeio diferente quando se visita a cidade de Montreal no Canadá, ou Nova York nos Estados Unidos. Além da estrada para o local ser linda, um fim de semana nas montanhas é algo super diferente e que vale a pena, especialmente quando tem montanha-russa envolvida no meio. Quem sabe você não vive seu próprio conto de fadas ao redor dos pinheiros? --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Great Escape? O Six Flags Great Escape fica em Queensbury, Nova York, Estados Unidos, perto de Montreal (Canadá) e Nova York (EUA). Como chegar no Six Flags Great Escape? O aeroporto mais perto do Six Flags Great Escape é o de Montreal (YUL). A melhor maneira de chegar é de carro, percorrendo a estrada A15 em Montreal e pegar a Interestadual 87 ao ultrapassar a fronteira, em um percurso de 2h45min. Vindo da cidade de Nova York, também pega-se a Interestadual 87 em direção à Albany e o percurso até o parque dura 3h30min. Quais são as melhores atrações do Six Flags Great Escape? Adirondack Outlaw, Comet e Sasquatch. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Great Escape? Abril a Junho e Setembro a Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Great Escape? Adirondack Outlaw / Steamin’ Demon / Canyon Blaster / Condor / Flashback / Greezed Lightnin’ / Pandemonium / Blizzard / Screamin’ Eagle / Raging River / Alpine Bobsleds / Extreme Supernova / The Comet Qual é a melhor dica para o Six Flags Great Escape? Reserve pelo menos uma noite e fique no Six Flags Great Escape Lodge & Indoor Waterpark. Assim, você vivenciará uma escapada nas montanhas de forma completa e não precisará dirigir muito em único dia! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Great Escape? Fast-food estadunidense, como pizza, hambúrguer, cachorro-quente e frango frito. O melhor lugar para comer é o Alpine Fest Haus, um restaurante climatizado com opções de frango frito, hambúrgueres e saladas. Perto dele, fica o Skillet Market, um lugar que oferece deliciosos pães com carne ou frango. Quanto custa o Six Flags Great Escape? O passaporte custa aproximadamente USD 50 (R$ 250). Qual é a duração das filas no Six Flags Great Escape? Tranquilas (30min) a moderadas (30-60min). Qual é o site do Six Flags Great Escape? https://www.sixflags.com/greatescape

  • La Ronde

    Perguntas frequentes do La Ronde Poucos parques temáticos ficam em locais extraordinários. A maioria normalmente fica no meio do nada, cheio de campos abertos em volta ou incrustados em cidades grandes. Um dos parques com uma localização icônica é o Cedar Point, na península de Sandusky, no estado estadunidense de Ohio. Estando em uma península, o Cedar Point é rodeado pelo lago Erie, um enorme corpo d'água. Um pouco mais ao norte, na cidade de Montreal, no Canadá, um outro parque temático também é abraçado pelas águas: o La Ronde, construído na Ilha de Santa Helena no rio São Lourenço. Construído inicialmente para fazer parte da Feira Mundial de 1967, o La Ronde evoluiu para o segundo maior parque temático do Canadá. O domingo da minha visita estava ensolarado e com céu limpíssimo, perfeito para andar de montanha-russa e ir ao Grande Prêmio de Fórmula 1, que conjuguei junto com o dia da visita ao parque. Estava morrendo de medo de não dar para andar em tudo que eu queria, mas as poucas filas fizeram do dia um dos mais especiais da minha vida, em que pude viver duas das minhas maiores paixões intensamente. A entrada do La Ronde é linda, lembrando uma estação da França, país que foi o colonizador da região de Montreal (aqui, todo mundo fala francês!). Cheguei no parque bem cedo, antes dos brinquedos serem liberados. Quando deu 10:30 em ponto, corri para a Le Monstre, uma montanha-russa de madeira de duelo construída pela prefeitura de Montreal, sendo um presente ao parque. Infelizmente os trens estavam dessincronizados, mas as duas montanhas-russas que compõem a Le Monstre são uma experiência incrível e bem intensa a 96 km/h. O maior destaque da Monstre são as curvas extremamente inclinadas - parece que o trem vai sair do trilho! Outro ponto forte é que a vista do topo da Le Monstre já dispara o coração de tão linda! Ah, não pense que os circuitos são iguais, viu? Ambas as experiências tem suas características próprias! O La Ronde tem formato de “C espelhado”, o que pode dar um nó na cabeça na hora de elaborar como será o dia. Como a Le Monstre tem uma capacidade por hora bem baixa, a estratégia de começar o dia por ela deu certo, já que peguei ambos os lados sem fila. A Le Monstre fica bem no meio do “C” e após ela, segui para Goliath, subindo até o fundo do parque. A Goliath é uma hiper montanha-russa de apenas 55 metros de altura, mas que é uma máquina ejetora! Suas colinas fazem você levitar MUITO do banco, a fazendo ter uma das experiências mais divertidas que já vivi nesse tipo de montanha-russa. A brisa do rio São Lourenço ajuda o passeio a se tornar ainda mais agradável, com um vento super gostoso! Extremamente suave, é uma das melhores montanhas-russas de todo o Canadá. Em frente à entrada da Le Monstre, fica os divertidíssimos Autos Tamponneuses, um bate-pneu! Ao redor dele, inúmeros jogos de sorte te esperam para ver se você consegue conseguir uma pelúcia gigantesca. Tenho zero habilidades para competir nessas coisas, então deixo para quem é profissional. Perto dali, seguimos em direção ao fundo do La Ronde, onde passamos pelo carrossel Le Galopant, remanescente da Expo ‘67. Os cuidados artesanais são lindos! Os fundos do La Ronde tem uma segunda entrada, para quem vem do estacionamento. Isso ajuda a não concentrar o fluxo de visitante em apenas um ponto, espalhando bastante o público. Os fundos tem uma tematização medieval, parecendo mesmo que você entrou em algum beco da Idade Média. A atração principal é a montanha-russa Ednör - L'Attaque, com trilhos invertidos. Infelizmente, a Ednör foi uma das piores montanhas-russas que já fui na vida. A minha cabeça batia nas travas de forma muito violenta, além da tremedeira surreal durante o percurso. A melhor parte da atração foi quando chegou nos freios! Saindo da Ednör, fui até a próxima montanha-russa, a Dragon. Familiar, ela lembra muito a Montanha-Russa do Astronauta no Parque da Mônica! Cheia de efeitos especiais, a Dragon é uma ótima opção para todas as idades! Será que você consegue achar o dragão durante o passeio? A roda-gigante do La Ronde, a Gran Roue, é uma ótima oportunidade para você ver as lindas vistas do skyline de Montreal. Extremamente apaixonante. Saindo do fundo do parque e voltando para o meio, passa-se pelo Tour de Ville, um clássico chapéu mexicano e o Demon, um brinquedo sem limites que gira para todos os lados em movimentos de cambalhotas, que acontecem de forma reta ou na diagonal! Você simplesmente não sabe para onde está indo, e jamais conseguirá adivinhar qual será o próximo movimento bizarro do brinquedo. Eu amei, uma das melhores atrações do parque! A praça em frente as arquibancadas do Lago e da entrada da Le Monstre concentra muitos brinquedos familiares e radicais típicos de parques de diversões nostálgicos: o Aqua Twist, uma atração de arminhas aquáticas; o Condor, uma torre giratória super nauseante; o Bateau Pirate, o tradicional barco pirata; o Tourbillon, cadeiras giratórias em alta velocidade que proporciona situações super engraçadas; Phoenix, um carrossel aéreo em que você pode controlar a direção do vento; e o Gravitor, um brinquedo radical que irá fazer o frio na barriga aumentar muito à medida que ele percorre um movimento circular em alta velocidade! Inspirada nas corridas de inverno nas montanhas, a Toboggan Nordique é uma montanha-russa de curvas agressivas mas que entrega uma experiência divertida para toda a família! Ao ladinho dela, fica o Splash, um enorme brinquedo aquático com uma onda absurda que molha quem está no barco e quem está fora! Para quem gosta de atrações radicais, um beco com três brinquedos entrega tudo que você precisa: a montanha-russa Boomerang vai e volta, fazendo você ficar seis vezes de cabeça para baixo, o pêndulo Manitou é uma gigante garra que balança em alta velocidade, e o Chaos dá inúmeros loopings, incluindo uma paradinha em baixa velocidade no topo! Uma das áreas temáticas mais lindas que já vi para crianças em um parque temático na América do Norte, a Pays de Ribambelle tem dez atrações muito divertidas para crianças. Uma das que se destacam é o Joyeux Moussaillons, um rio lento com barquinhos muito lindinhos, além da La Marche du Mille-pates, uma montanha-russa infantil que está no parque desde da época da Expo! Outros brinquedos são clássicos infantis, como o Grande Carrossel, totalmente desenhado à mão. O extremo sul esquerdo do La Ronde concentra outra gama incrível de atrações. O grande destaque é a Vampire, uma montanha-russa invertida cópia dos modelos “Batman: The Ride” que se encontram em outros parques Six Flags. No La Ronde, a Vampire oferece uma experiência bastante confortável e emocionante, se tornando a minha favorita de todos esses modelos. Uma das atrações que mais estava animado para ir, o pêndulo-frisbee gigantesco Titan, infelizmente estava fechada. Porém, o lançamento da torre de propulsão Orbite fez minha adrenalina subir enquanto curtia uma linda vista no Lago dos Golfinhos. Para quem gosta de música como eu, o Disco Ronde é um brinquedo semelhante ao Crazy Dance com ótimos efeitos de luzes e fumaça! Para quem tem coração forte, o Vol Ultime faz você girar em cadeiras a 45 metros de altura! As cadeiras são presas por correntes, o que faz elas balançarem mais do que deviam quando tem uma leve brisa… Te garanto que é super radical! O melhor é aproveitar o coração acelerado e cheio de energia, e ir logo no estilingue Slingshot (eu não tenho coragem, o que é lamentável). Gosto de ir pelo menos no Vertigo, um braço com movimentos estilo Kamikaze, mas que os pés ficam livres no ar! Depois de um dia inteiro de diversão no La Ronde, que teve filas agradáveis durante todo o tempo, fomos comer. O parque é lotado de opções para alimentação, com muitas variedades (de fast-food). Como queríamos aproveitar ao máximo o poutine do Canadá, fomos até o Fort Edmonton, uma praça de alimentação localizada à esquerda da entrada do parque. Durante o pedido da comida, foi a primeira vez que tivemos um pouco de dificuldade em relação ao idioma. Alguns funcionários não sabem falar inglês, então recomendo que você aprenda pelo menos algumas frases prontas em francês para se comunicar ao básico! Para fazer a digestão da nossa janta (não estranhe o céu claro, em Montreal, no verão, o sol só some 22h!), ficamos passeando pela rua principal do La Ronde e encontramos um arcade (enorme, lotado de fliperamas e máquinas), além de lojas vendendo souvenires muito parecidos com os outros Six Flags. As arquibancadas que ocupam parte da rua são para o Festival Internacional de Fogos de Artifício de Québec, que ocorrem no lago do La Ronde. Países do mundo viajam até o parque para apresentarem apresentações de tirar o fôlego com fogos. O festival acontece no verão, comumente do fim do mês de junho até o início de agosto. A área em torno do Ford Edmonton é bastante agradável, sendo praticamente um ode à tranquilidade e ao relaxamento. Sentamos em alguma das espreguiçadeiras que estavam disponíveis ali para poder apreciar nossos últimos minutos do parque, em que pudemos ver a movimentação ao nosso redor dos funcionários para executar o fechamento das atrações. Um momento raro e único que já tive em um parque de diversões: ver o tempo passar sem me preocupar com o horário de encerramento. Aproveitei para tirar fotos nos cenários lindos do La Ronde. O La Ronde é uma das melhores atrações de Montreal. Os brinquedos do parque são super apelativos para todas as idades, com ótimas opções familiares, radicais e infantis. Chegando cedo e saindo nos últimos minutos, dá para fazer tudo que você deseja e ainda repetir! Tenho a lembrança do dia em que fui ao La Ronde com um dos dias mais sensacionais da minha vida, em que pude aproveitar duas coisas que mais amo de uma vez só: montanha-russa e Fórmula 1! --- Perguntas frequentes: Onde fica o La Ronde? O La Ronde fica em Montreal, Québec, Canadá. Como chegar no La Ronde? O aeroporto mais perto do La Ronde é o de Montreal (YUL). A melhor maneira de chegar é de metrô, descendo na estação Jean-Drapeau e pegando a linha de ônibus 767, que deixa em frente ao parque. Também é possível caminhar pelo Parc Jean-Drapeau até o La Ronde, em uma caminhada que dura 30 minutos. Quais são as melhores atrações do La Ronde? Goliath, Vampire e Le Monstre. Quais são os melhores meses para visitar o La Ronde? Abril a Junho e Setembro a Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do La Ronde? Le Monstre / Goliath / Dragon / Gran Roue / Ednör / Demon / Splash / Aqua Twist / Manitou / Chaos / Boomerang / Vampire / Titan / Orbite / Disco Ronde / Vertigo / Vol Ultime Qual é a melhor dica para o La Ronde? Deixe um espaço na programação do seu dia para repetir as experiências na Goliath e na Vampire. Ambas as montanhas-russas são excelentes e você merece ter mais de uma volta em cada uma! Que tipos de comida estão disponíveis no La Ronde? Fast-food estadunidense, mexicano e canadense, como pizza, hambúrguer, cachorro-quente, nachos, tacos, poutine, e frango frito. Quanto custa o La Ronde? O passaporte custa aproximadamente CAD (dólares canadenses) 38 (R$ 150). Qual é a duração das filas no La Ronde? RESPOSTA Qual é o site do La Ronde? https://www.laronde.com/larondefr

  • Méga Parc

    Perguntas frequentes do Méga Parc Québec City é uma das cidades mais fofas que eu já pude visitar na vida. A arquitetura da cidade mistura estilos ingleses e franceses, e caminhar pelo centro histórico é uma oportunidade multicultural. Quando vi que a cidade abrigava duas montanhas-russas, fiquei extremamente curioso para conhecê-las. Apesar delas não ficarem no centro histórico, e sim em um shopping afastado, o parque em que estão é tão charmoso quanto os edifícios lindíssimos de Québec. O Méga Parc é um parque temático indoor de estilo steampunk. Nunca havia visto uma obra de arte em formato de parque de diversões como essa! Localizado dentro do shopping Galeries de la Capitale, o Méga Parc ocupa 3 andares. Quando você chega no local do parque, absolutamente tudo chama a atenção, seja o esquema de luzes, ou os brinquedos incomuns, ou uma montanha-russa passando em alta velocidade pelo teto do shopping. Mais incomum que a roda-gigante Zenith não tem. Ao contrário de uma roda-gigante comum, a Zenith tem um grande buraco no meio e as gôndolas nas extremidades são verdadeiras gaiolas de ferro. Parecia que eu tinha entrado num elemento industrial de produção. Além disso, cada vez que ela rodava, acontecia uma baita tremedeira. Muito louco! Além da Zenith, o primeiro andar tem o Patinarium, uma pista de patinação que percorre todo o parque; o Express, uma ferrovia em miniatura que passeia por um cenário lindo e com um jardim exuberante; o Pare-Chocs, um bate-pneu cheio de LEDs e a Piston, uma torre de queda livre intensa que dá para ver uma visão perfeita do Méga Parc. O segundo andar é todo voltado ao público infantil: tem o Carrousel, cheio de luzes e com uma estética exuberante; o Convoyeur, um carrossel de carrinhos; o Helix, uma “xícaras malucas” de helicópteros; o Condor, um carrossel de aviões que sobem e descem; o Arsenal, um tiro ao alvo de bolinhas de espuma (como o Ce-bolinhas do Parque da Mônica); o Centrale, um brinquedão gigante e o Mission Laser, um labirinto de armas a laser. O terceiro e último andar é dedicado ao público jovem: o Pendule é um frisbee de alta intensidade que pode te deixar nauseado com tantas rotações que ele faz; o Force G é um balanço maluco com várias inversões que com certeza te deixará nauseado; o Cortex é um simulador com viagens pelo fundo do mar; e o Salle des Machines é o clássico fliperama para receber prêmios. As montanhas-russas do Méga Parc são únicas! A Electro é uma montanha-russa familiar com a subida completamente no escuro, sendo iluminada poucas vezes por LED piscante. Confesso que ver aqueles trilhos praticamente flutuando no teto deu muito medo, mas uma vez que estava na montanha-russa, foi um passeio muito divertido e emocionante - uma experiência que nunca tinha tido antes na vida! A Electro dá duas voltas e é uma atração que eu ficaria o dia inteiro indo se pudesse. Já a Télégraphe é uma montanha-russa de trilho único, completamente assustadora. Com apenas uma cadeirinha, você percorre o trilho a partir de um empurrão inicial do operador! O trajeto tem algumas curvas, mas a verdadeira parte aterrorizante é quando chega na subida e você ouve o barulhão da corrente encaixada no assento. Confesso que a aparência frágil da Télégraphe ajuda a adrenalina subir ainda mais! Vale a pena conjugar o passeio em Québec com o Méga Parc. O shopping Galeries de la Capitale tem ótimas lojas, como Best Buy, Toys R Us, Lids, Sephora, Levi's, MAC, entre outras lojas canadenses. Não é possível pagar por atração. A pulseira que dá direito a todas as atrações para pessoas acima de 110cm é 25 dólares canadenses e para pessoas abaixo de 110cm é de 20 dólares canadenses. O Patinarium é pago à parte a admissão (6 dólares canadenses) e o aluguel dos equipamentos (9 dólares canadenses). O Méga Parc fica aberto todos os dias da semana, então é fácil incluí-lo em seu roteiro. Todas as idades conseguem brincar nas atrações, e filas não parecem ser um problema. A experiência da Electro e da Télégraphe são praticamente obrigatórias para quem procura algo diferente do que vemos na maioria dos parques de diversões. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Méga Parc? O Méga Parc fica dentro do shopping Les Galeries de la Capitale em Québec City, Québec, Canadá. Como chegar no Méga Parc? O aeroporto mais perto do Méga Parc é o de Québec City (YQB). Além do aeroporto, é possível chegar em Québec City via trem da empresa VIA Rail, na estação Gare du Palais. A melhor forma de chegar ao Méga Parc é usando transporte por aplicativo (Uber). Caso escolha ir de transporte público, a linha 800, que pega em frente a Gare du Palais, te levará ao terminal Beauport. Do terminal, pegue a linha 803 até o terminal Galeries de la Capitale (em frente ao shopping). Quais são as melhores atrações do Méga Parc? Electro, Télégraphe e Cortex. Quais são os melhores meses para visitar o Méga Parc? Todos os meses. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Méga Parc? Livre escolha. Qual é a melhor dica para o Méga Parc? Cada ida na Télégraphe é diferente! Vá quantas vezes for necessário até você sentir a sua adrenalina ir diminuindo à medida que você se acostuma com o percurso bizarro da montanha-russa! Que tipos de comida estão disponíveis no Méga Parc? Não tem, mas a praça de alimentação do shopping Galeries de la Capitale tem ótimas e variadas opções. Quanto custa o Méga Parc? O passaporte custa aproximadamente CAD (dólares canadenses) 25 (R$ 100). Qual é a duração das filas no Méga Parc? Tranquilas (até 30min) Qual é o site do Méga Parc? https://www.mega-parc.com/en/

  • Canada's Wonderland

    Perguntas frequentes do Canada's Wonderland Quando Alice caiu em um buraco de coelho e foi parar em um lugar fantástico chamado País das Maravilhas, todos nós queríamos estar junto com ela para experimentar as sensações malucas que aquele lugar oferecia. Muitos anos depois de ter lido a história de Lewis Carroll, consegui (finalmente!) ser Alice e encontrar minha própria Wonderland. No lugar do buraco de coelho, passei pelos portões do maior parque temático do Canadá e um dos maiores da América do Norte. O Canada’s Wonderland é uma das principais atrações de Toronto, a maior cidade do Canadá. Com 17 montanhas-russas, é o segundo parque temático com o maior número de montanhas-russas do mundo! Visitá-lo era um sonho antigo. Como passei muito tempo pesquisando e conhecendo suas atrações, estava certo que era mais do que necessário dois dias de visita, assim poderia conhecer o máximo de atrações possível. Além da quantidade absurda de montanha-russa, o Canada’s Wonderland também oferece um amplo portfólio de brinquedos radicais. Meu primeiro dia foi dedicado a ir em todas as montanhas-russas, e o segundo dia foi dedicado a ir em todas as atrações restantes. Como já era verão e final do mês de junho, o parque já estava recebendo excursões escolares. No primeiro dia, uma terça-feira, o público estava relativamente tranquilo, com filas aceitáveis. No segundo dia, uma quinta-feira, um caos tomou conta do parque já na entrada, em que um mar de jovens tentava passar pelas catracas. PRIMEIRO DIA Meus olhos custavam a acreditar ao ver o tamanho da Leviathan, maior montanha-russa do Canada’s Wonderland. A Leviathan se estende até os portões de entrada, chamando a atenção de todos que aguardavam entrar no parque. Devido a problemas com a companhia aérea que me levou para Toronto, só consegui entrar no parque duas horas depois do previsto. A International Street, rua principal do parque, é linda, com diversos edifícios de lojas e lanchonetes homenageando a arquitetura de diferentes países, como no Kings Island e no Kings Dominion. Ao fundo, a Wonder Mountain deixava o cenário ainda mais sensacional. Como estava muito quente, parei um pouquinho em frente à montanha para pegar a brisa das águas da Victoria Falls, a cachoeira da Wonder Mountain. Corri logo para almoçar e ficar abastecido para o restante do dia, e foi assim que me deparei com um desafio do Canada’s Wonderland: comer. Em todas as lanchonetes, as operações eram extremamente lentas, fazendo todo o processo de alimentação (desde entrar na fila até terminar de comer) durar até uma hora. A lanchonete chinesa Manchu Wok parecia a mais rápida de todas as opções da International Street. O caminho mais inteligente para começar é fazer o sentido anti-horário, começando pelas atrações menos disputadas. A primeira área à esquerda da International Street é a Gran World Expo, homenagem à exposição mundial de 1890 em Toronto. A primeira montanha-russa do dia foi a Flight Deck, uma montanha-russa invertida do mesmo modelo da FireWhip do Beto Carrero World, e um pesadelo em relação ao conforto (bate demais!). A segunda montanha-russa, a Time Warp, não foi diferente, inclusive, foi uma experiência pior. Voadora, a posição que o passageiro fica na Time Warp acaba sendo muito dolorida quando o trem passa pelas inversões, especialmente para pessoas altas. O que era para ser um voo divertido, virou um enterro! Engraçado que eu não senti essa sensação de morte no Luna Park em Nova York, em um modelo semelhante. A área de Grand World Expo também oferece a atração Xtreme Skyflyer (pago á parte), um simulador de voo super radical! Basta puxar uma cordinha e você estará voando a partir de 46 metros de altura pelo Canada's Wonderland. Se você curte algo mais leve, o Antique Carousel e o o chapéu mexicano Swing of the Century darão conta do recado. Nessa área, fica o Backlot Café, um dos poucos restaurantes climatizados do parque, e que conta com culinária canadense, do Oriente Médio, indiana, italiana e mexicana. Ele pode ser uma ótima pedida para refeições! Eu jogava muito Rollercoaster Tycoon 3, e no jogo tinha um brinquedo chamado “Garras da Perdição”. Me lembro que adorava ver como aquele troço funcionava e era sempre um grande destaque nos meus parques. Quando soube que ele existia na vida real e somente no Canada’s Wonderland, ficava torcendo muito para que eu pudesse andar nele. O Sledge Hammer não me decepcionou - sua experiência é tripla: ele gira, ele desafia seu medo de altura e ele faz pequenas quedas livres que faz seu estômago ir na boca! Adorei muito ter ido e ter realizado esse pequeno sonho de infância! Um modelo queridinho meu do Kings Island e do Kings Dominion, a Backlot Stunt Coaster do Canada’s Wonderland é igualmente divertida. Essa montanha-russa é ótima para toda família sentir ótimas emoções, especialmente pelos seus lançamentos de 0 a 64 km/h em 3 segundos e os efeitos especiais. Atravessando uma ponte e chegando à Frontier Canada, a primeira atração da área que homenageia os estados mais ao norte do país, foi a Mighty Canadian Minebuster, uma montanha-russa de madeira que chega a 90 km/h e percorre todo o parque aquático, mas oferece uma experiência dolorosa com muitos solavancos. A caça às montanhas-russas nos levou até as áreas infantis. Kidzville tem a montanha-russa suspensa Silver Streak, ótima para crianças grandinhas que desejam ter uma experiência de adrenalina maior que a Taxi Jam, uma pequena montanha-russa somente para crianças (e que não pude ir! :( ). Em Kidzville, dá para encontrar ótimos brinquedos infantis, como pequenas torres, carrosséis, playgrounds, shows, e o Treetop Adventure, um passeio de mini-helicópteros por cima de Kidzville. No Planet Snoopy, fica a Ghoster Coaster, uma mini montanha-russa de madeira que me surpreendeu pela sua velocidade! Com uma altura de apenas 12 metros, o trem alcança ótimos 56,3 km/h, em quedas íngremes e que fazem todas as crianças sorrirem e gritar de felicidade! O Planet Snoopy também conta com carrossel, bate-bate, mini roda-gigante, mini aviões, playgrounds e uma lindíssima loja temática com vários brinquedos e souvenires da turma do Snoopy. A agilidade das operações dos brinquedos do Canada’s Wonderland é ótima, e isso foi comprovado na montanha-russa The Fly, cujo modelo é conhecido por ser uma desgraça no andamento da fila. Cheguei rapidinho na estação, e a experiência é muito boa, muito mais divertida do que outras montanhas-russas semelhantes que fui. Uma agradável surpresa! A The Bat, próxima montanha-russa, é um modelo Boomerang, amplamente conhecido. Mais uma vez, muitos solavancos e batidas de cabeça durante as seis inversões que a The Bat faz. Experiência semelhante na Wildebeast, a maior montanha-russa de madeira do parque, que alcança 90 km/h com uma altura de apenas 25 metros. Apesar de não ser muito grande, os dois minutos na Wildebeast foram suficientes para deixar minha coluna doendo mesmo após o fim. Uma surpresa extremamente agradável depois de ter andado na sofrível Wildebeast foi a Vortex, uma montanha-russa suspensa com o melhor percurso que já vi na vida! O diferencial dessa atração é que os assentos do trem balançam, e além disso, a Vortex sobe até o topo da Wonder Mountain para ganhar uma velocidade incrível e passear pelo lago e pelas árvores de Frontier Canada. Era o tipo de montanha-russa que eu iria sem cansar durante o dia todo! Fazer essa maratona pelas montanhas-russas do Canada’s Wonderland, em partes, estava parecendo uma experiência de dor e sofrimento. Essa vibe continuou na Dragon Fyre, uma montanha-russa histórica cheia de loopings. São 4 inversões de alta intensidade, que, misturadas a uma tremedeira do trem, fazia com que o passeio na Dragon Fyre não fosse nada agradável. Felizmente, a situação estava prestes a mudar, à medida que chegou a hora de fazer o “trio das maravilhas”, as três maiores montanhas-russas do Canada’s Wonderland: Leviathan, Yukon Striker e Behemoth. Como já estava na área de Medieval Faire, área temática dedicada à Idade Média, corri para a Leviathan, a giga montanha-russa que fez meu coração disparar já nos portões de entrada. São 93 metros de altura que fazem o trem despencar alcançando 148 km/h de velocidade máxima, em um percurso com colinas gigantescas, curvas agressivas e um túnel! A Leviathan é uma experiência que consegue agradar todo mundo, especialmente pelo seu percurso com colinas largas, que não causa uma sensação de airtime (levitar do banco) tão agressiva, nem joga forças G tão intensas nos passageiros. Ainda assim, é um monstro de montanha-russa, e sem dúvidas, uma das melhores da América do Norte. Antes de passar para o outro lado do parque para andar na Yukon Striker e na Behemoth, fui na Wonder Mountain para andar na Thunder Run, uma das atrações que inaugurou junto com o Canada’s Wonderland em 23/05/1981. A montanha-russa é uma experiência familiar, sendo um passeio divertido em um trenzinho de alta velocidade pelos segredos da Wonder Mountain. Uma fofura! Os parques da Cedar Fair sempre gostaram de montanhas-russas recordistas. A Yukon Striker é a maior, mais rápida e mais longa montanha-russa de mergulho, além de ter o maior número de inversões. São 75 metros de queda em 90º, com uma assustadora paradinha antes. Depois da queda, a sensação é que você simplesmente entrou em órbita e está flutuando em movimentos radicais. Nas quatro vezes que a Yukon Striker coloca você de cabeça para baixo, após uma deliciosa queda livre, você sente as melhores sensações da sua vida, em que seu corpo parece descolar da realidade. O cenário é incrível: todo o Canada’s Wonderland ao seu redor, que parece acompanhar a irrealidade dos movimentos da Yukon Striker com você. A última montanha-russa foi a Behemoth, uma hiper montanha-russa que foi a primeira de grande porte do Canada’s Wonderland. Com 70 metros de altura, seu percurso é completamente diferente da Leviathan, sendo mais agressivo e intenso, graças às suas colinas “pontudas” e “estreitas”. Esse formato faz com que o airtime na Behemoth seja muito mais forte que na Leviathan, assim como a intensidade das forças G. Eu AMEI a Behemoth, principalmente porque eu sou daqueles que amam montanhas-russas com airtime intenso. Quanto mais intensidade e sensações que podem me causar medo, melhor. A diferença entre Behemoth e Leviathan me lembra as diferenças entre Intimidator e Fury 325 no Carowinds. De toda forma, isso é apenas uma opinião pessoal. O mais divertido de andar de montanha-russa é que cada um tem uma percepção e todas são incríveis de ouvir! SEGUNDO DIA Passado o caos da entrada no segundo dia, eu e meus amigos nos dedicamos a conhecer os muitos brinquedos que o Canada’s Wonderland tem. Apesar da presença da Behemoth, Leviathan e Yukon Striker, o portfólio de montanhas-russas do parque não é sensacional, sendo a maior parte delas experiências completamente esquecíveis ou dolorosas. Para a minha alegria, no segundo dia, pude ver que os brinquedos são o que o Canada’s Wonderland realmente tem de forte. O dia começou na Wonder Mountain’s Guardian, uma atração dentro da Wonder Mountain que mistura montanha-russa com tiro ao alvo. A fila é lenta durante todo o dia, então preferimos ir logo para tentarmos pegar o mínimo de fila possível. A experiência da Guardian é bem divertida, mas o melhor fica para o final: DO NADA, o carrinho cai em uma queda livre de 9 metros para poder retornar à estação! Chegamos à Frontier Canada para experimentar a maluquice que é o Soaring Timbers, duas gôndolas que giram em 360º enquanto um braço gira de forma inclinada. Quem tem estômago fraco jamais pode ir num brinquedo como esse. Eu só conseguia segurar fortemente na minha trava. Sou muito medroso para essas coisas avançadas… Vizinho ao Soaring Timbers, o Lumberjack é o tradicional Kamikaze “evoluído”. Nele, os pés ficam para fora, soltos no ar, e a velocidade é consideravelmente maior. Do momento que sentei nele, até o final, só conseguia ver tudo girando, girando e girando… Árvores girando… Pessoas girando… Depois de ter parado de girar, como estava mais calor do que no primeiro dia, não resistimos e fomos para o Timberwolf Falls, um clássico splash. Foi um delicioso banho! Indo para Medieval Faire, encontrei aquele que seria um dos melhores brinquedos que já fui na vida: o Shockwave. Parecendo uma gigantesca aranha, o Shockwave me proporcionou ótimas sensações, especialmente de surpresa (o que amo!). Cada braço move-se de forma aleatória, podendo dar cambalhotas inesperadas, giros absurdos e colocar a sua cadeira para se movimentar em todas as direções! Medieval Faire é a área em que estão brinquedos raríssimos, pouco encontrado em outros parques do mundo, como o Klockwerks, braços giratórios que pulam, e o Wilde Knight Mares, uma roda giratória na diagonal e na vertical, em que você está preso em uma gaiola sem travas e não se move somente por conta da atuação da força centrífuga! INCRÍVEL! Para dar uma recuperada depois da intensa experiência no Wilde Knight Mares, fui atrás das lojas da Medieval Faire e me deparei com a loja que desafia todas as propriedades intelectuais: você encontra produtos relacionados à outras redes de parques! Para quem gosta da pura queda livre, a Drop Tower é uma ótima opção, especialmente com a vista de todo o parque e de Toronto lá de cima! Já quem gosta de girar igual um louco, a melhor opção é o Spinovator, uma espécie de xícaras malucas em alta velocidade. Eu preferi encarar o Riptide, que conta com braços giratórios duplos, e com jatos d’água! Apesar das gigantescas filas, conseguimos repetir algumas montanhas-russas, com destaque para a ótima Vortex e a alucinante Yukon Striker. Andar na Yukon Striker no pôr-do-sol foi uma das visões que jamais vou esquecer, mesmo quando estiver super velhinho, tenho certeza. No caminho da Yukon Striker para a International Street, passei pelo Psyclone, um clássico frisbee pendular; o Windseeker, uma torre gigante em que você gira em cadeirinhas a 92 metros de altura; e o Slingshot (pago à parte), o famoso estilingue que te catapulta a 91 metros de altura no ar a 100 km/h! Antes de ir embora, ainda deu tempo de ir no Skyhawk, um dos brinquedos mais doidos que já vi na vida! Você entra num avião, esse avião sobe uma torre, e por fim, fica girando lá em cima. Mas calma, não é só isso - você precisa balançar o avião para que ele possa fazer cambalhotas! Isso mesmo, ficar de cabeça para baixo! Um erro comum é balançar o avião muito rápido, o que não fará ele dar cambalhotas. O segredo é balançar pouco no início e manter os balanços em uma velocidade constante até você sentir que ele está prestes a virar de cabeça para baixo. Quando chega esse momento, dá MUITO medo! Me arrepiou super a espinha! As duas visitas ao Canada’s Wonderland foram recheadas de diversão, alegria e muita felicidade. O portfólio de atrações do parque é algo invejável a qualquer parque temático do mundo, principalmente pela quantidade. É impossível você conhecer tudo em apenas um dia, então reserve dois dias, principalmente se você for daqueles iguais a mim que gosta de conhecer TUDO! Tudo é muito limpo, organizado e as atrações funcionam sem paradas técnicas significativas. O capricho é visível em vários pontos das áreas temáticas e fico muito feliz que o Canadá tenha um parque temático tão maravilhoso para chamar de seu. Não tenho dúvidas que o Canada’s Wonderland é o melhor que tem para fazer enquanto está visitando a cidade multicultural de Toronto. Uma pena ter que ir embora! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Canada’s Wonderland? O Canada's Wonderland fica em Toronto, Ontario, Canadá. Como chegar no Canada’s Wonderland? O aeroporto mais perto do Canada’s Wonderland é o de Toronto (YYZ). A melhor maneira de chegar é de metrô + ônibus, descendo na estação Vaughan Metropolitan Centre (linha amarela) e pegando a linha de ônibus 20, no Terminal de Ônibus que fica ao lado da estação. A linha 20 te deixa em frente ao parque. Quais são as melhores atrações do Canada’s Wonderland? Yukon Striker, Behemoth e Leviathan. Quais são os melhores meses para visitar o Canada’s Wonderland? Abril a Junho e Setembro a Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Canada’s Wonderland? Leviathan / Flight Deck / Time Warp / Sledgehammer / Backlot Stunt Coaster / Mighty Canadian Minebuster / Vortex / The Fly / The Bat / Wilde Beast / Thunder Run / Wonder Mountain’s Guardian / Yukon Striker / Behemoth / Windseeker / Skyhawk Qual é a melhor dica para o Canada’s Wonderland? Caso dois dias no Canada’s Wonderland não seja possível, chegue 1 hora antes do parque abrir e só saia no último minuto! Além disso, escolha uma das três grandes montanhas-russas para ser a primeira atração do dia e depois, faça a ordem das atrações no sentido anti-horário. Que tipos de comida estão disponíveis no Canada’s Wonderland? Fast-food estadunidense, chinês, mexicano e canadense, como pizza, hambúrguer, yakisoba, cachorro-quente, nachos, tacos, poutine, e frango frito. Procure se alimentar por volta das 11h ou das 15h, quando as filas ficam consideravelmente menores. Prefira também as lanchonetes do Planet Snoopy e da Kidzville. Quanto custa o Canada’s Wonderland? O passaporte custa aproximadamente CAD (dólares canadenses) 45 (R$ 250). Qual é a duração das filas no Canada’s Wonderland? Moderadas (30-60min) a intensas (60min+). Qual é o site do Canada’s Wonderland? https://www.canadaswonderland.com/

  • Centreville Amusement Park

    Perguntas frequentes do Centreville Amusement Park As Toronto Islands são um complexo de ilhas em que os habitantes de Toronto vão para curtir os melhores momentos do seu verão. São três ilhas que tem como principais atrações praias, lanchonetes (como a ótima Toronto Island BBQ & Beer Co. e o Beaver Trails), vistas incríveis do skyline da cidade e um dos parques de diversões mais históricos do Canadá: o Centreville Amusement Park. Construído em 1967, o Centreville tem um portfólio simples de atrações, mais indicado para crianças de 3 a 10 anos. Para chegar ao parque indo do centro de Toronto, somente via ferry a partir da estação ao final da Bay Street. Para chegar de forma mais rápida ao parque, é necessário pegar o ferry da Centre Island. Da estação de chegada até o Centreville são 6 minutos de uma caminhada agradável pelas inúmeras espécies de árvores. As crianças vão se divertir no Beasley Bear, uma pequena “xícaras malucas” de ursos; no Rockin’ Ferry, um barco doido que balança de forma aleatória para várias direções; no Scrambler, um carrossel giratório de alta velocidade no escuro; no Bumper Cars, um bate-bate com carros em formato de touro e vaca; no Leapin’ Lily, uma pequena torre de queda livre; na Haunted Barrel Works, uma mini casa mal-assombrada; no Bumble Bees, um carrossel de abelhas que sobem e descem; e no teleférico Skyride, um teleférico que dá para ver todo o parque em uma perfeita visão. Pais e crianças grandes (como eu) podem brincar na Ferris Wheel, uma linda roda-gigante com temática da Idade Média; no Log Flume, um clássico canal de troncos com um ótimo splash; no Swan Ride, uma oportunidade de dirigir barcos cisne em um bonito lago; no Golf Course, um mini percurso de golfe; e no antigo Carrossel, um dos poucos Dentzel Menagerie Carousels restantes no mundo e o único que resta no Canadá. Tem 52 animais e é acompanhado por um órgão de feira Wurlitzer. A razão da minha visita ao Centreville era a Toronto Island Mine Coaster, única montanha-russa do Centreville. Provavelmente ela foi uma das montanhas-russas mais caras da minha vida, visto que ela custa 6 tickets para andar e cada ticket custa 1,30 dólar canadense. Se você fizer as contas e depois converter para real, chegará a um valor doloroso. Todavia, foram 3 voltas interessantes, já que esse tipo de montanha-russa comumente sou proibido de ir por ser exclusiva para crianças. O parque também oferece um ótimo número de lanchonetes, que contém itens clássicos de parque de diversões, como pizza, sorvete, algodão doce, funnel cake, pipoca, bolos, espetinhos de carne, e até um Subway! Além disso, o espaço do parque é ótimo para ter uma viagem no tempo e voltar ao século XX. Os preços são um pouco salgados: acima de 120cm, a pulseira de atrações ilimitadas custa 38 dólares canadenses (+taxas) e abaixo de 120cm, 29 dólares canadenses (+taxas). Mesmo para crianças, acredito que o Canada's Wonderland seja um custo/benefício muito melhor. Nem todas as crianças são permitidas em todos os brinquedos: alguns têm restrições de altura, mas as restrições são para fins de segurança. Além disso, os pais precisam ir com crianças menores em determinados brinquedos. O Centreville funciona somente de maio a outubro, em diferentes horários. O ideal é você reservar um dia inteiro da sua visita à Toronto para as Toronto Islands, assim você pode curtir a praia, almoçar em um dos restaurantes ou lanchonetes e ao final da tarde, curtir os brinquedos do Centreville com as crianças. Um piquenique ao redor do parque também é uma excelente opção para o lanche da tarde. Os melhores dias para aproveitar o Centreville e as Toronto Islands são os dias de semana. Se preferir (ou só puder) ir aos finais de semana, opte por ir às atrações do Centreville logo nas primeiras horas de operação do parque. Lembre-se a palavra de ordem enquanto estiver na Toronto Islands é relaxar --- Perguntas frequentes: Onde fica o Centreville Amusement Park? O Centreville, fica na maior ilha (Centre Island) das Toronto Islands em Toronto, Ontario, Canadá. Como chegar no Centreville Amusement Park? O aeroporto mais perto do Centreville é o Billy Bishop Toronto City Airport (YTZ) e o Toronto Pearson International Airport (YYZ). A melhor forma de chegar ao Centreville é via ferry a partir da estação ao final da Bay Street. Para chegar de forma mais rápida ao parque, é necessário pegar o ferry da Centre Island. Da estação de chegada até o Centreville são 6 minutos de caminhada. Quais são as melhores atrações do Centreville Amusement Park? Mine Coaster, Log Flume e Skyride. Quais são os melhores meses para visitar o Centreville Amusement Park? Junho a Agosto. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Centreville Amusement Park? Livre escolha Qual é a melhor dica para o Centreville Amusement Park? Por ficar numa das principais áreas de lazer de Toronto, o Centreville lota do meio do dia até as últimas horas de funcionamento do parque. Chegue cedo para aproveitar todas as atrações com calma! Que tipos de comida estão disponíveis no Centreville Amusement Park? Fast-food comum estadunidense e canadense. Quanto custa o Centreville Amusement Park? Acima de 120cm, a pulseira de atrações ilimitadas custa 38 dólares canadenses (+taxas) e abaixo de 120cm, 29 dólares canadenses (+taxas). Cada ticket avulso custa 1,30 dólar canadense. Cada atração requer entre 3 e 6 ingressos por pessoa. Os bilhetes individuais não expiram e são transferidos para o próximo ano. Qual é a duração das filas no Centreville Amusement Park? Tranquilas (até 30min) Qual é o site do Centreville Amusement Park? https://www.centreisland.ca/centreville-amusement-park

  • Six Flags Darien Lake

    Perguntas frequentes do Six Flags Darien Lake Eu tenho muitos sonhos envolvendo parques de diversão. Um deles é visitar todos os Six Flags. A rede estadunidense de parques temáticos regionais têm propriedades espalhadas por toda a América do Norte, e por ser regional, em muitas cidades que não tem qualquer apelo turístico. Vendo o mapa, sabia que não seria uma tarefa fácil, especialmente pelos Six Flags localizados no gigantesco estado de Nova York: o Six Flags Great Escape e o Six Flags Darien Lake. Felizmente, uma viagem às principais cidades do Canadá seriam as melhores oportunidades para alcançar esses dois parques. Para chegar ao Darien Lake, só teria que me estabelecer na maravilhosa cidade de Cataratas do Niágara. Eu e meu amigo escolhemos dividir o dia indo pela manhã no Seabreeze e no restante do dia, ficar até os últimos minutos no Six Flags Darien Lake. Chegamos no parque por volta de 13:00, e tivemos a agradável surpresa de um estacionamento não tão cheio. O Darien Lake fica exatamente no meio entre a cidade de Cataratas do Niágara e a cidade de Rochester, onde fica o Seabreeze. Seu principal público são os estadunidenses de Buffalo, primeira cidade após a fronteira com o Canadá, e Rochester, os dois grandes centros urbanos da região. Ao redor do Darien Lake só tem campos agrícolas, o que faz o parque parecer um oásis de diversão e adrenalina no meio do nada. Confesso que as expectativas em relação ao dia no Six Flags Darien Lake não eram tão grandes, mas ao passar pelos portões do parque, imediatamente me apaixonei pela atmosfera fofa. Tudo ao meu redor me fazia crer que eu tinha entrado num cenário do Rollercoaster Tycoon 2. Recebemos uma surpresa do Guest Services: copos metálicos térmicos lindos! As funcionárias ficaram tão animadas que já estávamos quase completando todos os Six Flags que nos deram o copo de presente. Tivemos atendimento extraordinário (para o padrão Six Flags) em praticamente todos os funcionários que tivemos contato. Uma grata surpresa! Corremos para Predator, uma montanha-russa de madeira que teve partes dos seus trilhos reformadas recentemente. A experiência dela é super emocionante! O trem atinge 80,5 km/h e as colinas são ótimas, especialmente por ter ótimos pontos de airtime, a sensação de levitar do banco. Nos trilhos reformados, o trem passa como um sabão. Ótima montanha-russa! Logo depois, foi a vez da Ride of Steel, a maior montanha-russa do Six Flags Darien Lake. Essa atração é um clone da Superman: Ride of Steel do Six Flags America. Como quase nenhuma atração do parque tinha grandes filas, fomos inúmeras vezes! Deu para sentir perfeitamente a experiência monstruosa da Ride of Steel, com inúmeros pontos de airtime extremos, curvas fechadas com intensas forças G, e uma queda que faz a alma sair do corpo. O frio na barriga é garantido em todo percurso! No caminho para a próxima montanha-russa, passamos pelos brinquedos clássicos Scrambler, um carrossel giratório, o Lasso, um lindíssimo chapéu mexicano, e o Redhawk, um skycoaster. Quando chegamos ao fundo do parque, encontramos a Boomerang, do mesmo modelo daquela que existia no Playcenter. Não sei explicar muito bem o motivo, mas essa foi a primeira desse tipo que me deixou extremamente enjoado. Dava para sentir uma intensidade absurda nas inversões. Rodeando o lago e indo até os fundos à direita do Darien Lake, fomos na Motocoaster, uma montanha-russa de lançamento em que você se senta numa moto! É uma atração superdivertida, e dá para dar muito medo, especialmente porque as curvas são bem fechadas e a velocidade é absurda. Além disso, a trava dela fecha nas costas, o que te deixa seu corpo bem livre enquanto está em cima da moto! (Falar da fila na legenda) Na mesma área da Motocoaster, fica o Six Flags SkyScreamer, uma torre gigantesca em que você gira a 74 metros de altura em cadeiras presas por correntes! É ABSURDA A SENSAÇÃO DESSA ATRAÇÃO, ESPECIALMENTE QUANDO TEM VENTO! Parece realmente que a qualquer momento você vai voar. Para quem gosta de ficar no chão, os carros antigos, o barco pirata e o circuito de kart são ótimas opções muito tranquilas. Atravessando o parque, a próxima montanha-russa era isolada do restante das atrações. Somente atravessando uma ponte dava para chegar na Mind Eraser, uma montanha-russa invertida do mesmo modelo da FireWhip do Beto Carrero World. Essa já era a terceira deste modelo durante a viagem, e para a nossa sorte, foi a mais agradável de todas. Conseguimos curtir o percurso sem machucar nossos ombros ou ficar com dor de cabeça. Um dos motivos pelos quais essa visita ao Darien Lake sempre vai ficar marcada no meu coração e na minha vida, é que foi em uma de suas montanhas-russas, que alcancei a marca de 400 montanhas-russas andada. Não podia ser melhor que a Tantrum, um clone da excelente Iron Shark do Galveston Island Historic Pleasure Pier. Eu fiquei tão animado com o que eu estava atingindo, que fui na Tantrum mais de 5 vezes! Não foi uma tarefa difícil: a experiência nela é perfeita, te oferecendo uma enorme dose de emoção, com destaque para as inversões e a queda angular negativa! A última montanha-russa do dia foi a Viper, uma besta totalmente preta com inversões de alta intensidade, especialmente durante o batwing - um elemento em que o trem fica de cabeça para baixo duas vezes em um curto período de tempo, com o formato lembrando asas de morcego. No total, são 5 inversões e uma velocidade máxima de 80 km/h. A experiência nela foi ótima, algo surpreendente para uma montanha-russa de 1982! Perto da Viper, o parque oferece uma pequena área infantil muito fofa que tem uma montanha-russa chamada Hoot'n'Roller, somente para crianças. Além disso, outras atrações infantis como passeio de alces (de mentira!), mini-torre e um carrossel voador de abelinhas fazem a alegria dos pequenos. Depois de ter ido em todas as montanhas-russas grandes, começamos a aproveitar os brinquedos do Darien Lake. O primeiro foi o Sleighride, uma das primeiras versões criadas do modelo Matterhorn, como o do Mirabilandia. Uma honra ter vivido um pouco da história! Depois, ficamos bastante vezes de cabeça para baixo no Rolling Thunder, e vivemos momentos divertidíssimos no Corn Popper, um brinquedo maluco em que os braços vão e voltam em alta velocidade e de diferentes formas. Caminhando para o meio do Darien Lake, vimos mais uma semelhança com o Playcenter: o Shipwreck Falls é do mesmo modelo do Waimea! Os barcos não tem travas! Que saudades eu estava da sensação de praticamente flutuar na queda e tomar um belo banho! Cada cantinho que eu conhecia do Darien Lake me apaixonava mais! Como estava com fome, aproveitei para comer no Anchor Bar, um restaurante com ótimas asinhas de frango, uma tradição e receita secreta da cidade de Buffalo. Outro lugar maravilhoso é o Boardwalk Food, que vende pizzas, frango frito e fritas de forma bem rápida. O melhor de tudo é poder comer com uma brisa maravilhosa vinda do lago. Nosso próximo brinquedo foi a torre de propulsão e queda livre Blast Off! Lá em cima, deu para ver o mágico pôr-do-sol e o Darien Lake Performing Arts Center, um palco em que o parque costuma receber shows de grandes artistas. Além disso, o Darien Lake é famoso por receber muitos motorhomes que acampam no parque e turistas que gostam de reservar chalés ao redor do lago Darien. Queríamos aproveitar o clima incrível do dia ainda mais, e fomos mais vezes na Predator e na Ride of Steel. O Six Flags Darien Lake simplesmente tinha um dos melhores ambientes de todos os Six Flags, com funcionários alegres e prestativos, música boa tocando o tempo todo, visitantes agradáveis e atrações que não são recordistas, mas são super divertidas e emocionantes! Prova viva de um parque que dá aula de que basta ter um cuidado e investir na experiência para que os visitantes tenham um dia incrível! Ver o povo pulando do Slingshot enquanto estávamos sentados num banco descansando antes de pegar a estrada de volta às Cataratas do Niágara, me fez pensar se um dia terei coragem de ir nessa atração algum dia. Juro para vocês que o medo é insistente e sempre fala mais alto. Saímos do Six Flags Darien Lake com a vontade imediata de voltar! O parque ficou no nosso coração por nos ter dado um dia incrível e muito divertido. Digo, sem medo de errar, que reservar um dia da sua estadia nas Cataratas do Niágara para conhecer o Seabreeze e o Six Flags Darien Lake fará sua viagem ainda mais interessante e entusiasmante. Um brinde à conhecer novos lugares e explorar áreas que ninguém conhece! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags Darien Lake? O Six Flags Darien Lake fica em Buffalo, Nova York, nos Estados Unidos, perto das Cataratas do Niágara. Como chegar no Six Flags Darien Lake? O aeroporto mais perto do Six Flags Darien Lake é o Aeroporto Internacional de Buffalo-Niagara (BUF), nos Estados Unidos, mas também é possível chegar através do Aeroporto Internacional de Toronto (YYZ) e se hospedar em Cataratas do Niágara, no Canadá. Só é possível chegar no Six Flags Darien Lake de carro. Do centro de Cataratas do Niágara até o parque são 1 hora e 15 minutos aproximadamente. É necessário ter o visto físico dos Estados Unidos e do Canadá para poder atravessar a fronteira de ambos os países. Quais são as melhores atrações do Six Flags Darien Lake? Ride of Steel, Tantrum e Predator. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Darien Lake? Junho a Agosto. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Darien Lake? Ride of Steel / Predator / Boomerang / Motocoaster / Skyscreamer / Viper / Mind Eraser / Tantrum / Brain Drain / Corn Popper / Sleighride / Shipwreck Falls / Pirate / Redhawk / Blast Off! / Lasso / Slingshot Qual é a melhor dica para o Six Flags Darien Lake? O maior destaque do Six Flags Darien Lake é a Ride of Steel. Programe seu dia para que você possa repeti-la no final! Ir no primeiro assento e ir no último assento são experiências completamente diferentes! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Darien Lake? Fast-food comum estadunidense e canadense. Os melhores lugares para comer são o Campfire Grill, na área infantil perto da Viper, e o Anchor Bar, na Boardwalk, perto do Blast Off! Quanto custa o Six Flags Darien Lake? O passaporte que dá acesso a todas as atrações custa aproximadamente USD 50 (R$ 275). Qual é a duração das filas no Six Flags Darien Lake? Moderadas (30 a 60min) Qual é o site do Six Flags Darien Lake? https://www.sixflags.com/darienlake

  • Seabreeze

    Perguntas frequentes do Seabreeze Toda nova região que eu vou pesquiso qual é o número máximo de parques que posso visitar por perto. Parte disso faço por ter um espírito explorador, em que não me contento com os lugares que “todo mundo visita”. A outra parte é que eu não sei quando será que terei a oportunidade de voltar àquele lugar, então busco aproveitar ao máximo tudo que tem nos arredores. Em Niagara Falls, minha paixão por montanhas-russas me levou a atravessar a fronteira do Canadá com os Estados Unidos e ir até os subúrbios de Rochester, uma cidade no oeste do estado de Nova York. Por ali, funciona um parque de diversões com quase 150 anos de operação. O Seabreeze Amusement Park fica à beira do lago Ontário, o mesmo lago que banha a cidade de Toronto. Chegar ao parque é uma experiência muito diferente: as ruas que levam até a entrada são completamente residenciais. Só dá para ver casas interioranas típicas dos Estados Unidos até os trilhos da Jack Rabbit aparecerem no horizonte. A viagem de Niagara Falls durou 1 hora e 30 minutos. A impressão que eu tive ao chegar nos portões de entrada do Seabreeze é que alguém construiu esse parque como se fosse uma atração do quintal da casa no início do século XX. O tempo simplesmente parou nesse pedaço de Rochester e fui teletransportado para a época em que homens vestiam terno e mulheres vestiam longos vestidos para andar nos brinquedos. Eu estava muito encantado com o que eu estava vivenciando! O que me atraiu no Seabreeze foram duas montanhas-russas: a Jack Rabbit, uma montanha-russa de madeira de 102 anos, e a Bobsleds, uma montanha-russa customizada única no mundo. Assim que entrei pelos fofos portões, corri direto para a Jack Rabbit. Para minha surpresa, ela ainda opera 100% por alavancas. São quatro: uma para acionamento do primeiro freio, outra para o acionamento do segundo frio, a terceira para acionamento e liberação das travas, e a última para reter/despachar o trem da estação. Veja no vídeo abaixo como funciona! Como a maioria das montanhas-russas de madeiras com mais de 100 anos, seu percurso é cheio de surpresas que causam um bom airtime (a sensação de levitar do banco) - suas colinas possuem a inclinação certa para que as forças negativas da gravidade atuem fortemente. A melhor parte é quando o trem entra no túnel e adquire uma velocidade surreal, antes de voltar à estação. Em frente à Jack Rabbit, vi um dos brinquedos mais lindos que meus olhos puderam ver: o Time Machine! Ele tem os mesmos movimentos do brinquedo “Surf”, presente em muitos parques itinerantes. Simplesmente incrível o trabalho temático feito nessa atração! Para quem gosta de girar muito, ao redor dele está o maravilhoso e divertido Tilt-a-Whirl e as cadeiras voadoras do Seabreeze Flyers. O Seabreeze tem formato de “L”: a Jack Rabbit fica em uma extremidade e as outras duas montanhas-russas na extremidade oposta. Como estava com o tempo curto porque no dia ainda iria curtir o Six Flags Darien Lake, corri direto para a Bobsleds, uma montanha-russa de madeira que foi completamente redesenhada depois que o dono do Seabreeze nos anos 1950 voltou da Disneyland encantado pela Matterhorn Bobsleds. Os trilhos de madeira foram substituídos por trilhos tubulares de aço, mas os suportes de madeira continuaram. Reinaugurada como Bobsleds em 1962, foi a primeira montanha-russa híbrida criada. A experiência na Bobsleds é extremamente divertida! Os trilhos são muito retorcidos, lembrando uma montanha-russa híbrida moderna. O trem parece tão frágil que o frio na barriga só aumenta! A brisa do lago Ontário torna tudo ainda mais agradável, especialmente quando as quedas acontecem. Amei! Foi uma experiência única na minha vida viver uma parte da história das montanhas-russas! Vizinha da Bobsleds, a Whirlwind é a montanha-russa mais nova do Seabreeze. Seu modelo é similar à Undertow do Santa Cruz Beach Boardwalk, porém com muito mais giros. Definitivamente foi a melhor montanha-russa com carros que giram que já fui até hoje! Tinham certos momentos que pareciam que eu estava dentro de uma “xícara maluca”. Inclusive, parecia competição com o disco gigantesco do Revolution 360º, que fica em frente a Whirlwind. A pequena rua principal do Seabreeze têm brinquedos clássicos que toda a família gosta: a Sea Dragon, um barco pirata; o Music Express; o Barnstormer, um carrossel de aviões; o The Spring, uma pequena torre; o Twirlin' Tea Cups, mini “xícaras malucas”; e o Carrossel, desenhado e construído pela quinta geração da família que é dona do Seabreeze. Confesso que meus olhos brilharam ao ver um carrossel artesanal! Na praça central, mais brinquedos compõem toda a atmosfera nostálgica do Seabreeze: o Bumper Cars, carrinhos de bate-bate de modelo vintage; o Wave Swinger, um chapéu mexicano único nos Estados Unidos com temática vitoriana; o Log Flume, um canal de troncos com um ótimo splash; e o Screamin’ Eagle, um brinquedo radical com movimentos semelhantes ao Kamikaze e sem piso! As crianças têm uma seção só delas: a Kiddie City tem vários pequenos carrosséis; além do T-Birds, um percurso com mini carros e da Bear Trax, uma montanha-russa somente infantil. Elas também vão adorar o Arcade, com um monte de jogos de fliperama divertidos, e os jogos de sorte, cheios de ótimas recompensas! A atmosfera do parque é super tranquila, com pouquíssimas filas nas atrações, mesmo em um final de semana de verão. O Seabreeze ainda tem uma área com toboáguas e outras atrações de parque aquático, o que ajuda a dispersar o público. Pavilhões para piquenique e festas no meio da vegetação à beira do lago também estavam presentes. O clima fofo e vintage do parque me lembrou muito meu dia no Knoebels. Da próxima vez que eu voltar à Niagara Falls, com certeza vou reservar um dia inteiro para apreciar com calma todas as atrações do Seabreeze. Quero muito abrir uma toalha de piquenique ao lado da Whirlwind, sentir a brisa do lago e ouvir os gritos dos corajosos que encaram os giros dessa montanha-russa. O Seabreeze pede dias mais lentos, e sem preocupação com o tempo. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Seabreeze Amusement Park? O Seabreeze, fica em Rochester, Nova York, Estados Unidos, perto das Cataratas do Niágara. Como chegar no Seabreeze Amusement Park? O aeroporto mais perto do Seabreeze é o Aeroporto Internacional da Grande Rochester (ROC), nos Estados Unidos, mas também é possível chegar através do Aeroporto Internacional de Toronto (YYZ) e se hospedar em Cataratas do Niágara, no Canadá. Só é possível chegar ao Seabreeze de carro. Do centro de Rochester, é um percurso de apenas 15 minutos. Se estiver hospedado em Cataratas do Niágara, é possível pegar um trem até o centro de Rochester, ou ir de carro pela I-90, em um percurso que dura 1 hora e 30 minutos. É necessário ter o visto físico dos Estados Unidos e do Canadá para poder atravessar a fronteira de ambos os países. Quais são as melhores atrações do Seabreeze Amusement Park? Jack Rabbit, Bobsleds e Whirlwind. Quais são os melhores meses para visitar o Seabreeze Amusement Park? Junho a Agosto. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Seabreeze Amusement Park? Livre escolha! Qual é a melhor dica para o Seabreeze Amusement Park? Tire um dia para passar no Seabreeze e curtir o litoral do lago Ontário. Você vai se sentir como uma pessoa local de Rochester! Não deixe de ver o pôr-do-sol no Irondequoit Bay Outlet Pier and Beach, que fica a poucos minutos a pé do parque. Que tipos de comida estão disponíveis no Seabreeze Amusement Park? Fast-food comum estadunidense e canadense. Quanto custa o Seabreeze Amusement Park? O passaporte que dá acesso a todas as atrações custa aproximadamente USD 40 (R$ 220). Qual é a duração das filas no Seabreeze Amusement Park? Tranquilas (até 30min) Qual é o site do Seabreeze Amusement Park? https://seabreeze.com/

  • Hopi Hari

    Perguntas frequentes do Hopi Hari Podemos contar nos dedos de uma mão apenas os parques temáticos de grande porte no Brasil. Nosso país, apesar de ter uma grande parcela da população apaixonada por parques, não desenvolveu um mercado grandioso com os países do hemisfério norte. Pelo contrário, perdemos parques ao longo do tempo, por motivos variados. Mais de 20 anos após a sua inauguração, o Hopi Hari segue firme, funcionando e com todos os seus brinquedos abertos. O "País Mais Divertido do Mundo" continua gerando sorrisos em milhares de brasileiros, que por um breve momento, se tornam hópius. Vam vam? Sua temática é baseada num país fictício, então tenha seu passaporte em mãos para passar pelo Imigradero - Departamento de Imigração (catracas da entrada). Dividido em 5 áreas temáticas que representam as regiões do país, Kaminda Mundi, Infantasia, Wild West, Mistieri e Aribabiba, o Hopi Hari é um parque temático com moeda (hopi plaka) e idioma (hopês) próprios. Logo na abertura, esteja preparado para cantar a plenos pulmões o Hino di Hopi Hari! Logo na entrada, você cai na região de Kaminda Mundi, que significa "Caminho do Mundo" no idioma do parque, o hopês. Inclusive, no exato momento que o parque abre, você recebe uma recepção super calorosa dos hábitaris, como são chamados os funcionários de Hopi Hari, que ficam alegrando e divertindo os visitantes com danças e palhaçadas. Sensacional! Em Kaminda, é possível encontrar o Theatro di Kaminda, teatro com peças em cartaz, e a Giranda Mundi, uma das maiores rodas-gigante do Brasil, onde é possível ver muito da Mata Atlântica, além do Wet'n Wild e o próprio Hopi Hari. Se você se sentir com sorte, tente ganhar um prêmios nos 6 diferentes jogos do Jogakí di Kaminda. Caso bata a fome, não deixe de passar no Euro Restaurandi, onde está o meu prato favorito de Hopi Hari, o Euro Burger, e na Place de la Glace, lar do melhor sorvete da vida: a Taça Maluka - não vou contar como ela é, apenas peça! Seguindo a escadaria por trás da Giranda Mundi, chega-se em Infantasia, a área infantil. A área hoje é uma das melhores do Brasil para se divertir com crianças menores, e principalmente, aquelas apaixonadas por brinquedos de todas as formas. As lanchonetes da região, que servem pizza e hamburgueres, podem ser uma opção para o almoço, mas fique ligado: elas costumam ficar muito cheias a partir de 13h. Infantasia dispõe do Giranda Pokotó, do Dispenkito (duas mini-torres), do Toka do Uga (playground), do Kastel di Lendas (uma atração no escuro caracterizado por um passeio de barquinho pelas regiões do Brasil com bonequinhos cantores) e o Teatro Klapi Klapi, que exibe peças com os personagens do parque onde a família toda se diverte, e a criançada tem a oportunidade de tirar fotos com todos eles. Além deles, o Astronavi, tradicional carrossel de naves que sobem e descem, e o Komboio, um percurso de carrocerias com cenários, arrancam muitos sorrisos das crianças. Para os maiores, o Giralata é imperdível: uma versão das xícaras malucas que no brinquedo viraram "latas" tematizadas com uma bagunça feita pelos personagens do parque, onde o visitante pode girar à sua vontade! Planejado por uma das melhores empresas de parques temáticos na época, o Hopi Hari tem belos jardins, bastante árvores e uma boa tematização, um conjunto que faz o parque inteiro ser instagramável. Logo à esquerda de Infantasia, encontra-se Mistieri, a região com brinquedos radicais e tematizados como um sítio arqueológico perdido no tempo. Lá você encontra a maior montanha-russa do parque, a Montezum, uma das 15 montanhas-russas de madeira mais rápidas do mundo, chegando a 103km/h. Por ser de madeira, a experiência na Montezum pode ser bastante sofrível para aqueles que não aguentam seus inúmeros trancos e tremedeiras. Recomendo evitar os últimos assentos (que são mais radicais!) e tentar conseguir um lugar na frente ou no meio do trem. Por ser a maior atração do parque, a Montezum fica com uma fila grande durante o dia inteiro, portanto, vá nela logo assim que o parque abrir os portões ou deixe ela para o final do dia. Gosto mais da estratégia de sair correndo para ir nela no início do dia! Mas lembre-se: é necessário chegar cedo e ser um dos primeiros a entrar. Mistieri reserva mais emoções: temos o Vulaviking, um barco que chega na maior altura entre esses tipos no país; o Simulákron, o principal e maior simulador do Hopi Hari, com filmes sobre dinossauros; e o Ekatomb, um brinquedo giratório que é um dos mais radicais do parque - ele sempre me proporcionou momentos muito intensos, à medida que ele gira e põe os visitantes de cara pro chão (várias vezes). Dentro de uma pirâmide, fica uma das melhores atrações do parque: Vurang, uma montanha-russa em que os assentos giram de forma aleatória à medida que o trem avança pelo percurso. Prepare-se para uma escuridão completa, exceto pelo momento em que o trem sai da pirâmide e você tem uma breve visão do Hopi Hari antes de cair de novo na escuridão em alta velocidade. Simplesmente perfeita! Se você não tem medo de monstros, múmias e derivados, não deixe de encarar o Katakumb - um labirinto egipcio em que você irá explorar diversos quartos com artefatos amaldiçoados. Não espere que tudo seja um deserto - você encarará as piores criaturas do antigo Egito. O Katakumb é um show à parte, e eu duvido você sair de dentro dele sem se assustar pelo menos uma vez. Logo depois da Vurang, encontra-se a entrada de Aribabiba, região-capital do país fictício. Lá encontra-se o maior restaurante do Hopi Hari, o Kafé di Palaz, que contém lanches (fast-food). O Kafé é um ótimo lugar para comer no meio da tarde, por volta das 15h, quando suas filas diminuem consideravelmente. Pertinho dele, você também pode encontrar cachorro-quente no Hopi Dog. Em Aribabiba, você encontra uma das montanhas-russas mais raras do mundo (e também a mais sensacional do parque todo): Katapul! Ao som da buzina e cabeça no encosto, prepare-se para um lançamento intenso a 80 km/h em direção a um looping que fará você sentir como é desafiar a gravidade! Acha pouco? A Katapul faz todo o percurso de costas - deixando você sem fôlego! Essa atração costuma abrir por volta das 13h, então certifique-se de estar por perto! Para quem tem um coração mais tranquilo, a Speedi '64, uma montanha-russa de duas voltas, é a escolha perfeita. Inclusive, toda família pode aproveitar Aribabiba! O tradicional carrinho de bate-bate se chama Vambatê, tematizado como uma gigantesca oficina, e o chapéu mexicano recebe o nome de Parangolé, sendo um imenso guarda-chuva. No Cinemotion, você poderá experimentar como é ir na Montezum numa sensacional experiência virtual, e no Jambalaia, sentirá inúmeros frios na barriga devido aos giros constantes do brinquedo! Para mim, a melhor atração do parque é o pulo de 60 metros do Hadikali sobre o lago que fica logo ao lado (melhor que qualquer montanha-russa!). Trate de arranjar mais 1 ou 2 corajoso(s) para pular juntar com você, já que a atração é uma experiência paga à parte. Quanto mais pessoas, mais barato fica para quem ousa pular sobre o lago! Veja só: os preços atuais do Hadikali são de R$ 109,90 para voo solo; voo duplo R$ 139,90 e triplo R$ 159,90. Bem no outro extremo do Hopi Hari, encontra-se Wild West. Tematizada com uma cidadezinha antiga do Oeste americano, o clima da região é bastante imersivo com vegetações e trilha sonora típicas dos Estados Unidos. Prepare-se para tirar muitas fotos! Wild West é uma ótima opção para o almoço, já que o Saloon oferece shows (que acontecem por volta do meio do dia) com música ao vivo e dança típica, que podem ser apreciadas com refeições como grelhados e saladas (inclusive, estão de parabéns pela qualidade!). O Hopi Hari está numa região de muitos dias com sol ao longo do ano, e assim, existem muitas chances do seu dia ser quente! Não deixe de visitar o Rio Bravo, uma grande corredeira ao redor de Wild West, e o Spleshi, um canal de troncos que tem uma queda com túnel - a água cai toda em cima de você! Ambas molham muito, então senão quer sair encharcado, não esqueça a capa de chuva! Procure ir nelas no começo do dia, para dar tempo de secar! Para os que buscam emoção, a melhor opção de Wild West é o Evolution, conhecido na região como Laço do Cowboy, que te deixa de cara com o chão a mais de 20 metros de altura. Além do gigantesco Laço do Cowboy, aventureiros podem descer a Tirolesa (paga à parte), que atravessa todo o lago e termina em Aribabiba. Atrações de terror também marcam a região, como a La Mina del Joe Sacramento, um corredor de mina com efeitos especiais e o Ghosti Hotel, um trem fantasma muito bem elaborado cenograficamente. Queria poder levar sustos! Essas atrações ficam ainda mais especiais quando se está presente de um grupo de amigos! Caso esteja com muitas pessoas, não deixe de ver quem é o mais corajoso! O Hopi Hari muda muito a sua visitação durante os meses do ano. Caso vá com família e crianças, o parque fica mais agradável nos meses de janeiro, fevereiro e julho (Férias Magicas), além de novembro e dezembro (Natal Mágiko). Nesses meses o parque fica com menos adolescentes, tornando o público geral agradável e tranquilo, dando para curtir todos os brinquedos. Se você é adolescente e quer ir com sua galera, os meses ideais são Abril à Junho, meses de Hopi Night, um evento de música eletrônica e, de Agosto à Outubro, meses de Hora do Horror, o maior evento do parque, onde monstros tomam conta do Hopi Hari de acordo com um tema. Lembro que o Hopi Hari não aceita dinheiro. Todos os pontos de alimentos e bebidas, incluindo as lojas de souvenirs, aceitam pagamentos com cartão de crédito ou débito. Para utilizar dinheiro físico é necessário realizar a troca dele pela moeda do parque, a Hopi Plaka. Esta troca pode ser feita em qualquer uma de nossas casas de câmbio distribuídas pelo parque e conhecidas como Troka Plakas. Você vai receber um cartão magnético e irá carregá-lo com o valor que quiser. Caso não utilize todo o saldo, poderá solicitar o reembolso no final do dia. Vale ressaltar que o parque não aceita vales refeição e nem alimentação. O Hopi Hari dispõe de um fura-fila, o Vip Pass, que normalmente custa R$149,90 (na Hora do Horror, seu preço sobe para R$ 200). A maior parte das atrações do parque são contempladas, sendo uma excelente forma de não se preocupar com filas. Você pode comprá-lo na Troka Plakas, localizada na rua de Kaminda Mundi, à direita da Giranda Mundi. Caso escolha ir durante à Hora do Horror, vá sabendo que o parque fica completamente lotado, com filas ultrapassando facilmente duas horas de duração. Reserve dinheiro para o Vip Pass (e chegue cedo para garanti-lo!) ou saiba muito bem quais brinquedos quer ir, porque é possível que você vá no máximo em 5. Em dias de Hora do Horror, a principal atração são os labirintos com os monstros, então, ao cair da noite às 18h, esteja preparado para viver a experiência mais assustadora do Brasil! O Hopi Hari oferece opções de lanches em todas as regiões do local. É fornecido pizza, pastel, sanduíches, sorvete, frango frito, pipoca, e à noite, doces clássicos de parque de diversão, como a maçã-do-amor e o algodão doce. Minha classificação dos melhores três lugares do parque para comer é: 1) Euro Restaurandi / 2) Saloon / 3) Kafé di Palaz. O parque trabalha com dois horários de funcionamento durante o ano: das 11h às 19h e das 11:00 às 20:30. O primeiro normalmente é colocado em prática na maior parte do ano, com exceção dos períodos que acontecem Hopi Night e Hora do Horror. Caso queira conhecer todo o parque com calma, dois dias são recomendados! A melhor opção é ficar hospedado na capital São Paulo ou em Campinas. Se você já sabe quais atrações quer ir e está com um planejamento fechado para apenas um dia, procure conjugar o fim de semana com o Wet'n Wild. O Hopi Hari já renasce como um dos melhores parques temáticos do Brasil para se divertir. As atrações são bem distribuídas e agradam todos os públicos! O parque colocou muito esforço para se recuperar para o seu público e o trabalho está maravilhoso. Convido à todos a reconhecerem o Hopi Hari, mais colorido e divertido, especialmente para as famílias. Torço muito para que o futuro do parque seja bastante feliz. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Hopi Hari? O Hopi Hari fica na cidade de Vinhedo, no km 72 da Rodovia dos Bandeirantes, entre Campinas e a capital São Paulo. Como chegar no Hopi Hari? O aeroporto mais próximo é o de Viracopos/Campinas (VCP) ou Congonhas/São Paulo (CGH). Para chegar até o parque, é recomendável alugar um carro, ir de Uber ou pegar o ônibus do Consulado do Turismo que sai de alguns pontos da cidade de São Paulo. Quais são as melhores atrações do Hopi Hari? Katapul, Ekatomb e Hadikali. Quais são os melhores meses para visitar o Hopi Hari? Novembro a Fevereiro. Outubro é um excelente mês para ir na Hora do Horror. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Hopi Hari? Ghosti Hotel / Rio Bravo / Parangolé / Katapul / Jambalaia / Vurang / Ekatomb / Giralata / O Forasteiro no Saloon (almoço) / La Mina del Joe Sacramento / Evolution / Hadikali / Bat-Hatari / Vulaviking / Montezum / Giranda Mundi Qual é a melhor dica para o Hopi Hari? Não deixe de comprar o passaporte antecipadamente no site do parque e chegue 1 hora ou 45 minutos antes do Hopi Hari abrir. Se você é radical, saia correndo para a Montezum! Se você prefere emoções mais tranquilas, vá até o Rio Bravo em Wild West! Que tipos de comida estão disponíveis no Hopi Hari? Fast-food. Meu lugar favorito para comer é o Euro Restaurandi, localizado na entrada do parque. Peça o Euroburger, que vem com uma porção generosa de batatas-fritas e é delicioso! Para comer mais barato, vá até o Kafé di Palaz em Aribabiba ou no Hopi Hango di Mistieri. Quanto custa o Hopi Hari? R$ 139,90 Qual é a duração das filas no Hopi Hari? Intensas (+60min) a pesadas (+120min). Qual é o site do Hopi Hari? https://www.hopihari.com.br/

  • VIANOVA: Viajantes do Espaço

    Perguntas frequentes do VIANOVA As férias escolares de janeiro de 2023 trouxeram uma nova atração itinerante para o Rio de Janeiro: algo fora deste mundo! O VIANOVA: Viajantes do Espaço é um incrível projeto desenvolvido pela Maze Parks que conta a história de um robô-mascote que foi acidentalmente para o espaço e um grupo de viajantes (os visitantes) precisam resgatá-lo sabe se lá onde. Instalado no pavilhão 4 do Riocentro, a estrutura externa da atração é a fachada das Indústrias Dumont, uma empresa cheia de inventores e cientistas. A experiência completa é dividida entre dois brinquedos, um carrossel de aviões e uma montanha-russa infantil, e um passeio pelo espaço sideral, que é a atração principal. A atração principal e o carrossel de aviões são cobrados de forma única. A montanha-russa é paga à parte. A história da atração principal, Missão dos Viajantes, começa quando Madame Dumont, uma inventora, está abrindo as portas de sua fábrica para que todos possam conhecer as descobertas de gerações de sua família. Pi-Bis, seu carismático e um pouco desastrado robô, estava dentro do VIA-05 revisando os dados do próximo voo, quando, sem querer, apertou o botão de decolagem e se disparou sem rumo ao espaço. A primeira sala é o Pátio da Fábrica, onde os visitantes podem ver o motor VIANOVA e onde se concentram para começar o dia de visita à fábrica e partir para encontrar Pi-Bis. Depois de embarcar no Aerotrilho Dumont, todos chegam na Central de Lançamento Dumont onde todos embarcaram no VIA-07, a nave espacial que tem o motor intergaláctico VIANOVA. Nesta viagem rumo ao espaço, os visitantes chegam à Estação Espacial Dumont-01 onde todo mundo vê incríveis informações sobre o nosso sistema solar, para em seguida entrar em um buraco negro (um lindo túnel neon!), onde irão presenciar a "explosão" de uma supernova. Com a explosão, os viajantes chegam em Proxima-D, um planeta com uma gigantesca piscina de bolinha, escorregadores, telas interativas e ótimas oportunidades para brincadeiras. A nave VIA-S8 transporta os visitantes de volta às Indústrias Dumont pelo Oceano do Tempo. O último desafio é encontrar a saída das Indústrias através do labirinto de espelhos! Na saída da fábrica, os visitantes podem aproveitar uma lojinha com produtos ligados ao espaço, além de uma lanchonete com ótimas opções de doces e salgados. Para os viajantes que querem explorar ainda mais o espaço, a Missão Via Láctea custa R$ 30 e é uma experiência nunca antes vista no Brasil! É uma Brucomela (aquela lagarta dos parques itinerantes que você vê por aí), mas com planetas, luzes, lasers, e uma emoção a mais: é uma montanha-russa no escuro que dá duas voltas! Amei o Vianova! É o primeiro parque temático itinerante que temos no Brasil e a experiência é digna de aplausos do início ao fim. Tudo é muito bem cuidado para o visitante se sentir completamente imersivo na história das Indústrias Dumont, especialmente para quem é criança. A adição da montanha-russa adicionou um charme a mais em todo Vianova. --- Perguntas frequentes: Onde o VIANOVA está? O parque costuma estar em cidades do estado de São Paulo e do Rio de Janeiro. Para saber a parada atual, consulte o Instagram do parque. Quais são os melhores dias para visitar o VIANOVA? Os dias mais vazios são de segunda à quinta. A partir de sexta, o parque aumenta o público gradualmente. Quanto tempo dura a experiência da atração Missão dos Viajantes? 40 minutos. A entrada na atração Missão dos Viajantes é por ordem de chegada? Seu ingresso está atrelado a uma faixa de horário específica para grupos de até 24 pessoas no circuito. A ordem de chegada pode interferir na sequência de entrada da atração. Será permitido atraso de no máximo 10 minutos do horário marcado em seu ingresso. Que tipos de comida estão disponíveis no VIANOVA? Comida típica de parque de diversões, como fast-food e doces. Quanto custa o VIANOVA? As atrações Mini Avião e Missão dos Viajantes custam R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia). O ingresso da Montanha-Russa no Escuro custa R$30,00. Qual é a duração das filas no VIANOVA? Tranquilas (-30min). Qual é o site do VIANOVA? https://viajantesvianova.com/

  • Acqualokos

    Perguntas frequentes do Acqualokos O brasileiro é criativo. Somos um povo que mesmo com as dificuldades que vivemos, conseguimos arranjar maneiras de sobreviver o dia-a-dia e trazer diversão e alegria às nossas vidas. Com nossos parques, não é diferente. Mesmo com todas os impasses relacionados à manter um parque de diversão no Brasil, os que estão aqui, ano após ano, dão um jeito de sempre continuarem divertidos. No Rio Grande do Sul, o Acqualokos se destacou por construir duas montanhas-russas em sua própria fábrica e que sempre me chamaram atenção por ser as mais “diferentonas” do Brasil. O Acqualokos fica na cidade de Capão da Canoa, a 1 hora e meia da capital gaúcha Porto Alegre e a 4 horas da capital catarinense Florianópolis. A região é um balneário famoso do Rio Grande do Sul, com uma ótima estrutura para ficar hospedado em dias de verão. Na região, também acontece o famoso festival Planeta Atlântida. Um cavalo de óculos escuros, uma vaca numa boia e um pato de máscara gigantes te recebem ao Acqualokos. O parque é dividido entre quatro áreas: área aquática coberta, área aquática, área fazenda e área diversão, onde ficam os brinquedos mecânicos. Eu e meus amigos começamos o dia deixando nossas coisas na área aquática coberta e correndo para as duas montanhas-russas! O parque é maior do que parece, e no começo, é um verdadeiro labirinto (fique atento às placas). A área diversão é no fundo do parque, cheia de árvores e um gigantesco gramado. A Mad Montanha é uma montanha-russa híbrida, isto é, possui trilhos de aço e suportes de madeira. Sua fila é um pouco demorada, mas a experiência dela vale a cada segundo! Suas curvas e quedas são emocionantes demais, especialmente nos momentos que a força da gravidade te joga para frente e te faz levitar do banco. Sem dúvidas, uma das experiências mais radicais que temos no Brasil! Admirada pelos amantes de montanha-russa do mundo todo pela sua construção, a La Inversa é uma montanha-russa invertida no estilo bumerangue em que o trem sobe até o topo da torre direita para simplesmente ser solto, e ficar indo e voltando em um percurso em formato de U. A primeira queda, reversa, dá um medo ABSURDO! Gostei demais! Dica: o último assento é o melhor de todos! A próxima parada foi a Chuá Mountain, uma mistura de montanha-russa com splash! O percurso começa com os próprios visitantes levando o bote pelo canal. Depois, o bote começa uma longa subida até o topo, somente para cair em uma deliciosa queda na água que faz uma gigantesca onda para molhar quem fica na ponte que passa por cima! Os assentos da frente molham muito mais em comparação com quem fica atrás! O restante dos brinquedos da área diversão incluem um Barco Pirata, uma Roda-Gigante, o chapéu mexicano Vento Minuano, e atrações para crianças, como um Trenzinho, um minhocão chamado Minhocoloko, um playground e um palco com apresentações infantis. Para quem está disposto a pagar um pouco a mais, o parque oferece atrações radicais pagas: Arvorismo, Tirolesa, Escalada, Paintball, Quadriciclos, Tiro ao Alvo, Pista de Kart e uma assustadora Casa do Terror. O Acqualokos abre o ano inteiro, mas nem todas suas áreas abrem. Enquanto a área fazenda e a área diversão permanecem abertas, a área aquática é dividida em duas: área aquática Verão e área aquática Pocket. Vale sempre verificar no calendário de funcionamento quais áreas estarão disponíveis no dia da sua visita. As áreas de atrações aquáticas são divididas pelo restaurante principal do parque e pelo caminho de árvores. A área aquática “Pocket” tem a piscina de ondas, que sempre tem alguma atividade musical rolando; um Kamikaze de 22 metros; o toboágua de queda livre Freefall; o Complexo do Vulcão, com dois toboáguas de curvas; Rampa de boias adulta e infantil, e um playground imenso com esculturas de elefantes. As filas nessa área costumam ser bem tranquilas pela manhã, próximo ao horário que o parque abre. A área aquática “Verão” é um pouco maior que a Pocket, e é onde fica as principais atrações aquáticas, como as Corredeiras do Paranhana, um toboágua de boia familiar; o rio lento; o Kamikaze de 14 metros; o Toboboia, um divertido toboágua com percurso totalmente improvisado; o playground do Castelinho; o complexo da Colmeia, com toboáguas de curvas, e a piscina lounge, que toca músicas atuais o dia inteiro! Os toboáguas do Acqualokos são bem familiares (assim como toda a proposta do parque), não existe nenhum que pode-se dizer que é verdadeiramente radical. A área coberta segue a mesma linha, sendo um espaço para quem busca relaxar o dia inteiro. As atrações são uma pequena rampa com bote para toda família, uma piscina de ondas, um barquinho pirata, e dois toboáguas. A praça de alimentação do parque, assim como os outros serviços de infraestrutura, como banheiros, vestiários e lockers, são compatíveis com o público que o parque recebe, sem problemas de superlotação. Uma das melhores opções para comer que vi foi o buffet com comida à quilo, mas o Acqualokos também oferece pizzas, fast-food e doces. O guarda-volumes (lockers) custam R$ 20,00 o aluguel + R$ 5,00 de caução. Um dia é tranquilo para visitar todas as atrações do Acqualokos, especialmente se chegar cedo, no horário de abertura. O parque não tem um mix de atrações grandiosas como os parques aquáticos mais famosos do Brasil (Beach Park, Thermas dos Laranjais), mas oferece um dia inteiro de diversão com absoluta certeza! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Acqualokos? O Acqualokos fica na cidade de Capão da Canoa, na Estrada do Mar, Km 50 - nº 2000, entre as localidades de Arroio Teixeira e Curumim. Como chegar ao Acqualokos? O aeroporto mais próximo é o de Porto Alegre (POA). Para chegar até o parque, é recomendável alugar um carro e dirigir até Capão da Canoa. Outra opção é pegar um ônibus na rodoviária de Porto Alegre e seguir até Capão, onde é possível andar de táxi ou Uber. Quais são as melhores atrações do Acqualokos? La Inversa, Mad Montanha e Chuá Mountain. Quais são os melhores meses para visitar o Acqualokos? Janeiro e fevereiro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Acqualokos? Mad Montanha / La Inversa / Chuá Mountain / Barco Pirata / Roda-Gigante / Kamikaze 22m / Freefall / Complexo do Vulcão / Piscina de Ondas / Corredeiras do Paranhana / Toboboia / Atrações da área aquática coberta Qual é a melhor dica para o Acqualokos? O Acqualokos possui um lindo hotel, e por isso incentiva que o visitante faça dois dias de parque, pelo menos. É uma ótima opção para curtir todas as atrações sem correria, e ainda por cima, aproveitar os benefícios da hospedagem no hotel, como as quadras de esporte e hidromassagem. Que tipos de comida estão disponíveis no Acqualokos? Comida típica de parque, como fast-food, cachorro quente, churros, café e confeitaria, panquecas, pastéis e outros salgados. O parque oferece um restaurante com culinária brasileira. Quanto custa o Acqualokos? O ingresso adulto para o fim de semana durante a temporada verão custa R$ 80 (antecipado no site) e R$ 160 (na bilheteria). O preço da entrada em outras temporadas muda, ficando mais baixo. Qual é a duração das filas no Acqualokos? Tranquilas (até 30min). Qual é o site do Acqualokos? https://acqualokos.com.br/

  • Wet'n Wild São Paulo

    Perguntas frequentes do Wet'n Wild Nos dias mais quentes dentro do Hopi Hari, confesso que quando eu estava no topo da Montezum ou na Giranda Mundi, olhava para o Wet'n Wild com aquela vontade enorme de estar lá! A região do km 72 da Rodovia dos Bandeirantes é cheia de sol durante boa parte do ano, o que a torna um lugar perfeito para um parque aquático. Minha paixão é montanha-russa, mas eu não resisto de me tacar de um toboágua de vez em quando, ainda mais em dias calorentos! Desde que o parque trouxe as novas atração Meteor e Cyclone, alimentava uma vontade absurda de voltar ao Wet'n Wild. Chamei meus amigos e com um sol lindo no céu, chegamos às 10:30, meia hora depois do parque abrir. Uma das vantagens do Wet é que o público normalmente é muito de boa, sem muitos dias de lotação mesmo nos fins de semana. O parque aluga boia, toalha e armário. As boias só podem ser usadas na Wave Lagoon (piscina de ondas) e Lazy River (rio lento). Se você estiver com um grande grupo, o custo/benefício do armário grande é melhor, já que ele cabe facilmente duas mochilas de pequeno porte e o parque ainda devolve o depósito caução em dinheiro ao apresentar a nota de aluguel no fim do dia. O aluguel da boia custa R$ 20 (depósito caução de R$ 5); O aluguel da toalha custa R$ 35 (depósito caução de R$ 20); O aluguel do armário pequeno custa R$ 37 (depósito caução de R$ 10); O aluguel do armário grande custa R$ 47 (depósito caução de R$ 10); O público estava tranquilo. Notamos que as filas eram muito pequenas ou inexistentes, então corremos para o Vortex, uma das filas mais demoradas do parque. O Vortex é um funil gigantesco com uma queda repentina que dá um imenso frio na barriga antes de entrar no funil. É uma atração que poderia facilmente várias vezes diante da experiência tão legal que é! Uma das vantagens do Wet'n Wild é o tamanho pequeno do parque, o que faz com que você não ande muito entre uma atração e outra. Ao lado do Vortex, fica o complexo "Radicalize" com os toboáguas mais extremos do parque. Escolhemos primeiro o R4lly, um conjunto para quatro pessoas escorregarem com um tapete apostando corrida! Para ganhar, o segredo é sempre ser o primeiro a sair! Ao lado do R4lly fica o clássico Kamikaze (toboáguas laranja e vermelho), que faz você descolar do toboágua! A sensação parece aterrorizante, mas eu juro que isso é apenas a força da gravidade atuando devido ao formato ondulado do Kamikaze. Para acalmar um pouco o coração, fomos no Twister, uma dupla de toboáguas de boia muito tranquila, que arranca divertidos sorrisos na hora das curvas! Meu foco no dia era o Meteor, o maior toboágua de cápsula/queda livre do mundo! São 40 metros de altura, algo semelhante a um prédio de 13 andares. Pouquíssimos visitantes têm coragem de encará-lo, e os que conseguem, não podem demonstrar medo - caso contrário, o operador irá fazer várias falsas partidas, isto é, a cápsula não irá se abrir ao fim da contagem! É de testar o coração MESMO! O lado positivo é que a queda é super gostosa (apesar da quantidade de água) e você sente muita vontade de ir de novo e de novo! O outro toboágua de cápsula é o Cyclone, que é bem mais tranquilo que seu irmão maior Meteor. São 22 metros de altura, mas com uma surpresa muito legal: um looping horizontal de 360º antes de chegar na saída da piscina. Confesso que é tão rápido que você quase nem sente o seu corpo fazendo uma volta completa! Uma das melhores atrações aquáticas familiares do país! Atrás do Meteor e do Cyclone fica o Water Bomb, uma atração que quase ninguém vai por não achar ou por não saber da existência. Suas filas estão sempre vazias, e há um fator para não acumular visitantes nas escadas: são três tobogãs fechados que saem de uma torre de sete metros de altura e que, em alta velocidade, deslizam o visitante para uma piscina de águas cristalinas. Parece MUITO uma queda de cachoeira! É obrigatório saber nadar para ir. Depois de tanta atração radical, almoçamos no Snack Bar, a maior lanchonete do parque. O cardápio são combos diferentes de hambúrgueres e batata-frita, com preço similar ao que vemos nas redes de fast-food. O Wet oferece outros pontos de alimentação com opções diferentes de comida, como pizza, churrasco, cachorro-quente, açaí, sorvetes, coxinhas e pastel. Descansamos do almoço na Ilha Misteriosa do Cascão, um ambiente fechado tematizado com o personagem da Turma da Mônica que mais evita água! O paradoxo é justificado nos brinquedos do playground que fica dentro da Ilha - sai água para todos os lados e você tem que desviar (ou não!). Um dos destaques é o balde gigante que entorna água e os pequenos toboáguas - se você é adulto, espere sentado alguns segundos antes de descer para acumular água e ter mais aderência para escorregar! Atrás da Ilha do Cascão fica o complexo do Surge e do Bubba Tub, dois toboáguas de boia. O Surge é uma espécie de rafting, com curvas fortes em alta velocidade que fazem seu coração sair pela boca! O Bubba Tub, uma das melhores atrações do parque, é bem semelhante ao Surge, mas a curvas são ainda mais intensas e quedas absurdamente emocionantes! Confesso que nas quedas finais do Bubba Tub eu gritava horrores de medo! Poucas atrações fazem isso comigo... Em frente a Ilha do Cascão está o complexo do Space Bowl, que são toboáguas de queda livre em tigelas! Um deles é aberto e o outro é fechado, o que deixa a experiência totalmente diferente! Assim como o Water Bomb, é obrigatório saber nadar por conta da profundidade da piscina de 2,55m. Atravessando a Wave Lagoon e indo para o lado direito do parque, saímos em frente ao Crazy Drop, único toboágua dessa região. A fila do Crazy Drop é a mais lenta de todo o parque, por isso deixamos ele por último, já que no meio da tarde o tamanho diminui consideravelmente. O Crazy Drop é uma das atrações mais fortes do parque, principalmente pela sua queda íngreme e percurso em formato de "U" (como uma pista half-pipe de skate). O mais legal é que dependendo da pessoa que você vai na boia, a experiência pode ser diferente a cada vez. Atrás do Crazy Drop fica o lago do Wet'n Wild, onde é possível fazer passeios de caiaque e pedalinho (pagos à parte). As crianças menores tem um espaço exclusivo na Kids Lagoon, uma pequena área com playground aquático cheio de mini toboáguas e estruturas de interação com a água. Terminamos o dia boiando no Lazy River (que parece mais rio rápido, dado a velocidade de sua água) e aproveitando as ondinhas da Wave Lagoon. Uma característica do Wet'n Wild que eu não curto muito é a água gelada, que é presente em todas as atrações. Me causa arrepios na espinha! Eu sou muito mal acostumado com a água quentinha do Thermas dos Laranjais e do Hot Park! O Wet'n Wild parece um grande clube! O parque não tem o visual paradisíaco de praia que é característico dos outros parques brasileiros, o que torna a experiência única. Era difícil ver filas grandes pelo parque, e o atendimento era relativamente rápido. Para o consumo dentro do parque, é necessário estar munido de cartão de crédito ou da pulseira de consumo. A loja de souvenir é um show à parte com ótimos produtos e o esquema de fotos nos toboáguas também. O dia dentro do parque foi sensacional e não vejo a hora de voltar! Torço para que mais toboáguas de grande porte venham para o Wet 'n Wild, para o parque continuar sua trajetória de crescimento e ser um programa de fim de semana constante. Como a região tem muito sol durante boa parte do ano, o Wet é uma ótima pedida para ter muita adrenalina e ainda pode conjugar com o Hopi Hari para ter um fim de semana incrível de diversão! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Wet 'n Wild? O Wet'n Wild fica na cidade de Itupeva, no km 72 da Rodovia dos Bandeirantes, entre Campinas e a capital São Paulo. Como chegar o Wet 'n Wild? O aeroporto mais próximo é o de Viracopos/Campinas (VCP) ou Congonhas/São Paulo (CGH). Para chegar até o parque, é recomendável alugar um carro, ir de Uber ou pegar o ônibus do Consulado do Turismo que sai de alguns pontos da cidade de São Paulo. Quais são as melhores atrações do Wet 'n Wild? Vortex, Crazy Drop e Bubba Tub. Quais são os melhores meses para visitar o Wet 'n Wild? Novembro a Março. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Wet 'n Wild? Surge / Bubba Tub / Space Bowl / R4lly / Kamikaze / Meteor / Cyclone / Twister / Water Bomb / Vortex / Crazy Drop Qual é a melhor dica para o Wet 'n Wild? Esteja preparado para enfrentar seus medos! A maior parte das atrações do Wet'n Wild é radical! Não deixe também de ir com um grupo de número par de pessoas, assim não terão problemas na divisão nos toboáguas de boia! Como o parque não tem muitas sombras, abuse e use do protetor solar! Que tipos de comida estão disponíveis no Wet 'n Wild? Comida típica de parque de diversões, como fast-food e doces. Quanto custa o Wet 'n Wild? O ingresso para o fim de semana e dias de interesse (como feriados) custa R$ 149,90 e o ingresso para dias da semana custa R$ 129,90. O parque oferece a "Garantia contra Chuva" - adicionando mais R$ 10,00, você garante sua diversão em outro dia, isto é, caso chova durante a sua visita, entre as 11h00 e 16h00 (mesmo que seja por 1 minuto), você garante um outro ingresso para retornar ao parque aquático em outra data. Qual é a duração das filas no Wet 'n Wild? Tranquilas (-30min) a moderadas (-60min). Qual é o site do Wet 'n Wild? https://www.wetnwild.com.br/

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