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- Fun Park Vianorte
Perguntas frequentes do Fun Park Vianorte Antes de viajar para Manaus, pesquisei todos os parques de diversões da cidade. Quando vi que existia uma montanha-russa chamada Boitatá dentro de um shopping na região norte da capital amazonense, fiquei muito curioso. Era a primeira vez que via um nome da nossa cultura em uma atração de parque. Mal sabia que encontraria um parque que me fez ficar boquiaberto. O Shopping Vianorte fica bem ao norte da cidade de Manaus, perto do MUSA - O Museu da Amazônia. É ótimo combinar os dois lugares! Depois de uma visita ao museu, eu peguei um Uber e em poucos minutos estava no Vianorte. O shopping é imenso com várias lojas legais, mas o que me interessava mesmo era o Fun Park! O parque fica do lado de fora do shopping e seu acesso é feito pela garagem. O Fun Park é coberto por seis tendas gigantes, que abrigam a maior parte dos brinquedos. Uma roda-gigante com um beija-flor já havia chamado minha atenção, mas quando entrei no parque, tomei o choque maior: um parque de diversões extremamente colorido e com vários elementos da cultura amazônica. VÁRIOS! Inclusive, tinha um pirarucu gigante em cima da lanchonete e do salão de festas. Confesso que não esperava nada disso! Os brinquedos são bem comuns a muitos parques brasileiros, mas eles têm um maravilhoso diferencial: todos são temáticos! Cada atração do Fun Park recebe um nome e um tema que faz alusão a alguma lenda, superstições ou cultura amazônica. Imagine o parque que vai sempre perto da sua casa com brinquedos temáticos: esse é o Fun Park! Em uma rápida primeira ronda pelo parque, já tinha sacado que o público-alvo são crianças, mas os adultos podem brincar em quase todas as atrações. Entrei logo na Trilha dos Horrores, um trem fantasma cheio de LEDs e monstros animatrônicos. Divertido! A explicação do parque para ter um trem fantasma em meio a tantos elementos amazônicos diz que a Amazônia é famosa por abrir portais para outras dimensões e realidades. No Fun Park, um portal foi aberto para o horror. O barco ao lado tem formato de boto, e recebeu o nome de Tucuxi, em homenagem aos botos-pretos do Rio Negro. Bem em frente, o bate-bate Bate Meu Boi, faz referência ao festival folclórico de Parintins, onde os bois-bumbá Garantido (vermelho) e Caprichoso (azul) competem. Repare que cada carro é azul ou vermelho! Para as crianças que gostam de adrenalina desde pequeno, o curso de obstáculos no Fun Park virou a Trilha Amazônica, cheio de animais da região. A Vitória-Régia é um pequeno carrossel voador, e o Curupira comanda os aviões que são usados para patrulhar a mata. A Anaconda é um grande cobra que leva para conhecer os animais da Trilha Amazônica. A Amazônia também é palco de diversas aparições de OVNIs (objetos voadores não identificados). O Fun Park homenageou os acontecimentos fora-desse-mundo com naves e um alienígena no centro. Muito criativo! Pertinho dele, o Jungle Rally homenageia uma aventura pela floresta em veículos 4x4 - mas na verdade, o brinquedo é o clássico bicho-da-seda, em que você sentirá o poder da força centrífuga! A estrela do parque é a montanha-russa Boitatá, de modelo semelhante à Dragon que existe no Playcenter Family. Com um lindo trem que simboliza a lendária cobra de fogo, sete voltas são dadas pelo percurso, que contém uma volta 360º em descida. Confesso que fui várias vezes! Na hora que o trem desce e faz a volta, somos empurrados com tudo e sentimos a intensidade da força gravitacional, característico desse tipo de montanha-russa. Um brinquedo giratório representava as flores amazônicas, e a barca pirata era o Gavião Real, ave de rapina da Floresta Amazônica. O escorregador (cuidado ao ir em dias ensolarados! - não arraste a mão no tobogã) se chama Barranco, e a roda-gigante representa a Flor de Lótus, uma planta aquática da região - por isso os beija-flores! Tudo muito encantador! Outras atrações são clássicos de parques, como o carrossel, playgrounds e fliperamas. O Fun Park abre sempre às 17h, todos os dias (exceto às terças-feiras). Entre 17h e 19h o parque fica bem vazio, o que pode ser um pouco sem graça, mas pelo menos, dá para ir em todos os brinquedos sem fila! O Fun Park foi uma adorável surpresa, e me fez pensar como seria se um parque de grande porte tivesse atrações tematizadas de acordo com nosso folclore. Todavia, já fico super feliz de ter um parque como esse em solo brasileiro, ainda mais em solo manauara! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Fun Park Vianorte? No Shopping Vianorte em Manaus, capital do estado do Amazonas, distante 35 minutos (21 km) do centro da cidade. Como chegar ao Fun Park Vianorte? O aeroporto mais próximo é o Aeroporto de Manaus (MAO), distante 30 minutos do centro da cidade. Do centro de Manaus, dá para ir de ônibus, pegando a linha 455 que deixa em frente ao Vianorte. Uber também é uma opção, já que as distâncias não são grandes. Quais são as melhores atrações do Fun Park Vianorte? Boitatá, Jungle Rally e Trilha dos Horrores. Quais são os melhores meses para visitar o Fun Park Vianorte? Qualquer um! Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Fun Park Vianorte? Sinta-se livre para fazer qualquer ordem! Qual é a melhor dica para o Fun Park Vianorte? O parque é focado em crianças de 3 a 10 anos. Para maiores, existem atrações, mas todas possivelmente parecerão sem graça! Chegue no parque por volta das 19h, quando o público já é grande o suficiente para todos os brinquedos funcionarem sem ter que ficar esperando outras pessoas. Que tipos de comida estão disponíveis no Fun Park Vianorte? Comida típica de parques de diversão, como fast-food e doces. Iguarias típicas de Manaus, como o Tacacá, estão presentes. Quanto custa o Fun Park Vianorte? O passaporte para todas as atrações custa R$ 18 e o cartão consumo (obrigatório) R$ 2, totalizando R$ 20. Qual é a duração das filas no Fun Park Vianorte? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Fun Park Vianorte? https://www.instagram.com/funparkvianorte/
- Mirage Park
Perguntas frequentes do Mirage Park O Terra Encantada no Rio de Janeiro foi um dos parques de diversões responsáveis por eu ser tão apaixonado por esses lugares, e principalmente, por eu ter encontrado os meus melhores amigos, que participavam do CBMR - O Clube Brasileiro de Montanhas-Russas. Me lembro como hoje dos giros do Tornado à beira do lago e das quedas animais da Monte Aurora. Quando soube que um parque de Manaus havia restaurado as duas atrações, não via a hora de aparecer uma oportunidade para voar até o outro lado do país para ir ao Mirage Park. O Mirage Park fica na região central de Manaus, perto da Arena da Amazônia e do Amazonas Shopping. O terreno do Mirage é muito pequeno, e ele tem um "jeitão" de parque itinerante, mas é fixo. Amei os detalhes da entrada, principalmente a área de descanso logo após das catracas. Como visitei durante à noite, o brilho das lâmpadas dos brinquedos já estavam deixando a atmosfera super linda! Não aguentei de ansiedade e corri para o Spinner (ex-Tornado)! Que trabalho MARAVILHOSO que o Mirage Park fez! O brinquedo foi completamente restaurado e ganhou vida! Vários aspectos clássicos foram adicionados, como cores pastéis e fotos de diferentes lugares do mundo. Confesso que, em um certo momento, eu fechei os olhos e me senti novamente à beira do lago do Terra Encantada. Me emocionei ao sentir os rápidos giros dele de novo! Tantas memórias… A próxima atração foi a Cyclone (ex-Monte Aurora). Continua extremamente intensa e forte, com airtimes (sensação de levitar do banco) poderosíssimos! Nas duas primeiras quedas praticamente fui ejetado do banco, sendo segurado somente pela trava. Como medida de segurança, só é possível ir na Cyclone com uma pessoa ao lado. A montanha-russa é o brinquedo mais radical do Mirage, sendo perfeita somente para quem tem coração forte! Quem é fã antigo do Beto Carrero World, com certeza reconhecerá o Trem Fantasma do Mirage! A estrutura é a mesma que ficou no Beto Carrero por tanto tempo, mas o Mirage acabou mudando boa parte dos cenários. O brinquedo ainda é uma preciosidade no Brasil, mas não dá muitos sustos, principalmente para os mais corajosos. Acaba sendo uma ótima atração para rir e tentar assustar o amiguinho do lado! Já os fãs do Playcenter irão reconhecer a lendária Auto Pista, um modelo histórico de bate-bate que temos no país. Dá até para fazer cavalo-de-pau, que é quando você dá uma freada brusca e gira o volante, fazendo o carrinho derrapar e dar meia volta até parar em posição invertida! Além dela, o Mixer segue vivo deixando todo mundo de cabeça para baixo em baixa velocidade! Confesso que estava com um pouco de medo das sensações do brinquedo, mas até que gostei, mesmo sendo um pouquinho desconfortável. Eu não sou o maior fã de brinquedos que giram, mas mesmo assim fui no Enterprise, por ser uma atração rara no Brasil. O mais legal dele é que não tem travas! Você fica dentro de uma cabine e fica sujeito à “estar preso” pela força da gravidade. Como? O brinquedo, no ápice da sua experiência, fica girando 90º em relação ao solo! A força centrípeta acaba deixando todo mundo grudado na cadeira, fazendo todo mundo que encara o Enterprise sentir uma baita pressão! Fiquei um pouco enjoado, mas logo passou. O Mirage Park ainda tem atrações clássicas, como o Barco Pirata e a Roda-Gigante, que te deixam com uma bela visão da Arena da Amazônia! Também tem Carrossel, que é tematizado com a Turma do Betinho Carrero e tem dois andares, além do Crazy Dance, clássico que deixa todo mundo desorientado com os movimentos rápidos giratórios ao som de uma música. Para as crianças, o parque tem uma infinidade de brinquedos infantis: são carrosséis das mais variadas formas e tamanhos, sendo os melhores o Red Baron, de aviões, e o Helicóptero. A galera miúda também pode tentar a sorte em vários jogos da sorte espalhados pelo parque, como a pescaria e alguns fliperamas. Ninguém fica sem diversão dentro do Mirage! Gostei de ver que o Mirage Park tem um ponto de alimentação com várias opções diferentes, incluindo clássicos locais, como o Kikão (cachorro-quente), Tacacá (pequena sopa com jambu, camarão seco, goma e tucupi), e bolos da região. O parque também vende souvenires, como brinquedos de vários tipos! As filas do Mirage Park não são grandes (especialmente se você chegar cedo!), mas caso deseje, recomendo comprar o VIP Pass, uma pulseira especial para você brincar em até 5 atrações sem pegar fila! Tive uma noite ótima de diversão no Mirage! O parque possui alguns brinquedos que fizeram história em outros parques de diversões brasileiros, o que deixa uma sensação muito legal de nostalgia. Torço muito para que o parque continue crescendo, e trazendo novas atrações para o povo manauara se divertir. Se você estiver em Manaus para visitar a Floresta Amazônica, você não vai se arrepender de ir ao Mirage Park! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Mirage Park? Em Manaus, capital do estado do Amazonas, distante 18 minutos (7 km) do centro da cidade. Como chegar ao Mirage Park? O aeroporto mais próximo é o Aeroporto de Manaus (MAO), distante 30 minutos do centro da cidade. Do centro de Manaus, dá para ir de ônibus, pegando a linha 219 na Avenida Getúlio Vargas e descer na estação em frente à Arena da Amazônia. Da Arena, as linhas 215 e 654 deixam em frente ao Mirage. Uber também é uma opção, já que as distâncias não são grandes. Quais são as melhores atrações do Mirage Park? Spinner, Montanha-Russa e Enterprise. Quais são os melhores meses para visitar o Mirage Park? Qualquer um! Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Mirage Park? Trem Fantasma / Spinner / Montanha-Russa / Barco Pirata / Crazy Dance / Enterprise / Auto Pista / Mixer Qual é a melhor dica para o Mirage Park? Não vá de barriga cheia! Os brinquedos do Mirage Park são bem radicais, e muitos têm alta intensidade, além de girar muito! Chegue no parque no começo da noite, quando a maioria dos visitantes ainda não chegaram. Assim, você pode aproveitar o parque sem filas! Que tipos de comida estão disponíveis no Mirage Park? Comida típica de parques de diversão, como fast-food e doces. Iguarias típicas de Manaus, como o Tacacá, estão presentes. Quanto custa o Mirage Park? O passaporte para todas as atrações custa R$ 32 (antecipado - via internet). Qual é a duração das filas no Mirage Park? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Mirage Park? https://www.miragepark.com.br/
- Parque Unipraias
Quem visita Balneário Camboriú fica encantado com a beleza da cidade, sua qualidade para receber o turista, e como não podia deixar de ser, com a diversão que a cidade proporciona. Diversão essa, que não vem só através de bares, restaurantes ou boates. O Parque Unipraias pode tornar sua estadia no Vale do Itajaí muito mais radical e aventureira. Localizado no início da Avenida Atlântica, o Unipraias dispõe de um estacionamento pequeno, dada a facilidade de se chegar no local através do Bondindinho, um serviço de transporte (R$ 3) que percorre a Avenida Brasil, principal da cidade. Seu ponto final é justamente na Estação Barra Sul, ponto inicial do Parque Unipraias. A Barra Sul possui três pavimentos, sendo praticamente um mini shopping, tendo algumas lojas e uma praça de alimentação. Dela, é possível ver o encontro das águas do Rio Camboriú com o Oceano Atlântico, visto muito melhor pelo Bondinho, uma das três principais atrações do pequeno Unipraias. O Bondinho se localiza no segundo piso e custa R$ 39 para adultos e R$ 19 para crianças. O sistema conta com muitas cabines, porém, elas infelizmente param durante o percurso para carga e descarga de passageiros na estação Barra Sul. Com isso, a operação da atração se torna muito lenta, gerando filas enormes. Chegando ao topo na Estação Mata Atlântica, o visitante vê praticamente tudo que o Unipraias tem a oferecer, com destaque para as atrações Zip Rider e Youhooo!. A primeira é uma tirolesa inédita no país, onde 4 trilhos de cabos levam uma pessoa (sentada) cada até o final do morro, na Estação Laranjeiras. Já a segunda, cabe até duas pessoas e é uma atração do tipo trenó de montanha, descendo o mesmo morro por outra direção. No Youhoo!, a diferença fica pelo controle da velocidade por parte do visitante. Com um percurso de 710 metros e chegando até 60km/h, a atração pode ser bastante assustadora para quem não está acostumado a tamanha adrenalina. No final da descida, o trenó possui um lift que o leva até a estação. Os preços permanecem altos, mas, para aproveitar as atrações menores do Parque Unipraias localizadas no topo do morro, não é necessário pagar nenhum adicional. Essas atrações menores são a área do Parque Ambiental, um local com trilhas e caminhos estreitos por dentro das árvores e os Mirantes Camboriú, onde é possível ter uma visão perfeita da cidade, e Oceano, que oferece um panorama completo do mar. Além deles, a Casa de Chocolate e o Oratório, que guarda a estátua de bronze de Santo Antônio da Aguada, compõem o resto da Estação Mata Atlântica. Nela, ainda é possível encontrar alguns quiosques de lanches, porém para comer uma refeição decente, é necessário descer até a Estação Barra Sul para se encontrar um restaurante. A última estação do Bondinho é a Laranjeiras, que fica do outro lado do morro, e a beira da Praia das Laranjeiras, de águas limpas e calmas. Lá, o visitante pode desfrutar de restaurantes com culinária de frutos do mar, além de ser possível alugar caiaques e boias para se divertir na praia. Nessa, a notícia é boa: pode-se aproveitar tudo que os arredores oferecem sem precisar pagar um novo ingresso para voltar. Cercado de árvores e pela gostosa brisa marinha, o Parque Unipraias oferece um ambiente de conforto e segurança, sendo um parque muitíssimo bem cuidado. Dependendo de seu interesse, dá tranquilamente para passar da metade da manhã até o final da tarde nos domínios do Unipraias, com o direito à um belo por-do-sol na Praia das Laranjeiras. O Unipraias possui um horário de funcionamento diferenciado para cada época do ano. No verão, ele é estendido, sendo das 9h às 20h, com a bilheteria encerrando às 19h. No resto do ano, seu funcionamento é das 9:30h às 18h. Sem dúvidas, é possível aproveitar tudo que o parque oferece independentemente das longas filas que ocorrem, em todas as atrações, durante as visitas no verão. Por não ter o esquema de passaporte, o Unipraias acaba se tornando um passeio bastante caro. É interessante comprar os passeios antes, na loja online, para evitar pagar um valor ainda maior ao vivo! O local é, indiscutivelmente, um dos pontos altos da diversão e turismo de Balneário Camboriú. Caso queria complementar sua visita, o Barco do Capitão Gancho sai todos os dias de um pier ao lado da Estação Barra Sul com destino à Praia das Laranjeiras em horários alternados desde das 9h. O passeio dura 1h30. --- Resumão do Parque Unipraias: Alimentação: Quiosques. Existem ótimos restaurantes ao redor do Unipraias, como o Didge Steakhouse (eu adoro!), Anker Burger e Koi Sushi. Como chegar: O aeroporto mais próximo é o de Navegantes (NVT). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro, Uber ou pegar o transporte turístico da cidade, o Bondindinho. Dica campeã: Leve uma muda de roupa para aproveitar a água da Praia das Laranjeiras! Filas: tranquilas (-30min). Melhores atrações: Yoohoo! e ZipRider Melhores meses para visitar: Todos Preço: Bondinho: R$ 46 / Youhoo Individual: R$ 34, Duplo: R$ 45 / Ziprider: R$ 45 Site oficial: https://www.unipraias.com.br/
- Playcity
Por muitos anos, Niterói, no Rio de Janeiro, não recebia um parque de diversões. A espera da população valeu à pena com a chegada do Playcity, em março de 2013. Instalado no terreno vizinho ao Terminal de Ônibus da cidade, o sucesso foi certo. No mês de maio, em 2015, o Playcity voltou à Niterói, com brinquedos diferentes. O parque abria às 17h (fechando às 23h), e o público ainda estava muito tímido. Poucas pessoas rodeavam os brinquedos, fazendo com que muitos só funcionassem depois que um certo número de visitantes chegasse. A variedade era grande, com destaque para os brinquedos infantis, constituídos pelos tradicionais carrosséis, trenzinhos e a montanha-russa infantil Happy Mountain. O lúdico ambiente do Playcity se formava com pinturas lembrando os desenhos da Disney por todo parque, além de postes de luz clássicos, lixeiras tematizadas e estátuas do mascote da rede posicionadas por todo o parque. O problema da falta de sombras em 2013 foi corrigido na temporada de 2015, através da área coberta da praça de alimentação. Em 2013, o Playcity trouxe atrações já conhecidas do saudoso público niteroiense, como o Kamikaze, Crazy Dance, Samba e a montanha-russa Galaxy. Além dessas, os visitantes que à medida que ia escurecendo, iam chegando, puderam curtir um Music Express bem rápido, que ia para frente e de costas. Tanto em 2013 quanto em 2015, o Crazy Dance, o Samba e o Swing Dance, grande disco inclinado que gira em alta velocidade, marcaram presença. Já a montanha-russa de 2015 foi a Galaxy Looping. Em 2013, como alternativa aos brinquedos mais intensos, a fun-house American Show e o Bate-Bate conseguiam dar conta do recado. Já em 2015, o trem-fantasma Dark Ride substituiu o American Show, onde muitos perdiam a sensação de firmeza ao andar pelos seus labirintos, já que muitas ilusões de óticas e obstáculos que se moviam eram impostos. Na temporada de 2013, a estrela do parque era o Evolution. Apesar de não ser novidade na história dos parques de diversões itinerantes que já vieram na cidade há muitos anos atrás, muitos adolescentes e adultos nunca tiveram a oportunidade de ver Niterói pelos ângulos que a atração proporciona. Em 2015, quem cumpriu a função de estrela do parque foi o Inversion 360°, brinquedo radical com brinquedos semelhantes ao Evolution, porém de altura mais baixa e com as cadeiras voltadas para dentro. A Astro Wheel, presente em 2015, permitia o visitante ter uma visão ampla do Centro de Niterói de seu topo, porém ela não se trata de uma roda-gigante comum. O brinquedo gira em alta velocidade o tempo todo, podendo causar muitos enjoos. Destaque para ambos os anos, quando o parque não teve problema algum com a iluminação, conservação e pintura da maioria de seus brinquedos. Vale ressaltar também que o parque não apoiava seus brinquedos em pedaços de madeira, e sim, concreto. O Playcity trouxe uma praça de alimentação com bastante opções de lanches, mas as opções de acomodação não eram muitas, fazendo os visitantes comerem em pé à medida que o parque enchia. Os preços, assim como o do passaporte (R$40), não eram inflados, sendo bastante acessíveis. A qualidade, como de praxe em parques itinerantes, não era das melhores, mas não foi observado falta de higiene. As filas nas horas finais da noite estavam bem grandes, com uma duração próxima de 30 minutos. Caso o visitante não chegasse logo na abertura do parque, era impossível aproveitar tudo que o parque tinha para oferecer. O parque também sofria com a má educação, má vontade e desrespeito dos operadores da maioria dos brinquedos, que apesar de tocarem muita música, não tinha nenhuma animação gerada por quem os comandava. Para uma cidade carente de parques de diversões por tanto tempo, o Playcity cumpriu mais do que bem seu papel em suas duas temporadas. Apesar de alguns problemas pontuais que precisam ser resolvidos em relação a infraestrutura do parque, eles não comprometem para valer a diversão e os sorrisos de quem o visita. --- Resumão do Playcity: Alimentação: Fast-food e doces. Dica campeã: A partir das 18h é sempre mais divertido! O parque já está um pouco mais cheinho nesse horário, dessa forma não é necessário esperar muito para encher as atrações. Filas: tranquilas (-30 min). Melhores atrações: Evolution, Kamikaze e Inversion 360. Melhores meses para visitar: Todos. Por onde costumar estar: Estado do Espírito Santo e Estado do Rio de Janeiro. Preço: R$ 49,90 Site oficial: https://www.playcitydiversoes.com.br/
- Yupie! Park
Perguntas frequentes do Yupie! Park Niterói não recebia um parque de diversões itinerante há algum tempo. Quando foi anunciado que o Yupie! Park estaria chegando na cidade para uma curta temporada, meus amigos que amam parques tanto quanto eu me chamaram para ir e não pensei duas vezes em pegar um ônibus até o Centro, bairro em que o Yupie! estava instalado ao lado do Terminal Rodoviário João Goulart. As atrações do Yupie! em Niterói eram poucas, sem nenhuma montanha-russa, o que partiu meu coração. O primeiro brinquedo foi o Kangoo, um carrossel giratório em alta velocidade em que os assentos pulam como um canguru! O melhor de tudo é que ele gira de frente e para trás. Sem dúvidas, era a melhor atração presente no Yupie. Fomos mais de uma vez, apesar do parque estar lotado! Atrações para toda família estavam presentes, como a Roda-Gigante, que dava para ver uma bela vista da Baía de Guanabara; o bate-bate Auto Pista, com carrinhos super rápidos, e o clássico Flying Dumbo, com elefantinhos voadores. Confesso que quando parei um momento e olhei para os elefantes, um filme passou pela minha cabeça, com cenas de mim em cima de um desse quando era criança. O Kamikaze do Yupie era um modelo estrangeiro, sendo super rápido e muito seguro. Meus amigos adoraram a experiência e recomendam muito! Eu escapei dos giros do Kamikaze, mas não consegui fugir do Crazy Dance, que por sinal, tem uma das pinturas mais lindas que já vi em seu painel, homenageando a cidade de Nova York. Uma pena que o ciclo foi tão pequeno (talvez por conta das filas!). Para garantirmos boas risadas na noite, fomos no Magic Circus, uma funhouse cheia de obstáculos móveis (às vezes, difíceis!) com dois andares. Se você ficar na dúvida se você desce ou não no escorregador, meu conselho é um só: DESÇA! Me senti naqueles brinquedões antigos do McDonald's. Depois, entramos nos carrinhos do Dracula, um trem fantasma com cenários muito escuros, mas nada assustador. As atrações restantes eram apenas a Happy Mountain, uma montanha-russa infantil tradicional em parques itinerantes e a Barca Pirata, uma atração fofinha demais cheia de detalhes que remetem ao nome. A barca ia bem alto, arrancando gritos de todo mundo! Os outros brinquedos do Yupie eram carrosséis pequenos infantis e jogos de sorte. O parque também oferece alguns food trucks com comida típica de parque de diversão, como fast-food e doces. Apesar do alto público, todo mundo conseguiu comprar comida sem problemas. Quero muito ver o Yupie! de novo, dessa vez, completo com a montanha-russa! O parque costuma viajar entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, alternando com seu irmão Moreno's Park a presença em cada unidade federativa. Para aproveitar bem a noite, recomendo comprar o passaporte com todas as atrações. --- Perguntas frequentes: Onde está o Yupie! Park? Em cidades do estado de São Paulo e do estado do Rio de Janeiro. Confira no Instagram oficial do parque o local exato. Quais são as melhores atrações do Yupie! Park? Kangoo, Kamikaze e Crazy Dance. Qual é a melhor dica para o Yupie! Park? Não coma antes de ir no Kangoo! Você pode facilmente se enjoar. Deixe para comer um lanche após o Kangoo, o Kamikaze e o Crazy Dance. Ah, também evite a Barca Pirata! Que tipos de comida estão disponíveis no Yupie! Park? Comida típica de parques de diversão, como fast-food e doces. Quanto custa o Yupie! Park? O combo de tickets para 6 atrações custa R$ 50 e o ticket individual custa R$ 10. Qual é a duração das filas no Yupie! Park? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Yupie! Park? http://www.yupiepark.com.br/
- Super Star Park
Perguntas frequentes do Super Star Park Eu adoro o clima de parques itinerantes. É tudo tão tradicional, cheio de luzes, me remetendo ao clássico e ao nostálgico. Os brinquedos radicais são fortes, e a cada atração que você vai, é como se você tivesse desafiando todos os seus medos. Na minha visita ao Super Star Park em Juiz de Fora, tudo isso se encaixou perfeitamente. O parque é super organizado, parecendo até que estava fixo no terreno do Shopping Jardim Norte. As luzes eram tão coloridas e brilhantes que até cegavam os olhos. As barracas de comida eram muito bonitinhas, e tinha opções como pipoca, maçã do amor, algodão doce, cachorro-quente, e muito doce. A roda-gigante parecia me chamar para diversão. A primeira atração que eu e meu namorado, que inclusive estava muito animado por estar comigo em um parque de diversões na cidade dele, fomos foi a montanha-russa Galaxy, um modelo muito conhecido dos parques itinerantes brasileiros. A experiência dela foi ótima, assustadora como sempre pelas altas forças negativas da gravidade em suas quedas e subidas. Repetimos várias vezes (e levitamos do banco várias vezes)! O Super Star Park tem ótimos brinquedos infantis, especialmente um variado número de pequenos carrosséis com temas variados como carrinhos e caminhões. Para quem gosta, o Kamikaze é super assustador! Eu já odeio esse brinquedo, mas como fui praticamente arrastado para dentro dele, tive que engolir todo o meu medo e buscar coragem do nada para sobreviver os 3 minutos dele girando. A Happy Mountain, a montanha-russa infantil com cara de lagarta, foi a primeira montanha-russa que o Matheus foi na vida quando era criança, e voltamos nela para ele relembrar esse momento. Ótimas duas voltas! O importante é entrar na zoação de estar nessa atração e rir a maior parte do percurso. O Music Express é ótimo! O brinquedo gira para frente e para trás em alta velocidade durante uns cinco minutos cada! Tive que me segurar para não enjoar - a dica é manter os olhos fixos em um ponto, não podendo fechar eles em hipótese alguma, viu? Para quem gosta de girar e tem zero medo de ficar enjoado, o Crazy Dance fará um ótimo trabalho! Novidade para mim em parques itinerantes, o Scream Place é um labirinto com monstros! Os sustos não são grandes coisas, mas garanto para vocês que é uma experiência divertida! No final, sei que estava correndo do último monstro como se fosse algo nivel Hora do Horror do Hopi Hari! Em frente, ficava o Bate-Bate, ótimo brinquedo para testar as habilidades de direção. Eu amo a experiência de um Tapete Mágico, e o do Super Star Park entregou tudo que eu esperava! A velocidade é ótima, e quando ele chega no topo e cai, você vai com tudo contra o banco e depois, na hora de subir, se sente leve como uma pluma. Não é para quem tem estômago nem coração fraco! Terminamos nossa noite indo no carrossel, no barco pirata e na roda-gigante. Amei a estrutura do Super Star Park. O parque é muito bem mantido, todas as atrações são muito bem conservadas e seguras, além de tudo ser iluminado e bonito. Recomendo uma visita ao parque quando ele estiver em sua cidade! O Super Star Park costuma trafegar entre as cidades do estado do Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. --- Perguntas frequentes: Onde está o Super Star Park? Em cidades do sul de Minas Gerais e do estado do Rio de Janeiro. Quais são as melhores atrações do Super Star Park? Galaxy, Tapete Mágico e Music Express. Qual é a melhor dica para o Super Star Park? Reúna toda a sua coragem para o Kamikaze. Essa atração é extremamente radical e é parada obrigatória para todos os corajosos de plantão! Que tipos de comida estão disponíveis no Super Star Park? Comida típica de parques de diversão, como fast-food e doces. Quanto custa o Super Star Park? O passaporte que dá acesso a todas as atrações custa R$ 60. Qual é a duração das filas no Super Star Park? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Super Star Park? https://www.instagram.com/superstarparkoficial/
- Marineland
Perguntas frequentes do Marineland Quando viajamos, certos lugares que vamos nos fazem pensar: “como eu vim parar aqui?”. Essa pergunta veio à minha cabeça no momento em que entrei no estacionamento do Marineland, um parque temático com foco na vida marinha, localizado nos subúrbios das Cataratas do Niágara. Eu sabia que esse parque havia se envolvido em diversos escândalos de tratamento aos animais presentes nos cativeiros, mas quis ir lá para ver com os meus próprios olhos e andar em uma das montanhas-russas mais raras do mundo. Eu já esperava pelo pior, mas o que eu encontrei me deixou completamente sem palavras. A entrada do Marineland parece uma construção distópica de concreto, sem muito apelo de ser um parque temático ou um zoológico. Literalmente parecia que eu estava entrando em uma unidade controlada, algo como um cativeiro para as piores espécies que eu poderia pensar que existiam no Jurassic Park. Logo na entrada percebi que a maior parte dos funcionários eram idosos, que trabalhavam no Marineland desde sua inauguração em 1961. O primeiro choque foi logo após passar o King Waldorf Stadium, onde acontecem as apresentações com os leões marinhos. Depois de ver o restaurante principal do parque, o Hungry Bear, o único caminho que eu poderia seguir era em direção ao que parecia uma floresta. Agora eu tinha certeza que eu tinha entrado no Jurassic Park. Nada além de árvores estava ao meu redor. Completamente assustado com o que eu estava vivenciando, o primeiro sinal de que havia algo naquele longo e largo caminho além de árvores foi uma torre em estilo medieval isolada nas árvores. Assim que andei um pouco mais e cheguei no ponto central do Marineland, vi um playground aquático com temática ártica e outras construções medievais ao redor, o que me fez minha cabeça parar de achar que eu estava no Jurassic Park e sim dentro de um bosque medieval. Um castelo gigantesco era o portal para um pasto contendo veados e outros animais terrestres, como bisões e cervos. À esquerda, a Arctic Cove abriga mais mais de vinte belugas, em um habitat claramente de espaço duvidoso para a quantidade de belugas. As belugas pareciam interagir bastante entre si, e quando cheguei perto do vidro, uma veio “conversar” comigo. Seguimos em frente e encontramos os primeiros brinquedos do Marineland. O primeiro foi o Ocean Odyssey, um lindo carrossel com submarinos que sobem e descem ao redor de um chafariz. Eu não podia acreditar no quão bela era essa atração - todos os detalhes são super bem trabalhados. Estava começando a me impressionar pela tematização do parque. Esse sentimento aumentou no Flying Dragon, um “tapete mágico” construído em um lindo cenário medieval. O brinquedo é uma máquina de adrenalina e emoção: é extremamente rápido, gerando forças superintensas e que te arremessam para frente e para trás a cada giro do dragão. Saí da atração completamente sem ar de tanto que gritei! Um lindíssimo chapéu mexicano chamado Wave Swinger foi o próximo brinquedo. Imediatamente parecia que eu tinha me teletransportado para a Alemanha da Idade Média, em uma floresta de camponeses. Prédios muito fofos simbolizavam a entrada e saída do brinquedo, no melhor estilo do jogo Rollercoaster Tycoon 2. Seus giros eram muito suaves, e sua experiência foi uma das mais emblemáticas da minha vida ao poder girar acima das muitas árvores ao redor. Como nos tinha sido avisado nas catracas, o Sky Hawk infelizmente estava fechado para manutenção. Uma pena, porque era mais um brinquedo lindo! Depois dele, vimos as primeiras lanchonetes, em pequenas cabanas medievais, servindo itens básicos de parque de diversões, como sorvete e algodão-doce. Seguimos para um lago lotado de peixes, em que era possível alimentá-los ao comprar comida para peixe em um quiosque. Perto do lago, fica o Kandu’s Twister, o clássico brinquedo estilo “xícaras malucas” mas, no Marineland, tematizado com orcas. Mas, a atração que eu realmente estava querendo logo ir era o Magic Experience, um brinquedo raríssimo, presente em pouquíssimos parques no mundo todo. Seus movimentos permitem que você sinta diferentes sensações de movimento - é como um simulador agressivo em que não dá para saber em qual direção você está! Infelizmente, a cena que vimos em seguida não era nada mágica: ursos-negros sendo castigados pelo calor do verão canadense e tentando ao máximo se refrescar no pequeno lago que tinham em seu habitat. O Marineland ainda mantinha mais um hábito do século passado (não que o parque todo não fosse completamente parado no tempo): alimentar os ursos com uma comida processada que dava para comprar em um quiosque. Os ursos pareciam gostar da comida, mas vou me iludir e pensar que eles não tinham fome. Notamos que tinha um pequeno grupo de pessoas parados em frente à entrada da Dragon Mountain, a montanha-russa rara que eu mencionei no início deste relato. A atração estava fechada para manutenção, e nos acompanhando, estava um grupo de europeus que só tinham aquele horário para andar na montanha-russa. Ela abriu, e eu fiquei boquiaberto quando em um momento do caminho tive que entrar numa boca de dragão que me levou a uma caverna escura! Aquele parque não me cansava de me surpreender, em todos os sentidos, e ainda teria mais por vir… Depois do trem ter começado a subir, ele parou no meio. Eu sempre temia que algo assim acontecesse comigo enquanto estava em uma montanha-russa! Tivemos que ser evacuados pela escada de apoio, e novamente a Dragon Mountain havia entrado em manutenção. Desapontados, decidimos ir em direção às torres Sky Screamer, que dava para ver de todos os cantos das Cataratas do Niágara. Novamente entrando em um caminho que parecia dentro de uma floresta, começamos a subir uma rampa em espiral que parecia mais uma trilha abandonada para o topo de um morro. De fato, o Sky Screamer fica numa pequena colina de 46 metros, e somado a altura de 91 metros das torres, a altura total em relação ao chão é de 140 metros! A experiência nele é absurda, especialmente porque você começa sendo lançado a 96 km/h alcançando 4 vezes a força da gravidade! Depois, o brinquedo se prepara para uma queda livre, alcançando incríveis 2 vezes a força da gravidade negativamente, fazendo você desgrudar totalmente do banco! Descemos a colina do Sky Screamer e voltamos para a área da Dragon Mountain, que ainda estava em manutenção. Aproveitamos a nova atração do Marineland, o Star Voyager, único na América do Norte. Se você joga Planet Coaster, muito provavelmente irá reconhecê-lo! Inaugurado para a temporada de 2022, o Star Voyager entregou a melhor experiência que já tive em um brinquedo radical na vida. Seus giros completos em 360º aliados aos giros da cadeira o fez uma experiência extremamente superior ao Booster do Ita Center Park e ao Shockwave do Canada’s Wonderland. Estava radiando em adrenalina e felicidade por ter experimentado algo tão incrível que o sentimento só aumentou quando vi a Dragon Mountain abrindo de novo! De volta à caverna do dragão, sentamos nos primeiros assentos e dessa vez subimos até o topo! O percurso dela é incrível, algo completamente único no mundo! Tem muitos túneis, tem vulcão, tem vistas incríveis e uma inversão única no mundo, o nó-de-gravata! Eu não consigo descrever o quanto fiquei feliz em poder ter andado em algo tão maravilhoso! Com a missão cumprida na Dragon Mountain, fomos ao lugar que estávamos relutantes em ir desde o começo da visita: a Friendship Cove, lar da orca Kiska, que vive sozinha em seu habitat. Sua situação é a principal razão do Marineland ser alvo de protestos das organizações em prol da proteção dos animais. Orcas são animais sociáveis e não podem viver em cativeiro, muito menos sozinhas. Kiska não pareceu dar muita atenção para nossa presença ali, apenas nadou livremente pelo seu tanque. O cenário de Kiska é explicado pelas atitudes do dono original do Marineland, John Holler, um empresário excêntrico que viu, durante os anos 1960, uma forma de lucrar usando animais como entretenimento, similar aos circos. Ele se envolveu em diversas polêmicas graves com a população local, atraindo para o Marineland inimigos poderosos, como o próprio governo canadense. O motivo do parque estar parado no tempo é a visão atrasada de John Holler, que foi seguida por sua família, atual proprietária e operadora do Marineland. O sentimento que fica é que o Marineland poderia ser um dos parques temáticos mais sensacionais do mundo se não tivessem escolhido permanecer na ignorância quanto à questão da causa animal. Seus visitantes são, em grande maioria, turistas asiáticos, que não ligam ou não sabem dos problemas que rodeiam o parque. Naquele sábado de verão, o público era bastante alto pela parte da tarde, o que me surpreendeu. Os últimos momentos do dia foram na área infantil, que tem atrações tão lindas quanto às que existem atualmente no parque, com destaque para a Viking Adventure, um barco que gira em várias direções; a Bumble Bee, um carrossel aéreo de abelhas; o Boat Carousel, um carrossel aquático de barcos, e a Ladybug Coaster, uma montanha-russa infantil que permite adultos! Finalmente pude andar em uma dessas! Terminamos o dia no restaurante Hungry Bear, que oferece uma boa variedade de opções de comida, e dois ambientes, indoor e outdoor. Preferi comer junto às árvores, e de novo, veio a sensação que eu estava comendo no meio da floresta. Escolhi uma salada e saí muito bem alimentado. A loja de souvenires do Marineland é enorme, e tem uma quantidade absurda de pelúcias dos mais diversos animais e brinquedos para crianças. Confesso que cada um era mais fofo que o outro, especialmente os ursos polares! Saí com um sentimento completamente paradoxal, especialmente por ter tido um dia divertido em um parque temático medieval com uma imersão deveras diferente, mas que ficou muitas vezes ofuscado com tantas coisas erradas em relação à questão animal que prejudica o parque em ser algo a mais do que é hoje. Torço para que o Marineland explore seu potencial como parque de diversões em uma das maiores regiões turísticas dos Estados Unidos e deixe os animais fora do seu radar. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Marineland? Na cidade de Cataratas do Niágara, no Canadá. Como chegar ao Marineland? O aeroporto mais perto do Marineland é o Aeroporto Internacional de Buffalo-Niagara (BUF), nos Estados Unidos, mas também é possível chegar através do Aeroporto Internacional de Toronto (YYZ) e se hospedar em Cataratas do Niágara, no Canadá. Só é possível chegar no Marineland de carro. Do centro de Cataratas do Niágara até o parque são 10 minutos aproximadamente. É necessário ter o visto físico dos Estados Unidos e do Canadá para poder atravessar a fronteira de ambos os países. Quais são as melhores atrações do Marineland? Dragon Mountain, Star Voyager e Sky Screamer. Quais são os melhores meses para visitar o Marineland? Junho a Agosto. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Marineland? Ocean Odyssey / Flying Dragon / Wave Swinger / Sky Hawk / Kandu’s Twister / Magic Experience / Star Voyager / Dragon Mountain / Sky Screamer Qual é a melhor dica para o Marineland? Vá várias vezes no Sky Screamer e na Dragon Mountain em diferentes assentos! Cada um oferece uma experiência completamente diferente da outra! Que tipos de comida estão disponíveis no Marineland? Fast-food comum estadunidense e canadense. O parque possui um restaurante, o Hungry Bear, com frango assado, tiras de peito de frango, pizza, hamburger, cheeseburger, cachorro-quente, batatas fritas, nachos, saladas, frutas, sopas, bagels e sobremesas. Quanto custa o Marineland? O passaporte que dá acesso a todas as atrações custa aproximadamente USD 50 (R$ 275). Qual é a duração das filas no Marineland? Tranquilas (-30min). Qual é o site do Marineland? https://www.marineland.ca/
- Veneza Water Park
O Veneza Water Park fica no bairro de Maria Farinha, no bairro de Paulista, cidade vizinha de Olinda. Cercado por muitas palmeiras e vegetação típica nordestina, o ambiente paradisíaco encanta o visitante facilmente. Logo na entrada, encontra-se o primeiro banco e conjunto de armários. O banco é a central do esquema de consumo do parque, que funciona através de um cartão comprado por 2 reais, onde o visitante carrega quanto dinheiro quiser. Ele é aceito em qualquer lugar do Veneza, inclusive nas lojas de souvenires. As primeiras atrações a serem vistas são as infantis, em boa quantidade e com a melhor conservação do parque. Perto delas, existe um palco tocando músicas para entreter as crianças durante todo o dia no Veneza. O Veneza é cortado por um viaduto, e tem atrações bem distribuídas. A piscina de ondas estava apenas com marolas, porém sua profundidade chega a mais de dois metros à medida que se aproxima do fim da piscina, sendo um perigo para quem não sabe nadar. À sua beira, localiza-se um palco onde artistas tocam música popular brasileira, proporcionando um ambiente de relaxamento. O Rio Lento, um dos maiores do Brasil, faz jus ao nome e oferece uma boa opção para curtir as águas e o sol pernambucano. Em seu entorno, o Veneza oferecia três atrações: A Anaconda, um toboágua com tinta preta em todo seu interior, proporcionando um efeito bem emocionante na hora da descida. Do lado de fora, o toboágua tem uma pintura de cobra em seu corpo e é acoplado a uma árvore temática. No KiOnda, você fica sentado no topo de um toboágua ondulado esperando uma avalanche de água bater nas suas costas e você ser empurrado até a piscina de saída. Além dele tinha a Tirolesa, que atravessa a piscina de ondas. Do outro lado do viaduto, o Veneza oferecia um conjunto de 4 toboáguas coloridos. São eles: - O Amarelo, maior de todos, era uma boia que levava o visitante ate a piscina de saída - O Azul, o Verde e o Branco eram toboáguas de corpo com curvas, fazendo o visitante pegar velocidade a cada curva que aparecia. Além deles, os Três Vermelhos, sendo que um era reto e com inclinação de 45 graus a 25m de altura, sendo a mais radical do parque. Um dos toboáguas vermelhos estava em manutenção, assim como o Branco, citado acima. O Veneza recentemente reformou a maior parte de seus toboáguas, deixando tudo com cara de novinho! O Veneza ainda oferecia o Poço, onde você mergulha em um toboágua incompleto e cai numa piscina com 3 metros de profundidade, além de uma piscina de hidromassagem, uma piscina de águas quentes e o Bumba, uma rampa de corrida de boias. Um ponto negativo é que o Azul, Branco, Verde e Bumba caíam numa piscina que possuía recreação durante todo dia, causando uma aglomeração de pessoas muito grande. A água é de temperatura agradável, neutra. Entretanto, existe um ponto temático de navio pirata no Veneza com uma água muito gelada. A Praça de Alimentação é pequena para o público geral do parque, e alguns atendimentos podem ser muito lentos. Os preços dos restaurantes variam. Existem muito caros (self-service a 42 reais o quilo) e muitos baratos. O Veneza oferece delícias de refresco, como o suco de Cajá e a raspadinha, vendidos nas lanchonetes, com preços também caros. O Veneza tinha sua loja própria de souvenires e um destaque: uma feira de artesanato. Como atrações diferenciadas, o parque oferecia um "minifusquinha" para crianças andarem pelo Veneza com a ajuda de um motorista que dirigia "perigosamente", quase atropelando outras crianças. Além disso, tinha uma peça da Família Dinossauro e personagens para tirar foto como a Galinha Pintadinha, Dora a Aventureira e o Pato Donald. A operação de todos os toboáguas implicava em um tempo médio de fila, com exceção da Anaconda e do toboágua Amarelo, que eram gigantes e lentas. Na Anaconda, existia duas filas: a primeira, era de espera para pegar a boia e entrar dentro da árvore, onde tinha a segunda fila, para descer a atração. Seu horário de funcionamento (10h às 17h) permite ao visitante curtir todos os toboáguas sem problemas caso não pare para descansar. O passaporte custa menos através da compra antecipada pela internet. De mais, a visita vale a pena e tenho certeza que depois da crise que eles passaram, vão ter muito a crescer, e finalmente, investir em novas atrações após 15 anos. Um destaque positivo se encontra fora do Veneza e bem à sua frente: a Praia de Maria Farinha. De águas calmas e temperatura quentíssima, o pôr-do-sol e um banho à tarde é imprescindível para fechar o dia. Não existe uma saída do Veneza diretamente para praia, então é necessário andar algumas ruas à frente e virar à esquerda. --- Resumão do Veneza Water Park: Alimentação: Fast-food. Como chegar: O aeroporto mais próximo é o de Recife (REC). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Dica campeã: O Veneza é dividido entre duas partes, porque ele passa no meio de uma rodovia. Vá diretamente para a parte em que se concentra os maiores toboáguas, pois lá tem muito mais coisa para fazer! Filas: tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Melhores atrações: Ki-Onda, Complexo de Toboáguas, Rampa. Melhores meses para visitar: Meses do verão. Preço: R$ 66,00 Site oficial: https://venezawaterpark.com.br/
- Mirabilandia
Localizado na fronteira entre Recife e Olinda, o Mirabilandia chama a atenção e desperta a curiosidade de quem passa pela estrada e vê brinquedos como o Thunder, Super Tornado e a Roda-Gigante. Um parque de diversões perto de um dos eixos históricos mais famosos do Brasil não é algo nada tradicional, e após uma longa manhã de visitas nas ladeiras de Olinda ou no centro do Recife, uma tarde no parque é algo que deixará seu dia valendo muito mais a pena. Os mascotes do parque, Mike e Otto, dão boas vindas aos visitantes logo nos primeiros minutos de operação, entretendo crianças e até adolescentes. Como qualquer parque e diversão durante os dias de semana, o parque é bem mais vazio do que nos fins de semana. Porém, a visita ocorreu durante um sábado, sendo os adolescentes a maioria do público.. Após passar pelos portões da entrada, há uma pracinha com as estátuas de Mike e Otto; personagens do parque. A partir dessa praça, há três caminhos. Pela direita, a primeira atração a ser vista é a Super Tornado, a montanha-russa principal do parque, possuindo duas inversões. Pode parecer pequena, mas a emoção é garantida, proporcionando adrenalina na medida certa. Para quem gosta de altura, o Ciclone, o maior tobogã do país, cumprirá sua tarefa. Já se a preferência é por inversões intensas e giros muitos rápidos, o Over Loop dá conta muito bem do recado. Opções mais tranquilas incluem o Matterhorn, uma evolução do famoso Amor Express, onde seus carrinhos saem do chão, ficando suspensos, à medida que o brinquedo pega velocidade. Além dele, por ali perto é possível encontrar o Trampolim (desses que são encontrados em shopping) e a Cama Elástica. Atrás desses três brinquedos, fica a área de concreto citada mais acima. Bem arborizado, o ambiente do Mirabilandia é agradável para se passar o dia, porém, nenhuma fila do parque tem proteção contra o sol. Isso pode desagradar quem enfrenta o Mixer, o Move It e a novíssima roda-gigante do parque (que ainda não havia inaugurado durante essa visita), já que eles se localizam em uma área no fundo do parque somente com concreto. Particularmente, o Move It é o melhor brinquedo de todo o parque, sendo seus giros para todos os lados o grande destaque. Já o Mixer é bastante lento em seus movimentos, deixando quem não suporta ficar de "cara pro chão" cheio de medo. Perto dali, infelizmente encontra-se um banheiro desativado e uma área que continha uma cabra e outros pequenos animais. Essa "fazendinha" não possui uma aparência muito agradável, e alguns visitantes nem chegavam perto. Caso esteja com criança, opte pelo meio. Após passar pelos jogos de sorte, tão populares nos parques de diversão, um lindo carrossel, bem no meio da praça de alimentação, espera a criançada. Além dele, o parque oferece diversas opções para os pequenos, como o tradicional Jumbo, bate-bate, trenzinhos e brinquedos infláveis. Pela esquerda, o Splash, o Saltamontes e o Thunder são os primeiros brinquedos a serem vistos. O primeiro, a única opção de brinquedo aquático do Mirabilandia, molha bastante, porém possui uma aparência estética horrível, assim como sua água. Já o Saltamontes, é uma espécie de carrossel turbinado, onde seus bancos pulam sem parar enquanto giram. O Thunder, é, sem dúvida alguma, a atração de maior adrenalina de todo o centro de diversões. Um pêndulo que atinge 25m de altura enquanto balança de forma extremamente rápida. Sua base, um disco com uma alta capacidade de visitante, gira enquanto a atração opera, proporcionando forças Gs incríveis. O parque ainda oferece um Trem Fantasma muito simples, a montanha-russa infantil do Dragão, o barco viking Sea Dragon, que alcança uma altura muito boa, proporcionando muito frio na barriga. Além deles, a diversão fica completa com o Mega Dance, um tagadisco/samba coberto, com muitos efeitos de luzes e a assustadora Mansão do Terror, um labirinto com atores caracterizados que seguem a história do velho casarão. Perto desses brinquedos, é possível ver suportes azuis e trilhos verdes, que são da nova montanha-russa do parque, a Sky Mountain, que será inaugurada no próximo ano, no novo terreno do Mirabilandia. Um dia, o parque funcionará no município de Paulista, e contará com mais duas novas atrações além da montanha-russa. Brinquedos como Mega Dance, Thunder, Saltamontes, Sea Dragon, Matterhorn, Over Loop, Move It e Mixer, contam com muita animação por parte do operador, que sempre procura interagir com o visitante enquanto uma música é reproduzida. Além disso, o espetáculo de luzes em cada brinquedo durante à noite deixa o clima ainda mais mágico e nostálgico. Entretanto, em dias lotados, como o sábado, fica muito difícil conseguir ir em todos os brinquedos, pois as filas são muito grandes, principalmente nos citados acima (mais a Super Tornado), e demoradas. Além disso, elas a partir de um certo ponto, acabam se desorganizando pois o labirinto de fila é pequeno demais para acomodar tantas pessoas, em situação semelhante a do Beto Carrero World. O horário de funcionamento do parque (14h/15h às 21h) acaba tornando-se insuficiente para se passar um dia e conhecer todos os brinquedos. A alimentação dentro do parque é bastante variada e barata, sendo a praça com diversos pontos de lanches o grande destaque. O visitante ainda pode comprar comida e bebidas em barraquinhas posicionadas em pontos estratégicos. A qualidade é boa, entretanto o Mirabilandia não oferece nenhum restaurante, e em dias lotados, a quantidade de mesas na praça de alimentação pode se tornar pequena. A conservação do parque no geral é boa, com os principais brinquedos não apresentando qualquer tipo de ferrugem ou danos graves nas travas, entretanto, o parque sofre com o vandalismo de adolescentes que riscam a pintura de certos brinquedos. O Splash é um ponto negativo, assim como a Fazendinha. De Outubro à Dezembro acontece a Hora do Terror, evento que conta a história de um tema ligado ao sobrenatural de horror. São montados um gigante palco onde acontece a abertura, que explica o enredo, e uma construção que abriga 4 túneis que contém monstros prontos para assustarem as pessoas. Além disso, no gigante gramado entre a construção e o palco, ficam outros monstros à espreita para assustar o pessoal desavisado. Em 2014, a Hora do Terror teve como tema Sanatório, com uma exploração muito boa de personagens das histórias de terror que eram loucos. Apesar da cenografia do evento não ser bem elaborada, fica o grande destaque para a qualidade da atuação (e consequentemente dos sustos) dos monstros de rua e dos túneis. Suas atrações oferecem um dia bastante divertido, compondo um rol de brinquedos radicais invejável para qualquer outro parque de diversão do país. --- Resumão do Mirabilandia: Alimentação: Fast-food. Como chegar: O aeroporto mais próximo é o de Recife (REC). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Dica campeã: O Mirabilandia é um parque pequeno, mas enche bastante! Experimente chegar ao parque no início do seu horário de funcionamento para ir nos brinquedos mais concorridos, como a Super Tornado e o MoveIt. Filas: tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Melhores atrações: Move It, Super Tornado e Thunder. Melhores meses para visitar: Todos. Melhor ordem de brinquedos dentro do parque: Super Tornado / Thunder / Splash / Saltamontes / Dragão / SeaDragon / Mega Dance / ALMOÇO / Auto Pista / Tapete Mágico / Over Loop / Matterhorn / Move-It Preço: R$ 90,00 (inteira) / R$ 45,00 (meia) Site oficial: https://mirabilandia.com.br/
- Nicolândia
A capital do país reserva inúmeras atrações turísticas, como a Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, o Congresso Nacional, a Praça dos Três Poderes, entre outros. Todavia, Brasília reserva surpresas que na maioria das vezes são ignoradas pelos seus visitantes, mas podem render mais alguns momentos de felicidade durante a estadia na cidade. Uma dessas surpresas pode ser vista do alto da Torre de TV, e ela atende pelo nome de Nicolândia Center Park. Localizado em um pequeno espaço no Parque da Cidade, o Nicolândia consegue oferecer brinquedos que agradam à toda família. O "Nico" é equipado com três montanhas-russas, que apesar de serem de pequeno porte, conseguem arrancar gritos e boas risadas. Dentre elas, a Colossus Loop se destaca. Modelo similar a Zyklon Loop do Ita Center Park, a Colossus possui um loop intenso e curvas divertidas, já a Rollercoaster é bruta em algumas curvas, podendo oferecer alguns pequenos roxos. A terceira montanha-russa, a tradicional Happy Mountain/Brucomela, complementa a área de brinquedos infantis do Nicolandia, que não são poucos. Carrosséis, trenzinhos, e versões em miniatura de atrações famosas como o Chapéu Mexicano e o Trem Fantasma fazem a alegria da criançada. O Jumbo, nostálgico brinquedo onde os elefantes sobem e descem, também está presente. O bate-bate, intitulado de Grand Prix, é um show a parte à noite com suas inúmeras luzes, assim como a Ferris Wheel, uma roda-gigante de 40 metros. Do seu topo, é possível ter uma noção do ambiente do Parque da Cidade e da cidade de Brasília, tendo uma visão perfeita do Estádio Mané Garrincha. A família ainda pode curtir a Barca Pirata, que chega a uma boa altura, e o Tapis Volant, um brinquedo em formato de um grande tapete que faz movimentos circulares, dando um bom airtime em suas descidas. Os adolescentes e adultos mais radicais vão adorar o Rock 'n' Roll, uma versão turbinada do tradicional Bicho da Seda/Amor Express. Regado de muito colorido, e como não podia deixar de ser, muito rock, o brinquedo tem Forças G fortes, sendo inevitável não ser jogado para o lado do visitante que está com você. Girando para frente e para trás, a atração mantém a parte nostálgica da lona cobrindo os carrinhos. Muita música também está presente nos já conhecidos Tagadisco e Crazy Dance. A estrela do Nicolandia é o Super Frisbee, um pêndulo gigante muito similar ao Thunder do Mirabilandia, porém com um ciclo de operação muito mais intenso. O brinquedo é muito divertido, mas provoca bastante náuseas durante seu funcionamento. O Nicolândia ainda possui algumas partes que são calçadas por pedrinhas, porém a maioria do local já possui concreto. O local ainda carece de árvores, ficando muito quente quando o sol de Brasília está a pino. À noite, o clima fica fresco, e o parque se ilumina, proporcionando um ambiente clássico de parque de diversões. Seu horário de funcionamento, das 14h às 22h, permite curtir todas as atrações do parque sem maiores problemas. Logo na abertura, o Nicolândia fica muito vazio, praticamente sem fila. Caso opte por chegar nesse horário, dificilmente ficará até a noite, por conta do seu pouco número de atrações, ao menos que queira ficar repetindo todos os brinquedos. No final da tarde pro inicio da noite, o parque começa a encher mais, formando filas. Porém, elas são rápidas e não muito grandes. Caso ocorra uma lotação repentina, o Nicolândia sofre com o problema das filas ultrapassarem o labirinto. É importante ressaltar que o ambiente do Parque da Cidade à noite pode ser perigoso. Os brinquedos possuem uma boa aparência, e nenhum estava em manutenção durante a visita. Entretanto, no Tagadisco, a espuma que envolve o ferro para as pessoas se segurarem durante os giros, estava bastante danificada. O "Nico" oferece uma pequena praça de alimentação com lanches fast-food e não dispõe de um restaurante. Pelo local, barraquinhas vendendo água e cachorro-quente ficam posicionadas em locais estratégicos. No geral, a qualidade da comida é boa para um parque de diversões. Os preços estão na faixa média de gastos. Para um passeio diferente durante a estadia em Brasília, o Nicolândia cumpre bem seu papel no meio de tanta história envolvendo a cidade. Não deixe de visitar! --- Resumão do Nicolândia: Alimentação: Fast-food. Como chegar: O aeroporto mais próximo é o de Brasília (BSB). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Dica campeã: O Nicolândia fica vazio no início da tarde, porém a noite as luzes são lindas! É importante ter cuidado ao sair do parque à noite - opte por pedir um Uber ou vá direto ao carro estacionado. Filas: tranquilas (-30min). Melhores atrações: Super Frisbee, Rock'n'Roll e Colossu's Loop. Melhores meses para visitar: Todos Preço: R$ 40,00 Site oficial: https://www.novanicolandia.com.br/
- Hot Zone do ParkShopping (DF)
Localizado no maior shopping center da capital brasileira, o ParkShopping, o Hot Zone do Distrito Federal apresenta uma grande variedade de fliperamas, jogos eletrônicos e mini cinemas/simuladores. Entretanto, seu espaço é bastante reduzido para um parque indoor, o que o leva a ter apenas uma pequena torre de queda livre e o Skate como principais brinquedos. Os fliperamas apresentados repetem o padrão dos parques Hot Zone. Grandes jogos do passado, como Pac Man, Mortal Kombat, Street Fighter marcam presença em uma versão muito maior (e por muitas vezes mais difícil) do que os originais. Para complementar, o parque oferece as famosas máquinas de dança, e os simuladores de corrida. O gênero é o mais presente em todo o Hot Zone, onde o visitante pode se sentar em réplicas de moto e carros de corrida, que possuem todos os pedais possíveis para garantir mais realismo a disputa. Disputa essa que pode ser feita em parceria, já que as máquinas se comunicam entre elas, fazendo com que duas pessoas compitam entre si. Jogos de esporte, como cestas de basquete e o tradicional pinball também estão disponíveis. O X-Rider, simulador com inúmeros filmes para serem escolhidos, tem bons movimentos, mas nada grandioso a ponto de se arrancarem gritos de surpresa. O Skate, o grande destaque do Hot Zone, é divertido, mas não a ponto de fazer a adrenalina correr pelo sangue. Caso repetido muitas vezes, é fato que muitas náuseas virão, por conta de seus movimentos. Já as atrações infantis se restringem a pequena torre de queda livre e as máquinas de brinquedos infantis. O ambiente do Hot Zone é imersivo, com cores fortes em suas paredes e bastante iluminação. Como a maioria dos parques indoors menores, não oferece qualquer opção de alimentação, não podendo ser julgado neste quesito. Não encontramos nenhuma máquina desligada, ou sinal de avaria nos brinquedos. O Hot Zone abre às 13h, e fica funcionando até o shopping fechar, o que permite de forma folgada o visitante curtir todos os brinquedos que o interessa. O parque praticamente não possuía filas durante todo o dia, porém elas começaram a surgir de forma tímida no início da noite. Cada atração possui um preço (são caros! Por exemplo, o Skate custa R$13), e assim, é possibilitado ao visitante escolher quanto ele deseja colocar no cartão de consumo. Algumas máquinas fornecem fichas que podem ser trocadas por brindes depois. O Hot Zone de Brasília, apesar de pequeno, garante uma diversão breve durante o período de visita ao ParkShopping. --- Resumão do HotZone/DF: Como chegar: O aeroporto mais próximo é o de Brasília (BSB). Para chegar ao parque, é recomendável ir de metrô, descendo na estação Shopping. Dica campeã: Chegue na abertura do shopping para pegar os fliperamas todos vazios! Filas: tranquilas (-30min). Melhores atrações: Skate, MaxFlight Simulator. Melhores meses para visitar: Todos. Preço: Preços variam de R$ 5,00 (fliperamas) à R$ 15,00 (atrações maiores) por pessoa. Site oficial: https://www.hotzone.com.br/lojas/parkshopping
- Aquatica Orlando
O Aquatica possui toboáguas modernos, um ambiente encantador e a qualidade dos parques SeaWorld. Tive a oportunidade de visitar o Aquatica durante momentos bastante destinos: um completamente cheio (o parque havia inaugurado somente há 2 meses, em 2008) e um completamente vazio (2012). Basearei o meu relato pela visita de 2008, feita durante Julho, principal mês do verão americano. Naquela época, houve atrasos para chegar ao Aquatica, não conseguindo pegar sua abertura. Ainda assim, mesmo com a previsão de fechamento para 12h porque o parque iria atingir a capacidade máxima, existiam armários disponíveis, e tudo ocorreu de forma bem tranquila. Como na maioria dos parques aquáticos, o aluguel dos armários é pago, sendo US$ 7 para pequenos e US$ 12 para grandes + taxa reembolsável no fim do dia de US$ 10. O Aquatica mantém a mesma linha dos parques da rede SeaWorld, proporcionando ao visitante momentos de conexão com os animais. Durante o dia no parque, acontecem algumas pequenas performances envolvendo lagartos, araras e iguanas. Porém, o charme é o Dolphin Plunge, toboágua fechado com uma sessão transparente que passa dentro de uma exibição de golfinhos-de-commerson. A passagem é bem rápida, então é necessário ficar atento e ter sorte para passar pertinho dos animais. Bem ao lado, as tradicionais tigelas atendem pelo nome de Tassie's Twisters e ao seu redor, correm as águas do Loggerhead Lane, um rio lento com uma parte subterrânea. Contudo, o principal "rio" do Aquatica é o Roa's Rapids, que tem uma corrente de água bastante rápida. Ao longo de toda sua extensão, possui cadeiras de descanso, além de cabanas. Um ponto extremamente positivo é que a água de todo o parque se adapta ao clima do dia, ficando quente em dias frios, e de levemente gelada em dias mais ensolarados Apenas 2 anos após a sua inauguração, o Aquatica trouxe a primeira nova atração: Omaka Rocka, dois toboáguas com pequenos funis ao longo de seu percurso, sendo mais emocionante do que parece. Ficam localizados no mesmo complexo do Whanau Way, toboáguas tranquilos de boia. A segunda nova atração, inaugurada em 2014, guarda uma surpresa: nunca se sabe quando será a queda. Na Ihu's Breakaway Falls, o visitante entra em um dos 4 tubos, e depois de um pequeno tempo aleatório, o chão se abre e segue-se o toboágua até o final. Cada toboágua tem uma experiência diferente. Uma gigantesca praia com duas piscinas de ondas é um dos pontos fortes do Aquatica. Muita areia e toneladas de cadeiras conseguem absorver todo o público, até mesmo em dia de parque na capacidade máxima. As ondas possuem um cronômetro, ocorrendo de tempos em tempos. Normalmente, bem no meio da tarde um avião sobrevoa o céu, escrevendo "God" em fumaça. As crianças podem aproveitar o imenso playground Walkabout Waters, que possui muitos escorregadores menores, jatos d'água e o tradicional baldão. Além disso, a Kata's Kookaburra Cove é uma praia de águas calmas e pequenos toboáguas, especialmente feita para os pequenos. Um dos melhores toboáguas do Aquatica, o Taumata Racer abriga uma quantidade ótima de pessoas por vez e oferece muita adrenalina para aqueles que adoram as corridas de tapetinho. O segredo de ir mais rápido é deixar a parte frontal do tapete livre do contato com o toboágua, para não gerar atrito. Para diversão em família, os mais indicados são o HooRoo Run, toboágua bem alto com diversos airtimes e quedas repentinas, e o Walhalla Wave, que contém uma parte no escuro e curvas acentuadas. O parque dispõe de três restaurantes imensos, com esquema self-service. Além disso, diversas barraquinhas estão dispostas pelo Aquatica para consumo instantâneo de algum lanche ou bebida. Seu horário de funcionamento, das 10h às 17h, permite ir em todos os toboáguas em dias de público normal, porém em dias de capacidade máxima atingida, alguns podem ficar de fora. O Aquatica possui um ambiente muito gostoso, e por ser pequeno, não é cansativo. Atualmente, o parque se destaca perante aos demais parques aquáticos da cidade de Orlando, principalmente pela qualidade das atrações. --- Resumão do Aquatica Orlando: Alimentação: Fast-food. Meu lugar favorito para comer é o Mango Market, uma lanchonete com opções muito gostosas. Ele fica em frente ao Taumata Racer. Como chegar: O aeroporto mais próximo é o de Orlando (MCO). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Dica campeã: O Aquatica é um parque aquático super pequeno, o que significa que ele provavelmente não vá te cansar muito. Assim, não pare de ir nos toboáguas! Vá no Dolphin Plunge ao fim do dia! Filas: tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Melhores atrações: Taumata Racer, Ray Rush, Omaka Rocka. Melhores meses para visitar: Maio, Junho e Outubro. Preço: US$ 40,00 Site oficial: https://aquatica.com/orlando/












