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155 resultados encontrados

  • Kennywood

    Quando em 1902 chegou a primeira montanha-russa em uma fazenda alugada que servia como parque de piquenique de operários, o local começou sua história como o parque Kennywood, que mais de cem anos depois, ainda continuaria funcionando e se tornaria um dos parques de diversões mais lendários do mundo. Os portões de entrada do Kennywood são únicos: ao passar pelas catracas, você se depara com um túnel subterrâneo! Esse conceito de entrada foi posteriormente usado por Walt Disney, em que o visitante, ao passar pelo túnel, sai da vida real e entra no mundo da fantasia. Quando saímos do túnel, fomos direto para o Steelers Country, primeira e única área temática do mundo a ser tematizada com um time da NFL, a liga nacional de futebol americano. Apesar de eu não ser torcedor do Steelers, preciso reconhecer que o trabalho feito pelo Kennywood foi incrível! Sua atração principal, a Steel Curtain, é uma das montanhas-russas de aço mais icônicas dos Estados Unidos pelo seu percurso ousado, número de inversões e velocidade. Seu nome é uma homenagem ao apelido da defesa do Pittsburgh Steelers, e as cores carregam as cores do time, preto e amarelo, que também são as cores do Kennywood. A experiência na Steel Curtain é algo muito louco, já que você perde a direção muito fácil e demora a recuperar. Durante todo o tempo na montanha-russa, você sente a mudança constante da gravidade negativa para positiva, gerando momentos de airtime , quando você levita do banco, e momentos de pressão. São oito inversões, uma velocidade impressionante de 120 km/h e mais de 1 km de trilhos a percorrer! O logotipo do Kennywood é a clássica seta amarela (que inclusive comprei uma igual para colocar na minha porta), e o parque fez um brinquedo especialmente para homenagear um dos logotipos mais conhecidos pelos amantes de parque de diversões. O Aero 360° é um cataclisma moderno, rápido, e que em dias de parque vazio como foi o nosso, não para de girar. Só para quem tem coração forte, viu? As áreas infantis do Kennywood são super vintage, com brinquedos que os pais das crianças de hoje brincavam no seu tempo. Tem carrosséis, mini montanha-russa, autorama gigante, e ferrovias! São brinquedos nostálgicos e modernos misturados em um ambiente super divertido e alegre. Sério, as crianças ficam alucinadas! Toda família pode aproveitar a maior parte das atrações, o que é um dos pontos mais altos do parque. Não era difícil ver os sorrisos de famílias inteiras ao saírem encharcados do Raging Rapids, corredeiras com um percurso bem desafiador, lotado de curvas, e do Ghostwood Estate, um trem fantasma interativa em que você precisa derrotar os seres sobrenaturais. Eu adoro esses brinquedos de tiro, mesmo que eu seja completamente péssimo. Uma das coisas mais legais de um dia no Kennywood é a possibilidade de voltar no tempo, sem precisar de uma máquina. Existem parques que possuem simuladores e montanhas-russas de última geração, mas, na minha singela opinião, nada vai ser mais UAU! do que você andar numa montanha-russa de 1924 que teve seu percurso estendido. Você ter a oportunidade de sentar num trem da década de 1920 e percorrer os mesmos trilhos é algo que você fica tentando assimilar logo depois da experiência. Tudo que isso que descrevi é possível vivenciar na Thunderbolt. Para vocês terem noção da atuação severa da força centrípeta , força que te empurra pro centro de uma curva, nessa montanha-russa, é proibido ir sozinho. Outro brinquedo que dá para aproveitar a atuação da força centrípeta, mas de forma mais leve, é o Turtle. Esse brinquedo é o antecessor do famoso “Minhocão” e foi criado em 1927. É o último funcionando no mundo! Podem acreditar: o Turtle tem quase 100 anos e a fila dele continua gigante. Você imagina ser um pai e levar um filho para se divertir no mesmo brinquedo que você se divertia quando criança? Várias gerações podem brincar e trocar as mesmas experiências no Kennywood! A área temática de “Lost Kennywood” presta tributo ao seu rival que durou poucos anos funcionando na década de 1900, o Luna Park. Um dos brinquedos que mais chamam a atenção é o Black Widow, um gigantesco pêndulo que alcança a altura de 45 metros - um dos mais altos do mundo! Eu espero que você não tenha medo de aranhas para encarar essa atração… Uma das maiores surpresas do dia no Kennywood foi a Exterminator, montanha-russa giratória no escuro com uma das melhores tematizações que já vi para um modelo desse tipo! Você é um exterminador, e precisará entrar numa corrida maluca para eliminar o maior número de ratos possível! Vai ser um passeio que poderá te deixar tonto, viu? O restante da área tinha atrações já bastante conhecidas, como a onda imensa do mergulho do Pittsburg Plunge, o chapéu mexicano Wave Swinger, e o balanço radical Swing Shot. Um clássico que merece aqui uma menção honrosa é o The Whip, uma plataforma giratória que tem vários assentos de dupla presos por um braço metálico. Quando a plataforma gira, você fica sujeito a uma absurda força centrípeta nas extremidades, provocando muitas risadas! Depois que você vai em muitas montanhas-russas, cada vez mais fica difícil alguma ter um fator surpresa que faça você disparar seu coração de verdade . Você meio que espera o que vai acontecer. Porém, uma montanha-russa de 1991 me causou uma euforia que eu não sentia há MUITO tempo. A Phantom’s Revenge já tinha características únicas que você podia ver já do lado de fora: ela usava o terreno desnivelado do Kennywood para criar algo especial: a segunda queda era maior do que a primeira! É alcançada uma velocidade máxima de 136 km/h e os momentos seguintes são de puro terror. O airtime da Phantom’s Revenge é EXTREMAMENTE AGRESSIVO. Você não simplesmente levita, você é EJETADO do banco. A única coisa que te prende é uma trava de colo e um cinto, e os dois são “folgados” o suficiente para que você se sinta arremessado para cima e não voe. Sério, eu não sabia o que sentir na hora. Meu coração estava na boca e eu respirava ofegante. Foi uma das poucas montanha-russas que eu tive a sensação de “EU. VOU. MORRER.”. Sabe o que eu fiz quanto a isso? Repeti-la quantas vezes eu podia. Parabéns, Phantom’s Revenge, você entrou no meu top 10 de montanhas-russas. Precisava acalmar meu coração. Lembra daqueles brinquedos de parque itinerante que são percursos malucos cheios de obstáculos? American Show, Funhouse, cada um tinha um nome diferente. Quem começou tudo isso foi a Noah’s Ark, um labirinto no Kennywood que reproduzia o famoso barco de Noé com os animais. A situação começa tranquila, mas depois diversos efeitos vintage e modernos começam a te desorientar e fazer com que você se perca dentro do barco. Absurdo demais! Antes de encararmos nossa próxima montanha-russa, vimos mais alguns brinquedos clássicos, como Pirate Ship, Music Express, um bate-bate tematizado de batatas fritas, um Disk’o com temática alienígena chamado Cosmic Chaos e um brinquedo giratório muito louco chamado Spinvasion, que te faz acreditar realmente que você foi capturado por um alienígena em uma nave maluca! O carrossel do Kennywood, chamado aqui de Merry-Go-Round, é maravilhoso. São 64 animais diferentes! Outro destaque dessa área é o Kangaroo, um brinquedo de 1962 restaurado quem faz você ter um breve momento de voo no ar. Imagina o quanto isso na década de 60 não foi um máximo! A Sky Rocket é uma montanha-russa de lançamento familiar, com um percurso bastante criativo, cheio de curvas e colinas. Sua experiência é uma delícia, e facilmente dá para ficar repetindo ela o dia inteiro (se não houvesse outras incríveis atrações). Você acelera até 80 km/h em apenas 3 segundos e fica três vezes de cabeça para baixo! Apesar dela ser de 2010, ela foi a precursora de montanhas-russas famosas com a Tigris, do Busch Gardens Tampa. Lembra das inspirações do Walt Disney? O Old Mill é de 1901, e foi a primeira atração nos Estados Unidos a usar um barco por um canal de água que desbravava diferentes cenários no escuro. Cada cenário era composto de um tema aterrorizante, com esqueletos, velas, caixões, vampiros, cemitérios e fantasmas. Você consegue lembrar de uma atração feita por Walt Disney que segue o mesmo conceito só mudando o tema? Várias né? Pois é, elas existem graças ao Old Mill e ao Kennywood! Mas é claro que o fim do dia no Kennywood não poderia deixar de ser surpreendente. Mais duas montanhas-russas vintage nos aguardavam. A primeira delas era centenária, tendo 100 anos comemorados em 2020. A Jack Rabbit, olhando de fora, parece ter um percurso simples, mas existe um elemento nela, chamado Double Dip , que é uma queda “dividida em duas” que simplesmente TE EJETA do assento semelhante a Phantom’s Revenge. INCRÍVEL! A segunda montanha-russa, a The Racer, é uma montanha-russa dupla com algo especial: seu circuito é um Loop, isto é, dois trilhos que formam um circuito contínuo. Explicando melhor: se você escolher começar pelo lado esquerdo, você terminará a experiência no lado direito. Como isso acontece? Não sei, bruxaria! Fomos mais do que cinco vezes para tentar entender como isso acontece, e não deu. Especialistas dizem que na verdade é um trilho único que é compartilhado pelos dois trens. Sigo acreditando que é bruxaria. A estrutura do Kennywood é muito boa e atende perfeitamente o parque. Temos um restaurante de estrutura centenária, o Parkside Café, que conta com uma boa variedade de culinária em um ambiente climatizado. Um dos outros grandes destaques são os diversos pontos de comida e bebida clássicas de parque de diversões, como maçã-do-amor, algodão-doce, pipoca, batidas, entre outros, espalhados por todo o parque. A limpeza também não decepcionou e o capricho com a conservação era nítido. Lotado de árvores, passar um dia no parque é super agradável. Uma visita ao Kennywood é obrigatória para todos os amantes de parques de diversão pelo menos uma vez na vida. Viver momentos em um parque dos anos 1890 é algo que a gente leva para vida, especialmente por fazer contato direto com a história daquilo que amamos. Se você estiver passando por Pittsburgh, também não deixe de ir. O Kennywood vai te divertir durante todas as horas de parque aberto. Será mágico. Eu garanto. --- Perguntas frequentes:   Onde fica o Kennywood? O parque temático Kennywood fica em Pittsburgh, Pensilvânia, nos Estados Unidos.   Como chegar no Kennywood? O aeroporto mais perto do Kennywood é o Aeroporto de Pittsburgh (PIT). Para chegar ao Kennywood, você pode pegar o ônibus 61C do centro de Pittsburgh, ou chegar de carro/Uber.   Quais são as melhores atrações do Kennywood?  Phantom’s Revenge, Steel Curtain e Jack Rabbit.   Quais são os melhores meses para visitar o Kennywood? Abril a Junho e Setembro a Novembro.   Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Kennywood? Jack Rabbit / Racer / Sky Rocket / Exterminator / Black Widow / Pittsburg Plunge / Turtle / Thunderbolt / Steel Curtain / Aero 360 / Phantom’s Revenge / Noah’s Ark / Old Mill   Qual é a melhor dica para o Kennywood? A Steel Curtain fica com uma grande fila nos momentos iniciais e finais do dia. Ir nela no meio da tarde é o momento em que você se deparará com uma fila menor. Já a Phantom’s Revenge tem sua menor fila nas duas últimas horas de funcionamento.   Que tipos de comida estão disponíveis no Kennywood? Fast-food americano. O Parkside Café foi construído dentro do antigo cassino do Kennywood e tem muitas opções de comida. Fora que é um prédio lindo!   Quanto custa o Kennywood? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 45 dólares americanos (R$ 225).   Qual é a duração das filas no Kennywood? Tranquilas (-30min).   Qual é o site do Kennywood? https://www.kennywood.com/

  • Dollywood

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Na parte leste do Tennessee fica Pigeon Forge, uma cidadezinha à beira das Smoky Mountains na cordilheira dos Apalaches. Foi colocada no mapa turístico dos Estados Unidos graças à cantora Dolly Parton, nascida na região e ícone da música country. Dolly desenvolveu vários negócios que impulsionaram o desenvolvimento, entre eles um dos melhores e um dos mais bonitos parques temáticos do mundo, o Dollywood. Construído na montanha, o Dollywood carrega surpresas desde o momento que você desbrava pelos diferentes níveis de estacionamento graças ao relevo irregular. O parque parece estar distante, e a cena dos brinquedos ao longe no vale era como um conto de fadas nas montanhas. Depois de passar pelos portões, o melhor a se fazer é ir direto para a Lightning Rod, a melhor atração do Dollywood. Ela é uma montanha-russa híbrida, isto é, mistura madeira e aço em um percurso que acompanha a montanha de forma extremamente empolgante, com várias colinas que te fazem sair do banco várias vezes! É uma das minhas montanhas-russas favoritas, e o que mais amo nela é o quanto ela me surpreende durante o percurso com o trem fazendo movimentos absurdos e super radicais! Sabe aqueles gritos de espanto? Na Lightning Rod você terá vários deles! Um após o outro! Perto dela, fica o Rockin’ Roadway, uma atração leve e descontraída, perfeita para famílias com crianças pequenas. Os carrinhos percorrem um trajeto suave embalado por música animada, criando uma experiência alegre e colorida. Muito do Dollywood replica uma cidade do interior do Tennessee, e podemos ver elementos típicos como celeiros, igrejas, vivendas de pássaros, estábulos, etc. Por falar nesses itens de fazenda, um balanço gigante, o Barnstormer é um dos brinquedos mais divertidos do parque, e seu frio na barriga é muito diferente e maior do que estamos acostumados em um barco pirata, por exemplo. A Dolly é a mente criativa do parque até os presentes dias, isto é, todo o processo temático das atrações vem da cabeça dela, principalmente dos sonhos. Por ela querer sempre o Dollywood com a sua cara, ela mantém uma réplica da casa dela nas montanhas de quando era criança. Mais uma experiência de viajar no tempo! Simplesmente sem preço! É muito legal ter um toque pessoal dentro de um parque temático. Não é algo muito comum, a última vez que vi algo assim foi ver de longe o quarto do Walt Disney na Disneyland, em uma área em que o público não tem acesso. Na Dolly Parton Experience, uma verdadeira imersão na história, na música e no legado de uma das maiores lendas da cultura americana nos aguarda. A área reúne exposições interativas, figurinos icônicos, instrumentos, prêmios e registros audiovisuais que contam a trajetória da Dolly desde a infância humilde nas montanhas até o estrelato mundial. Como o Dollywood fica praticamente dentro das árvores, todas as montanhas-russas são verdadeiras experiências exploratórias nas Smoky Mountains. A Tennessee Tornado foi customizada para que os loopings fossem algo incrível e que proporcionasse várias sensações de quase-batida no cenário natural. São 3 loopings e uma velocidade animal de mais de 100 km/h em um percurso que faz você sentir até 4 vezes a força da gravidade! Um dos meus animais favoritos é a águia, e o Dollywood construiu uma montanha-russa com uma águia gigante na entrada! Vocês podem imaginar como eu me senti? A Wild Eagle é uma montanha-russa alada, com o diferencial dos assentos serem paralelos ao trilho, dando a real impressão que estamos flutuando pelas copas das árvores. Mesmo ficando 4 vezes de cabeça para baixo, é uma daquelas montanhas-russas que dá para andar várias e várias vezes, sem cansar. Como todo mundo merece brincar, o Dollywood fez a Firechaser Express, uma montanha-russa de vários lançamentos, para frente e para trás, com temática de bombeiros. O mais legal nela é que você passa por trilhos que se movem e trocam de lugar, efeitos especiais de fogo e fumaça, e quedinhas muito boas que te fazem sorrir o tempo todo! Realmente para toda família! Para quem gosta de montanhas-russas imersivas em uma história, a Mystery Mine, uma montanha-russa parte no escuro, parte ao ar livre, é a pedida perfeita! EXTREMAMENTE FORTE, tem tudo que tem direito: uma subida na vertical, projeções, momentos no escuro, curvas e inversões com intensa força da gravidade e quedas de gerar um frio na barriga absurda. Tudo isso num espaço pequenino, com uma temática absurda de incrível, deixando você realmente imerso numa mina abandonada e cheia de mistérios. Um pouco mais à frente, a Drop Line despencava quem a encarava de 66 metros de altura! O cenário visto do topo da torre era um dos mais bonitos que eu já vi, especialmente pelo formato circular do Dollywood dentro do vale das Grandes Montanhas Fumegantes. A torre é um show de emoção, especialmente pela queda ser extremamente surpresa e acontecer em momentos aleatórios. Ao ladinho dela, fica a montanha-russa infantil WhistlePunk Chaser, ideal para todos os pequenos, e para gente grande, a Thunderhead compre com louvor o papel de ser uma montanha-russa de madeira de alta velocidade, curvas intensas, e um percurso de fazer chegar na estação respirando forte. Alguns assentos oferecem mais agressividade do que outros, especialmente na parte de trás. Precisa-se tomar cuidado com os joelhos. Especialmente perfeito em dias quentes, o Smoky Mountain River Rampage é uma corredeira tranquila mas com pontos que molham interessantes. Ao lado dele ficam os brinquedos clássicos de parque de diversões da área County Fair. Dá para encontrar xícaras malucas, carrosséis dos mais variados tipos, bate-bate, chapéu mexicano e uma pequena torre de queda livre mas a principal atração é o Skyrider, um carrossel voador de 22 metros de altura! Perto dali fica o teatro do Heartsong, filme que conta a história de Dolly Parton nas Smoky Mountains e conta com um lindo teatro. Ao lado do Heartsong, fica a estação da magnífica locomotiva Dollywood Express, um trem de 1940 alimentado a carvão, seguindo os mesmos moldes dos tempos passados. Andar nela foi como viajar no tempo. Como ficamos na frente do trem, foi interessante ver a fuligem vindo em nossa direção. Nunca havia experimentado algo assim! Outro show clássico do parque, From The Heart, é um dos shows mais emocionantes do Dollywood e uma verdadeira homenagem à trajetória de Dolly Parton. Através de música ao vivo, encenações e narração, o espetáculo conta sua história desde a infância simples nas Smoky Mountains até o estrelato mundial, passando por desafios, conquistas e valores que moldaram sua carreira. É um show sensível, inspirador e extremamente bem produzido, que vai muito além da música, conectando o público com o coração, a fé e a essência de Dolly — mesmo quem não é fã sai tocado pela mensagem. Tem uma joia dentro do Dollywood chamada Blazing Fury, que é uma montanha-russa caseira criada pelo próprio pessoal de construção e manutenção do parque. Não espere algo super emocionante, mas repare como era a construção de brinquedos no escuro na década de 70. A atração conta a história de um fogo arrasando uma antiga cidade e os moradores têm que fugir. Tudo muito simples, mas ainda assim algo para ser apreciado com cuidado em meio a velocidade e dinamites do percurso! O Daredevil Falls é um clássico do Dollywood e uma das atrações mais refrescantes do parque. Esse passeio de log flume leva os visitantes por um trajeto tranquilo, cercado por cenários naturais, até culminar em uma queda final que garante muita adrenalina e um belo banho — impossível sair seco! É perfeito para os dias mais quentes e combina bem diversão em família com aquele friozinho na barriga na descida final. Na lanchonete Grist Mill, perto do Barnstormer, você pode comprar o famoso Cinnamon Bread, uma iguaria que os estadunidenses vêm de todo canto do país para provar. Nada mais é do que uma versão encorpada da nossa rabanada. Não esperava mesmo comer uma super rabanada nos Estados Unidos. Aliás, toda a gastronomia do Dollywood é um ponto altíssimo do parque, com a maior variedade de produtos que já vi dentro de um parque temático. Você pode comer seu lanche enquanto assiste um show country raiz do interior do Tennessee. Eu pensava que conhecia a música country… depois desse show, eu vi que não conheço nada! O melhor para o fim do dia é a lindíssima área de Wildwood Groove, que foi concebida através de um sonho que a Dolly Parton teve quando era criança. O ícone central da área é uma linda árvore cheia de borboletas, e que durante à noite, ganha vida brilhando com cores incríveis! A maior parte dos brinquedos são para toda família, como o Great Tree Swing (barco), o The Mad Mockingbird (carrossel voador giratório), a Treetop Tower (gôndolas suspensas) e a maravilhosa montanha-russa Dragonflier, que tem uma velocidade que eu amei! Parece realmente que você está voando por Wildwood Groove, com curvas e quedas super rentes ao chão! É uma atração indicada para toda família! Além disso, Wildwood Groove ganhou ainda mais destaque com a Big Bear Mountain, a mais nova montanha-russa do Dollywood. Totalmente familiar, ela é a mais longa desse tipo na América do Norte e se integra perfeitamente à área, passando por florestas, túneis e cenários naturais que reforçam a sensação de aventura em meio às Grandes Montanhas Fumegantes. Sem loopings ou quedas extremas, a atração aposta em curvas suaves, giros inesperados e um percurso longo e envolvente, sendo perfeita tanto para crianças quanto para adultos que querem uma experiência divertida, confortável e extremamente bem tematizada — do jeitinho acolhedor que é a essência de Wildwood Groove. Próxima grande atração do parque, a NightFlight Expedition promete ser uma daquelas atrações que ficam na memória. É uma jornada sensorial, quase cinematográfica, que começa de forma suave e logo te convida a “voar” pela noite das Grandes Montanhas Fumegantes. Entre trechos internos de montanha-russa, momentos aquáticos, projeções envolventes e uma atmosfera misteriosa, a narrativa conduz o visitante em uma expedição rumo ao lendário Secret Lake, fazendo você se sentir parte da história, como se estivesse seguindo criaturas luminosas em meio à escuridão. Mais do que um brinquedo, será uma experiência imersiva, poética e inovadora — daquelas que mostram como o Dollywood sabe unir tecnologia, storytelling e emoção de um jeito único, perfeito para fechar o dia com aquele sentimento de UAU! Os festivais são uma parte essencial da identidade do Dollywood e transformam o parque ao longo do ano. Eventos como o Flower & Food Festival, o Smoky Mountain Summer Celebration, o Harvest Festival e o icônico Smoky Mountain Christmas trazem decoração temática, gastronomia especial, shows exclusivos e experiências únicas para cada estação. Cada visita em uma época diferente oferece um parque praticamente novo, sempre com aquele toque acolhedor típico do Tennessee. Antes de ir embora, acabei de chorar no Dollywood's Sweet Summer Nights 3D Drone & Fireworks Show, em que drones coloridos patrocinados pela Intel iluminaram o céu com figuras referentes ao Dollywood, à Dolly e à música no geral. Parecia que as músicas foram propositalmente escolhidas para tocar meu coração! Os desenhos eram sensacionais, e eu assistia atentamente sem nem piscar. Os fogos de artifício também contribuíram para um clima absurdo de especial. Após o show, parecia que eu tinha recebido uma bomba de felicidade por ter vivido um dos dias mais mágicos e perfeitos que tive dentro de um parque temático. Não consegui encontrar qualquer defeito no Dollywood, sendo o único parque tecnicamente perfeito que já fui até hoje. Todo o ambiente do parque, os brinquedos e shows, a alimentação e os seus colaboradores são uma combinação infalível de diversão e alegria. Você se sente super incentivado para levar uma lembrança da gigantesca loja na saída (eu trouxe uma pequena águia!). --- Perguntas frequentes:   Onde fica o Dollywood? O parque temático Dollywood fica em Pigeon Forge, Tennessee, nos Estados Unidos.   Como chegar no Dollywood? O aeroporto mais perto do Dollywood é o Aeroporto de Knoxville (TYS). Para chegar a Pigeon Forge, cidade do Dollywood, de qualquer ponto de Knoxville, use preferencialmente carro. Uber pode recusar a corrida por conta da distância. Se você preferir chegar de carro, Pigeon Forge fica 4h de distância de Atlanta, cidade do Six Flags Over Georgia, ou Charlotte, cidade do Carowinds.   Quais são as melhores atrações do Dollywood? Lightning Rod, Mystery Mine e Wild Eagle.   Quais são os melhores meses para visitar o Dollywood? Abril a Junho e Setembro a Novembro.   Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Dollywood? Lightning Rod / Tennessee Tornado / Wild Eagle / Firechaser Express / Mystery Mine / Drop Line / Big Bear Mountain / Dragonflier / Nightflight Expedition / Barnstomer / Daredevil Falls / Blazing Fury   Qual é a melhor dica para o Dollywood? Assim que abrir o parque, corra para a Lightning Rod! A montanha-russa é a melhor atração do Dollywood e costuma ser bem “temperamental” - tem horas que ela funciona e tem horas que ela está de parada técnica. Garanta sua ida nela o mais rápido que puder!   Que tipos de comida estão disponíveis no Dollywood? Fast-food americano e italiano.   Quanto custa o Dollywood? O passaporte de 1 dia é aproximadamente 90 dólares americanos (R$ 450). Caso você vá mais de um dia, considere a compra do ticket de dois dias, que sai mais em conta.   Qual é a duração das filas no Dollywood? Tranquilas (-30min) a moderadas (-60min).   Qual é o site do Dollywood? https://www.dollywood.com/

  • Parque Guanabara

    Perguntas frequentes Belo Horizonte é o paraíso para quem ama doce de leite, pão de queijo e um ótimo cafézinho - itens que fazem a capital mineira ter seu charme. Mais charmosa ainda é a região da Lagoa da Pampulha, onde fica o principal complexo de atrativos da cidade. Rodeada de prédios de importante arquitetura e funções, além da bonita orla ao redor, a lagoa, perto de seu prédio mais famoso, a Capela de São Francisco de Assis, projetada por Oscar Niemeyer, guarda o Parque Guanabara. Não há quem não tire foto em frente a Capela e não observe os seus brinquedos gigantes, como a roda-gigante Mirage e a torre de queda livre Skyfall. O Parque Guanabara é pequeno, muito pequeno. É incrível o tanto de diversão que cabe naquele espaço! O local consegue agradar todas as faixas etárias, com uma boa variedade de brinquedos infantis, máquinas de fliperama e jogos digitais, e atrações que fazem toda família curtir junto e sentir um cadinho de adrenalina correndo pelas veias. Entrando no parque, primeira atração que me deparei foi a Lagarta, construída pela própria equipe do Guanabara. É uma pequena "montanha-russa" no estilo minhocão, com um longo trem percorrendo um percurso oval com sobe e desce. É o primeiro contato com a adrenalina de muitos pequenos, bem divertida! Começando pela esquerda, temos o Pirates of Caribbean, um barco viking diferentão que os assentos ficam de lado, e não um após o outro; o Cataclisma, um brinquedo que era bastante famoso no Playcenter e é como se fosse um Kamikaze só que com as pernas soltas no ar e o Twister, um clássico brinquedo de parque de diversões que gira variando a altura. Mas o melhor brinquedo da esquerda é a temida torre Skyfall, um símbolo de Belo Horizonte. A Skyfall é brasileira, tem 60 metros de altura, e lá de cima dá para ter uma linda vista da capital mineira! Particularmente, é a torre de queda livre que mais me deu medo até hoje, principalmente porque você fica muito "livre" no assento e pela subida ser feita em uma velocidade bem lenta! Depois que a Skyfall chega lá no alto, não demora muito para cair, e a queda é bem gostosa! No meio do parque foi construída a Mirage, a segunda maior roda-gigante do Brasil. É possível ver as belíssimas vistas dadas pela Skyfall de uma forma tranquila, acompanhando as rotações tranquilas da Mirage. Um passeio incrível para toda família e para quem gosta de apreciar ótimas vistas. O Bate-Bate do Parque Guanabara é imenso, de um estilo bem clássico, dando uma boa diversão para criançada. Eu adoro bate-bate, me diverti horrores perseguindo todo mundo, especialmente porque o carrinho te dá uma boa liberdade para isso! Ao lado dele, ficam os fliperamas, e na sua frente, a área com brinquedos infantis, em que os maiores destaques são o carrossel histórico e o bate-bate aquático Bumper Boat. Fora isso, trenzinhos e outros pequenos carrosséis fazem a alegria da criançada. O Crazy Dance do parque é um dos mais lindos que já vi. Tematizado de NBA, a liga de basquete estadunidense, a atração brilha de tão conservada e colorida! Para quem não é muito fã de ficar rodopiando, dá para curtir o Trem Fantasma, que pode dar uns bons sustos, apesar da sua simplicidade. Ao lado dele, fica um cinema 6D muito parecido com aqueles que nós vimos em shoppings. Em frente ao Crazy Dance fica o Tapete Mágico, uma atração que ficou por muitos anos no Beto Carrero World na década de 2000 e que foi totalmente restaurada pelo Guanabara. Sua sensação é de um frio na barriga muito forte, especialmente no momento em que o tapete alcança sua altura máxima de 26 metros! Assim como na Skyfall e Skywalker, o Tapete Mágico oferece uma vista inesquecível da Pampulha! A mais nova atração do Parque Guanabara é a Skywalker, uma montanha-russa do mesmo estilo que estamos acostumados nos parques itinerantes brasileiros. A diferença dessa aqui é que ela está novinha em folha e tem ótimos pontos que farão você gritar muito! É a primeira montanha-russa fixa de Belo Horizonte em muito tempo! Para quem quer comer enquanto está no parque, são oferecidos lanches comuns e outros típicos da culinária mineira, além de deliciosas pizzas em três lanchonetes diferentes espalhadas entre os brinquedos. As pizzas estavam com uma cara muito boas, assim como os outros lanches! Eu amo o Guanabara! Desde da primeira vez que visitei, foi amor pela primeira vista! Ver aquele parque de diversões num espaço tão apertadinho, e divertindo tanta gente de várias idades me emocionou os olhos! É verdade que, em dias cheios, é quase impossível andar lá dentro, mas com jeitinho, dá para curtir. Recomendo a visita a todos que estiverem de passagem por Belo Horizonte e quiserem sair um pouco da rotina! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Parque Guanabara? O Parque Guanabara está localizado na Avenida Expedicionário Benvindo Belém de Lima, 15, na orla da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), um dos cartões-postais mais famosos da cidade. Ele fica ao lado de pontos turísticos como a Igrejinha da Pampulha e o Mineirão, em uma região de fácil acesso e com vista privilegiada para a lagoa. Como chegar o Parque Guanabara? O parque pode ser acessado de carro, aplicativo de transporte ou ônibus urbanos que circulam pela região da Pampulha. Para quem vai de carro, há estacionamento pago na região, além de vagas nas redondezas da lagoa, que podem variar conforme disponibilidade e eventos na área. Em dias de grande movimento, vale chegar cedo para evitar dificuldades com estacionamento. Quais são as melhores atrações do Parque Guanabara? Os grandes destaques do parque são a Skyfall, torre de queda livre que proporciona a maior dose de adrenalina do parque; o Cataclisma, uma das atrações mais radicais, com giros intensos e sensação de descontrole e o Tapete Mágico, um balanço gigante que mistura altura e emoção. Quais são os melhores meses para visitar o Parque Guanabara? Belo Horizonte costuma ter clima mais seco entre maio e setembro, o que torna o passeio mais agradável. Durante férias escolares, feriados e finais de semana ensolarados, o parque pode ficar mais cheio. Para uma experiência mais tranquila, o ideal é visitar em dias de semana ou chegar logo na abertura. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações do Parque Guanabara? Para otimizar o tempo e aproveitar melhor as atrações mais concorridas, a melhor ordem é começar pela Skyfall, seguir para o Cataclisma, depois Piratas do Caribe, Crazy Dance, Tapete Mágico, Skywalker, Mirage, Twister, Lagarta e finalizar no Cinema 6D. Começar pelas atrações mais radicais ajuda a evitar filas maiores ao longo do dia e garante que você aproveite os brinquedos mais disputados enquanto o parque ainda está mais vazio. Qual é a melhor dica para visitar o Parque Guanabara? Vá com roupas confortáveis e seguras, evitando chinelos em brinquedos radicais, prenda bem objetos soltos e leve protetor solar, já que boa parte do parque é ao ar livre. Uma boa estratégia é intercalar brinquedos mais intensos com atrações mais leves para não sobrecarregar e conseguir curtir o dia inteiro. Aproveite também a vista da Lagoa da Pampulha para fazer fotos incríveis durante a visita. Que tipos de comida estão disponíveis e onde comer no Parque Guanabara? O parque conta com lanchonetes que oferecem hambúrgueres, cachorro-quente, pizza, pão de queijo, feijão tropeiro, batata frita, pipoca, algodão-doce, refrigerantes e outras bebidas. Os preços seguem o padrão de parques urbanos, sendo recomendável reservar um valor extra para alimentação ao longo do passeio. Quanto custa o Parque Guanabara? O visitante precisa adquirir o Divercard por R$ 4 e recarregá-lo de acordo com as atrações que quer ir. Cada brinquedo tem um valor diferente: o normal, que é o valor pago normalmente, e o VIP, que é o valor pago quando o gasto do Divercard ultrapassa R$ 50. A tabela de preços é: Radicais (Normal/VIP) Tapete Mágico R$ 10,25 / R$ 9,22 Cataclisma R$ 10,25 / R$ 9,22 Skyfall R$ 15,75 / R$ 14,17 Crazy Dance R$ 10,25 / R$ 9,22 Skywalker R$ 17,50 / R$ 15,75 Familiares (Normal/VIP) Lagarta R$ 8,25 / R$ 7,42 Trem Fantasma R$ 7,50 / R$ 6,75 Twist R$ 8,50 / R$ 7,65 Mirage R$ 15,75 / R$ 14,18 Bate-Bate R$ 8,50 / R$ 7,65 Bumper Boat R$ 10,25 / R$ 9,22 Piratas do Caribe R$ 8,50 / R$ 7,65 Cinema 6D R$ 11,00 / R$ 9,90 Infantis (Normal/VIP) Helipop R$ 7,50 / R$ 6,75 Patinho R$ 7,50 / R$ 6,75 Pistinha R$ 7,50 / R$ 6,75 Rally R$ 7,50 / R$ 6,75 Xícara R$ 7,50 / R$ 6,75 Red Baron R$ 8,25 / R$ 7,42 Carrossel R$ 7,50 / R$ 6,75 Safari R$ 7,50 / R$ 6,75 Qual é a duração das filas no Parque Guanabara? Em dias de semana, as filas costumam ser curtas a moderadas. Já em finais de semana, feriados e períodos de férias escolares, a espera pode aumentar, principalmente na Skyfall, no Cataclisma e no Piratas do Caribe, que são as atrações mais procuradas do parque. Qual é o site do Terra dos Dinos? https://www.parqueguanabara.store/home

  • Terra dos Dinos

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso A Terra dos Dinos está localizado em Miguel Pereira, no interior do Rio de Janeiro, bem na estrada antes de chegar ao centro da cidade — e isso já é um dos primeiros diferenciais do parque. Ele literalmente surge à beira da rodovia, ocupando um terreno amplo que acompanha o declive natural da montanha, o que faz com que praticamente todas as atrações estejam integradas ao relevo e à paisagem ao redor. Desde a chegada, já dá para perceber que não é um parque comum: a sensação é de estar entrando em uma experiência que mistura natureza, aventura e diversão ao ar livre, com uma vista privilegiada da Serra de Miguel Pereira e aquele clima de serra que deixa tudo ainda mais especial. Você pode entrar nessa cabeça de dinossauro para fotos! Mapa da Terra dos Dinos Regras de acessibilidade na Terra dos Dinos Fotos tiradas na entrada do parque. Preço das fotos: R$ 45 (impressa) / R$ 35 (digital) Logo na primeira área do parque, encontramos a bilheteria, banheiros e um espaço para fotos com fundo verde, onde é possível “fugir” de um dinossauro em imagens super divertidas — um aquecimento perfeito antes da aventura de verdade começar. É também aqui que fica a estação da Mega Trenó, simplesmente a maior montanha-russa alpina da América Latina. Você pode ir individualmente ou em dupla (até 150kg ambos os participantes). São impressionantes 1 quilômetro e 100 metros de extensão, descendo a montanha em curvas fechadas, retas rápidas e mudanças constantes de inclinação, alcançando até 40 km/h… mas acredite: parece MUITO MAIS quando você está lá! Se você não apertar o freio, o percurso se transforma em algo MUITO LOUCO, intenso do início ao fim, com aquela sensação real de que vamos descarrilhar e sair montanha abaixo a qualquer momento. A adrenalina se mistura com a paisagem, porque além da velocidade, a vista é simplesmente uma das MAIS LINDAS que eu já vi em uma montanha-russa alpina, com a serra se abrindo à frente, o verde da mata atlântica dominando o horizonte e o vento batendo forte no rosto. Sem exagero nenhum: é simplesmente a melhor do Brasil e, com toda certeza, uma das melhores que já andei desse tipo na vida. O vídeo da Mega Trenó custa R$ 60 e as fotos custam R$ 45 (impressas) ou R$ 35 (digital) Para acessar as demais atrações do parque, é necessário pegar uma van interna, o que já adiciona um clima de expedição à experiência. A primeira parada é a tirolesa, que atravessa a Serra de Miguel Pereira em um percurso de mais de 300 metros de extensão, chegando a impressionantes 100 metros de altura em alguns pontos. É aquele tipo de atração que faz o coração acelerar só de olhar. Eu confesso: tenho MUITO medo de tirolesa, fui completamente tremendo durante o trajeto, quase sem conseguir me mexer. Mas, ao mesmo tempo, é impossível negar que a vista lá de cima é algo absurdo de linda, cinematográfica, com a serra se estendendo até onde a vista alcança. É uma experiência intensa, memorável e que realmente faz valer cada centavo investido. A segunda e última parada da van nos leva à área central da Terra dos Dinos, onde fica a impressionante Trilha Suspensa. O percurso tem mais de 200 metros de extensão, com trechos que chegam a 10 metros de altura, permitindo caminhar literalmente no meio da copa das árvores. Ao longo do trajeto, há uma praça suspensa, além de pontos estratégicos de observação e contemplação da natureza. A sensação é única: você anda entre as árvores, ouve os sons da mata, sente o clima fresco da serra e consegue observar a beleza da Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos do mundo, com sua enorme diversidade de fauna e flora. É uma atração que desacelera o ritmo e mostra que o parque vai muito além da adrenalina. Bem ao lado da trilha suspensa está a Trilha dos Dinos, um percurso encantador que atravessa a Mata Atlântica e apresenta diversas espécies de dinossauros animatrônicos, muitos em tamanho real, com movimentos, sons e placas educativas que explicam curiosidades sobre cada espécie. É um prato cheio tanto para crianças quanto para adultos, rendendo fotos incríveis em meio à floresta. E o trajeto ainda guarda duas grandes surpresas: uma na Gruta da Criatura, que eu não vou contar o que é para não estragar a experiência, e outra no Laboratório, onde você tem um encontro especial e inesperado com um filhote de T-Rex — um dos momentos mais marcantes de todo o parque. Além das atrações, o Terra dos Dinos também se destaca pela infraestrutura. O parque conta com um restaurante que serve lanches e refeições completas, com preços justos, muito semelhantes aos praticados em outros atrativos turísticos de Miguel Pereira. Há também uma loja de souvenires linda, recheada de brinquedos de dinossauros, pelúcias, quebra-cabeças, jogos educativos e várias lembrancinhas criativas que fazem sucesso principalmente com as crianças — mas que conquistam adultos fãs de parques e temas pré-históricos também. DinoPlay, área onde as crianças acham fósseis na Terra dos Dinos A Terra dos Dinos entrega muito mais do que apenas um parque temático. Ele combina aventura, natureza, educação e diversão em um cenário privilegiado da serra fluminense. É um passeio completo, surpreendente e memorável, ideal tanto para famílias quanto para quem busca experiências diferentes no Brasil. Um lugar que prova que não precisamos sair do país para viver atrações bem pensadas, emocionantes e com vistas simplesmente inesquecíveis. --- Perguntas frequentes: Onde fica a Terra dos Dinos? A Terra dos Dinos fica em Miguel Pereira, no interior do estado do Rio de Janeiro, às margens da estrada que dá acesso ao centro da cidade. O parque está localizado em uma área de serra, com relevo inclinado e cercado pela Mata Atlântica, o que garante vistas incríveis ao longo de toda a visita. Como chegar a Terra dos Dinos? Para quem vem do Rio de Janeiro, o acesso é feito principalmente de carro, pela Via Dutra ou pela BR-040, seguindo depois em direção a Miguel Pereira. O parque possui estacionamento próprio próximo à entrada. Também é possível chegar à cidade de ônibus intermunicipais e, a partir do centro de Miguel Pereira, utilizar táxi ou aplicativo de transporte até o parque. O estacionamento custa R$ 35. Quais são as melhores atrações da Terra dos Dinos? Os grandes destaques do parque são a Mega Trenó, a maior montanha-russa alpina da América Latina; a Tirolesa, que cruza a Serra de Miguel Pereira com mais de 300 metros de extensão; a Trilha Suspensa, que permite caminhar em meio às árvores; e a Trilha dos Dinos, com dinossauros animatrônicos em tamanho real e experiências surpresa ao longo do percurso. Quais são os melhores meses para visitar a Terra dos Dinos? Os melhores meses para visitar o parque são entre abril e setembro, quando o clima da serra costuma ser mais ameno e seco. Durante feriados e férias escolares, o parque pode ficar mais cheio, então dias de semana e finais de semana fora da alta temporada costumam garantir uma experiência mais tranquila. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações da Terra dos Dinos? Uma boa estratégia é começar pela Mega Trenó logo na chegada, aproveitando filas menores. Em seguida, pegue a van interna até a Tirolesa. Depois, siga para a Trilha Suspensa, que é mais contemplativa, e finalize com a Trilha dos Dinos, explorando com calma os animatrônicos, as áreas educativas e as surpresas do percurso. Qual é a melhor dica para visitar a Terra dos Dinos? Chegue cedo, use roupas confortáveis e tênis adequados para caminhada, pois boa parte do parque é ao ar livre e em área de serra. Não deixe de levar protetor solar e, em dias mais frescos, um agasalho leve. Aproveite para ir sem pressa, já que o parque mistura aventura e contato com a natureza. Que tipos de comida estão disponíveis e onde comer na Terra dos Dinos? O parque conta com um restaurante que oferece lanches, refeições completas e bebidas, com preços compatíveis aos praticados em outros pontos turísticos de Miguel Pereira. Há opções práticas para quem quer algo rápido e também refeições para uma pausa mais longa entre as atrações. Quanto custa a Terra dos Dinos? Cada atração tem um valor diferente. A tabela de preços é: Trilha dos Dinos: R$ 67 (meia entrada ou morador/nascido no estado do Rio de Janeiro) Mega Trenó: R$ 54 (individual) / R$ 84 (dupla - até 150kg ambos) Tirolesa: R$ 49 Trilha Suspensa: R$ 29 Qual é a duração das filas na Terra dos Dinos? As filas costumam variar de baixas a moderadas, especialmente em dias de semana. Em finais de semana, feriados e férias escolares, o tempo de espera pode aumentar, principalmente na Mega Trenó e na Tirolesa. Qual é o site do Terra dos Dinos? https://ingresso.terradosdinos.com.br/

  • Thorpe Park

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso O Thorpe Park é, sem dúvida, um dos parques mais radicais da Europa. Desde o primeiro contato, fica claro que ele foi pensado para quem busca adrenalina: jovens, adolescentes e fãs de atrações extremas encontram ali um verdadeiro paraíso, com montanhas-russas intensas, brinquedos que desafiam o corpo e experiências que fazem o coração acelerar o dia inteiro. Diferente de parques mais familiares, o Thorpe assume sua identidade ousada e não tenta ser algo que não é — ele é intenso, direto e empolgante. Pouca gente sabe, mas o parque também carrega uma curiosa relação com a princesa Diana, que chegou a frequentar o local em momentos de lazer com seus filhos. Essa ligação histórica dá um charme inesperado a um parque que hoje é sinônimo de radicalidade extrema. O Thorpe Park fica localizado em uma ilha, cercado por água, o que já cria um clima especial logo na chegada. A navegação pelo parque é muito intuitiva: praticamente todas as áreas e atrações são acessadas a partir de um grande hub central, onde ficam lojas, restaurantes e pontos de encontro. Isso facilita muito o deslocamento e ajuda a organizar o dia, mesmo quando o parque está cheio. Chegamos bem cedo, e o objetivo era claro: começar o dia indo direto para as montanhas-russas. A primeira parada foi a Hyperia, a novíssima estrela do parque — e, para mim, uma das melhores montanhas-russas da Europa e do mundo. O percurso é extremamente inovador, com elementos que se conectam de forma inteligente e fluida, entregando muitos momentos de airtime, aquela sensação deliciosa de levitar do banco. Foi uma experiência excepcional, surpreendente do início ao fim. A Hyperia atinge 128 km/h a partir de uma altura de 71 metros e fica duas vezes de cabeça para baixo, tudo isso com uma suavidade impressionante. Pegamos a fila ainda tranquila por ser início do dia, e fica a dica: ela precisa ser a primeira atração do roteiro, porque sua fila raramente diminui ao longo do dia. Na sequência, fomos para a Colossus, uma montanha-russa clássica e icônica do parque, famosa por suas 10 inversões. O percurso lembra bastante a antiga Monte Makaya, do Terra Encantada no Rio de Janeiro, com a diferença de ficar de cabeça para baixo mais duas vezes. Apesar de ser mais antiga, ela ainda entrega uma experiência muito divertida, especialmente no final, quando o trem passa por quatro inversões seguidas e o corpo inteiro parece levitar preso à trava. A The SWARM foi outra experiência memorável. Ela é uma montanha-russa alada, ou seja, os assentos ficam paralelos ao trilho, sem nada embaixo dos pés, o que já é assustador por si só. O percurso é curto, mas extremamente inteligente, com quatro inversões muito bem encaixadas. A sensação é literalmente a de estar voando. A tematização de mundo pós-apocalíptico é impressionante e funciona até durante o trajeto, com elementos muito próximos ao trem. Montanhas-russas aladas costumam ser aterrorizantes, e a The SWARM faz isso com maestria. Outra pancada de adrenalina veio com a Stealth, uma montanha-russa de lançamento hidráulico que está entre as mais intensas do mundo. Ela acelera de 0 a 129 km/h em apenas 1,8 segundos, o que é simplesmente insano. A sensação é de ter o rosto puxado pelo ar enquanto o trem dispara em direção a uma subida de 62 metros, para logo em seguida despencar. É curta, mas absurdamente intensa e inesquecível. A Nemesis Inferno é a montanha-russa invertida do parque. Apesar de ter uma altura menor, com queda de 29 metros, ela compensa com um percurso compacto, agressivo e extremamente intenso. São quatro inversões e forças que chegam a 4,5 vezes a gravidade. Para quem gosta de sentir a pressão no corpo e aquela intensidade clássica das montanhas-russas invertidas, ela é perfeita. Para variar o ritmo, fomos na montanha-russa no escuro de The Walking Dead. É uma atração bem acessível para toda a família, e a experiência já começa na fila, com vídeos e pré-shows que nos colocam dentro do universo da série. O percurso em si é tranquilo, com curvas e quedas leves, mas tudo acontece no escuro, com efeitos sonoros e temáticos de zumbis, o que deixa a experiência divertida e imersiva. A última grande montanha-russa do dia foi a SAW: The Ride, inspirada na franquia Jogos Mortais. Assim como o tema sugere, ela é radical e extrema. O percurso é compacto, mas intenso, com uma queda insana de 100 graus e três inversões fortes, passando por cenários que simulam as armadilhas dos filmes. É desconfortável, agressiva e exatamente o tipo de atração que combina com o DNA do Thorpe Park. O parque também se destaca muito nas atrações aquáticas, que são ótimas tanto para se refrescar quanto para se divertir. O Rumba Rapids é uma corredeira clássica, cheia de giros, quedas e respingos constantes, perfeita para relaxar entre uma atração radical e outra. O Depth Charge é um conjunto de toboáguas em formato de tapete, onde você desce em alta velocidade e inevitavelmente sai ensopado. Já o Storm Surge é uma atração familiar gigantesca: uma boia enorme leva várias pessoas por uma descida intensa, e se molhar é absolutamente inevitável. Para fechar, o Tidal Wave é um splash gigantesco, com uma queda que cria uma onda igualmente gigante, molhando não só quem está no brinquedo, mas também quem assiste de fora. Além das montanhas-russas, o Thorpe Park tem uma seleção impressionante de brinquedos radicais. O Vortex é um pêndulo em formato de garra que gira e balança de forma intensa; o Zodiac é um enterprise clássico, que gira em alta velocidade deixando todos de cabeça para baixo; o Detonator é uma torre de queda livre que proporciona aquele frio na barriga antes de despencar; o Quantum é um tapete mágico que balança cada vez mais alto; o Rush é um balanço gigante que faz você voar sobre o parque, e o Samurai é um dos mais insanos, girando em vários eixos ao mesmo tempo e dando cambalhotas sem parar. Uma das experiências mais diferentes do parque é o Ghost Train. Nela, entramos em um metrô fantasma e vivemos uma aventura digna de um filme de terror. Tudo começa de forma aparentemente tranquila, até que as luzes se apagam e atores fantasiados de criaturas horripilantes surgem do nada dentro do trem, com manobras rápidas e sustos inesperados bem na frente dos visitantes. É tenso, imersivo e muito bem executado. Mesmo sendo um parque essencialmente radical, o Thorpe Park também tem atrações para crianças. A Flying Fish é uma montanha-russa infantil perfeita para os pequenos; o Big Easy Bumpers é o tradicional bate-bate; o Mr. Monkey’s Banana Ride é um barco pirata infantil. O Dobble Tea Party traz as clássicas xícaras malucas; o Amity Beach é um grande playground aquático, o Sunset Cinema é um cinema 4D com filmes variados, e o High Striker é uma mini torre de queda livre pensada especialmente para os menores. Na parte de alimentação, o parque oferece opções bem práticas. Há redes famosas de fast-food como KFC e Burger King, além de lanchonetes próprias do parque, com comidas rápidas clássicas, como o tradicional Fish and Chips, que combina perfeitamente com o clima britânico. No final do dia, saí com a sensação de ter vivido um dia extremamente radical e muito bem aproveitado. O Thorpe Park se mostrou um parque divertido, com operações eficientes, atrações de altíssimo nível e uma proposta clara para quem ama adrenalina. Sem dúvida, ele se tornou um dos meus parques favoritos da Europa, principalmente pela qualidade e intensidade das experiências que entrega. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Thorpe Park? O Thorpe Park fica em Chertsey, no condado de Surrey, na Inglaterra, a cerca de 30 km do centro de Londres. Como chegar ao Thorpe Park? O aeroporto mais próximo é o Heathrow (LHR). A partir de Londres, a forma mais prática é ir de trem até as estações de Staines ou Chertsey e, de lá, pegar um ônibus direto para o parque. Também é possível ir de carro pelas rodovias M25 e M3, com estacionamento disponível no local. Diferente de muitos parques, o Thorpe Park é fácil de visitar mesmo sem carro, tornando o bate-volta desde Londres totalmente viável. Quais são as melhores atrações do Thorpe Park? Hyperia, Stealth e The SWARM. Quais são os melhores meses para visitar o Thorpe Park? Maio, junho e setembro, quando o clima é mais agradável e as filas costumam ser menores do que no auge do verão europeu. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Thorpe Park? Hyperia / Colossus / The SWARM / Stealth / Nemesis Inferno / SAW: The Ride / The Walking Dead / Ghost Train / Storm Surge / Tidal Wave / Rumba Rapids / Vortex / Samurai / Detonator / Rush. Qual é a melhor dica para o Thorpe Park? Chegue o mais cedo possível e vá direto para a Hyperia, pois a fila dela quase nunca diminui ao longo do dia. O parque é compacto, mas muito concorrido, então priorizar as montanhas-russas logo na abertura faz toda a diferença. Que tipos de comida estão disponíveis no Thorpe Park? O parque conta com redes famosas como KFC e Burger King, além de lanchonetes próprias com comidas rápidas típicas de parque, como hambúrgueres, pizzas e o clássico Fish and Chips britânico. Quanto custa o Thorpe Park? Os ingressos de 1 dia custam, em média, entre £32 e £45 (aproximadamente R$ 235 a R$ 350) na compra antecipada online, variando conforme a data escolhida. Também há passes anuais para quem pretende visitar mais de uma vez. Qual é a duração das filas no Thorpe Park? De moderadas a altas. Em dias cheios, atrações populares podem ter filas entre 60 e 120 minutos; em dias mais tranquilos, muitas ficam entre 20 e 40 minutos. Qual é o site do Thorpe Park? https://www.thorpepark.com/

  • Walibi Belgium

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Visitar o Walibi Belgium, nos arredores de Bruxelas, foi muito mais do que um simples dia em um parque de diversões — foi a realização de um sonho antigo. Quando criança, eu passava horas jogando RollerCoaster Tycoon 2, criando e explorando o cenário do antigo Six Flags Belgium (quando o Walibi fazia parte da rede Six Flags), imaginando como seria caminhar por aquelas áreas e andar naquelas montanhas-russas. Anos depois, finalmente estar ali ao vivo foi uma sensação difícil de descrever. O Walibi Belgium é facilmente uma das melhores opções do que fazer em Bruxelas e na Bélgica, especialmente para jovens e adolescentes, combinando atrações modernas, muita adrenalina e experiências para toda a família. Parque Walibi Belgium no Rollercoaster Tycoon 2 como Six Flags Belgium A primeira atração do dia foi a Kondaa, a grande estrela do parque e uma das melhores montanhas-russas da Europa. Desde a subida imponente até a queda inicial absolutamente sensacional, a Kondaa entrega um início explosivo, com airtimes (a sensação de levitar do banco) fortes, velocidade impressionante e uma sensação de voo constante. A primeira parte do percurso é simplesmente impecável, porém, depois dessa sequência inicial, a montanha-russa acaba perdendo um pouco do ritmo, ficando menos intensa do que o começo promete — ainda assim, é uma experiência incrível e obrigatória. Ao lado dela está a Kondaala, uma atração infantil, que permite que os menores tenham seu primeiro contato com a emoção. Na sequência fomos para o Challenge of Tutankhamon, uma atração que me surpreendeu completamente e rapidamente se tornou uma das minhas favoritas do parque — e uma das melhores atrações de tiro ao alvo que eu já fui. O brinquedo nos coloca dentro de um templo egípcio amaldiçoado, onde Tutancâmon despertou e cabe a nós enfrentarmos múmias, criaturas e armadilhas usando lasers para quebrar a maldição. A ambientação é excelente, o percurso é longo e interativo, e a diversão é constante do começo ao fim. Eu simplesmente amei cada segundo. Depois seguimos para a Tiki Waka, uma montanha-russa familiar extremamente divertida. Apesar de não ser radical, ela surpreende pelos giros inesperados, pela fluidez do percurso e pela forma como agrada tanto adultos quanto crianças. É aquele tipo de atração perfeita para repetir várias vezes ao longo do dia e ideal para famílias que querem emoção sem exageros. Perto dela, fica o Octopus, um brinquedo giratório que parece um pandeiro rodando! Octopus O Tiki Theather exibe um espetáculo diferente a cada ano! Um dos grandes destaques do parque é a nova área temática Dock World, que trouxe uma identidade completamente renovada ao Walibi Belgium. Com um tema portuário e industrial, a área recria um grande cais, com containers, guindastes e estruturas metálicas, criando um ambiente imersivo e muito bem executado. O principal destaque é a Mecalodon, uma montanha-russa familiar de lançamento que passa sobre a água e entre os cenários do porto. Ela é divertida, dinâmica e perfeita para todas as idades, sendo uma excelente porta de entrada para quem quer começar nas montanhas-russas do parque. A chegada do Dock World também reformou toda a região ao redor, integrando atrações clássicas como a Turbine e o Flash Back ao novo conceito visual. A Turbine é especialmente interessante para nós, brasileiros, já que é o mesmo modelo da Katapul do Hopi Hari, porém com lançamento magnético. Isso faz com que o lançamento seja bem mais suave e menos intenso do que estamos acostumados no Brasil, mas ainda assim muito divertido, principalmente pela repetição dos lançamentos e pela experiência de ir e voltar várias vezes. Sistema de lançamento antigo da Turbine (preservado) Já o Flash Back é simplesmente incrível e uma das maiores surpresas do parque. Trata-se de um splash longo, com mais de uma queda, incluindo quedas de costas, o que torna tudo ainda mais imprevisível. Cada trecho do percurso guarda uma surpresa diferente, e depois da reforma, a atração ficou ainda melhor. É o tipo de experiência que não dá para pular de jeito nenhum. Falando em água, a Pulsar é outra atração imperdível. Não importa onde você sente: você vai se molhar muito. A montanha-russa tem um percurso em U, com lançamentos para frente e para trás, quedas inclinadas e um splash final gigantesco que acontece após o terceiro vai-e-volta. É refrescante, divertida e extremamente viciante — eu amei tanto que dá vontade de ficar repetindo várias vezes seguidas. A área do Velho Oeste é outro ponto alto do Walibi Belgium. A Calamity Mine é uma montanha-russa estilo trem de mina longa, muito divertida e, para mim, uma das melhores do gênero. Ela tem um percurso extenso, bem tematizado e é uma das atrações mais amadas do parque. Ainda nessa área está a Dalton Terror, uma torre de queda livre de 77 metros de altura que oferece uma vista linda de todo o parque antes da queda assustadora, e o Buzzsaw, uma atração no estilo do Ekatomb do Hopi Hari, com muitos giros intensos — e facilmente um dos melhores desse tipo que eu já experimentei. Entre as montanhas-russas mais antigas estão duas que são “moldadas” por criaturas místicas. A Loup Garou, uma montanha-russa de madeira, infelizmente foi uma grande decepção para mim: desconfortável, muito agressiva e pouco prazerosa. A Vampire, um clone da FireWhip do Beto Carrero, também me deixou a mesma impressão negativa, sendo igualmente desconfortável e datada. O parque também conta com a Cobra, uma clássica montanha-russa Boomerang que se destaca por ser surpreendentemente confortável. O percurso inclui a subida vertical, a queda, as vezes que fica de cabeça para baixo - tudo isso feito para frente e depois de costas, entregando uma experiência intensa, mas bem mais suave do que muitos modelos semelhantes. Outra atração que me conquistou completamente foi o Popcorn Revenge, um brinquedo de tiro ao alvo no escuro que já recebeu diversos prêmios internacionais. A atração conta a história de grãos de pipoca que ganharam vida e se revoltaram, criando um caos colorido e divertido. A interação é excelente, os cenários são criativos e a pontuação torna a experiência extremamente competitiva. A Radja River, as corredeiras do parque, merecem um destaque à parte. Além do percurso enorme e a tematização oriental, o maior destaque da atração é que é impossível não se molhar. Eu saí completamente encharcado, mas me diverti muito, rindo do começo ao fim. É uma das corredeiras que mais me deixaram molhado na vida! O Walibi Belgium também se destaca pela enorme variedade de atrações infantis, o que reforça ainda mais seu apelo para famílias. A Fun Pilot é uma excelente montanha-russa infantil, perfeita para as primeiras emoções, enquanto o Le Palais du Génie, a clássica casa maluca de ilusionismo, diverte crianças e adultos com seus efeitos visuais e sensação de desorientação. Em relação à alimentação, o parque oferece boas opções espalhadas pelas áreas, com restaurantes de refeições rápidas, lanches e alternativas para diferentes gostos, garantindo que ninguém fique com fome durante o dia. Tudo isso reforça o porquê o Walibi Belgium é uma das melhores opções do que fazer não só em Bruxelas, mas em toda a Bélgica. Sair daquele parque foi sair com o coração cheio. Conhecer ao vivo o lugar que fez parte da minha infância virtual, que eu explorava por horas no RollerCoaster Tycoon 2, foi uma experiência extremamente emocionante. O Walibi Belgium conseguiu unir nostalgia, adrenalina e diversão de uma forma única — e eu fui muito feliz vivendo esse sonho de criança. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Walibi Belgium? O Walibi Belgium fica em Wavre, na região da Valônia, a cerca de 30 km de Bruxelas, sendo uma das opções de parque de diversões mais fáceis de incluir em uma viagem pela capital belga. Como chegar ao Walibi Belgium? O aeroporto mais próximo é o Aeroporto de Bruxelas (BRU). A partir de Bruxelas, é possível chegar de carro (o parque possui estacionamento oficial), Uber/táxi ou transporte público. A opção mais comum é ir de trem até a estação Bierges-Walibi e, de lá, caminhar cerca de 10 a 15 minutos até a entrada do parque. Em dias de alta temporada, também costumam existir ônibus especiais partindo de Bruxelas. Quais são as melhores atrações do Walibi Belgium? Kondaa, Pulsar, e Radja River. Quais são os melhores meses para visitar o Walibi Belgium? Maio, Junho, Setembro e início de Outubro, quando o clima está mais agradável e o parque costuma estar menos cheio do que no pico do verão europeu. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Walibi Belgium? Kondaa / Challenge of Tutankhamon / Tiki Waka / Mecalodon / Turbine / Flash Back / Dalton Terror / Calamity Mine / Buzzsaw / Pulsar / Loup-Garou / Vampire / Cobra / Popcorn Revenge / Radja River. Qual é a melhor dica para o Walibi Belgium? Chegue cedo e vá direto para a Kondaa, que costuma formar as maiores filas do dia. Se for em alta temporada ou finais de semana, considere o Fast Pass do parque. Também vale muito a pena usar roupas que possam molhar, já que atrações como Pulsar, Flash Back e Radja River molham bastante. Que tipos de comida estão disponíveis e onde comer no Walibi Belgium? O parque oferece diversas opções de fast-food, como hambúrgueres, batatas fritas, pizzas, sanduíches e snacks, além de restaurantes espalhados pelas áreas temáticas. No Dock World, há opções modernas e bem integradas ao tema portuário. Também existem alternativas vegetarianas e sobremesas ao longo do parque. Quanto custa o Walibi Belgium? O ingresso de 1 dia custa a partir de aproximadamente €48 a €55 (aproximadamente 310 reais a 360 reais), variando conforme a data, compra antecipada e promoções sazonais. Qual é a duração das filas no Walibi Belgium? Moderadas a intensas. Em dias tranquilos, as filas variam entre 20 e 40 minutos. Em alta temporada ou finais de semana, atrações populares podem ultrapassar 60 minutos. Qual é o site do Walibi Belgium? https://www.walibi.be

  • Legendia

    O Legendia foi um dos parques que mais me surpreendeu na Europa, justamente por ser tão diferente do que eu imaginava. Localizado em Katowice, no interior da Polônia e pertinho de Cracóvia, ele mistura brinquedos simples, quase nostálgicos, com atrações modernas e extremamente sofisticadas. E todo esse conjunto fica dentro de um enorme complexo de lazer da cidade — um espaço gigantesco que ainda abriga um zoológico, um estádio e um parque urbano imenso, deixando claro o quanto essa área é importante para a população local. A experiência começa logo na entrada, por uma rua principal cheia de lojas e restaurantes, decorada com aquela arquitetura típica polonesa que parece saída de um conto de fadas. As casinhas de madeira, os telhados inclinados, as janelas ornamentadas, tudo isso cria um clima acolhedor que já te coloca no espírito do Legendia. Logo depois surge um enorme lago azul que ocupa o centro do parque. Ele divide os caminhos principais e faz com que o Legendia tenha o formato de um grande círculo, com atrações distribuídas ao redor da água — um visual realmente bonito, especialmente quando você vai caminhando e observando as diferentes áreas se revelando aos poucos. Mas apesar da vontade de parar e aproveitar tudo com calma, nossa missão era clara: ir direto para a Lech Coaster. Ela fica no fundo do parque, então seguimos pela esquerda, passando batido pelas outras atrações até chegar nela. E valeu cada passo. A Lech Coaster é simplesmente uma das montanhas-russas mais intensas da Europa. A experiência começa com uma subida que já vai te preparando, mas a queda… a queda é forte, inclinada e rápida. Logo depois vêm três inversões muito bem executadas, momentos de força G positiva te grudando no assento e, ao mesmo tempo, momentos de força G negativa te levantando completamente do banco. O ponto alto, sem dúvida, é quando o trem passa por dentro da estação em alta velocidade, criando uma sensação surreal. É um percurso impecável, intenso do início ao fim, e tão bem construído que é difícil até descrever em palavras o quanto ela é boa. Não à toa entrou facilmente para a lista das quinze melhores montanhas-russas que já andei na vida. E ainda tem a temática: uma vila medieval polonesa lindíssima, com torres de pedra, bandeiras, clima rústico… é tudo muito imersivo. À medida que fomos explorando o parque, ficou nítido como o Legendia está passando por uma fase de transformação. É perceptível o contraste entre brinquedos antigos, mais simples, e atrações novas, temáticas, modernas e cheias de tecnologia. É como se o parque estivesse crescendo diante dos nossos olhos, evoluindo de um parque municipal tradicional para um parque temático de alto padrão. Depois da Lech Coaster, fomos para a Dolina Jagi, uma corredeira tranquila mas com alguns pontos de molhar bem legais. É aquele tipo de atração que, apesar de simples, entrega diversão autêntica. Seguimos então para a outra montanha-russa radical do parque: a Devil’s Loop. É uma montanha-russa clássica, com dois loops enormes, mas com um grande diferencial: o último assento fica virado de costas. E ir de costas deixa tudo muito mais emocionante. A queda seguida dos loops é sensacional, embora a atração não seja tão confortável quanto as modernas, mas a dose de adrenalina compensa completamente. Bem na frente dela fica o Sky Flyer, talvez o kamikaze mais estranho que já andei. Ele não é rápido; pelo contrário, parece funcionar em câmera lenta. Só que a duração é enorme, mais de dois minutos de percurso. E isso faz com que você fique pendurado no ar várias vezes, por longos momentos, criando uma sensação constante de “meu Deus, quando isso vai acabar?”. É quase um teste de resistência para quem gosta de atrações radicais. E um detalhe curioso: existe uma almofadinha acima da cabeça porque você literalmente descola do banco nos giros de 360º. É um modelo raríssimo no mundo, e o Legendia cuida dele tão bem que parecia novinho. Além do Sky Flyer, fica ali perto o Apollo, um brinquedo giratório super divertido em que as cadeiras vão para o lado e vão para o outro, como se fôssemos pipocas pulando no micro-ondas! Ao ladinho dele fica um tobogã, atração clássica de parques de diversões que dá um super frio na barriga na hora que desce! Do lado direito do parque está a área familiar, com atrações simples, mas muito charmosas. O barco pirata Magical Lake Expedition; o Electric Ring, parecido com o Musik Express; o Royal Ballroom, o famoso "pandeiro" ou "bailarina'; as xícaras malucas; o Sweet Dreams, que é um chapéu mexicano vintage; além de diversos brinquedos infantis como carrosséis pequenos, trenzinhos, áreas de playground e atrações que mantêm a identidade clássica do Legendia. É uma parte do parque com aquele clima nostálgico delicioso, perfeito para famílias. Uma das estruturas mais icônicas do parque é a Legendia Flower, uma roda-gigante enorme com vista privilegiada para o lago e para toda Katowice. Bem ao lado dela fica o Covil do Basilisco, uma área infantil indoor que guarda uma das maiores surpresas de todo o Legendia: a Bazyliszek. Essa atração é uma dark ride interativa super tecnológica, com veículos sem trilhos, oito salas imersivas, criaturas mágicas polonesas e desafios com armas a laser. No final, você encara um basilisco gigantesco. É surpreendentemente moderna, tão bem feita que parece coisa de parque gigante. E ainda é a primeira e única atração desse tipo na Polônia, o que deixa tudo ainda mais impressionante. Legendia Flower Bazyliszek O parque também tem outras relíquias incríveis, como o Dream Flight Airlines, um brinquedo de 1956 em que você entra em uma espécie de avião jumbo que gira suavemente, criando um vento delicioso no rosto. É idêntico ao Golden Zephyr do Disney California Adventure e entrega uma sensação relaxante única. Bem perto dele está o Phoenix, um enterprise clássico daqueles em que as cabines inclinam até ficarem horizontais e depois o disco inteiro sobe, te colocando momentaneamente de cabeça para baixo sem travas sobre os ombros — pura física funcionando a seu favor. Dreamflight Airlines Antes de ir embora, ainda tivemos um momento muito especial no Dragon Temple, que é exatamente o mesmo modelo da antiga Crazy Wagon do Hopi Hari. A intensidade dos movimentos laterais, o sobe-e-desce imprevisível, o frio na barriga constante… tudo estava lá, idêntico. Foi impossível não sentir nostalgia, tanto que fui várias vezes seguidas só para aproveitar cada segundo. E para encerrar o dia, fomos no Diamond River, um splash lindíssimo todo tematizado em uma mina de diamantes. O percurso é calmo, relaxante, cheio de detalhes… até que chega a queda final. E que queda! Uma das mais fortes que já experimentei. Ela é muito mais intensa do que parece. É uma queda arrebatadora que termina em uma onda de água que sela o fim do dia com chave de ouro. No fim do dia, saí de lá com excelentes memórias e um sorriso gigante no rosto. O Legendia se mostrou um parque surpreendente. Um lugar com identidade própria, contrastes marcantes, brinquedos nostálgicos convivendo com atrações modernas, e uma Lech Coaster que, sem exagero, se tornou uma das minhas montanhas-russas favoritas da vida. É um parque que complementa perfeitamente uma viagem ao Energylandia e uma excelente opção de passeio para quem está explorando Cracóvia e a região do sul da Polônia. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Legendia? O Legendia fica na cidade de Katowice, no sul da Polônia, dentro do imenso complexo de lazer do Parque Silesia. Ele está a cerca de 1h15 de Cracóvia e a poucos minutos do centro de Katowice. Como chegar ao Legendia? A melhor forma é ir de trem ou ônibus para Katowice e, de lá, seguir de Uber, transporte público ou a pé (dependendo da estação). Para quem está em Cracóvia, basta pegar o trem direto para Katowice Główna e depois seguir 10 minutos de carro até o parque. Quais são as melhores atrações do Legendia? Lech Coaster, Bazyliszek e Devil’s Loop. Quais são os melhores meses para visitar o Legendia? Maio e Setembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Legendia? Lech Coaster / Devil's Loop / Dolina Jagi / Apollo / Sky Flyer / Magical Lake Expedition / Royal Ballroom / Bazyliszek / Legendia Flower / Dream Flight Airlines / Phoenix / Dragon Temple / Diamond River Qual é a melhor dica para o Legendia? A melhor dica é aproveitar o Legendia como ele realmente é: um parque em transição, cheio de contrastes entre atrações antigas e modernas. Por isso, vá com tempo, sem pressa, e explore cada canto — especialmente o lago central, que rende fotos lindas e ajuda a se localizar no formato circular do parque. Chegue cedo e vá direto para a Lech Coaster, que é o ponto alto e costuma ter mais fila. Depois, use o restante do dia para descobrir as atrações clássicas, que são raridades que dificilmente você encontra em outros parques europeus. E não subestime as atrações mais antigas: muitas são surpreendentemente intensas ou carregam um charme único que faz parte da identidade do Legendia. Que tipos de comida estão disponíveis e onde comer no Legendia? Na rua principal você encontra lanches típicos poloneses, pierogi, hambúrgueres e doces locais. Há também pequenos quiosques ao redor do lago. Quanto custa o Legendia? O ingresso custa, em média, entre 80 e 120 zlotys (aproximadamente R$ 100 a R$ 150), dependendo da data. Para quem quer algo típico e gostoso, os pratos poloneses são a escolha mais interessante — são saborosos, baratos e fazem parte da experiência cultural. Qual é a duração das filas no Legendia? Em geral, curtas: entre 10 e 30 minutos na maior parte do ano. Qual é o site do Legendia? https://www.legendia.pl/en/

  • Michigan's Adventure

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso O meu amor por parques de diversões me levou em lugares bastante curiosos, como no meio das florestas da Pensilvânia para visitar o Knoebels , uma cidade mineradora no México para visitar o extinto Bosque Mágico , ou num cafezal imenso no interior da Colômbia para visitar o Parque del Café . Dessa vez, fui parar em uma pequena cidade à beira do lago Michigan, dentro do estado do Michigan, rodeada por uma grande floresta. Dirigimos praticamente dentro da floresta, até que vimos os primeiros sinais da montanha-russa Shivering Timbers, o principal motivo de irmos até o Michigan’s Adventure. O Michigan’s Adventure é um parque de diversões simples, mas que se estivesse no Brasil, seria um grande hit. Suas principais atrações são as montanhas-russas de madeira e o seu parque aquático, integrado totalmente ao parque. É o menor parque da rede Cedar Fair , e atende principalmente o público do estado do Michigan e a cidade de Chicago. O parque possui os personagens da turma do Snoopy e é dominado por atrações familiares. Loja do Snoopy Não muito grande, assim que chegamos ao parque já corremos para o nosso principal objetivo: a montanha-russa de madeira Shivering Timbers, uma das melhores desse tipo do mundo. Com mais de 1,6 km de extensão, 37 metros de altura, e uma velocidade máxima de 91 km/h, a Shivering Timbers tem mais de dez colinas que provocam o airtime, a sensação em que você levita do banco devido à gravidade negativa. A cada colina, parecia que eu seria TOTALMENTE CATAPULTADO do trem, uma completa LOUCURA. A experiência nela é completamente incrível, o que me fez achá-la uma das melhores montanhas-russas que já andei.  Perto da Shivering Timbers, fica a entrada da Wolverine Wildcat, uma montanha-russa de madeira híbrida, isto é, alguns trilhos eram de aço e outros de madeira. Quando o trem passava pelos trilhos de aço, a experiência parecia um completo sabão, e enquanto passava pela madeira, voltava à tremedeira conhecida por esse tipo de montanha-russa. Foi incrível em sentir perfeitamente como uma experiência pode mudar completamente só pelo tipo de trilho usado. A melhor característica da Wolverine Wildcat são as curvas bruscas e inclinadas. Trilho de aço na Wolverine Wildcat Da fila da Wolverine Wildcat dava para ver o tradicional barco pirata Sea Dragon, que infelizmente estava em manutenção no dia. O Logger's Run, um splash com barcos em formato de troncos, tinha uma queda super gostosa e ajudou muito no calor absurdo do Michigan naquele dia. Ao redor, diversos brinquedos clássicos funcionavam, como o Tilt-A-Whril, em que você pode girar muito mais sua cadeira caso o grupo sentar do mais leve para o mais pesado; Flying Trapeze, o precursor dos chapéus mexicanos; o Thunderbolt, uma espécie de bicho-da-seda suspenso em que você é amassado ou amassa seu amigo devido à força-centrífuga; o Trabant, um brinquedo giratório em formato de pandeiro; e o Scrambler, clássico brinquedo giratório. Trabant Flying Trapeze Thunderbolt O parque tem formato de “C” ao redor de um lago, e voltando da área da Shivering Timbers e da Wolverine Wildcat, que fica na extremidade sul do “C” parque, começamos a subir em direção ao norte. No caminho, perto da entrada do parque, ficam a Roda-Gigante, alguns brinquedos infantis e a Mad Mouse, uma montanha-russa estilo Wild Mouse. Infelizmente, na Mad Mouse vimos o principal problema do Michigan’s Adventure: velocidade operacional. Todas as filas demoravam muito devido à lentidão no embarque e desembarque de passageiros. Mad Mouse O meio do parque tem a montanha-russa Corkscrew, uma montanha-russa clássica com duas inversões (semelhantes à Star Mountain do Beto Carrero World ). Sua experiência é divertida, mas nada grandiosa. Perto dela, à beira do lago, fica o Lakeside Gliders, um brinquedo giratório em que você pode controlar a direção do balanço da sua gôndola através de um leme.  Lakeside Gliders Almoçamos no Coasters, uma lanchonete presente em todos os parques da Cedar Fair. É um ótimo lugar para conseguir refeições de forma barata, como combos de fast-food, mac and cheese, e saladas caesar. O parque até tem restaurantes, como os Beers Gardens, porém eles ainda estavam fechados devido a ser início de temporada e o parque aquático ainda não estar funcionando. Para as crianças, o parque oferece o Camp Snoopy, uma área cheia de brinquedos infantis tematizados com a turma do Snoopy. Além dos tradicionais brinquedos infantis, como carrosséis e brinquedos giratórios, o Camp Snoopy oferece duas montanhas-russas: a Zach’s Zoomer, a menor das três montanhas-russas de madeira do parque e a Woodstock Express, uma montanha-russa exclusiva para crianças. O Camp Snoopy também estava fechado devido ao início de temporada. O norte do parque, na extremidade contrária do “C”, abriga atrações radicais. A mais radical delas é o Ripcord (pago à parte), um simulador de voo livre como o Hadikali do Hopi Hari  de 55 metros de altura! Para quem gosta de se molhar, o splash gigante do Adventure Falls é incrível! A onda gerada pela queda molha todos do barco e quem está na ponte que passa por cima do brinquedo! Se o calor permanecer, outra atração excelente é o Grand Rapids, um riverrapids que simula um rafting - e tem inúmeros pontos para molhar os visitantes, o que me fez sair da atração totalmente encharcado! Grand Rapids Molhado após o Grand Rapids A última montanha-russa (e atração) do dia foi a montanha-russa Thunderhawk, um modelo de montanha-russa invertida bastante popular nos parques de diversões. Igual à FireWhip do Beto Carrero World, a Thunderhawk é bem mais macia, sendo uma das melhores que fui deste modelo (que tem o costume de ser bem agressivo e desconfortável). Ela é a prova que apesar de montanhas-russas terem o mesmo percurso, elas podem ser muito diferentes! O dia no Michigan’s Adventure só não foi mais divertido por conta do problema operacional e do curto horário de funcionamento (11h às 16h), devido ao início da temporada ser tradicionalmente “vazio” (o parque estava bem cheio) e assim, o parque não estar com 100% das atrações operando ou o quadro de funcionários completo. O parque é lindo, extremamente bem cuidado e só a Shivering Timbers justifica a visita. Você também pode pedalar em cisnes no lago O parque abriga uma pista de minigolf terceirizada Chegar no Michigan’s Adventure talvez não seja a tarefa mais fácil do mundo a partir de Chicago, já que são 3 horas e 30 minutos de carro, mas o percurso beirando o lago Michigan é lindo. Fora que, você ainda pode aproveitar e dormir em Muskegon, cidade do Michigan’s Adventure, e aproveitar a manhã seguinte para ver o nascer do sol à beira do lago Michigan. — Perguntas frequentes: Onde fica o Michigan’s Adventure? O Michigan’s Adventure fica na cidade de Muskegon, a três horas e meia de Chicago, nos Estados Unidos. Como chegar ao Michigan’s Adventure? O aeroporto mais próximo é o de Grand Rapids (GRR). Entretanto, acredito ser mais econômico voar até Chicago (ORD) e de lá, alugar um carro, e ir até o Michigan’s Adventure em uma viagem de estrada de aproximadamente 3 horas e 30 minutos.  Quais são as melhores atrações do Michigan’s Adventure? Shivering Timbers, Wolverine Wildcat e Grand Rapids. Quais são os melhores meses para visitar o Michigan’s Adventure? Junho, Julho e Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Michigan’s Adventure? Shivering Timbers / Wolverine Wildcat / Loggers Run / Corkscrew / Zach’s Zoomer / Adventure Falls / Grand Rapids / Thunderhawk / Atrações do parque aquático / Mad Mouse / Thunderbolt / Flying Trapeze / Tilt-A-Whril. Qual é a melhor dica para o Michigan’s Adventure? Caso queira escapar totalmente das filas e a Shivering Timbers não ser sua prioridade imediata, procure começar o dia pelas atrações do fundo do parque (Thunderhawk, Grand Rapids e Adventure Falls) e depois descer em direção ao sul. Ir e voltar do parque em um dia só pode ser desafiador, então prefira dormir em Muskegon ao invés de voltar para Chicago, se possível. Caso decida ficar em Muskegon, não deixe de ver o nascer do sol no Lago Michigan e se aventurar nas atrações que Grand Rapids  tem a oferecer.  Que tipos de comida estão disponíveis no Michigan’s Adventure? Existem lanchonetes espalhadas pelo parque com comida clássica de parque de diversões como combos de hambúrguer e batata-frita, petiscos fritos e empanados, além de sorvete.  Quanto custa o Michigan’s Adventure? O passaporte de 1 dia é de USD 40 (aproximadamente R$ 200). Qual é a duração das filas no Michigan’s Adventure? Moderadas (de 30min até 60min). Qual é o site do Michigan’s Adventure? https://www.miadventure.com/

  • Six Flags Great America

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Chicago é uma cidade apaixonante. Os prédios da cidade à beira do Lago Michigan guardam uma cidade cosmopolita, cheia de cultura e verde que conseguem agradar até o mais exigente turista urbano. Já tive a oportunidade de visitá-la duas vezes, e fiz questão de passar pelos mesmos lugares que me encantaram: o Millennium Park, parque urbano com a escultura gigante espelhada em formato de feijão, o Navy's Pier com sua majestosa roda-gigante, e o maior atrativo turístico de Chicago: o Six Flags Great America. Sky Trek Tower - a primeira atração que você vê ao chegar no Six Flags Great America O parque temático fica a alguns minutos da cidade, e é chegar lá de Uber ou de carro. Ele tem o mesmo layout do California's Great America , localizado em San Francisco, Califórnia, porque ambos foram criados pela mesma empresa no passado, a empresa de hotéis Marriott. Sua entrada é majestosa, composta pelos chafarizes em frente ao lindo Columbia Carousel, especialmente desenhado para os parques Great America. Columbia Carousel Por conta do parque ter um amplo quadro de atrações, pode ser interessante optar pelo uso do Flash Pass. Seu funcionamento é um pouco complexo: é dividido entre Regular, Gold e Platinum. É fundamentalmente baseado no sistema de espera virtual, em que o visitante recebe um aparelho digital onde reserva uma atração por vez. Ao chegar o horário marcado, o aparelho vibra, e o visitante pode ir a atração a partir daquele horário. Na opção "Regular", espera-se o tempo da fila normal; na opção "Gold", espera-se o tempo da fila normal reduzido em 50% e na opção "Platinum" espera-se o tempo da fila normal reduzido em 90%. Pode-se repetir as atrações quantas vezes quiser. O Flashpass é pago, custando de acordo com a opção desejada. Vale lembrar que até 6 pessoas podem usufruir juntas do mesmo aparelho. A primeira montanha-russa do dia foi a Maxx Force, uma montanha-russa rara de lançamento por ar comprimido - o tipo mais intenso que existe. A Maxx Force lança de 0 a 125,5 km/h seu trem em apenas 1,8 segundos. Durante seu curto percurso de apenas 23 segundos, você faz 4 inversões! A Maxx Force imediatamente se tornou a minha montanha-russa favorita do parque e uma das minhas 50 mais amadas . Simplesmente inexplicável a sensação de ser lançado via ar comprimido - parece que todo o seu corpo é sugado! É interessante ir na Maxx Force logo no ínicio do dia, com os portões abrindo, ou nos últimos minutos do dia, visto que sua fila é extremamente lenta. Seguimos para o Southwest Territory, área temática dedicada ao Velho Oeste americano. Logo nela já pude perceber a tematização presente nos parques Six Flags. Ainda que modesta comparada aos parques de Califórnia e Orlando, é bem executada e cumpre seu papel. Além disso, notei que o Great America tinha uma atmosfera temática superior aos outros parques da rede Six Flags, além de ser muito mais limpo e bem cuidado. Continuamos na caça às 15 montanhas-russas do Six Flags Great America indo na Viper, que me surpreendeu. Esperava um passeio pesado e cheio de tremeliques, porém a atração se revelou suave na medida do possível e arrancou alguns gritos meus e dos meus amigos com suas curvas fechadas em alta velocidade. A próxima montanha-russa é um dos amores da minha vida. A Raging Bull é uma hiper montanha-russa com uma queda de 63 metros e velocidade máxima de 117 km/h! Me lembro que, em 2016, não custou muito para ela, já na primeira queda, me fazer sentir uma criança de novo curtindo a alegria de se ir numa montanha-russa pela primeira vez, e curtir aquele passeio gritando a plenos pulmões. As colinas da Raging Bull são deliciosas, me fazendo sair do banco todas as vezes, de forma suave e divertida. Repetimos, porque sim! A Southwest Territory ainda guardava o barco River Rocker e a torre de queda livre Giant Drop. Fiquei admirando um pouco a arquitetura de Velho Oeste da área antes de seguir para o Justice League: Battle for Metropolis, um brinquedo indoor que temos que salvar Metropolis dos vilões da DC Comics. Pontaço para as Six Flags por construir um brinquedo super divertido e com um sistema fácil de tiro ao alvo. Diversão para toda família! Justice League: Battle for Metropolis Ao cair na área de County Fair, rapidamente parecia que eu tinha sido teletransportado para o California's Great America. Era muito parecido! A montanha-russa Demon, é um clone exato da do parque da Califórnia, e também mais gostosa de andar. Tive um prazer imenso em fazer seus sacarrolhas, não muito populares por serem confortáveis nesse modelo. Vizinha à Demon, fica a X-Flight. Tendo a Gatekeeper do Cedar Point como uma ótima referência das montanhas-russas aladas, acabei me decepcionando com essa atração. A X-Flight tem um excelente percurso, com alguns elementos bem bacanas (como a parte que o trem fica totalmente perpendicular ao chão!), porém deixa a desejar no conforto. Foi um pouco dolorido. Depois de termos almoçado no Johnny Rockets, enlouquecemos e fomos encarar a American Eagle. Eu e meu almoço nos sentimos dentro de um liquidificador. Foi tremedeira do início ao fim. Em alta velocidade. A American Eagle é uma montanha-russa dupla, infelizmente os trens não estavam competindo entre si devido ao baixo público. American Eagle É curioso que o Six Flags Great America não tem uma área temática dedicada aos Looney Tunes, personagens do parque junto com a Liga da Justiça. Ao invés disso, o parque tem duas áreas infantis distintas, uma perto da American Eagle e outra perto da Goliath, minha próxima montanha-russa. Antes dela, ainda tinha o pêndulo Revolution, mas passei. 2023 foi o último ano de operação do Revolution A Goliath é um monstro de madeira, sendo a segunda montanha-russa de madeira mais rápida do mundo (na época que andei, ainda era a mais rápida!). O trem alcança 116 km/h e passa por 2 inversões, de forma suave, me fazendo sentir fora do banco várias vezes. Meu coração ficou dividido entre ela e a Raging Bull como a melhor do parque, mas fico com meu amorzinho Raging Bull. Uma curiosidade: na época de inauguração da Goliath, o Fantástico fez matéria nela ! A área após a Goliath, o Yukon Territory, tem como principal atração é o Loggers Run, brinquedo aquático bem divertido com umas quedas que molha MUITO! Além disso, guarda o Camp Cartoon, segunda área infantil, em que não deixamos de ir na Sprocket Rockets. Outra montanha-russa infantil/familiar que também fica por essa área é a Little Dipper, uma montanha-russa história que o Six Flags Great America salvou. Loggers Run Little Dipper Sprocket Rockets A nova área da DC Universe tem a The Flash: Vertical Velocity, uma montanha-russa em forma de U com lançamentos para frente e para trás em velocidades superiores à 112 km/h. Essa montanha-russa é um dos meus modelos favoritos, especialmente pela força que sentimos durante seus lançamentos puxando a pele da nossa cara até onde é possível (como a Maxx Force). Maravilhosa! Ainda no DC Universe, temos a Batman: The Ride, montanha-russa invertida muito popular nos parques Six Flags. Intensa, pode desagradar aqueles que gostam de experiências suaves, mesmo que radicais. Acho que já até me acostumei as Batmans, porém essa tem um destaque positivo por quase não bater a cabeça. Se tem montanha-russa do Batman, tem montanha-russa do Coringa! A The Joker é uma montanha-russa alada em que os assentos giram em torno de si ao longo do percurso, dando cambalhotas! A experiência dessa montanha-russa é completamente aleatória cada vez que você vai! Recomendo ir várias vezes, viu? (Se a fila permitir...) The Joker Super-Villians Swing, o chapéu mexicano dos vilões da DC Entrelaçado no Logger's Run, fica o Aquaman Splashdown, uma atração aquática de canal de troncos com muitas quedas extremamente molhadas! Para completar a aventura aquática, poucos metros à frente fica o excelente Roaring Rapids, uma corredeira de águas rápidas com ondas fortes. Aquaman Splashdown Roaring Rapids Completando a volta completa no Six Flags Great America, a última área é a Orleans Place. Nela, andamos na The Dark Knight Coaster, uma montanha-russa indoor baseada no universo do Batman de Christopher Nolan. A tematização de sua fila impressiona demais, assim como sua tematização interna. Foi a melhor Wild Mouse que eu já andei (junto com a Torbellino do Parque de la Costa na Argentina), não só pelos efeitos especiais, mais pela quantidade de rodopios. O trem da The Dark Knight Coaster é um trem de metrô! Fomos para Superman: Ultimate Flight sabendo da sua fama de ser o modelo de montanha-russa voadora mais fraco que temos no mundo dos parques de diversões. Realmente. Nem parecia que estavámos numa voadora, exceto pelo Pretzel Loop, momento que ficamos totalmente virados para o céu. De resto, foi apenas um passeio tranquilo em posição de voo. Superman: Ultimate Flight Antes de ir embora, fomos curtir um pouco a animação com os Looney Toons na Hometown Square, e andar na The Whizzer. Essa montanha-russa é antológica, um pedaço vivo da história das montanhas-russas. Em funcionamento desde 1976, a Whizzer não tem travas. SIM! Você vai completamente sem proteção no carrinho, apenas segurado pela força da gravidade. A montanha-russa não tem grandes curvas, mas possui algumas quedinhas e subidinhas que fazem você tremer! Foi uma experiência única e que guardo com muito carinho! <3 O Six Flags Great America nos deu, mais uma vez, um dia de rei. O parque é super colorido e animado, muito diferente dos outros dois Six Flags que eu havia visitado. Facilmente poderia estar em Orlando e ser destaque da região. Sua limpeza era impecável, e os funcionários sempre estavam dispostos a ajudar com um sorriso no rosto. O parque ainda nos surpreendeu com um lindo show de fogos no fim do dia em comemoração ao Pride Month nos Estados Unidos. Existem outras ótimas atrações, mais apelativas à família, que não fomos, como a ferrovia que percorre todo o perímetro do parque; a torre de observação Sky Trek logo na entrada do parque; e brinquedos giratórios espalhados por todo o parque. Para 2024, o Six Flags Great America inaugurará o pêndulo gigante Sky Striker no lugar do Revolution. A alimentação do parque dispõe de muitas lanchonetes e quiosques diferentes, incluindo restaurantes de alto padrão. O destaque fica, claro, para a sua coleção de montanhas-russas, porém o Six Flags Great America é um parque completo. Tem atrações para todos os gostos e idades, sendo um mundo muito animado de diversão, magia e adrenalina. Não é a toa o principal ponto turístico de Chicago! --- Perguntas frequentes:   Onde fica o Six Flags Great America? RESPOSTA   Como chegar no Six Flags Great America? O aeroporto mais próximo é o de Chicago (ORD). Para chegar ao parque, é recomendável ir de carro ou Uber. Se quiser ir de transporte público desde o centro de Chicago, você consegue pegar o trem UP-N na estação Ogilvie Transportation Center até a estação Waukegan, e de lá, pegar um Uber até o parque (15 minutos) ou o ônibus 565.   Quais são as melhores atrações do Six Flags Great America? Goliath, Raging Bull e Maxx Force.   Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags Great America? Maio, Junho e Outubro.   Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags Great America? Maxx Force / Superman: Ultimate Flight / The Dark Knight Coaster / Roaring Rapids / The Joker / Batman: The Ride / Aquaman Splashdown / The Flash: Vertical Velocity / Goliath / Sky Striker / American Eagle / X-Flight / Demon / Justice League: Battle for Metropolis / Giant Drop / Raging Bull / Whizzer   Qual é a melhor dica para o Six Flags Great America? Chegue antes do parque abrir e vá na Maxx Force! O Six Flags Great America é enorme e você precisa tirar o máximo do seu dia! É papo de ficar até os portões fecharem também. Caso queira fazer uma visita mais tranquila, considere fazer dois dias de parque, porque assim, você terá o tempo perfeito para aproveitar as atrações radicais e familiares com calma.   Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags Great America? Fast-food e culinária americana. Meu lugar favorito para comer são as lanchonetes da área de County Fair, em frente a X-Flight. Dá para encontrar pizza, frango, hambúrgueres com queijo e hambúrgueres de bacon, macarrão com queijo, saladas e sobremesas.   Quanto custa o Six Flags Great America? O ingresso do Six Flags Great America custa USD 45 (aproximadamente R$ 240).   Qual é a duração das filas no Six Flags Great America? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min).   Qual é o site do Six Flags Great America? https://www.sixflags.com/greatamerica/

  • Nickelodeon Universe no Mall of America

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Parques temáticos dentro de shoppings estão cada vez mais se tornando experiências definitivas de diversão, como o Parque da Mônica  no Brasil, o Kataplum  no México e o incrível Nickelodeon Universe  no shopping American Dream em Nova York nos Estados Unidos. O parque pioneiro dessa era da diversão indoor foi o Mall of America, hoje o segundo maior shopping dos Estados Unidos e um dos maiores do mundo, ao construir um gigantesco parque temático indoor no centro das lojas. Anos depois de sua inauguração, ele se tornou o Nickelodeon Universe e se tornou referência no mundo inteiro. O Mall of America fica em Minneapolis, cidade distante seis horas de carro de Chicago e 1 hora e 20 minutos de avião. Minneapolis não é uma cidade turística, mas sua dupla de parques temáticos (o Nickelodeon Universe e o Valleyfair! ) fazem obrigatória sua visita. O Mall of America fica ao lado do aeroporto de Minneapolis e possui mais de 500 lojas, e conta com todas as marcas famosas dos Estados Unidos. Não é difícil achar o Nickelodeon Universe, já que todos os caminhos dão para o centro do shopping, onde está o parque. O parque da Nickelodeon em Minneapolis tem atrações completamente diferentes do Nickelodeon Universe de Nova York, porém o conceito é exatamente o mesmo: fazer adultos e crianças se divertirem com o tema dos melhores desenhos da Nick. Para os fãs da Dora, a exploradora convida você para um passeio aos céus do Mall of America na roda-gigante El Círculo del Cielo.  A Fenda do Bíquini nunca foi tão radical quanto no Nickelodeon Universe! A montanha-russa mais radical do parque é a Rock Bottom Plunge, que te deixará duas vezes de cabeça para baixo a partir de uma queda de 97º e uma velocidade máxima de 70 km/h! Não se engane com a altura de 22 metros… essa montanha-russa vai te fazer gritar! Para quem gosta de passeios mais tranquilos, a Pepsi Orange Streak percorre quase toda a totalidade do Nickelodeon Universe por cima! A montanha-russa passa por cima dos brinquedos e dos caminhos do parque, e dá uma sensação muito divertida! Outra ótima experiência para chegar nas alturas do teto do Mall of America é a Avatar Airbender, uma montanha-russa em formato de U que vai-e-volta girando! Do mesmo modelo da atração Dragon Racer's Rally no Universal Epic Universe, o Shell Shock é um brinquedo em que você precisa ser paciente para poder fazer o máximo de cambalhotas possível! O segredo para você girar de cabeça para baixo inúmeras vezes é começar a fazer lentas movimentações para cada lado, de pouca amplitude para cima e para baixo, e a partir do momento em que o brinquedo ganhar velocidade, aumentar a intensidade dos movimentos.  Se você não conseguir fazer inúmeras cambalhotas no Shell Shock, nada tema porque o Brain Surge dará o que você busca! Ao sentar num assento, você terá somente uma alavanca que definirá se você quer fazer cambalhotas para frente ou para trás à medida que o brinquedo gira. Claro, você pode escolher também não fazer cambalhotas, mas… garanto que com muitas cambalhotas é bem mais divertido! A Fairly Odd Coaster, a montanha-russa dos Padrinhos Mágicos, é uma das atrações mais divertidas do parque. Seus assentos giram, e o percurso tem umas curvas muito fechadas, o que faz ela ser bastante intensa! Dependendo de como estiver o peso do seu trem, você poderá girar como numa xícara maluca! É impossível não repetir ela! Por motivos de manutenção anual, uma das maiores atrações do parque estava fechada durante a minha visita: o Log Chute, que é um imenso passeio do tipo splash em que você vai sentado num tronco e tem uma queda gostosa no final. Para compensar, corremos para o Shredder’s Mutant Masher, um pêndulo em formato de garra com balanços bem fortes, similar ao extinto Xtreme do Playcenter. Para quem gosta de competição, o Ghost Blasters é uma ótima maneira de ver como está a pontaria: a atração é um tiro ao alvo divertido em fantasmas, e outras criaturas sobrenaturais. Ao lado dele, fica a subida para o Dutchman’s Deck Adventure Course, uma pista de obstáculos com uma tirolesa no final! O parque tem ótimas atrações para crianças, todas tematizadas com os melhores desenhos da Nick, como As Pistas de Blue, Bubble Guppies, Os Anjinhos, Backyardigans, Avatar - The Last Airbender, Patrulha Canina… Inclusive, não só elas irão pirar com os melhores produtos para vender nas lojas de souvenires! É um exército de fofuras em formato dos personagens favoritos da infância de todo mundo! O Lula Molusco foi quem apresentou o parque para nós! A visita no Nickelodeon Universe foi bem tranquila, sem filas em todas as atrações. Visitamos o parque em um “Deal Day”, que é um dia em que o parque já espera baixo público e coloca o preço do ingresso com um desconto bacana para atrair pessoas. Passamos aproximadamente duas horas e trinta minutos dentro do parque, o que deu para aproveitar tudo com tranquilidade e ainda repetir brinquedos. Depois, fomos aproveitar as lojas e restaurantes do gigantesco Mall of America.  — Perguntas frequentes: Onde fica o Nickelodeon Universe? O Nickelodeon Universe fica dentro do shopping Mall of America na cidade de Minneapolis, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. Como chegar ao Nickelodeon Universe do Mall of America? O aeroporto mais próximo é o de Minneapolis-St. Paul (MSP). A cidade de Minneapolis tem a Metro Blue Line, uma linha de VLT que sai do centro da cidade e possui uma estação ao lado do Mall of America.  Quais são as melhores atrações do Nickelodeon Universe do Mall of America? Rock Bottom Plunge, Shell Shock e Fairly Odd Coaster. Quais são os melhores meses para visitar o Nickelodeon Universe do Mall of America? Todos. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Nickelodeon Universe do Mall of America? Spongebob Rock Bottom Plunge / Reptarmobiles / Pepsi Orange Streak / El Círculo del Cielo / Shredder’s Mutant Masher / Log Chute / Fairly Odd Coaster / Backyardigans Swing-Along / Avatar Airbender / Brain Surge / Shell Shock.  Qual é a melhor dica para o Nickelodeon Universe do Mall of America? Reserva um dia inteiro para passar no Mall of America - além do Nickelodeon Universe, o Mall of America tem mais de 500 lojas, incluindo uma incrível da LEGO, além de ótimos restaurantes como Bubba Gump Shrimp Co., Chipotle e Johnny Rockets. Outras atrações incluem o Fly Over America, um simulador como o Soarin’ no Epcot; Cinema 5D; Crayola Experience, uma experiência interativa com giz de cera; Museu de Ilusões; Casa de Comédia Stand-Up; Escape Rooms e o aquário SeaLife.  Que tipos de comida estão disponíveis no Nickelodeon Universe do Mall of America? O parque oferece o Coaster Café, com lanches estilo Starbucks. O shopping Mall of America oferece mais de 50 opções de alimentação.   Quanto custa o Nickelodeon Universe do Mall of America? O passaporte de 1 dia é de USD 50 (aproximadamente R$ 270). Qual é a duração das filas no Nickelodeon Universe do Mall of America? Tranquilas (até 30min). Qual é o site do Nickelodeon Universe do Mall of America? https://nickelodeonuniverse.com/home/

  • Valleyfair

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Nada mais me anima do que estar em uma rodovia e ver um parque surgindo no horizonte. É desse jeitinho que é a chegada no Valleyfair, o maior parque temático do estado de Minnesota e um dos maiores da região dos grandes lagos dos Estados Unidos junto com o Six Flags Great America  e Cedar Point . Inclusive, foi o Valleyfair junto com o Cedar Point que fundou a Cedar Fair , que foi uma das maiores redes de parques temáticos regionais do mundo e hoje integra a atual Six Flags .  Só eu sinto ansiedade ao sair do carro e ver essa paisagem? O dia aparentava ser bastante cheio, especialmente por conta da presença de muitas excursões escolares. Achei que teríamos problemas por conta do alto público, mas tanto a entrada no Valleyfair como o restante do dia, mesmo com filas, foi de alta fluidez. Não via a hora de embarcar nas principais montanhas-russas e conhecer uma das minhas referências de parque quando eu pesquisava no Google  parques do mundo na época de adolescente. A temática toda do parque é estilo retrô O Valleyfair é em formato retangular, mas seus caminhos são bem irregulares, sendo um pouco fácil de se perder nas curvas. Seguimos pela direita até a Renegade, no fundo do parque, que estava sem filas. A Renegade foi uma das montanhas-russas que eu vi quando menor construir através de fotos e vídeos da internet, então finalmente andar nela foi uma das melhores sensações do mundo. O percurso é bastante compacto e agressivo, com curvas com inclinações fortíssimas. O tipo de montanha-russa de madeira que eu gosto! Se começar a ver construções de Velho Oeste, está no caminho certo para a Renegade! No caminho, você passará pelo Wheel of Fortune O Wheel of Fortune gira como um pandeiro no chão! Renegade Avançando ainda mais para o fundo do parque, chegamos à dupla de atrações Excalibur e Thunder Canyon. A Excalibur é uma montanha-russa raríssima, uma das primeiras montanhas-russas híbridas da era moderna a ser aberta. Com suportes de madeira e trilhos de aço, a Excalibur tem uma queda extremamente forte, com um airtime (aquela sensação de levitar do banco!) sensacional! O restante do percurso é um agradável passeio pela floresta, assim como os botes de corredeira do Thunder Canyon. Seguimos voltando até o meio do parque até chegar no Planet Snoopy, área infantil que guarda a High Roller, a montanha-russa mais antiga do parque em funcionamento (1976). Sendo completamente de madeira, achei que ela seria bobinha, porém suas colinas de subidas e quedas são ótimas para airtime! Se não fosse a fila, com certeza iria de novo! High Roller e uma de suas colinas O Monster é um brinquedo super divertido que fica perto da High Roller O Valleyfair tem um teatro que abriga grandes espetáculos! O Planet Snoopy do Valleyfair é gigantesco, e tem um monte de brinquedos divertidos para as crianças, de todas as idades. Os pequenos podem experimentar sua primeira montanha-russa na Cosmic Coaster, sentir a sensação de voar pela primeira vez, embarcar em carrinhos e barquinhos, além de assistir um show dos personagens da turma do Snoopy!  Clássica montanha-russa dos parques do hemisfério Norte, a Corkscrew do Valleyfair tem um percurso de 1 loop e 2 parafusos, ficando três vezes de cabeça para baixo. Por incrível que pareça, a experiência nela foi boa, sem ser desconfortável. Ao lado dela, fica o The Wave, um megasplash com uma onda super gostosa que molha todo mundo, e a roda-gigante do parque. Corkscrew The Wave Até a roda-gigante é retrô! O melhor lugar que encontramos para almoçar foi o Coaster Express, uma lanchonete retrô com tema de montanha-russa. Como os cardápios nos parques estadunidenses não são grande coisa, pedimos o mais proteico possível: tiras de frango com macarrão e queijo.  Comida típica de parque de diversões Depois do almoço, a nossa próxima parada foi fazer a digestão na fila da Wild Thing, a maior montanha-russa do parque. Eu tive duas experiências: uma no penúltimo assento e a outra no último assento e foram completamente diferentes! O airtime é matador no último assento, e você é praticamente ejetado com muita força do banco, especialmente nas colinas finais que são baixinhas e o trem, em alta velocidade, faz aumentar a sensação da alma saindo do corpo. Em frente à Wild Thing, fica dois brinquedos incríveis: o Xtreme Swing, um balanço gigante de alta velocidade que te coloca de cara para o chão várias vezes; e a Power Tower, torres de propulsão e queda livre. Ambos usam ar comprimido, então é muito divertido sentir a diferença brusca nos lançamentos e na queda, quando o ar comprimido é expelido.  Xtreme Swing Power Tower Para fechar as atrações do meio do parque, fomos à Mad Mouse, uma montanha-russa do estilo Wild Mouse, parecida com a que fomos no Michigan’s Adventure . Nada de especial, exceto que é preferível ir nela no meio para o fim do dia, já que a fila diminui consideravelmente. É uma ótima montanha-russa para as crianças fazerem a transição das infantis para as maiores.  Mad Mouse Para quem gosta de parques aquáticos, o Valleyfair oferece o Soak City, que ocupa ¼ da área do parque. Pelo que pude ver do lado de fora, os toboáguas são bem legais, mas nada do que já não tenhamos experimentado nos excelentes parques aquáticos do Brasil. Dito isso, seguimos para a Route 76, a área mais próxima da entrada e a última que faltava explorar. A Route 76 é uma homenagem à Rota 66, porém com uma mudança no número devido a ser o ano da inauguração do Valleyfair (1976). O primeiro brinquedo que vimos foi o sensacional North Star, uma torre giratória de 70 metros de altura que dá para ver a cidade de Minneapolis e sua região metropolitana. Incrível!  A área tem atrações clássicas, como o Scrambler, o percurso de carros antigos, o megalooping Delirious, um tilt-a-whril (eu amo esse brinquedo!) e o Northern Lights, um disko coaster similar ao da Nerf no Beto Carrero World . Mas, quem rouba a cena é a Steel Venom, uma montanha-russa em formato de U que vai-e-volta com um lançamento que chega até 109 km/h na torre oposta, além de um freio que segura o trem antes da queda final. A melhor experiência que tive em montanhas-russas desse tipo até hoje! Steel Venom Northern Lights Scrambler Steel Venom Delirious Flying Eagles Tilt-A-Whril Obrigado, Valleyfair! Terminamos o dia no Valleyfair com a sensação de que ficaríamos mais tempo se o tempo do parque permitisse. Mesmo com as filas, deu tempo para fazer todas as atrações que queríamos, o que comprovou a qualidade do parque em relação à sua operação de brinquedos. É um parque extremamente divertido, e faz uma dupla maravilhosa em Minneapolis junto com o Nickelodeon Universe . Espero que receba mais investimentos em breve! — Perguntas frequentes: Onde fica o Valleyfair? O Valleyfair fica na 1 Valleyfair Drive na cidade de Minneapolis, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. Como chegar ao Valleyfair? O aeroporto mais próximo é o de Minneapolis-St. Paul (MSP). A cidade de Minneapolis oferece a linha 493 de ônibus que vai até a Marshall Road Transit Station em Shakopee, e depois pegar a linha 499H de ônibus até o Valleyfair. Uber/Lyft são opções também.  Quais são as melhores atrações do Valleyfair? Wild Thing, Steel Venom e Renegade. Quais são os melhores meses para visitar o Valleyfair? Maio, Junho, Setembro e Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Valleyfair? Renegade / Excalibur / Thunder Canyon / High Roller / Wild Thing / Xtreme Swing / Power Tower / North Star / Steel Venom / Northern Lights / Delirious / The Wave / Mad Mouse.  Qual é a melhor dica para o Valleyfair? Chegue cedo e corra direto para o fundo do parque andar na Renegade e na Excalibur. A Excalibur, a Mad Mouse, a High Roller, a Power Tower e o Northern Lights são atrações com longas filas, então, caso alguma esteja com uma fila muito grande, opte por ir no fim do dia que a situação terá melhorado.  Que tipos de comida estão disponíveis no Valleyfair? Comida típica de parque de diversões norte-americano, como fast-food de hambúrgueres, frango frito, pizza e sorvetes. Há também uma unidade do Panda Express, que contém comida chinesa de rápido preparo.  Quanto custa o Valleyfair? O passaporte de 1 dia é de USD 40 (aproximadamente R$ 230). Qual é a duração das filas no Valleyfair? Moderadas (de 30min até 60min). Qual é o site do Valleyfair? https://www.valleyfair.com/

  • Lost Island

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Você imaginaria que um dos melhores parques temáticos dos Estados Unidos ficaria numa pequena cidade no estado de Iowa, no centro-oeste do país? O Lost Island tem apenas dois anos de existência, mas o capricho empenhado na sua construção e tematização o revelou com um parque sensacional e imperdível, uma verdadeira joia escondida do turismo dos Estados Unidos. De Minneapolis, dirigimos 3 horas e 30 minutos até Waterloo, Iowa. O Lost Island é um parque tematizado de acordo com os quatro elementos, em que quatro reinos mágicos representante de cada elemento (e um quinto, a área infantil, onde vivem espíritos brincalhões) são as áreas temáticas do parque. O parque faz parte de um complexo com parque aquático, pista de kart, cassino e hotéis. A entrada colorida é um portal para os reinos. Toda a temática única e original me lembra os primeiros anos do Terra Encantada  e do Hopi Hari . Mura é o reino do Fogo, onde estão os brinquedos mais radicais do parque. A principal atração é o Volkanu: Quest for the Golden Idol, uma atração multissensorial de tiro ao alvo em que você precisa enfrentar o espírito maligno de fogo que ficou descontrolado. O empenho do parque em oferecer uma experiência incrível ficou completamente claro nessa atração, tanto que ganhou dois prêmios por melhor nova atração familiar de 2022. Mura, o Reino do Fogo Cenas do Volkanu O vulcão gigante do Volkanu ainda abriga o Makatu Shrine, um playground aquático interativo. Para os amantes da adrenalina, o Shaman’s Curse é uma disko coaster igual ao da Nerf no Beto Carrero World , tão nauseante quanto! Para quem curtir continuar girando sem parar, o Mura Fury é um frisbee maravilhoso, que alcança 25 metros no ar! Mas, foi no Rokava em que fiquei completamente desorientado - ele é uma versão “mini” do Ekatomb do Hopi Hari, mas que gira muito mais desengonçado! Mura's Fury Rokava Shaman's Curse Yuta é o reino da Terra, onde está a principal atração do parque, a montanha-russa Matugani. Tematizada de acordo com uma cobra do mal, a Matugani tem um lançamento fortíssimo, que vai de 0 a 75 km/h em apenas 2,5 segundos! Depois são duas vezes de cabeça para baixo, queda de 90º e curvas absurdamente intensas. Eu amei tanto essa montanha-russa que gostaria dela no meu quintal. Fomos várias vezes, aproveitando que quase não tinha fila no parque no dia que visitamos. O Yuta Falls é um splash maravilhoso, com duas quedas totalmente refrescantes. Para quem gosta de bate-bate, o Lost Island inovou e trouxe o Kukui Station, um bate-bate de pneu com piso magnetizado que é super divertido! Você precisa saber controlar seu pneu senão você ficará girando em círculos! Para crianças, o parque construiu o Pengali Ruin, mais um playground interativo. Almoços no Totara Market, uma ótima lanchonete com hambúrgueres, wraps, pizza e frango, com ar-condicionado.   Yuta Falls Kukui Station Awa, o reino da Água, é composto em sua maioria por atrações familiares, tendo a roda-gigante Alzanu’s Eye como principal atração. Na ilha que está a roda-gigante, tem mais um playground interativo o Sand Castle, em que as crianças brincam com castelos de areia; o fliperama Oma Arcade; as mini-xícaras malucas Wakani Whril; o carrossel Nika’s Gift; e a área de jogos. Wakani Whril Eeki Eeki Escape Zulawa Wave Mas, é claro que em uma área sobre a água não poderia faltar atrações aquáticas. O Awaati Water Battle é um divertidíssimo brinquedo em que barcos percorrem um trajeto de modo que possam atirar jatos de água potentes nos barcos opostos. Queria que o parque tivesse mais cheio para poder lançar água em mais pessoas! Além dele, Awa tem um barco viking, o Sea Swell, e um brinquedo giratório estilo Dumbo, o Eeki Eeki Escape. Um segundo restaurante de comida rápida, com ar-condicionado, bowls, e sanduíches, o Waterbone Grill, também fica em Awa, logo na frente do Awaati Water Battle. Sea Swell O povo do Ar habita o reino de Udara, onde estão atrações ligadas ao voo e as sensações de se sentir flutuando no ar. O chapéu mexicano Dream Spinner é lindo e foi uma das atrações mais perfeitas para estar na área do Ar. A brisa que vem do lago durante seus giros é extremamente gostosa! O Amara Aviators é um brinquedo em que você precisa ser paciente para poder fazer o máximo de cambalhotas possível! O segredo para você girar de cabeça para baixo inúmeras vezes é começar a fazer lentas movimentações para cada lado, de pouca amplitude para cima e para baixo, e a partir do momento em que o brinquedo ganhar velocidade, aumentar a intensidade dos movimentos.  Amara Aviators Dream Spinner O centro da área fica o playground interativo Aviarium, em que você pode fazer barulhos com o ar através de estruturas metálicas - é muito legal! Mas, legal mesmo são as duas principais atrações da área: a Nopuko, uma montanha-russa muito similar à FireWhip do Beto Carrero World, mas com um percurso estendido e MUITO mais confortável; e o Skyborne, uma torre de queda livre que foi construída de forma que engana seu cérebro de estar em um local muito alto no céu - a ilusão de ótica é maravilhosa! Nopuko Air Coaster Skyborne Tamiriki é a área infantil e lar dos espíritos mais divertidos da história temática do parque. Cheia de brinquedos infantis, o playground em seu centro é o mais divertido de todos, até porque adultos também podem brincar nas estruturas e girar, girar, girar… Outro destaque é a Lokolo, uma montanha-russa igual àquelas que vimos da lagarta nos parques itinerantes brasileiros, mas que aqui no Lost Island ganhou uma face muito mais harmonizada! Lokolo Ficamos no Lost Island por aproximadamente 4 horas, e fomos em todas as atrações que queríamos. O parque, por ficar em um local longe dos grandes centros urbanos e em uma cidade sem apelo turístico, sofre com pouca visitação. Apesar de isso ser muito bom para aproveitar os brinquedos, me preocupo com o futuro a longo prazo do parque para retornar o investimento feito. Os personagens ficam posicionados no começo e no final do dia! Toda a narrativa da temática do parque é muito bem elaborada, com vários souvenires que ajudam a contar a história. Os personagens também aparecem em determinadas horas do dia, e se despedem do público ao final. Quando uma das gerentes do parque soube que éramos do Brasil, pediu para tirar foto conosco e até ganhamos uma postagem no Facebook do parque - inesquecível! Quero muito poder voltar ao Lost Island no futuro e ver o parque desenvolvido, com novas atrações e mais público. Os Estados Unidos tem uma joia escondida atualmente no setor de parques temáticos e precisa lapidá-la! A localização não ajuda muito, mas quem sabe Iowa não é o próximo estado a se desenvolver em parques? Já temos tanto o Lost Islando quanto o Adventureland (pertinho, 1 hora e 15 minutos de distância) em Des Moines… O futuro dirá! — Perguntas frequentes: Onde fica o Lost Island? O Lost Island fica na 2600 E Shaulis Road na cidade de Waterloo, no estado de Iowa, nos Estados Unidos. Como chegar ao Lost Island? O aeroporto mais próximo é o de Des Moines (MSP). Aconselho pegar um ônibus de Des Moines até Waterloo e em Waterloo, usar Uber/Lyft para chegar e sair do parque, já que ele fica perto da área metropolitana da cidade. Alugar um carro é sempre uma opção (e mais confortável).  Quais são as melhores atrações do Lost Island? Matugani, Skyborne e Nopuko. Quais são os melhores meses para visitar o Lost Island? Maio, Junho, Setembro e Outubro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Lost Island? Você pode começar pelo lado direito (reino do Ar - Udara) ou pelo lado esquerdo (Mura - Fogo). Seja qualquer lado que você escolher, conseguirá resultados semelhantes nos tempos de fila. Qual é a melhor dica para o Lost Island? Leve proteção para o sol! O parque, por ter acabado de inaugurar, ainda está com suas árvores sem se desenvolver, então encontrar sombra é algo que não temos disponível no Lost Island!  Que tipos de comida estão disponíveis no Lost Island? Comida típica de parque de diversões norte-americano, como fast-food de hambúrgueres, frango frito, pizza e sorvetes. Há também opções mais saudáveis e vegetarianas, como saladas e wraps.  Quanto custa o Lost Island? O passaporte de 1 dia é de USD 40 (aproximadamente R$ 230). Qual é a duração das filas no Lost Island? Tranquilas (até 30min). Qual é o site do Lost Island? https://www.thelostisland.com/amusement-park/

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