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155 resultados encontrados

  • Marina Park

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Meu dia no Marina Park, em Capão da Canoa, começou do melhor jeito possível, com um sol maravilhosamente ensolarado e aquele clima perfeito de verão. Desde a entrada, já deu pra sentir a vibração do parque e a promessa de um dia intenso de diversão. Tudo estava funcionando a pleno vapor, com famílias, amigos e grupos animados espalhados por cada área. O cenário é ideal para relaxar, mas também para quem busca muita adrenalina. E posso dizer que aproveitei cada minuto. O aluguel de armário do Marina Park é R$ 40, com caução de R$ 10 Comecei pela Freefall, e que atração absurda. A descida é em queda livre, com 46 graus de inclinação, chegando a uma velocidade média de 105 km/h. É extremamente emocionante, daquelas que fazem o coração acelerar antes mesmo de descer. A sensação de velocidade é intensa do começo ao fim. Sem dúvida, uma das experiências mais radicais do parque. O Kamikaze Família também merece destaque. A boia pega muita velocidade na descida, e o melhor é poder ir todo mundo junto. São até três pessoas em uma única boia, descendo um toboágua de 21 metros de altura. A sensação é de pura adrenalina compartilhada. É emoção do início ao fim, com gritos e risadas garantidos. Logo depois fui para o Castelo Sombrio, que é perfeito para apostar corrida. A rampa dupla tem 25 graus de inclinação e chega a até 35 km/h na descida. Para deixar tudo ainda mais divertido, dá pra descer com os braços abertos, sentindo ainda mais a velocidade. É uma atração simples, mas muito divertida, principalmente em dupla. Daquelas que você sai rindo e já quer ir de novo. Outra atração que dá um frio na barriga enorme é o Dragon Free. Ele funciona como um half-pipe, parecido com uma pista de skate gigante. A rampa em U tem 65 graus de descida, com velocidade média de 50 km/h. São cerca de 38 segundos de pura adrenalina, indo de um lado para o outro. É intenso, diferente e extremamente marcante. O Pulo Radical é, sem exagero, uma das atrações mais insanas e radicais dos parques aquáticos do Brasil. Você pode escolher entre duas alturas diferentes para o salto. Basicamente, um toboágua inacabado te lança direto em direção a uma piscina. A sensação de pular no vazio é surreal. É aquele tipo de atração que desafia seus limites. Você precisa assinar um termo de consentimento que você sabe nadar para participar dessa atração, tá bem? Na Torre do Pirata, a diversão vem em dose tripla. São três toboáguas cheios de emoção em um único complexo. O Caracol Negro é totalmente no escuro, com curvas bem inclinadas que aumentam ainda mais a adrenalina. O caracol aberto traz descidas íngremes e curvas radicais, chegando a até 35 km/h. Já o Kamikaze permite descer sentado, ganhando muita velocidade com a força da água. Para relaxar um pouco entre as atrações mais intensas, o Rio da Correnteza é perfeito. Ele é grande, espaçoso e dá pra passar um bom tempo flutuando tranquilamente. Na prática, é como dar uma volta longa pelo parque, sendo levado pela água. A profundidade é confortável e segura, ideal para todas as idades. É diversão garantida sem pressa, só curtindo o momento. O Templo do Tesouro foi uma das atrações que mais repeti. A rampa dupla tem 6 metros de altura e 41 metros de comprimento, com uma descida leve e muito divertida. Dá pra apostar corrida tranquilamente, sem sustos, só diversão. Eu me diverti demais e fui várias vezes seguidas. É aquele brinquedo simples, mas viciante. O Wave Mania traz uma proposta totalmente diferente. É um simulador de surf onde o desafio é ficar em pé na prancha enquanto as ondas vêm com tudo. A atração é inovadora, eletrizante e rende boas risadas. Mesmo quando você cai, já quer tentar de novo. Sem dúvida, uma das experiências mais divertidas do parque. Na Torre do Tarzan, a variedade chama atenção. São quatro toboáguas diferentes para se jogar sem medo. Um deles é de queda livre, enquanto os outros três têm curvas radicais cheias de emoção. É outra atração que dá pra repetir várias vezes sem enjoar. Cada descida traz uma sensação diferente. Na hora do almoço, o restaurante principal foi uma grata surpresa. O buffet é bem completo, com saladas variadas, carnes, massas, feijão, arroz, batata-frita e várias outras opções. É aquele tipo de refeição que agrada todo mundo e ajuda a recuperar as energias entre uma atração e outra. Comer bem faz toda a diferença em um dia inteiro de parque aquático. Depois disso, era hora de voltar para as atrações mais radicais. As crianças também têm um espaço incrível só para elas. O Vale dos Dinossauros é uma piscina rasa, com apenas 30 cm de profundidade, ideal para crianças de 0 a 10 anos. O ambiente é todo temático, com T-Rex, Brontossauro e outros elementos que encantam os pequenos. Dá pra ver a alegria estampada no rosto de cada criança. Um espaço realmente muito bem feito. No fim do dia, saí com a certeza de que o Marina Park entrega diversão para todas as idades. Tem atrações radicais, familiares, infantis e espaços para relaxar. Tudo funciona bem, com boa estrutura e variedade. Para mim, o Marina Park é, sem dúvida, um dos cinco parques aquáticos mais divertidos do país. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Marina Park? O Marina Park fica na cidade de Capão da Canoa, no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil. O parque está bem localizado, próximo à orla e de fácil acesso para quem está na cidade ou vem de outras regiões do estado. Como chegar ao Marina Park? O acesso pode ser feito de carro, ônibus intermunicipal ou aplicativos de transporte. Para quem vem de Porto Alegre, a viagem leva em média 2 horas pela BR-290 e ERS-389 (Estrada do Mar). Capão da Canoa conta com rodoviária própria e boa infraestrutura turística. Quais são as melhores atrações do Marina Park? Entre os grandes destaques estão a Freefall, o insano Pulo Radical, o intenso Dragon Free, o Kamikaze Família e a Torre do Pirata, que reúne três toboáguas cheios de adrenalina. Para quem gosta de experiências diferentes e muito radicais, o Wave Mania também é imperdível. Quais são os melhores meses para visitar o Marina Park? Os melhores meses são dezembro, janeiro e fevereiro, quando o parque funciona em plena capacidade e o clima favorece as atrações aquáticas. Novembro e março também são boas opções, com menos movimento e temperaturas agradáveis. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações do Marina Park? Freefall / Pulo Radical / Dragon Free / Kamikaze Família / Torre do Pirata / Torre do Tarzan / Castelo Sombrio / Templo do Tesouro / Wave Mania / Rio da Correnteza. Assim você aproveita primeiro as atrações mais disputadas. Qual é a melhor dica para o Marina Park? Chegue cedo para pegar menos filas nas atrações mais radicais e leve protetor solar, já que grande parte do parque é ao ar livre. Intercale atrações intensas com momentos de descanso no Rio da Correnteza e aproveite o restaurante para repor as energias. Que tipos de comida estão disponíveis e onde comer no Marina Park? O parque conta com restaurante principal em formato de buffet, com opções completas como saladas, carnes, massas, feijão, arroz, batata-frita e outros acompanhamentos. Também há lanchonetes com snacks, bebidas e opções rápidas espalhadas pelo parque. Quanto custa o ingresso do Marina Park? Os valores variam conforme a temporada, idade e tipo de ingresso. Em geral, os ingressos custam a partir de R$ 130. O ideal é consultar o site oficial para preços atualizados. O valor do estacionamento do Marina Park é R$ 30. Qual é a duração das filas no Marina Park? As filas costumam ser moderadas (de 30 a 60min) em dias normais e podem ficar intensas em alta temporada (60min ou mais), especialmente em janeiro e feriados. A chegada cedo ajuda bastante a aproveitar melhor o dia. Qual é o site oficial do Marina Park? https://www.marinaparkrs.com.br

  • Alpen Park

    No coração de Canela, bem no alto de uma montanha cercada pela natureza da Serra Gaúcha, fica um dos parques mais divertidos da região: o Alpen Park. E posso dizer sem medo — essa foi uma das experiências mais surpreendentes que já tive no Rio Grande do Sul. O parque não é enorme, mas cada atração entrega exatamente aquilo que promete: adrenalina, diversão e algumas boas risadas. Logo na chegada, já dá para sentir o clima gostoso do lugar: um misto de natureza, aventura e aquele ar de parque de montanha. E foi ali que começou minha jornada pelo Alpen. Preço das atrações no Alpen Park A primeira atração que eu fiz foi a Fogo do Dragão, a montanha-russa principal do parque. E aqui vai uma curiosidade que muitos fãs de parques amam: ela é, na verdade, a antiga Windstorm, aquela clássica do Playcenter em São Paulo. Ou seja: história pura. E vou te falar… ela é agressiva. Bem agressiva. As curvas são rápidas, as quedas são secas, e os trancos podem pegar de surpresa. Se você não segurar firme, é bem possível sair com uns roxinhos como lembrança. Mas, apesar disso, a experiência é emocionante demais. Ela atinge cerca de 55 km/h, e o percurso é curto, porém intenso — daquele tipo que termina e você pensa: “ok, preciso de mais uma volta”. Pra quem é fã de montanha-russas clássicas, é um prato cheio. Depois chegou o momento que eu mais esperava: o Trenó. E aqui não tem discussão — é simplesmente a melhor atração do Alpen Park. Ele funciona como uma montanha-russa alpina: você senta num carrinho individual e literalmente desce a montanha, seguindo trilhos que passam por entre árvores, curvas e áreas abertas com vistas lindas. O mais legal é que você controla a velocidade usando um freio manual. Se puxar, ele fica mais lento; se não puxar… bom, aí você chega facilmente nos 40 km/h e a adrenalina vai lá em cima. É divertido, é seguro, dá aquela sensação de liberdade e é totalmente diferente de qualquer outra atração típica de parques brasileiros. Juro: eu voltaria ao Alpen só para repetir o Trenó mais algumas vezes. Segui então para o Alpen Motion, o cinema 4D do parque. Apesar das cadeiras não se moverem, os efeitos especiais fazem toda a diferença. Tem vento, tem borrifos, tem vibrações — tudo muito bem sincronizado com o filme. Não é nada gigantesco, mas é surpreendentemente bem-feito e rende bons momentos. Outra atração que gostei bastante foi o Alpen Interactive, um jogo de tiro no estilo velho oeste. E este aqui tem um diferencial bem legal: é a única atração do tipo no Brasil onde você participa de uma competição para capturar bandidos foras da lei. No final da experiência, aparece um ranking na tela, mostrando quem mandou melhor. E o grande vencedor é identificado com uma estrela de xerife. É disputado, é engraçado e funciona muito bem para grupos. Pequenos simuladores no Alpen Park Fiz também o Alpen Car, aquele bom e velho bate-bate que não pode faltar em nenhum parque. Simples, tradicional, divertido — e confesso: eu adoro. É impossível não dar risada tentando desviar (ou propositalmente bater) nos amigos. Mas uma das maiores surpresas do parque foi o Alpen Turbo Drop, uma torre de queda livre giratória. Ela não é muito alta, o que inicialmente te faz pensar: “ah, tranquilo”. Só que não. A subida gira, então a sensação já é diferente. E quando chega lá em cima, ela simplesmente… fica parada. Por muito tempo. Longo o suficiente para você começar a questionar suas escolhas de vida. E quando você menos espera: CABUM! A queda acontece de repente. É rápido e é sensacional. De verdade, uma das melhores atrações do parque. O Alpen ainda oferece duas experiências pagas à parte: Passeio radical de quadriciclo, percorrendo trilhas pela montanha. Para pilotar é obrigatório ter CNH, e o valor da dupla no quadriciclo do Alpen Park fica em torno de R$ 138 e o valor individual em torno de R$ 98. Arvorismo + tirolesa, perfeito para quem gosta de atividades de aventura, custando cerca de R$ 63. Esses valores são dinâmicos, ou seja, podem diminuir ou aumentar de acordo com a época do ano. São boas opções para quem quer algo além dos brinquedos. O parque também tem um pequeno centro comercial, com várias lojinhas de souvenires, artesanato, itens geek e algumas opções para quem quer levar lembranças da viagem. Para as crianças menores, existe o Alpen Kids, um castelo enorme com playground interno, super temático e encantador — perfeito para famílias com pequenos. O restaurante mais famoso do parque é o Hebert Platz, que oferece experiências gastronômicas típicas da culinária alemã. O parque também oferece outros pontos de alimentação, como um lugar especialista em vinhos. O Alpen Park é uma das melhores coisas para fazer em Gramado e Canela especialmente para quem viaja com crianças, adolescentes ou famílias inteiras. É um parque compacto, mas extremamente divertido, cheio de atividades e com atrações marcantes. Eu me diverti muito, de verdade. Para mim, os destaques absolutos foram: Trenó, Fogo do Dragão e o Alpen Turbo Drop. Essas três atrações, sozinhas, já fazem valer a visita. Saí com a sensação de que aproveitei muito bem o dia — e com a certeza de que voltaria sempre que fosse ao Rio Grande do Sul. O Alpen Park é simples, carismático e entrega exatamente aquilo que promete: uma experiência deliciosa em meio às montanhas da Serra Gaúcha. Perguntas frequentes: Onde fica o Alpen Park? O Alpen Park fica na cidade de Canela, na Serra Gaúcha, a apenas 10 minutos do centro da cidade e cerca de 15 minutos de Gramado, no Rio Grande do Sul. Como chegar ao Alpen Park? O aeroporto mais próximo é o de Porto Alegre (POA). De lá, você pode alugar um carro, contratar transfer ou pegar ônibus até Canela. Como o parque fica em uma área mais afastada, o ideal é chegar de carro (o estacionamento do Alpen Park é R$ 20), táxi, Uber ou transfer contratado. Se estiver hospedado em Canela ou Gramado, o trajeto é super rápido. Quais são as melhores atrações do Alpen Park? Fogo do Dragão (a clássica ex-Windstorm do Playcenter), Trenó (a montanha-russa alpina) e o Alpen Turbo Drop. Quais são os melhores meses para visitar o Alpen Park? Março, Abril, Maio e Setembro — meses mais frescos, com clima agradável e menor movimento na Serra Gaúcha. Quem prefere dias frios, típicos da região, pode ir no inverno (junho a agosto), mas encontrará mais filas. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações no Alpen Park? Fogo do Dragão / Trenó / Alpen Interactive / Alpen Motion / Alpen Race / Turbo Drop. As atrações pagas, Quadriciclo e Arvorismo/Tirolesa, costumam formar filas rapidamente. Qual é a melhor dica para o Alpen Park? Compre o Passaporte Alpen caso pretenda fazer várias atrações — é mais econômico. Chegue cedo, especialmente em feriados e finais de semana. E se for encarar a Fogo no Dragão pela primeira vez, segure firme nas curvas! Ela é intensa e pode deixar alguns roxinhos se você estiver muito solto. Que tipos de comida estão disponíveis no Alpen Park? O parque tem lanchonetes com opções de snacks, batata frita, hambúrgueres, pizzinhas, café, chocolate quente e doces clássicos da Serra. Para refeições mais completas, o ideal é almoçar em Canela antes ou depois da visita, pois o parque tem foco maior nas atrações do que na gastronomia. Quanto custa o Alpen Park? Os valores variam conforme temporada, mas o Passaporte Alpen costuma custar entre R$ 120 e R$ 180 por pessoa. Também é possível comprar ingressos avulsos para cada atração, ideal para quem quer fazer apenas uma ou duas experiências. Qual é a duração das filas no Alpen Park? Geralmente rápidas (10 a 30 minutos). Nos meses de férias, feriados prolongados ou inverno na Serra, podem chegar a 40–60 minutos nas atrações mais populares. Qual é o site do Alpen Park? https://www.alpenpark.com.br

  • Parque Warner Madrid

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso Visitar o Parque Warner Madrid é como atravessar os portões de um estúdio de cinema e entrar diretamente no universo da Warner Bros. Localizado nos arredores de Madrid, o parque é dividido em áreas temáticas que recriam cenários clássicos do cinema e da televisão, com uma riqueza de detalhes impressionante. É impossível não se sentir dentro de um grande set de filmagens, cercado por personagens icônicos como os heróis da Liga da Justiça e as estrelas dos Looney Tunes. Cada rua, fachada e trilha sonora contribui para essa atmosfera cinematográfica que transforma o passeio em uma verdadeira experiência imersiva. A atração que mais chama atenção logo de cara — e a primeira que você deve correr ao entrar — é a Stunt Fall. Essa montanha-russa é do modelo "boomerang invertido": extremamente radical, em que o trem percorre o trajeto para frente e depois repete tudo de costas. São torres verticais imensas e inversões intensas que deixam qualquer um sem fôlego. A sensação de encarar o vazio na queda vertical de frente já é absurda… mas fazer isso também de costas eleva a experiência a outro nível. O frio na barriga é simplesmente avassalador, uma das sensações mais radicais que já senti em qualquer parque do mundo. Ao lado está a atração Oso Yogui, do urso Zé Colmeia, um divertido passeio aquático de arminhas d’água que foi um dos brinquedos em que mais fiquei molhado na vida. A batalha entre os barcos e as surpresas ao longo do percurso garantem que ninguém saia seco — eu fiquei completamente encharcado! É aquele tipo de atração que parece inocente, mas termina com você torcendo para o sol aparecer rápido. Bem próxima dali também está o Cine Tour, um passeio cênico que homenageia o universo do cinema, com cenários e referências aos bastidores das produções, sendo uma opção mais tranquila e familiar dentro dessa área inicial do parque. Antes de chegar na área da DC Comics, fica o Hotel Embrujado, uma atração de terror com ilusão de ótica em que o cenário do hotel parece girar 360º ao seu redor — quando, na verdade, quem se move é a plataforma, criando uma sensação completamente insana de inversão e desorientação. Depois disso, seguir em direção à Superman: La Atracción de Acero é simplesmente a melhor escolha. Essa é, sem dúvida, uma das melhores montanhas-russas cheias de loopings que já fui na vida. São sete loopings distribuídos ao longo de um percurso extremamente fluido e intenso. O destaque vai para os momentos em que literalmente levantamos do banco nos chamados airtimes , e logo em seguida sentimos toda a pressão do mundo nos loopings e curvas de alta força G. É uma experiência potente, que exige coragem — realmente só para quem tem nervos de aço, igual ao Superman. Logo em frente está a atração do arqui-inimigo do herói, inspirada em Lex Luthor. O brinquedo Invertatron é do mesmo modelo do Ekatomb do Hopi Hari, que gira sem parar, deixando os visitantes completamente desorientados. A versão espanhola dura mais tempo do que a brasileira, prolongando a sensação de caos e adrenalina. Entretanto, senti que poderia ter mais giros intensos — mas, ainda assim, é uma experiência que desafia qualquer noção de equilíbrio. O parque possui talvez a mais bela e fiel reprodução de Gotham City no mundo. Caminhar por essa área é como estar dentro dos quadrinhos do Batman: arquitetura sombria, trilha sonora dramática e referências por todos os lados. O ponto mais sombrio é o Arkham Asylum, representado pela montanha-russa invertida Shadows of Arkham. A fila já é um espetáculo, com celas temáticas dos vilões mais perigosos. No percurso, são cinco inversões em altíssima velocidade, com aquela sensação clássica das montanhas-russas invertidas em que seus pés ficam soltos no ar. É intensa, rápida e muito forte — uma verdadeira fuga do asilo. Os vilões também têm atrações próprias. O Mr. Freeze comanda a Fábrica de Hielo, um chapéu mexicano tematizado como se estivesse congelado, que gira e balança em alta velocidade. O Coringa marca presença com um bate-bate estilizado, divertido e caótico como o próprio personagem. Já o Charada desafia os visitantes na La Venganza del Enigma — um conjunto de três torres de queda que alternam entre lançamentos rápidos para o alto e quedas livres inesperadas. Você nunca sabe exatamente quando será lançado ou despencará, o que torna tudo ainda mais emocionante. A melhor atração do parque — e uma das melhores da Europa — também está em Gotham City: a Batman Gotham City Escape. Essa montanha-russa de múltiplos lançamentos é simplesmente espetacular. A experiência começa dentro da Mansão Wayne, com uma ambientação impecável que nos leva até a Batcaverna antes de embarcarmos em um “batmóvel” radical. São lançamentos potentes, inversões modernas e elementos inovadores que criam uma batalha cinematográfica contra os vilões de Batman. As vistas do parque são incríveis e o percurso é eletrizante do início ao fim. O melhor momento é quando o trem passa lentamente pela última inversão, deixando você de frente para o chão, suspenso por alguns segundos que parecem eternos. Ela se tornou uma das minhas montanhas-russas favoritas da vida. O calor de Madrid no verão é simplesmente insuportável, e nada melhor do que se refrescar no Old West Territory, uma área inspirada nos clássicos filmes de bangue-bangue de Hollywood. A Cataratas Salvajes é a que mais molha: um splash gigantesco que levanta uma parede de água impressionante. A queda final é intensa e garante que as primeiras fileiras saiam completamente ensopadas. Já o Río Bravo é uma aventura em formato de corredeira por uma montanha do Velho Oeste, com trechos de calmaria e quedas tanto de frente quanto de costas, aumentando a imprevisibilidade e a diversão. No Velho Oeste também tem montanha-russa! A Coaster Express é uma gigante de madeira que impressiona pelo tamanho e pela estrutura clássica. O som do trem correndo sobre os trilhos de madeira é parte do charme. Apesar de ser robusta e veloz, achei confortável e muito divertida. Não é radical ao ponto de afastar famílias, mas entrega emoção suficiente para agradar fãs de montanhas-russas tradicionais. Outras atrações incluem o show pago (que custa aproximadamente 6 euros) dos irmãos Warren, inspirado no universo sombrio de investigações paranormais, com 13 minutos de criaturas grotescas e ambientação assustadora. E também a Los Carros de la Mina, um brinquedo giratório tematizado como barris do Velho Oeste, ideal para quem gosta de rodopiar e dar boas risadas. A área infantil é enorme e dedicada aos personagens clássicos da Warner, especialmente os Looney Tunes. A corredeira Rápidos ACME é uma das melhores que já fui na vida — repleta de surpresas e pontos de água que molham de todos os ângulos. A Correcaminos Bip Bip, inspirada no Papa-Léguas e no Coiote, é uma montanha-russa familiar divertida e ágil, perfeita para introduzir crianças ao mundo da adrenalina. Já a montanha-russa do Tom e Jerry é suave e encantadora. O brinquedo La Aventura de Scooby-Doo é uma atração no escuro interativa em que ajudamos a solucionar mistérios atirando em alvos ao longo do percurso, encantando crianças e adultos. Além disso, há atrações do Pernalonga, Patolino, Piu-Piu, Frajola e muitos outros personagens. O parque também investe pesado em entretenimento ao vivo. O espetáculo Gotham City™ Stunt Show traz perseguições eletrizantes com Batman enfrentando Coringa e Arlequina em cenas cheias de efeitos especiais. A parada dos personagens é animada e perfeita para fotos, e o Aquaman Nighttime Spectacular encerra o dia com efeitos de luz e água que impressionam. Na parte gastronômica, o parque oferece diversas opções: o restaurante à la carte Foster’s Hollywood com culinária estadunidense; dois buffets, Casa del Sol e Studio Café; além de vários fast-foods como o Gotham City Grill (onde eu comi), La Cantina de los Forajidos, Daily Planet e El Rancho, que oferece pratos variados como lasanha, saladas e costela. Existe ainda a opção de comprar a refeição antecipadamente, inclusive um plano all inclusive com comida e bebidas não alcoólicas ilimitadas durante o dia, a partir de cerca de 60 euros. Para otimizar o tempo, o parque oferece o passe fura-fila Correcaminos, com três categorias diferentes: silver, que diminui o tempo de espera em 50% de forma ilimitada; gold, que diminui o tempo de espera em 90% e dá acesso unitário a cada atração e o platinum, que diminui o tempo de espera em 90% de forma ilimitada. O platinum custa a partir de aproximadamente 65 euros, gold custa a partir de aproximadamente 45 euros e o silver custa a partir de aproximadamente 35 euros. O Parque Warner Madrid é hoje um dos principais parques da Europa, equilibrando atrações radicais, familiares e infantis com uma qualidade impressionante de tematização e entretenimento. Eu simplesmente amei meu dia lá — pela variedade, pela imersão e pelo nível das montanhas-russas. É um parque que entrega cinema, adrenalina e diversão em altíssimo nível. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Parque Warner Madrid? O Parque Warner Madrid fica em San Martín de la Vega, na Comunidade de Madrid, Espanha, a cerca de 30 km do centro da capital espanhola. Ele está localizado ao sul da cidade e é facilmente acessível para quem está hospedado em Madrid. Como chegar ao Parque Warner Madrid? A forma mais prática é de carro, com estacionamento oficial bem em frente à entrada do parque. Também é possível chegar de transporte público: a partir de Madrid, você pode pegar o metrô da linha 3-Amarela indo até a estação Villaverde-Bajo Cruce, e, de lá, utilizar o ônibus 415 até o parque. Aplicativos como Uber e táxi também funcionam bem para quem prefere mais conforto. Quais são as melhores atrações do Parque Warner Madrid? Os grandes destaques são a Batman Gotham City Escape, considerada uma das melhores montanhas-russas da Europa, a intensa Superman: La Atracción de Acero e a radical Stunt Fall. Para quem gosta de atrações aquáticas, a Cataratas Salvajes também é imperdível. Quais são os melhores meses para visitar o Parque Warner Madrid? Maio, junho, setembro e outubro são excelentes meses, pois o clima é mais ameno e o movimento tende a ser menor do que no pico do verão europeu (julho e agosto), quando as temperaturas em Madrid podem ultrapassar facilmente os 35 °C. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Parque Warner Madrid? Stunt Fall / Oso Yogui / Superman / Invertatron / Shadows of Arkham / Batman Gotham City Escape / Cataratas Selvajes / Coaster Express / Río Bravo / Rápidos ACME / Hotel Embrujado / La Venganza del Enigma / Mr. Freeze Fábrica de Hielo Qual é a melhor dica para o Parque Warner Madrid? No verão, chegue cedo e intercale atrações radicais com brinquedos aquáticos para aguentar o calor intenso. Use o aplicativo oficial do parque para acompanhar tempos de fila e horários de shows. Em dias cheios, vale considerar o passe fura-fila Correcaminos para otimizar o roteiro. Começar pela Stunt Fall garante que você conseguirá andar nela, pois é uma atração com alto número de paradas técnicas no dia. Que tipos de comida estão disponíveis no Parque Warner Madrid? O parque oferece um restaurante à la carte de culinária americana, o Foster's Hollywood. Há também dois buffets: Casa del Sol e Studio Café. Entre os fast-foods estão o Gotham City Grill, La Cantina de los Forajidos, Daily Planet e El Rancho, com opções que vão de hambúrgueres e frango frito até pratos como lasanha, saladas e costelas. Existe ainda a possibilidade de comprar refeição antecipada, incluindo um plano all inclusive com comida e bebidas não alcoólicas ilimitadas durante o dia, a partir de cerca de 60 euros. Quanto custa o Parque Warner Madrid? Os ingressos de 1 dia costumam variar bastante conforme a temporada e promoções, mas geralmente partem de aproximadamente 30 a 60 euros por pessoa, podendo ser mais caros na alta temporada ou se comprados na bilheteria no mesmo dia. Qual é a duração das filas no Parque Warner Madrid? Em dias moderados, as filas variam entre 20 e 45 minutos nas principais atrações. Em alta temporada ou fins de semana, podem ultrapassar 60 a 90 minutos nas montanhas-russas mais populares. Qual é o site do Parque Warner Madrid? https://www.parquewarner.com/

  • PortAventura

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso O PortAventura é aquele tipo de parque que te conquista logo de cara pela sensação de estar viajando pelo mundo sem sair do lugar. Assim que você entra, já percebe que não está em um parque comum: cada área te transporta para um lugar diferente, com cenários, músicas e detalhes que fazem tudo parecer muito mais real. Você passa pela China, México, Polinésia, Velho Oeste, Mediterrâneo e até pela Vila Sésamo, cada uma com sua própria identidade. E como se isso já não fosse suficiente, ainda existe um segundo parque ao lado, o Ferrari Land, totalmente dedicado ao universo da Ferrari e da Fórmula 1. Por ser um parque enorme, a melhor decisão que você pode tomar é separar dois dias para a visita. No meu primeiro dia, eu não pensei duas vezes: fui direto para o Velho Oeste, porque já sabia que a montanha-russa no escuro Uncharted: El Enigma de Penitence era uma das atrações mais disputadas do parque. E isso realmente fez diferença. A fila dela já é praticamente uma atração por si só, com cenários muito bem construídos, e quando o brinquedo começa, tudo acontece tão rápido e de forma tão divertida que você sai com aquela sensação de “preciso ir de novo”. Se deixar para mais tarde, a fila simplesmente explode — então chegar cedo aqui muda completamente o seu dia. Ali do lado estão duas montanhas-russas de madeira que me pegaram de surpresa. A Stampida parece simples olhando de fora, mas quando você entra nela, entende o porquê de tanta gente gostar: é rápida, longa e tem aquela sensação caótica de corrida que deixa tudo mais divertido. Você escolhe um lado — azul ou vermelho — e simplesmente vai. Entrelaçada nela está a Tomahawk, uma versão mais tranquila, perfeita para quem ainda está começando nesse tipo de atração. Já o Volpaiute, que fica logo em frente, parece mais radical do que realmente é — na prática, é um respiro no meio da área. Mas foi ali também que o meu dia mudou completamente. Entre o Silver River Flume e o Grand Canyon Rapids, eu simplesmente aceitei que não existia a menor chance de ficar seco. O Silver River Flume tem várias quedas e uma vista incrível do parque, enquanto o Grand Canyon Rapids te coloca no meio de corredeiras cercadas por paredões que realmente te fazem sentir dentro de um cenário de filme. Quando eu saí dali completamente encharcado, tive duas opções: tentar evitar isso pelo resto do dia… ou simplesmente abraçar a experiência. E foi exatamente isso que eu fiz. Segui direto para a Polinésia, já decidido a continuar na vibe das atrações aquáticas — e foi uma das melhores escolhas do dia. O Tutuki Splash é aquele tipo de atração que você olha e pensa “ok, deve molhar”… mas não espera o quanto. O barco sobe um vulcão e despenca em uma queda dupla que é ao mesmo tempo divertida e refrescante, principalmente no calor. Naquele momento, eu já estava completamente dentro da proposta do parque. O Kon-Tiki Wave, ali perto, completa a área com aquele clássico frio na barriga que todo mundo conhece. A Vila Sésamo entra quase como uma pausa no ritmo. É uma área mais leve, colorida, pensada para crianças, mas que surpreende pela qualidade. A Tami-Tami é perfeita para quem está começando nas montanhas-russas, e o Street Mission transforma a experiência em um jogo interativo que funciona muito bem para todas as idades. Tem muitos brinquedos lá para os pequenos, como carrosséis temáticos e playgrounds. Mas o momento em que o PortAventura realmente me ganhou foi quando cheguei à China. Ali estão duas das montanhas-russas mais impressionantes do parque — e com propostas completamente diferentes. A Shambhala é uma experiência difícil de explicar até você ir. Na primeira queda, você já entende o que vem pela frente, mas são as colinas seguintes que fazem tudo mudar: a cada subida e descida, você simplesmente perde contato com o banco. É como se estivesse flutuando. É leve, mas ao mesmo tempo extremamente intensa — uma combinação que faz você sair rindo sem acreditar no que acabou de acontecer. Logo ao lado, a Dragon Khan entrega o oposto. Aqui não tem leveza — é intensidade do início ao fim. São oito inversões que te jogam de um lado para o outro, com uma pressão constante que faz parecer que você está em uma experiência completamente fora de controle. É o tipo de montanha-russa que você termina e precisa de alguns segundos para se recompor. E quando você acha que já passou por tudo… você se molha de novo. O Angkor transforma tudo em uma guerra de água dentro de um templo gigante. E não tem estratégia: é todo mundo contra todo mundo. O segredo é simples — não parar de atirar. Resultado: mais uma vez, completamente encharcado, mas se divertindo muito mais do que esperava. No México, a sensação muda de novo — e aqui entra uma das atrações mais impactantes do parque. O Hurakán Condor não impressiona só pela altura, mas pela forma como você encara a queda. A possibilidade de ir em pé muda completamente a percepção do brinquedo. Lá de cima, o tempo parece desacelerar… e quando a queda vem, é simplesmente uma das sensações mais intensas que já tive. Foi um daqueles momentos que ficam na memória. A área ainda conta com atrações como a Serpiente Emplumada, que gira em todas as direções, o Yucatán, que trabalha bastante a força centrípeta, e a El Diablo – Tren de la Mina, uma montanha-russa familiar mais tranquila, mas muito simpática. Deixei a área Mediterrânea para o final do dia de propósito, e isso foi essencial. A Furius Baco é conhecida pelo lançamento absurdo — de 0 a 135 km/h em poucos segundos — e realmente entrega uma das acelerações mais fortes do parque. Mas a fila dela ao longo do dia é muito lenta. Indo no fim do dia, a experiência muda completamente. Apesar disso, é uma montanha-russa que pode ser desconfortável, então vale mais pela intensidade do lançamento do que pelo conjunto. Além disso, essa área oferece passeios de barco e trem que ajudam a explorar o parque de forma mais relaxante. No segundo dia, a estratégia foi repetir o que mais gostei e depois conhecer o Ferrari Land. Ele é menor e funciona quase como uma extensão temática, mas tem uma atração que sozinha já justifica a visita: a Red Force. E aqui não tem muito o que explicar — é sentir. Quando ela dispara, você mal tem tempo de entender o que está acontecendo. Em poucos segundos, já está subindo uma torre gigantesca e, quando percebe, tudo já acabou. Foi uma das experiências mais absurdas que já tive em uma montanha-russa. A fila, no entanto, é constante o dia inteiro, então deixar para o final foi a melhor decisão que tomei. O Ferrari Land também conta com as Thrill Towers, torres de queda que complementam a adrenalina, além de simuladores como o Flying Dreams, que lembra o Soarin’, e o Pole Position Challenge, um simulador de Fórmula 1 extremamente realista — e difícil — que é pago à parte (aproximadamente 15 euros). Para quem gosta da Ferrari, ainda há espaços para fotos e experiências interativas, enquanto as crianças têm opções como a montanha-russa infantil Junior Red Force e outras atrações mais leves. A experiência gastronômica no PortAventura é bastante variada. Existem opções mais econômicas, como restaurantes de buffet e lanches rápidos espalhados pelo parque, que ajudam a controlar os gastos, principalmente em um dia longo. Por outro lado, também há restaurantes mais elaborados, especialmente nas áreas do México e do Mediterrâneo, que oferecem pratos mais completos e uma experiência gastronômica melhor. No geral, a comida é boa, mas com preços padrão de parque europeu. Para quem quer otimizar o tempo, o PortAventura Express pode fazer muita diferença. Existem opções de acesso único por atração, versões ilimitadas e combinações entre elas. Em dias de alta temporada, esse tipo de passe praticamente define a qualidade da sua visita, já que as filas podem ficar bastante longas. O PortAventura se consolidou como um dos meus parques favoritos da Europa. Ele consegue equilibrar atrações de altíssimo nível com uma tematização envolvente e uma variedade que agrada todo tipo de visitante. Ainda assim, é importante planejar bem a visita, porque em períodos de alta temporada e até mesmo no inverno o parque pode ficar muito cheio. Por isso, a melhor forma de aproveitar é sempre dedicar dois dias: um inteiro para o parque principal e outro dividido entre revisitar atrações favoritas e conhecer o Ferrari Land. --- Perguntas frequentes: Onde fica o PortAventura? O PortAventura World fica em Salou, na região da Catalunha, na Espanha, a cerca de 1 hora de Barcelona. Como chegar ao PortAventura? O aeroporto mais próximo é o Barcelona-El Prat Airport (BCN). A forma mais prática é pegar um trem a partir da estação Barcelona Sants até a estação PortAventura, que fica ao lado do parque. Também é possível ir de carro (cerca de 1 hora de viagem) ou transfer direto desde Barcelona. Outra opção é o Reus Airport, que fica a apenas 15 minutos do parque. Quais são as melhores atrações do PortAventura? Shambhala, Red Force (Ferrari Land) e Dragon Khan. Quais são os melhores meses para visitar o PortAventura? Maio, junho, setembro e outubro, quando o clima é agradável e as filas são menores do que no auge do verão europeu. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do PortAventura? Uncharted / Stampida / Tomahawk / El Diablo / Shambhala / Dragon Khan / Angkor / Tutuki Splash / Silver Rilver Flume / Grand Canyon Rapids / Hurakán Condor / Furius Baco Qual é a melhor dica para o PortAventura? Chegue cedo e vá direto para a Uncharted, pois a fila dela cresce muito rápido e demora bastante. Deixe a Furius Baco para o final do dia e, se possível, vá na Red Force próximo ao fechamento do Ferrari Land. Que tipos de comida estão disponíveis no PortAventura? O parque oferece desde fast-foods e refeições rápidas até restaurantes temáticos com culinária mexicana, mediterrânea, italiana e asiática. Há opções mais econômicas (combos e lanches) e outras mais completas, especialmente nas áreas do México e Mediterrâneo. Quanto custa o PortAventura? Os ingressos de 1 dia custam a partir de €50 a €70 (aproximadamente R$ 270 a R$ 380), variando conforme a data. O ingresso mais recomendado é o de 2 dias com PortAventura + Ferrari Land, que custa a partir de cerca de €54 a €64 por pessoa (aproximadamente R$ 300 a R$ 380), dependendo da época e promoções. Esse ingresso normalmente inclui: 1 dia combinado (PortAventura + Ferrari Land no mesmo dia) 1 dia adicional no PortAventura Park Qual é a duração das filas no PortAventura? De moderadas a altas. Em dias cheios, atrações populares podem ter filas entre 60 e 120 minutos. Em dias mais tranquilos, muitas ficam entre 20 e 40 minutos. Qual é o site do PortAventura? https://www.portaventuraworld.com/en

  • Walibi Holland

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso O Walibi Holland é considerado até hoje como o “Six Flags da Holanda”, e isso não é por acaso. O parque fez parte do antigo grupo Six Flags na Europa e herdou completamente esse DNA focado em montanhas-russas radicais e intensas — exatamente o estilo que consagrou os parques Six Flags pelo mundo. Mesmo depois da mudança de nome, o apelido ficou grudado e continua fazendo todo sentido. Para mim, a experiência foi ainda mais especial porque esse é exatamente o parque que eu jogava no cenário “Six Flags Holanda” no RollerCoaster Tycoon 2, então caminhar por ele ao vivo despertou uma nostalgia absurda, como se um mapa do jogo tivesse ganhado vida diante dos meus olhos. Walibi Holland no jogo Rollercoaster Tycoon 2 Logo de cara dá pra perceber que o Walibi Holland tem uma atmosfera extremamente jovem. Tudo ali parece pensado para adolescentes, jovens adultos e fãs de adrenalina. Isso faz com que ele seja considerado um dos parques mais radicais da Europa, já que, das nove montanhas-russas do parque, sete são voltadas claramente para o público radical. É aquele tipo de parque que não tem medo de ser intenso — ele abraça isso com orgulho. A Main Street do Walibi Holland já entrega essa vibe logo na entrada. Diferente das ruas principais clássicas e “fofinhas” de outros parques, aqui tudo é mais cru, urbano e despojado. Os prédios são decorados com grafites, cores vibrantes, estruturas metálicas aparentes e um estilo industrial bem forte. A música, a sinalização e até o visual dos funcionários reforçam essa identidade jovem e moderna. O parque literalmente respira essa alma urbana e alternativa, deixando claro que aqui o foco é energia, movimento e adrenalina. A primeira montanha-russa que você vê assim que entra no parque é a Xpress: Platform 13, um clone da famosa Rock ‘n’ Roller Coaster do Disney’s Hollywood Studios — só que completamente ao ar livre. Ela conta com lançamento a partir do zero, catapultando o trem para frente em alta velocidade, seguido por inversões clássicas como looping e cobra roll. O grande charme da Xpress está na fila: você entra como se estivesse numa estação de metrô comum, limpa e funcional, mas conforme avança, o ambiente vai se tornando cada vez mais abandonado, escuro e estranho, até chegar a uma plataforma decadente, como se aquela estação tivesse sido esquecida no tempo. Infelizmente, apesar da temática muito bem feita, achei a Xpress extremamente bruta. Diferente da Rock ‘n’ Roller Coaster da Disney, que é suave e confortável, essa versão bate bastante e exige uma certa resistência pra encarar. Ainda na Main Street, o parque oferece atrações mais tranquilas que ajudam a equilibrar a área. A Grand Roue, a roda-gigante, garante uma vista bem interessante do parque e da paisagem plana da Holanda, especialmente bonita no fim do dia. O Pavilion de Thé é o clássico brinquedo de xícaras malucas, mas com uma estética moderna e colorida, enquanto o Le Tour des Jardins traz aqueles carros antigos que passeiam lentamente, funcionando quase como um respiro entre uma montanha-russa radical e outra. A partir da Grand Roue, você pode escolher qualquer uma das áreas do parque, e eu fui direto para a Zero Zone, onde fica a Lost Gravity — uma das montanhas-russas mais insanas do Walibi. Ela tem uma temática psicodélica, cheia de cores vibrantes e elementos abstratos, que já preparam o cérebro para o caos que vem pela frente. O percurso é completamente imprevisível, com curvas externas absurdas, quedas inclinadas e momentos em que você não entende exatamente o que está acontecendo. A Lost Gravity chega a impor forças de até 4,3 vezes a força da gravidade, o que explica aquela sensação de corpo esmagado no banco em vários momentos. Eu simplesmente amei — é intensa, agressiva e surpreendente do início ao fim. A Zero Zone ainda conta com outras atrações marcantes. O Tomahawk é um pêndulo gigante que balança e gira ao mesmo tempo, criando uma combinação de movimentos que, pra mim, é garantidamente enjoativa — então fica o aviso. A Drako é uma montanha-russa infantil, mas bem tematizada, com um simpático dragão de lata que percorre o trilho. Já o Crazy River é um splash com duas quedas consecutivas que molha bastante, ótimo pra se refrescar nos dias mais quentes. Logo ao lado da Zero Zone está a área Wilderness, que abraça completamente a floresta onde o parque está inserido. De repente, tudo fica mais verde, mais fechado e com aquele clima de parque “perdido no meio do mato”. E é ali que mora uma das grandes estrelas do Walibi Holland: a Untamed. Ela é uma montanha-russa híbrida, ou seja, combina estrutura de madeira com trilhos de aço, o que permite um percurso muito mais agressivo e moderno. A Untamed se tornou uma das minhas montanhas-russas favoritas de todos os tempos. Ela é emocionante, intensa, mas perfeitamente dosada, com inversões inesperadas, mudanças rápidas de direção e um final recheado de colinas que fazem você levitar absurdamente do banco. Cada vez que o trem ficava de cabeça para baixo, parecia que o ar sumia dos pulmões. Sem exagero: é uma das melhores montanhas-russas da Europa e, tranquilamente, do mundo. Na Wilderness também estão o Blast, um brinquedo do mesmo modelo do Ekatomb do Hopi Hari, só que com muito mais giros — eu simplesmente amei a experiência. Tem ainda o Merlin’s Magic Castle, uma atração de ilusão de ótica dentro do castelo do mago Merlin que eu te desafio a descobrir o que acontece lá dentro sem spoilers, e o Skydiver, uma atração radical em que você literalmente se joga de 54 metros de altura a cerca de 120 km/h, numa queda que faz o estômago subir instantaneamente. A Speed Zone concentra atrações ligadas à velocidade, e o grande destaque é a Goliath, uma hiper montanha-russa que me surpreendeu muito pela qualidade absurda. Ela tem uma queda de 46 metros, atinge 106 km/h e entrega um percurso longo, veloz e extremamente suave. O grande diferencial da Goliath está na sua segunda metade do percurso, repleto de colinas que geram airtime constante, aquela sensação deliciosa de estar flutuando fora do banco. É intensa sem ser desconfortável, poderosa sem ser agressiva — uma aula de como fazer uma hiper montanha-russa bem feita. Na Speed Zone também estão a Eat My Dust, uma montanha-russa infantil cheia de voltas; o G-Force, um enterprise clássico em que você gira sustentado apenas pela força da gravidade; e a Space Shot, uma torre de lançamento que te dispara da base ao topo em questão de segundos. A área Exotic mistura atrações radicais e familiares. A El Condor, uma montanha-russa invertida do mesmo modelo da FireWhip do Beto Carrero, infelizmente é uma experiência bem sofrida. Ela bate demais, sacode o corpo inteiro e exige um esforço enorme pra simplesmente permanecer sentado — uma verdadeira prova de resistência. Já o El Rio Grande, as corredeiras do parque, são grandes, visualmente bonitas e não molham tanto quanto parecem. O Tequila’s Taxi é o clássico bate-bate, e o Los Sombreros é uma atração familiar divertida, em que os sombreros sobem e descem enquanto giram, causando aquele friozinho na barriga gostoso. A área Playground é extremamente colorida, musical e divertida, com a Speed of Sound como atração principal. Essa montanha-russa boomerang é surpreendentemente suave e gostosa de andar, além de contar com música eletrônica tocando diretamente no trem, sincronizada com o percurso. A área ainda tem o Spinning Vibe, parecido com o Los Sombreros, mas mais próximo do chão; o Super Swing, um enorme chapéu mexicano que balança ao som de música; e o Splash Battle, uma verdadeira guerra de arminhas de água, perfeita para se molhar e se divertir nos dias quentes. As montanhas-russas duplas YOY são a mais nova adição do parque e um verdadeiro show de inovação. Elas utilizam um trilho único, algo extremamente raro no mundo dos parques, e duelam entre si em dois percursos diferentes: o Thrill, mais radical, e o Chill, mais tranquilo. Apesar de parecerem pequenas e inofensivas vistas de fora, por dentro elas são surpreendentemente agressivas, cheias de curvas rápidas, momentos intensos e uma sensação constante de imprevisibilidade. Todo mundo sai delas chocado — no melhor sentido possível. Foi uma adição impecável ao Walibi Holland. A área infantil, Walibi Play Land, é super colorida e bem completa, com atrações como a W.A.B. Ferris Wheel, pequenas montanhas-russas, carrosséis, brinquedos giratórios e áreas interativas pensadas especialmente para crianças menores, garantindo que até os visitantes mais novos tenham um espaço dedicado no parque. No geral, eu gostei muito do Walibi Holland. É um parque focado em radicalidade, com atrações de altíssima qualidade, mesmo tendo uma quantidade absurda de mato espalhada por todo lado [risos]. Para quem busca emoção, adrenalina e montanhas-russas de respeito, ele é facilmente um dos melhores parques da Europa, com uma coleção que realmente lembra os parques Six Flags dos Estados Unidos. Se você é fã de montanha-russa, esse parque não é só recomendado — ele é obrigatório. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Walibi Holland? O Walibi Holland fica em Biddinghuizen, no centro da Holanda, em uma região cercada por áreas verdes e lagos artificiais. O parque está a aproximadamente 70 km de Amsterdã, sendo um dos principais parques de diversões do país e referência em atrações radicais na Europa. Como chegar ao Walibi Holland? O aeroporto mais próximo é o Aeroporto Schiphol (AMS), em Amsterdã. A partir da capital, a forma mais prática é ir de carro, seguindo pelas rodovias A6 e N305, com estacionamento disponível no local. Também é possível chegar de transporte público, pegando um trem até Harderwijk e, de lá, o ônibus linha 247 – Walibi Express, que opera nos dias de funcionamento do parque e deixa o visitante diretamente na entrada. Quais são as melhores atrações do Walibi Holland? As grandes estrelas do parque são as montanhas-russas Untamed, Goliath e as inovadoras YOY. Quais são os melhores meses para visitar o Walibi Holland? Os melhores meses são maio, junho e setembro, quando o clima é mais agradável e o parque costuma ter movimento mais equilibrado. Julho e agosto são meses de alta temporada por conta das férias escolares europeias, com filas maiores, especialmente nos fins de semana. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Walibi Holland? Lost Gravity / Untamed / Space Shot / Eat My Dust / Goliath / YOY / El Condor / G-Force / Blast / Merlin’s Magic Castle / Crazy River / Drako / Splash Battle / Speed of Sound / El Río Grande / Xpress: Platform 13. Qual é a melhor dica para o Walibi Holland? Chegue antes da abertura e vá direto para as áreas mais afastadas da entrada, como Zero Zone e Wilderness, onde ficam Lost Gravity e Untamed. Evite perder tempo no começo com atrações próximas à entrada. O parque é intenso, então vale fazer pausas estratégicas ao longo do dia e usar o aplicativo oficial do Walibi para acompanhar tempos de fila e mapa. Que tipos de comida estão disponíveis e onde comer no Walibi Holland? O parque oferece opções de fast-food, como hambúrgueres, batatas fritas, pizzas e hot dogs, além de restaurantes temáticos espalhados pelas áreas. Há também opções vegetarianas e snacks rápidos para comer entre uma montanha-russa e outra. A gastronomia não é o foco principal do parque, mas atende bem para um dia inteiro de visita. Quanto custa o Walibi Holland? Os ingressos custam, em média, entre €35 e €50, variando conforme a data, a antecedência da compra e a demanda. Comprar online antecipadamente costuma garantir preços melhores. Qual é a duração das filas no Walibi Holland? Em dias tranquilos, as filas costumam ser baixas a moderadas (15 a 40 minutos). Em alta temporada ou fins de semana de verão, algumas atrações populares podem ultrapassar 60 minutos de espera, especialmente Untamed, Goliath e YOY. Qual é o site oficial do Walibi Holland? https://www.walibi.nl

  • Heide Park

    Perguntas frequentes Compre seu ingresso O Heide Park é conhecido principalmente pelas suas atrações radicais, mas o que realmente impressiona é o quanto ele é um parque extremamente equilibrado. Diferente de muitos parques focados apenas em adrenalina, aqui existe um leque muito bem distribuído de atrações radicais, familiares e infantis, o que faz com que o parque funcione muito bem para todos os tipos de público. Localizado no norte da Alemanha, ele é um dos maiores parques do país em área, cercado por florestas, e curiosamente começou como um simples zoológico nos anos 70, evoluindo ao longo das décadas até se tornar esse gigante da diversão que conhecemos hoje. O parque é dividido em várias áreas temáticas, e a primeira que eu fui foi a Transilvânia. A escolha não foi por acaso: essa área fica bem no fundo do parque e, logo no começo do dia, praticamente não tinha fila nenhuma. A primeira atração do dia foi a Flug der Dämonen, uma montanha-russa alada, onde você vai pendurado paralelo ao trilho, com os pés soltos. Ela tem inversões bem posicionadas, passagens próximas ao solo e aquele estilo clássico elegante. A experiência é boa, divertida e suave, mas a minha sensação foi clara: quando ela começa a ficar realmente empolgante… acaba. É uma montanha-russa curta demais para o potencial que tem. Logo depois fui para a Scream, a torre de queda livre do parque. Ela tem cerca de 71 metros de altura e já causa impacto só de olhar. A fila passa muito perto da área de queda, então quando o carrinho despenca, o susto é inevitável — voa cabelo, boné, tudo! A experiência é sensacional: a subida já é diferente, porque acontece girando, o que dá uma sensação de desorientação incrível antes da queda. E quando a queda vem, ela é forte, seca e extremamente intensa, daquelas que fazem o estômago subir. Depois de tanta adrenalina, resolvi dar uma apaziguada e fui na Bobbahn. Essa é uma montanha-russa do tipo bobsled, onde o trem não fica preso a trilhos tradicionais, mas desliza por um canal em formato de tubo, simulando um trenó olímpico. E posso dizer tranquilamente: foi uma das melhores montanhas-russas desse modelo que eu já andei. Ela é longa, bem construída e tem momentos ótimos de emoção, principalmente quando o trem desce rápido pelo canal, passando muito perto das paredes, o que aumenta bastante a sensação de velocidade. Em seguida tive uma experiência de terror bem tecnológica no Dämonen Gruft. Esse é um trem fantasma moderno, com uso intenso de telões, efeitos sonoros, iluminação e criaturas assustadoras bem posicionadas. Os sustos funcionam, o clima é bem feito e a ambientação conversa muito bem com a área da Transilvânia. Infelizmente, assim como outras atrações do parque, ele também acaba rápido demais, deixando aquela sensação de “queria mais”. A última atração que fui na Transilvânia foi a Toxic Garden, uma montanha-russa invertida que é clone da famosa FireWhip, do Beto Carrero World. E aqui minha opinião é direta: não gostei. Apesar de ser visualmente interessante e ter boas inversões, a experiência é bem desconfortável. Ela bate demais, especialmente na região da cabeça, o que acaba tirando totalmente a diversão. Um pula-pula divertido deu as boas-vindas à Terra dos Esquecidos, a segunda área temática que visitei. Logo de cara entramos em uma pequena subárea com temática maia, onde a atração central é o La Ola, um chapéu mexicano clássico, que garante boas risadas. Ao redor dele ficam o Breakdance, bem parecido com o nosso Crazy Dance do Brasil, e o Magic, um brinquedo giratório raríssimo, com pouquíssimas unidades ainda em funcionamento no mundo, o que já faz a visita valer a pena. E é nessa área que fica a grande estrela do Heide Park: a Colossos. Sem exagero, essa é uma das melhores montanhas-russas de madeira que eu já fui na vida e, consequentemente, uma das melhores da Europa. O percurso é enorme, com quedas longas, curvas rápidas e muitos pontos de airtime extremamente agressivos. Airtime é aquele momento em que você sente o corpo “flutuando” para fora do banco, como se fosse ser arremessado para cima. A Colossos entrega isso com força, especialmente nas colinas finais. Repeti essa montanha-russa três vezes seguidas, porque ela simplesmente é a melhor atração do Heide Park. O destaque absoluto é a primeira queda, seguida por uma sequência final insana de airtimes. Ainda na mesma área, fui na Desert Race, uma montanha-russa de lançamento hidráulico. Ela acelera o trem do zero a uma velocidade altíssima em poucos segundos, criando uma explosão de adrenalina logo no começo. Ela me lembrou muito a Maverick, do Cedar Point, que é a minha montanha-russa favorita no mundo, principalmente pelo lançamento forte e pelas curvas muito bem desenhadas. O problema? De novo, ela é curta demais e acaba justamente quando começa a ficar ainda mais emocionante. A Baía Pirata é a terceira área do Heide Park, totalmente dedicada ao tema pirata. Aqui estão atrações clássicas e muito bem tematizadas, como o Bounty, o tradicional navio pirata; o Topilaula, um splash battle onde você se molha enquanto atira jatos d’água; e o Flossfahrt, um passeio tranquilo de balsa que divide espaço com o Panoramabahn, o monotrilho do parque, oferecendo ótimas vistas. A montanha-russa símbolo dessa área é a Krake. Ela tem uma queda interessante, que mergulha diretamente na boca do monstro Kraken, criando um visual incrível. Porém, a experiência em si não me agradou. A montanha-russa é extremamente curta e, quando você percebe, já acabou, o que deixa um gosto de oportunidade perdida. A outra montanha-russa da área é a Big Loop, uma atração histórica do parque. Ela possui quatro inversões e é um clássico do fabricante Schwarzkopf. Apesar de a experiência não ser nada espetacular para quem já andou em muitas montanhas-russas, ela cumpre muito bem seu papel e é uma excelente opção para quem está começando a se aventurar nas atrações radicais. O Heide Park também conta com uma gigantesca área familiar, muito bem planejada. Destaque para o Mountain Rafting, uma das melhores corredeiras que já experimentei, longa, bem molhada e com percurso envolvente. O Wildwasserbahn é o splash tradicional do parque, com quedas refrescantes. A Grottenblitz é uma montanha-russa familiar escura, divertida e acessível, enquanto a Indy Blitz é voltada para o público infantil, sendo uma ótima primeira montanha-russa. Já o Ghostbusters 5D é uma atração interativa de tiro ao alvo, com óculos 3D, telas e efeitos especiais que garantem diversão para todas as idades. Falando em crianças, a Peppa Pig Land é uma área infantil enorme e extremamente caprichada. As atrações são suaves, coloridas e perfeitas para os pequenos, todas baseadas no universo da personagem. A loja é um destaque à parte, com uma enorme variedade de produtos exclusivos da Peppa Pig, desde pelúcias até roupas e souvenirs. É uma área bem simples, mas divertida para as crianças muito pequenas! Outra área infantil muito bem feita é a de Como Treinar o Seu Dragão. Ela traz atrações temáticas que simulam voos, treinamentos e aventuras do filme, além de uma ambientação impecável. A loja segue o mesmo padrão de qualidade, com produtos do universo dos dragões, o que faz essa área ser um sucesso absoluto entre crianças — e também entre adultos fãs da franquia. Eu adorei! x O Heide Park se mostrou um parque muito mais completo do que a fama de “parque radical” faz parecer. Ele consegue unir montanhas-russas de alto nível, como a incrível Colossos, com atrações familiares bem executadas e áreas infantis extremamente caprichadas, criando uma experiência equilibrada do começo ao fim do dia. Mesmo com algumas atrações curtas demais, o parque compensa com variedade, boa tematização e uma atmosfera agradável, cercada pela natureza. É um destino que agrada tanto quem busca adrenalina quanto famílias e visitantes que querem apenas curtir um dia divertido, o que faz do Heide Park uma parada obrigatória para quem visita parques de diversão na Alemanha — e uma experiência que, sem dúvida, deixa vontade de voltar. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Heide Park? O Heide Park fica em Soltau, no estado da Baixa Saxônia, no norte da Alemanha, aproximadamente entre Hamburgo, Hannover e Bremen, em uma região cercada por florestas e natureza. Como chegar ao Heide Park? O aeroporto mais próximo é o de Hamburgo (HAM), localizado a cerca de 70 km do parque. A partir de Hamburgo, é possível chegar de carro pela rodovia A7, com acesso bem sinalizado e estacionamento amplo no local. Também é possível ir de trem até a estação de Soltau e, de lá, pegar um ônibus ou táxi até o parque. Apesar de ser possível visitar sem carro, alugar um facilita bastante, especialmente para quem quer otimizar o tempo. Quais são as melhores atrações do Heide Park? Colossos, Flug der Dämonen e Scream. Quais são os melhores meses para visitar o Heide Park? Maio, junho e setembro são os melhores meses, quando o clima é mais agradável, os dias são mais longos e as filas costumam ser menores do que no pico do verão europeu, especialmente julho e agosto. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Heide Park? Flug der Dämonen / Scream / Bobbahn / Dämonen Gruft / Colossos / Desert Race / Mountain Rafting / Ghostbusters 5D / Wildwasserbahn / Krake / Big Loop Qual é a melhor dica para o Heide Park? Chegue cedo e vá direto para o fundo do parque, começando pela área da Transilvânia. Essa estratégia reduz bastante o tempo em filas logo no início do dia e permite repetir atrações populares como a Colossos com mais tranquilidade. Que tipos de comida estão disponíveis no Heide Park? O parque oferece uma boa variedade de opções, incluindo restaurantes com comida alemã tradicional, como salsichas e schnitzel, além de hambúrgueres, pizzas, massas e lanches rápidos. Também há opções para crianças e alguns restaurantes temáticos espalhados pelas áreas do parque. Quanto custa o Heide Park? Os ingressos de 1 dia custam, em média, entre €39 e €59 (aproximadamente R$ 215 a R$ 325), variando conforme a data e a compra antecipada online. O parque também oferece passes anuais para quem pretende visitar mais de uma vez. Qual é a duração das filas no Heide Park? De moderadas a altas. Em dias cheios, atrações populares como a Colossos podem chegar a 60–90 minutos de fila; em dias mais tranquilos, muitas atrações ficam na faixa de 15–40 minutos. Qual é o site do Heide Park? https://www.heide-park.de/

  • Nickelodeon Universe (American Dream)

    Perguntas frequentes do Nickelodeon Universe Um dos grandes motivos da Disney ter construído o império de parques temáticos que possui, foi porque o visionário Walt Disney enxergou que o vínculo emocional das pessoas com suas produções era muito forte. Com isso, ele criou um parque em que todos poderiam viver seus filmes e desenhos favoritos ao vivo - uma receita que funciona até hoje! Confesso que na primeira vez que pisei no Walt Disney World não senti tanta identificação quanto esperava, muito porque não havia sido visto tanto assim o conteúdo da Walt Disney Studios. O que ficava sintonizado na minha TV durante boa parte do tempo era um canal laranjinha, que tinha muito slime e desenhos muito divertidos - Nickelodeon. Muitos anos depois, eu estava prestes a ver grande parte da minha infância materializada no incrível Nickelodeon Universe. Quando pensamos em um parque temático indoor, normalmente pensamos em um lugar cheio de fliperamas e máquinas de jogos de videogame, além de versões menores dos brinquedos que costumamos conhecer. No Brasil, nosso maior parque temático indoor é o Parque da Mônica, um parque praticamente exclusivo para crianças. O Nickelodeon Universe do shopping American Dream vai além daquilo que conhecemos - ele é como um parque outdoor sob a proteção do teto do shopping. É estupendo! O shopping que o Nickelodeon Universe fica, o American Dream, é o maior shopping/centro comercial dos Estados Unidos. Desde o momento em que estacionei, levei aproximadamente 20 minutos andando dentro dele até chegar no parque. O complexo do American Dream é tão grande, que além do Nickelodeon Universe, temos a roda-gigante Dream Wheel, com uma bela vista para a ilha de Manhattan; o parque aquático Dreamworks Water Park, lotado dos personagens mais famosos do estúdio; o Legoland Discovery Center; o aquário SEALife, e o parque de neve BIG SNOW, além de labirintos e mini-golfs. Literalmente você pode passar vários dias preso nesse shopping. A entrada do Nickelodeon Universe é um gigantesco tubo verde simulando slime, e ao fundo você já pode ver o famoso foguete da Nick. Juro que só de ver esse foguete junto com a parede pintada dos meus desenhos animados favoritos da infância já me fez disparar o coração! Assim que você desce as escadas, você se depara com um espaço cheio de cores, uma cobertura de vidro que deixa entrar a luz solar e MUITOS brinquedos! O primeiro brinquedo que bati o olho já me fez gritar “AWWWWWWN!” mas não era ainda o que eu estava buscando - o lindo carrossel Rugrats Reptar-Go-Round em que cada “cavalinho” era o dinossauro Reptar de Os Anjinhos! Ah, claro que eu não perdi a oportunidade de tirar foto com o Reptar gigantesco e a duplinha Tommy e Chuckie! O segundo brinquedo visto foi o lindíssimo Aang’s Air Gliders, um dos Air Race mais lindos que eu já vi! Ninguém ainda no começo do dia teve coragem de encará-lo, então ele estava completamente vazio no momento da foto. Eu que não seria o primeiro - este brinquedo funciona da seguinte forma: cada braço gira como hélices, fazendo as cadeiras darem milhares de piruetas no ar! Definitivamente somente para os dobradores do Ar… Eu já sabia que todas as montanhas-russas do Nickelodeon Universe tinham capacidade para serem bem legais, mas eu não imaginava que seria TÃO LEGAIS! A primeira que fui, a The Shredder (vilão Super-Destruidor de As Tartarugas Ninjas), era uma montanha-russa em que os carrinhos giravam em torno do seu próprio eixo - uma experiência bem divertida e para toda família. O grande destaque da The Shredder é que ela é entrelaçada completamente com uma das minhas 10 montanhas-russas favoritas e uma das mais sensacionais de todos os Estados Unidos! Pense em uma montanha-russa com esses elementos especiais: inversão em baixa velocidade, lançamento de 0 a 100 km/h em apenas 2 segundos, subida em 90º, paradinha antes da queda com vista para Manhattan, mais seis inversões, inúmeros pontos de airtime (aquela sensação gostosa de levantar do banco) e ainda adicione A QUEDA MAIS ÍNGREME DO MUNDO com 121,5º! Pensou? Essa é a Shellraiser - a montanha-russa das Tartarugas Ninjas! A Shellraiser é simplesmente uma experiência única no MUNDO! Se essa fosse a única atração radical do parque, eu continuaria pagando o mesmo preço só para ficar indo várias e várias vezes nela! Você sente mais de 10 emoções e sensações diferentes em um percurso super compacto e mega radical! Não consigo decidir qual é minha parte favorita até hoje: a paradinha com vista para Manhattan ou o lançamento absurdo dela! Como ela estava sem fila, assim como a maior parte do parque (dia de semana é tudo!), contei mais de 10 vezes na Shellraiser! Eu era uma explosão de felicidade, mas queria muito conhecer o restante do Nickelodeon Universe. A maior parte das atrações foi planejada para todos da família brincarem, desde crianças até avós. Admito que nem todos os desenhos eu tinha uma conexão - por exemplo, fiquei alguns minutos tentando decifrar quem era o Zuma da atração Zuma’s Zoomers, uma versão atualizada do divertidíssimo The Whip, atração clássica dos parques de diversões do início do século XX. Bastou uma olhada na roda-gigante Pup Pup & Away para descobrir que estava diante de um integrante da Patrulha Canina! Inclusive, tive a oportunidade de conhecer Chase, o cão policial! Dei uma passeada pelos brinquedos infantis, como o Sweet Spin do desenho Butterbean's Café; o Sky Railway, um passeio no trem Azul de Dora, a Aventureira; o Jumping Genies, tapetes voadores pulantes de Shimmer e Shine; o Guppy Bubbler, uma torre de observação infantil de Bubble Guppies; a Space Madness, uma mini-torre de Ren e Stimpy, e o Truck Rally, uma pequena pista de caminhões de Blaze e os Monster Machines. Cada brinquedo mais fofo que o outro, sério! Não tem como pensar em Nickelodeon sem lembrar da esponja mais amada do mundo - Bob Esponja! O parque levou a importância do nosso amigo calça quadrada e construiu um dos chapéus mexicanos mais lindos que já vi - o Jellyfish Jam! Uma água viva gigante que te balança para todos os lados do Nick Universe! Por falar em balançar, a outra atração da Fenda do Biquíni é só para os marujos do Siri Cascudo que tem estômago forte - o Crosstown Express é submarino que simula uma aventura no mar revolto da Fenda! Se você ama Bob Esponja assim como eu, deve se lembrar que no desenho a esquila Sandy não dá paz a ninguém quando ela quer experimentar algo radical. Ela cria várias geringonças para o Bob Esponja e o Patrick experimentarem… No Nickelodeon Universe, quem vai experimentar a melhor invenção da Sandy será VOCÊ - no Sandy’s Blasting Bronco, você será catapultado em pouquíssimos segundos a 77 km/h e fará QUATRO inversões em um curtíssimo período de tempo. Pensa que acabou? O seu “Bronco” será rotacionado para ser catapultado agora de ré! Mais uma montanha-russa perfeita! Ainda acha pouca emoção? As Tartarugas Ninjas deixaram no Nickelodeon Universe mais uma máquina para você gritar de emoção e surpresa - o Skyline Scream é uma torre de queda livre giratória que no topo você pode ver, mais uma vez, a ilha de Manhattan! Um dos meus personagens favoritos da infância, o Jimmy Neutron criou o Atom Smasher, uma espécie de roda deitada em que cada gôndola é um círculo que dá inúmeras cambalhotas a partir do momento que a máquina é ligada - precisa segurar muito o estômago, mas é muito hilário! Para deixar a cabeça totalmente desorientada, o Kraang Prime Pandemonium! é um dos frisbees mais fortes que já vi! Ele roda em alta velocidade, e você não tem oportunidade de respirar. Duvido você ir mais de 3 vezes seguidas nesse brinquedo! Para relaxar, eu fui na área do Slime, em que pude curtir um passeio agradável na Nickelodeon Slime Streak, a montanha-russa laranja que passeia por boa parte do parque! Se teve um desenho que eu vi até (não) cansar foi Os Padrinhos Mágicos. Tudo bem se um garoto tem padrinhos mágicos? Cosmo e Wanda se disfarçaram aqui como um gigantesco skate que, em forma de montanha-russa, faz um half-pipe pelo Nickelodeon Universe - o Timmy's Half-Pipe Havoc! Eles ainda se encarregam de te girar! Juro que fui duas vezes para pelo menos ir uma vez no Cosmo e outra vez na Wanda! No Nickelodeon Universe, confesso que eu não parava de correr para um lado e para o outro, repetindo todas as atrações que eu podia. Mas, quando finalmente chegou a hora de ir embora, eu vi algo que eu não tinha visto até então - a poltrona vermelha de As Pistas de Blue. Esse foi um dos primeiros desenhos que eu comecei a assistir, e me lembro que sempre foi o meu favorito, e permaneceu assim por muito tempo. Graças à Blue, também virei um leitor ávido de livros de mistério, o que me permitiu ter paixão pela escrita. Se você está lendo esse relato de visita, saiba que teve influência da Nickelodeon! Como já tinha feito minhas refeições, não usei o serviço de alimentação do parque, mas ele é todo fast-food. Recomendo passar na praça de alimentação do American Dream antes de entrar no parque, já que tudo dentro do Nickelodeon Universe é caro - desde as refeições até os produtos oficiais. Você pode ter uma ideia do que vende dentro do parque nessa página. É muito interessante que você chegue no parque nas primeiras horas do dia, já que é quando o público do shopping ainda está tímido e você consegue brincar durante muito tempo sem fila. Quando a noite se aproxima, os brinquedos vão enchendo, mas aconselho dar uma volta no shopping e depois voltar (o parque permite a reentrada!) para conferir como são as coisas à noite. Não poderia estar mais feliz de ter visitado o Nickelodeon Universe! Posso dizer, sem medo de errar, que as horas que passei dentro do parque foram uma das horas de diversão mais pura que tive na vida - estava recheado de referências da minha infância e de períodos em que fui muito feliz, e os brinquedos estavam todos sem fila! Fora isso, havia encontrado uma montanha-russa excelente e o parque brilhava com todas as suas cores e atmosfera alegre. --- Perguntas frequentes: Onde fica o Nickelodeon Universe? O Nickelodeon Universe fica no American Dream, em Nova York, Estados Unidos. Como chegar no Nickelodeon Universe? Os aeroportos mais perto do Nickelodeon Universe são os aeroportos da cidade de Nova York (NYC). A melhor maneira de chegar no American Dream vindo do centro de Manhattan, é pegar o ônibus 355 do Port Authority Bus Terminal. Caso queira ir de Uber, dá aproximadamente 30 minutos devido ao trânsito no Lincoln Tunnel. Quais são as melhores atrações do Nickelodeon Universe? Shellraiser, Sandy’s Blasting Bronco e Timmy's Half-Pipe Havoc. Quais são os melhores meses para visitar o Nickelodeon Universe? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Nickelodeon Universe? Shredder / Shellraiser / Sandy’s Blasting Bronco / Skyline Scream / Pandemonium / Timmy’s Half-Pipe Havoc / Atom Smasher / Slime Streak / Air Gliders / Jellyfish Jam Qual é a melhor dica para o Nickelodeon Universe? Reserve um dia inteiro para brincar no American Dream - o complexo é cheio de atrações legais complementares às de Nova York, e fogem completamente do padrão museu/história/mirante que a cidade tem. Vá se divertir! Que tipos de comida estão disponíveis no Nickelodeon Universe? Fast-food americano. O American Dream possui muitos restaurantes na praça de alimentação, com opções de pizza, frango, massas, comida mexicana e comida japonesa. Prefira comer antes de entrar no parque. Quanto custa o Nickelodeon Universe? O passaporte custa aproximadamente USD 62 (R$ 320). Qual é a duração das filas no Nickelodeon Universe? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Nickelodeon Universe? https://www.americandream.com/venue/nickelodeon-universe

  • Parque da Mônica

    Perguntas frequentes do Parque da Mônica Em nossa breve história de parques de diversão, se existiu um tão lendário quanto o Playcenter foi o Parque da Mônica. Inaugurado em 3 capitais do Brasil (Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo), o conceito do(s) parque(s) era levar a turminha mais querida do Brasil para um patamar parecido com que Walt Disney fez com Mickey. Claro, ao nosso jeitinho. Quem visitou qualquer um dos três parques citados anteriormente, lembra que as atrações não eram compostas majoritariamente dos brinquedos usuais. Não lembra do Escorregador de Rolinhos? Do Pulo do Astronauta? Da Cidade dos Carrinhos? Da Casa do Louco? Da Tumba do Penadinho? Do Bate Pneu? Do Ce-Bolinhas? Do Engenheiros do Parque? Ufa! Quanta coisa! Infelizmente, devido à fatores além de nossa compreensão, os três parques fecharam. Todavia, fechava também no início de 2015, O Mundo da Xuxa, e a Maurício de Sousa Produções viu no espaço do Shopping SPMarket uma grande chance para a diversão dos pequenos de ontem, do hoje, e do amanhã. Quando o novo Parque da Mônica foi anunciado, muitos se perguntaram se iria honrar os antigos parques, como ter os mesmos brinquedos. Maurício e seu filho Mauro foram além. Reaproveitaram alguns brinquedos do O Mundo da Xuxa para criar uma nova linha da história. E o resultado ficou sensacional, muitíssimo superior ao parque antes localizado ali. Tudo mudou completamente! Logo na entrada, estátuas de Mônica e Cebolinha dão às boas-vindas à todos que querem entrar no clima da Turma da Mônica. Já é o primeiro ponto de “surto” das crianças. Forma-se até fila para tirar foto com as estátuas! É mágico! Confesso que não resisti e recriei uma cena do que SEMPRE tive vontade de fazer... (quem nunca?) Outra alteração genial foi tornar a loja maior, permitindo à entrada de pessoas diretamente do Shopping que estão sem ingresso. Os produtos são muito semelhantes ao que se via nos antigos parques, como pelúcias, camisetas, brinquedos e claro, gibis. Sendo a Loja da Mônica a única saída do parque, o visitante pode escolher entre sair de vez ou dar uma volta no Shopping e depois retornar ao Parque. Ao passar pelas catracas, o primeiro contato é com a Vila da Mônica, que representa o Bairro do Limoeiro, lugar onde a Turma vive nos quadrinhos. Em seu centro, está a estátua de Maurício de Sousa com Bidu, seu primeiro personagem. Além dela, está a Roda-Não-Tão-Gigante da Turma, que consegue dar as crianças bem pequeninas uma experiência inicial com a altura. Na Casa da Mônica foi reproduzido nos mínimos detalhes o quarto da mais famosa personagem de vestidinhos vermelhos, aonde os visitantes podem tirar fotos com Mônica e Cebolinha ou com Mônica e Magali, dependendo do horário. São 9 sessões por dia, indicadas em um guia de horários que vem juntamente com o mapa (normalmente de hora em hora). No Quarto do Cebolinha, Sansão está preso em um cofre e as crianças precisam descobrir através da solução de enigmas e charadas como libertá-lo. Muito criativo para estimular as habilidades lógicas! Já na Piscina de Bolinhas do Cascão, disponível para crianças pequenas e grandes em piscinas separadas, o objetivo é não acertar a Cascuda e derrotar os monstrinhos de lama do Capitão Feio. Toda criança tem sua liberdade artística, e para extravasa-la, o Ateliê da Marina conta com profissionais de desenho para a melhora do traço. Ao longo do dia, os desenhos são expostos no mural do Ateliê. Já na Cozinha da Magali, hábitos alimentares são discutidos em uma sessão interativa. E por falar na personagem mais comilona da vida, não podia faltar comida! Logo ao lado da Cozinha da Magali está a Frutaria, onde muita melancia é vendida (como não podia deixar de ser), além de outras frutas e opções saudáveis. Também tem muita pipoca e muito sorvete, que junto com a Doceria, a loja de Picolé e a barraca de Cachorro-Quente completam as opções alimentares da Vila da Mônica. Se tem Roda-Gigante, tem que ter Carrossel! Tematizado com a Turma da Mata, os pais conseguem acompanhar seus filhos na brincadeira numa boa. Aliás, esse é um ponto muito forte do Parque da Mônica. De 20 atrações, em apenas 6 os pais não podem entrar com seus filhos, por motivos de segurança, claro. Um salto e tanto comparado ao parque anterior. Outrora Bate-Pneu, hoje Trombada do Louco. O bate-bate do Parque da Mônica é tematizado como se fosse uma briga de tênis (?) em uma pista compacta, possibilitando vaaaaaaárias batidas (ou chutes?)! Enfim, é o Louco, não tem como entender. Aliás, por falar nele, é possível tirar foto com o próprio na Vila da Mônica duas vezes por dia. Atrás da Trombada do Louco, você irá para o espaço sideral em uma aventura contra o Lorde Coelhão. Um dos mais temidos vilões da Turma da Mônica voltou para roubar o Sansão e executar seu plano maligno de invasão à Terra! Está você preparado para ajudar a turminha em Coelhada nas Estrelas 4D? É uma das melhores atrações do parque e os efeitos são muito bons! Mas os nostálgicos não precisam esperar muito! O Ce-Bolinhas, sucesso do Parque da Mônica no Shopping Eldorado, está de volta e cheio das pistolas de ar comprimido e pessoas de qualquer idade podem participar. Assim como está de volta o Engenheiros do Parque, um playground onde as crianças podem brincar de construção e exercer sua imaginação com tijolos de espuma. Se você, leitor, é um jovem saudosista daqueles brinquedos enormes em casas de festas com vários obstáculos, nada tema! O Brinquedão do Chico Bento dá a ideia de um passeio desafiador da roça, com muitos pontos para dar gargalhadas dos outros. Ou quem sabe, de você mesmo. Eu tenho 1,80m, ainda não encontrei uma pessoa que fosse comigo nisso aí para rir junto comigo das trapalhadas que com certeza eu iria aprontar! Não se esqueça depois da sua foto com o Chico Bento e a Rosinha, em frente ao Brinquedão duas vezes por dia. Aliás, quem leu os gibis do garoto da roça sabe que ele adora pescar. Na Pescaria do Chico Bento, as crianças entram em peixes balançantes que o Chico tenta pescar enquanto ficam o rodando! :D Nessa atração, pude presenciar o controle de qualidade do Parque da Mônica. Além da trava do brinquedo, um cinto auxiliar é posto, dobrando a segurança. Além disso, a equipe de operação é constantemente avaliada, principalmente pela sua capacidade de sorrir e animar! As duas maiores atrações do parque fazem os olhos das crianças brilharem. O Horacic Park é uma expedição aos tempos pré-históricos do Horácio em um canal onde troncos são barquinhos. Tudo parece muito tranquilo quando o tronquinho começa a subir... E se tudo que sobe, desce, a queda vem acompanhada de um refrescante BANHO! Os mais pequenos saem encharcados, e para não acontecer nenhum acidente, a saída do brinquedo tem bloqueadores que evitam que as crianças corram. Para aqueles que preferem ficar secos, uma boa pedida é o Vale dos Dinossauros, um percurso de “arvorismo” que passa em cima do Horacic Park. Uma das atrações mais icônicas da Disneyland e do Magic Kingdom, a Space Mountain, veio à minha mente na hora de andar na Montanha-Russa do Astronauta. Esse personagem foi responsável pelo sonho de muitas crianças brasileiras de querer se tornar astronauta, inclusive eu. Ouvir a voz marcante do personagem anos depois deu aquela saudade da infância. Já havia andado nessa montanha-russa antes, mas a experiência com os efeitos sonoros (música em estilo espacial!) e luminosos tornou a experiência muito mais legal! Por falar nos parques Disney, muitas pessoas sabem da existência da Bibbidi Bobbidi Boutique, um salão de beleza que transforma as meninas em princesas. Quem disse que no Parque da Mônica não tem também? No Castelo de Príncipes e Princesas, meninos e meninas podem se arrumar como legítimos membros da realeza. No fim do dia, ocorre no Palco de Eventos o Momento Encantado com Mônica e Cebolinha, especialmente para aqueles que foram no Castelo de Príncipes e Princesas. Bem em frente ao Castelo está outra atração bem conhecida dos nostálgicos: o Posto do Bidu! As crianças (bem pequenas!) podem dirigir pequenos velocípedes simulando uma corrida ao redor de um posto. Para os maiores e mais radicais, a Escalada do Piteco está logo ao lado! Confesso que sempre tive medo de escalada quando criança... Vejo as de hoje subindo e morro de inveja! Complementando o quadro de atrações do Parque da Mônica, dois shows são apresentados diariamente. No Palco de Eventos, ocorre três vezes por dia a Apresentação Musical com a Turma da Mônica! Os horários variam dependendo do dia - fique de olhos nas placas indicativas próximas ao palco para não perder o show! O Cascão e o Cebolinha tiram foto com os visitantes ao lado direito do palco, nos intervalos dos shows - mais um momento para não perder! O Parque da Mônica abusou da tecnologia para a atração educativa Missão Fundo do Mar, onde as crianças aprendem o quanto o descarte inapropriado de lixo pode ser maléfico aos oceanos. O mais legal dela é que você cria seu próprio personagem colorindo-o com giz de cera, e em um "aquário" interativo gigante, as crianças terão que desviá-lo do lixo caindo no mar! O ambiente do Parque da Mônica foi reimaginado com muito cuidado! O chão colorido, luzes amarelas, música dos personagens da Turma o tempo inteiro, paredes pintadas com quadrinhos, bancos tematizados e uma dose muito boa entre esculturas e painéis cartoonizados deixam o Parque da Mônica com uma das melhores experiências temáticas aqui no Brasil. A alimentação é dividida entre um gigantesco Mc Donald's e os locais citados anteriormente na Vila da Mônica. Achei muito divertido os quadros usados para decorar o espaço, tendo ainda uma homenagem ao antigo parque. O único ponto em que a alimentação pecou foi a falta de um serviço personalizado, como self-service ou à la carte, mas, estando o parque num shopping, não é algo super necessário. O Parque da Mônica não pecou em seu quadro de atrações, apesar de que acredito o grande corredor vazio no lado esquerdo do parque será preenchido por novas atrações com o tempo. Não foram encontradas qualquer falhas em conservação. Todos os brinquedos foram devidamente reformados e pintados. Fica o destaque para o serviço de fotos, em que profissionais estão nas atrações e pelo parque estrategicamente posicionados para tirar fotos. O visitante pode pegar as fotos tiradas na central de fotos. O fator diversão em minha visita não foi comprometido com longas filas, mas alerto que devido a baixa capacidade dos brinquedos e o fato de que entre 18 atrações que não operam com horário pré-definido, 6 não entram adultos, pode complicar muito as filas das outras 12 em dias lotados (normalmente fins de semana de chuva, férias escolares e feriados especiais). Para esses dias, seria interessante a indicação do tempo de fila! O horário de funcionamento do Parque da Mônica permite curtir todas as atrações sem correria. Funcionando de 11h às 18h, de preferência por chegar cedo para ir na Montanha-Russa do Astronauta e Horacic Park. Aliás, as atrações somente fecham sua fila às 18h, ou seja, o parque honra toda a fila que ainda espera para ir ao brinquedo mesmo após o encerramento dos portões. Saí do Parque da Mônica com um sentimento muito gostoso de felicidade, principalmente porque a Turma da Mônica foi e é uma parte muito importante na minha vida. Ver esse parque tão bonito e cheio de vida me lembrou muito minha infância no Parque da Mônica do Rio de Janeiro. Literalmente volto a ser criança toda vez que o visito! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Parque da Mônica? O Parque da Mônica fica no Shopping SP Market, em São Paulo, São Paulo, Brasil. Como chegar no Parque da Mônica? Carro ou Uber são sempre opções, mas é possível chegar de transporte público através da estação Jurubatuba (Linha 9-Esmeralda). Quais são as melhores atrações do Parque da Mônica? Coelhada nas Estrelas, Horacic Park e Montanha-Russa do Astronauta. Quais são os melhores meses para visitar o Parque da Mônica? Todos. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Parque da Mônica? Horacic Park / Montanha-Russa do Astronauta / Coelhada na Estrelas / Missão Fundo do Mar / Ce-Bolinhas / Trombada do Louco / Brinquedão do Chico Bento / Pescaria do Chico Bento / Roda-Gigante da Turma Qual é a melhor dica para o Parque da Mônica? Assim que chegar, opte por fazer a Montanha-Russa do Astronauta, o simulador Coelhada nas Estrelas e o Horacic Park. São as atrações que mais enchem ao longo do dia! Que tipos de comida estão disponíveis no Parque da Mônica? Melhor usar a praça de alimentação do shopping antes de entrar no parque. Entretanto, existe um McDonald's dentro. Quanto custa o Parque da Mônica? R$ 99,00. Qual é a duração das filas no Parque da Mônica? Tranquilas (-30 min) até moderadas (30-60min). Qual é o site do Parque da Mônica? http://parquedamonica.com.br/

  • T-Rex Park

    Perguntas frequentes do T-Rex Park Fazia tempo que não ia em um parque de diversões inusitado aqui no Brasil. Nosso país costuma ter algumas ideias de parques bem criativos, como o Park do Gorilão. A convite do meu amigo, fui até o Shopping D no Canindé, na cidade de São Paulo, para conhecer o T-Rex Park. Para a minha surpresa, tinha uma gigantesca escultura de tiranossauro-rex despontando à beira do rio Tietê. Simplesmente amei. O T-Rex Park é da Magic Games, uma conhecida operadora de parques indoors no Brasil. Para a unidade do Shopping D, localizada no estacionamento externo do G5, eles não pouparam despesas e criaram um ambiente muito bonito e completamente pré-histórico (90% dos brinquedos tem o nome começando com “Dino”)! Como visitei o parque à noite, tudo estava muito bem iluminado, abusando do LED. Apesar de um vulcão ter me chamado à atenção, corri para a T-Rex Coaster, a montanha-russa giratória com um percurso que passa por cima das outras atrações. Adorei a experiência! Os giros são bem divertidos (não parava de rir em todo o trajeto), e o operador faz ela dar três voltas! Queria uma dessa na minha casa, confesso! Tudo no T-Rex Park é bem cuidado, com o chão sendo de grama sintética e tudo devidamente sinalizado. Outro destaque é a Dino Roda, em que você pode ver toda região do Tietê e o Shopping D, além de ver todo o parque iluminado, cintilando aos seus olhos - é lindo! Para quem procura mais frio na barriga, as melhores atrações são o Barcossauro (clássica barca pirata) e a Dino Tower, um modelo inédito de torre de queda livre para mim. A base da Dino Tower é cheia de ossos e pedras cenográficas (fazendo o parque ficar mais fofo ainda!) O T-Rex Park é 100% voltado ao público familiar (especialmente as crianças!), mas o Dino Xtreme, um balanço em formato de garra, desafia todo mundo a ver quem é realmente radical! Gosto assim, a adrenalina já tem que correr nas veias desde pequeno para estar prontos para os brinquedos maiores! Para relaxar e ficar tranquilo, as crianças têm inúmeros carrosséis diferentes, como aviões, helicópteros, jeeps, trens, caminhões e o tradicional, com cavalinhos. Além deles, temos um pequeno cinema 7D, o Dino Labamba (um pequeno samba) e a melhor atração para encerrar um passeio no parque - o Magic Dinos, um passeio no melhor estilo “Jurassic Park” para você conhecer as espécies mais famosas de dinossauros! Ao final, não resisti a não ser tirar uma foto com o dono de tudo - o Tiranossauro Rex! O parque funciona de segunda a sexta das 14h às 22h, sábados das 10h às 22h, domingos das 12h às 22h e feriados 12h às 22h. Os brinquedos são acessados por uma quantidade de fichas, em que cada ficha custa R$ 5. O acesso ao T-Rex Park é gratuito, independente da idade. Se você estiver querendo curtir um lugar diferente com sua família, vale a pena dar uma passadinha no parque dos dinossauros do Tietê. Não se esqueça de tirar sua foto com o tiranossauro gigante, tá? --- Perguntas frequentes: Onde fica o T-Rex Park? O parque de diversões T-Rex Park fica Shopping D, no bairro do Canindé, em São Paulo, no Brasil. Como chegar no T-Rex Park? O aeroporto mais perto do T-Rex é o aeroporto de Congonhas (CGH). A melhor maneira de chegar, é indo de metrô pela Linha 1-Azul e chegar na estação Portuguesa-Tietê, em que recomendo pegar um Uber ao invés de andar até o Shopping D. Caso você vá de carro, o Shopping D tem estacionamento pago. Quais são as melhores atrações do T-Rex Park? Dino Coaster, Barcossauro e Magic Dinos. Quais são os melhores meses para visitar o T-Rex Park? Todos. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do T-Rex Park? Livre escolha! Qual é a melhor dica para o T-Rex Park? Vá a noite! O T-Rex Park ganha vida com a quantidade de LEDs coloridos presentes por todo o ambiente. Ah, além disso, não deixe de ir várias vezes na Dino Coaster! Que tipos de comida estão disponíveis no T-Rex Park? A melhor opção é usar a praça de alimentação do Shopping D. Quanto custa o T-Rex Park? Cada ficha custa R$ 5, e os brinquedos variam de 1 a 2 fichas. Qual é a duração das filas no T-Rex Park? Tranquilas (até 30min). Qual é o site do T-Rex Park? https://www.instagram.com/trexpark.shoppingd/

  • Park Tupã

    Sempre ouvia e lia as palavras “Park Tupã” e “Curitiba” na mesma frase. Já tinha ido duas vezes à capital paranaense e não tinha dado a sorte de ter encontrado um dos mais famosos parques itinerantes do país montado em algum cantinho da cidade. Felizmente, os deuses das montanhas-russas sincronizaram as datas do Tupã com a minha visita ao meu amigo do intercâmbio na Disney, Vinicius. Convenci ele e o outro amigo dele que também o estava visitando e partimos todos para o Park Tupã, que estava montado num terreno no Terminal Pinheirinho. Todos os brinquedos estavam com cara de conservados, o que é o que sempre observo num parque itinerante. As atrações eram bem variadas para atender todos os públicos, o que fazia o passaporte de R$ 50 para brincar à vontade valesse muito a pena! Como já conhecíamos bastante brinquedos, resolvemos pagar por um combo de 3 brinquedos por R$ 20. Além disso, fazia muito frio e acabamos chegando muito tarde. A primeira atração que fomos foi a Ziklon Loop, uma montanha-russa com um looping que costumava ficar há muitos anos atrás no Mirabilandia, em Recife. Ela é uma daquelas montanhas-russas que você pode ficar rodando o dia inteiro sem cansar! Sua queda é super emocionante e agressiva, assim como o looping. Uma das coisas curiosas nela é que seu peso é parcialmente equilibrado por um grande tonel de água! Para as crianças, o Tupã é cheio de brinquedos infantis, como pequenos carrosséis e jogos de sorte, mas um dos mais fofos é o trenzinho de aviões. Para os pequenos que querem já sentir o que é adrenalina, o parque tem a tradicional Brucomela presente. Além deles, tinha um trenzinho, um brinquedo com o tema do filme Carros (alô, Disney!), roda-gigante, e um grande carrossel clássico. O trem fantasma do Tupã, o Devil’s House, tinha dois andares e a presença de atores durante o percurso para deixar tudo ainda mais assustador! Se for possível, experimente ficar bem descontraído, para poder levar sustos! Na nossa visita ao Beto Carrero World, nos divertimos muito na Auto Pista, e no Park Tupã não resistimos à uma ida no bate-bate! O melhor segredo para aproveitar o bate-bate é escapar dos outros carros acelerando nos espaços vazios para depois fazer uma curva fechada e ir de cheio em alguém desavisado! Para quem foi fã e frequentador assíduo do Playcenter, com certeza deve se lembrar do Double Shock, dois braços giratórios em alta velocidade. O Tupã tem o Hurricane, que tem apenas um braço, mas é emocionante igual! Prepare o estômago para giros super fortes! Por falar nisso de preparar o estômago, o Crazy Dance do Park Tupã é daqueles que levanta, deixando o brinquedo mais tradicional dos parques itinerantes ainda mais radical! Adoro montanha-russa, vou em qualquer uma sem nenhum problema, mas tem alguns brinquedos que realmente eu tenho medo e terei medo para sempre (acho eu). Um deles é o Kamikaze, que no Tupã é todo branco para ressaltar as lindas luzes que o cobre, e o Evolution, uma máquina de tortura em baixa velocidade que roda até uma enorme colocando quem o encara de cara para o chão muitas vezes. Por livre espontânea pressão, tive que ir no Evolution - não via a hora do ciclo acabar! O Disk’o do Park Tupã é de fabricação nacional e super emocionante! A grande graça desse brinquedo é quando ele pega velocidade suficiente e chega bem perto da beirada, onde uma ilusão de ótica faz acreditarmos que vamos ultrapassá-la a qualquer momento! Juro que esse é outro brinquedo que ainda me faz sentir um frio gostoso na barriga! Depois dele, aproveitei para fazer várias fotos maneiras nas luzes hipnotizantes do Park Tupã. Foi uma noite muito maravilhosa e divertida, e com certeza voltaria mais vezes! Espero que o legado do Park Tupã seja sempre lembrado na região de Curitiba. As atrações do parque complementavam a infinidade de coisas que tem para fazer na capital do Paraná, como o Jardim Botânico, o Parque Barigui e o Museu Oscar Niemeyer. Hoje, algumas podem ser encontradas no Park da Cidade.

  • Six Flags New England

    Perguntas frequentes do Six Flags New England A região da Nova Inglaterra foi o berço dos parques de diversões nos Estados Unidos, tendo os primeiros registros na década de 1840, com a inauguração do Lake Compounce. À medida que parques de piquenique foram se desenvolvendo em parques de diversões, grandes empresários da época começaram a ver oportunidades em lugares cênicos. O ano era 1870 quando um parque de piquenique à beira do rio Connecticut surgiu, e, 42 anos depois, foi transformado em um parque de diversões. Hoje, o mesmo parque tem 11 montanhas-russas e é o único parque temático da região de Boston. O Six Flags New England é um parque temático pequeno, mas com muitas atrações. Na entrada, um carrossel lindíssimo de 1909 recebe os visitantes, além do trem em miniatura New England Express. A rua principal do parque tem arquitetura vitoriana, típica da Inglaterra, e é cheia de lojas de souvenires e produtos exclusivos Six Flags. Apesar da curiosidade de ver tudo que as lojas têm a oferecer, o desejo de adrenalina falou mais alto e corri para a Wicked Cyclone. A Wicked Cyclone fica no extremo esquerdo do parque, tendo uma fila pequena no começo do dia. Seu tema foi inspirado nos grandes ciclones que devastaram cidades em uma força absurda. Híbrida, com trilhos de aço e suportes de madeira, a montanha-russa é uma máquina de airtime (a sensação de levitar do banco), especialmente nas últimas colinas. São 3 inversões em uma velocidade de quase 90 km/h! Uma das melhores atrações do Six Flags New England, é possível repetir a Wicked Cyclone quantas vezes quiser, já que é uma experiência bastante confortável! A adrenalina continua no alto (literalmente!) no New England SkyScreamer, uma torre que fará você voar em cadeiras suspensas a 120 metros de altura! É simplesmente assustador! Esse tipo de atração impacta diretamente no medo de altura natural do ser humano, e se você conseguir sair do SkyScreamer com sua coragem super ativada, significa que você pode encarar qualquer coisa que é (muito) alta agora! Para aqueles que gostam de emoções mais tranquilas, o Blizzard River é a atração de corredeiras do Six Flags New England, com vários pontos em que você ficará encharcado e com uma correnteza de velocidade forte. Como eu não queria ficar molhado, parti para a Flashback, clássica montanha-russa boomerang. Apesar de ser um modelo já bastante conhecido por mim, me diverti bastante, especialmente porque a experiência foi aceitável e não bateu muito a cabeça. Ir e voltar de costas nunca fica antiquado! Uma das áreas temáticas do parque, a Crackaxle Canyon, estava, infelizmente, 100% fechada. As atrações da área são a Houdini’s Great Escape, um brinquedo que irá mexer muito com sua ilusão de ótica e irá provocar sensações que você não irá acreditar (sei disso por ter ido numa versão igual no Six Flags Great Adventure), o Tomahawk, um frisbee de médio porte, e o Rock’n’Rodeo, um brinquedo giratório tematizado com bois. Uma gigantesca montanha-russa invertida bumerangue que ficava nessa área foi demolida abrindo um espaço enorme! Em breve, deve vir a próxima grande atração do Six Flags New England! Uma das áreas infantis do parque é dedicada aos personagens do Looney Tunes, e tem atrações para todas as crianças! Os brinquedos são versões menores dos que existem no parque para adultos, o que deixa as crianças ainda mais excitadas de brincar neles. Passando por essa área, voltamos ao meio do parque, e entramos na Thunderbolt, a montanha-russa mais antiga do Six Flags New England, inaugurada em 1941. O passeio nela foi bem divertido, apesar da tremedeira comum às montanhas-russas de madeira antigas. A área temática de Rockville teletransporta o visitante para a época da década de 1960 nas cidades da Nova Inglaterra. Temos de tudo: lanchonete americana clássica, jogos de sorte, teatro, fliperamas e brinquedos tradicionais, como as Teacups. Pertinho dela, fica as três torres do Scream!, em que você poderá escolher entre ser catapultado a máxima velocidade ou descer em uma queda livre de 66 metros. Em qualquer parque Six Flags que eu vá, eu sempre fico na expectativa de ter uma área temática de Gotham City. No Six Flags New England, fiquei super animado em ver atrações dos meus vilões preferidos do Batman! Se você viu o filme mais recente do Homem-Morcego, surte comigo ao ver a The Riddler Revenge, uma montanha-russa invertida (igual à FireWhip do Beto Carrero World) super radical e com um percurso bastante suave para esse modelo! Se a fila não estivesse grande, com certeza iria de novo! As montanhas-russas sem piso são um dos meus modelos favoritos, especialmente pela liberdade que seus pés sentem durante o percurso. A excelente Batman - The Dark Knight foi construída especialmente para o parque, e não me decepcionou! São 5 inversões a mais de 85 km/h, passeando por vários pontos de proximidade com os outros trilhos. Ah, nem preciso dizer que surtei com o símbolo do Batman na entrada da montanha-russa, não é? Um dos maiores inimigos do Batman, o Coringa garantiu sua máquina de risadas na Gotham City do Six Flags New England. A unicidade dessa montanha-russa é vista já no formato dos trens - os assentos giram livremente e de forma aleatória! O Príncipe Palhaço do Crime criou mesmo uma máquina capaz de deixar você rindo adoidado, até mesmo após sair da montanha-russa! HA HA HA HA! Claro que a Arlequina, minha personagem favorita, não podia ficar de fora dessa! Um gigantesco frisbee nas cores do martelo mais famoso da história dos quadrinhos balança por Gotham City. Harley Quinn Spinsanity alcança 50 metros de altura em uma velocidade de 112 km/h! Dá para ver o rio Connecticut de vários ângulos tranquilamente. Eu disse tranquilamente? Ops… HA HA HA HA! Continuei pelos subúrbios de Gotham City até chegar na Catwoman’s Whip, uma montanha-russa familiar que imita o chicote da Mulher-Gato! Super tranquila, é uma ótima opção para todas as idades! Todo mundo vai adorar ir também na Gotham City Gauntlet: Escape from Arkham Asylum que simula uma escapada em massa de todos os vilões do Batman do Asilo Arkham! É muito doido! Os carrinhos giram, caem repentinamente e nada parece fazer sentido! No DC Universe, área temática dedicada aos outros super-heróis da DC Comics, fica a montanha-russa mais temida e desejada de todo Six Flags New England - Superman: The Ride. Com uma queda de 67 metros e uma velocidade de 124 km/h, a Superman viaja por um incrível percurso de 1,6 km durando aproximadamente 2 minutos e meio! Tem de tudo: quedas fortes, curvas extremamente intensas, muitos momentos de airtime, e para completar: uma vista incrível para o rio Connecticut! Fiquei muito feliz da Superman ser minha 300ª montanha-russa! As outras atrações do DC Universe são brinquedos giratórios: o Cyborg Hyper Drive é um pandeiro indoor, com várias luzes e lasers que fazem da experiência da atração algo surreal e que eu nunca tinha visto antes em um parque temático. Já o Supergirl Sky Flight te coloca para girar no ar em diferentes formas de inclinação! Quem sabe você não pega experiência em voar? Escolhi repetir a Wicked Cyclone e o New England SkyScreamer como últimos brinquedos do dia, porém ainda faltava uma montanha-russa, e eu não poderia ir embora do Six Flags sem andar nela! Faltando apenas cinco minutos para o encerramento das filas, saí em disparada com o meu amigo para a entrada da Pandemonium, um modelo familiar bem suave em que os trens giram em torno do próprio eixo. Amo todas as Pandemoniums que existem por aí, e com essa não foi diferente! O parque tem uma boa infraestrutura, mas infelizmente o atendimento e a conservação deixaram a desejar. Sinto que se o Six Flags New England receber um pouco mais de atenção nesses pontos, o parque tem potencial para ser um dos melhores da rede. Preciso destacar aqui o pão com carne maravilhoso da Northern Star Brew House, lanchonete que fica em frente à montanha-russa Flashback. Quero muito visitar o parque de novo quando trouxerem sua próxima grande montanha-russa! A região do estado de Massachusetts é uma delícia, super tranquila e cheia de pontos turísticos ligados à natureza. Se você um dia estiver pela região e procura o que fazer em Boston, o Six Flags New England é uma ótima opção de diversão e adrenalina! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Six Flags New England? O Six Flags New England fica em Boston, Estados Unidos. Como chegar no Six Flags New England? O aeroporto mais perto do Six Flags New England é o Aeroporto Internacional de Boston (BOS). Saindo de carro do centro de Boston, são 1h e 45 minutos, e saindo de carro do centro de Manhattan, são 2h e 30 minutos. A cidade de Hartford, em Connecticut, fica apenas a 30 minutos do parque, então é viável pegar um Uber caso você decida se hospedar nela. Quais são as melhores atrações do Six Flags New England? Wicked Cyclone, Superman: The Ride e Batman - The Dark Knight. Quais são os melhores meses para visitar o Six Flags New England? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Six Flags New England? Wicked Cyclone / New England SkyScreamer / Flashback / Thunderbolt / Scream / The Riddler Revenge / Batman - The Dark Knight / The Joker / Harley Quinn Spinsanity / Superman: The Ride / Supergirl SkyFlyer / Pandemonium / Houdini’s Great Escape / Cyborg HyperDrive / Gotham City Gauntlet / Catwoman’s Whip Qual é a melhor dica para o Six Flags New England? Os melhores assentos da Wicked Cyclone e da Superman: The Ride são os últimos. Neles, você pode sentir o máximo da gravidade negativa e aumentar a dose de emoção em ambas as montanhas-russas. Programe seu dia para poder repeti-las! Que tipos de comida estão disponíveis no Six Flags New England? Fast-food americano. Um dos destaques são os Fish’n’Chips (peixe com batata-frita) do Baystate Fisheries e o Johnny Rockets, que oferece hambúrgueres deliciosos, além de milkshake! Quanto custa o Six Flags New England? O passaporte é aproximadamente 35 dólares americanos (R$ 175). Qual é a duração das filas no Six Flags New England? Tranquilas (-30min) a moderadas (+60min). Qual é o site do Six Flags New England? https://www.sixflags.com/newengland

  • Kings Dominion

    Perguntas frequentes do Kings Dominion Depois que ficamos muito apaixonados por algo, é comum que nós busquemos mais informações, curiosidades, e todo tipo de especificidade que podemos encontrar sobre nossa paixão. Assim aconteceu comigo com montanhas-russas, e eu acabei me apaixonando pelas criações de uma fabricante específica - Intamin. Eles construíram a montanha-russa mais icônica que já passou pelo Brasil, a Monte Makaya do Terra Encantada, e a minha montanha-russa favorita, a Maverick do Cedar Point. Porém, a criação mais ousada e alucinante da Intamin residia no estado da Virgínia nos Estados Unidos, e era a estrela de um parque chamado Kings Dominion. O Kings Dominion é um dos dois parques temáticos presentes na região de Richmond, capital do estado da Virgínia, o outro sendo o Busch Gardens Williamsburg. Seu principal atrativo é a coleção de montanhas-russas, somando 13 no total, e as atrações da turma do Snoopy. Planejado de forma semelhante ao Kings Island, em Ohio, o Kings Dominion é um parque extremamente agradável de se passar o dia! Com operações tranquilas, um leque de atrações para todos os gostos e idades, e uma conservação impecável, é um parque tecnicamente perfeito. Após passar pela International Street, a rua principal do parque que presta homenagens à diferentes nacionalidades, saí correndo (como de costume) para a ousada e alucinante criação da minha fabricante favorita: Intimidator 305. Essa giga montanha-russa tem incríveis 93 metros de altura, com uma queda de 85º, alcançando uma velocidade máxima de 144 km/h! Sabe qual é a fama dela? Ela faz as pessoas desmaiarem tamanha a constância de intensidade alta de força da gravidade positiva (aquela sensação de pressão que sentimos). Nem deu tempo de pensar muito e eu já estava prontinho para cair do topo da Intimidator 305. No momento em que o trem caiu e fez a primeira curva, eu senti a minha visão ficar turva, por mais que eu me esforçasse para enxergar! Isso aconteceu porque a força G positiva da Intimidator 305 é tão forte e tão constante que ela priva nosso cérebro de sangue e de oxigênio. Como eu sou muito sensato, eu fui mais 3 vezes (sem fila!) na Intimidator 305 e… na quarta vez, logo após a queda - APAGUEI COMPLETAMENTE! Tudo ficou preto, e em seguida não me lembro do que aconteceu, apenas que eu retornei na sessão de freios. QUE MONTANHA-RUSSA INCRÍVEL! Nunca tinha experimentado algo assim na vida e é algo que levarei comigo para sempre - o dia que fui nos limites do meu corpo! Intimidator 305, seja bem-vinda ao meu TOP 3 de montanhas-russas de toda vida! Poderia parecer que todo o resto do Kings Dominion havia ficado sem graça após a Intimidator 305, porém estava com a adrenalina pulando para fora do meu corpo - tudo que viesse pela frente seria 2x mais emocionante! A próxima montanha-russa foi a Flight of Fear, logo do ladinho da Intimidator 305. Tematizada como uma base alienígena, a Flight of Fear é uma experiência totalmente no escuro e também muito intensa: seu lançamento atinge 87 km/h e ela te deixa 4 vezes de cabeça para baixo. É tudo tão escuro que você sente que realmente está completamente perdido no espaço! A área que fica a Intimidator 305 e Flight of Fear estava parcialmente em obras durante minha visita para a inauguração de duas montanhas-russas: a Reptilian e a Tumbili! Já sei que em breve terei que voltar! Do outro lado da obra, uma montanha-russa clássica de aço me aguardava: Anaconda - um percurso inteiramente personalizado para homenagear a cobra mais temida da selva! São quatro inversões a uma velocidade de 80 km/h, com o trem passando sobre o lago várias vezes! Por mais que eu esperasse que o passeio fosse cheio de tremedeira, a Anaconda se revelou uma experiência confortável! Adorei! Vizinha à Anaconda, a Backlot Stunt Coaster é uma montanha-russa de lançamento familiar, que é impossível não gostar! Extremamente divertida, seu percurso foi feito para simular os diversos “testes” de gravação que acontecem: tem lançamento de 0 a 64 km/h em apenas 3 segundos, curvas fechadas, quedas abruptas, e efeitos especiais pirotécnicos! Uma ótima pedida para relaxar um pouco depois de tanta emoção! Voltando em direção à International Street, a próxima parada foi o Planet Snoopy, área infantil do Kings Dominion. Similar aos outros Planet Snoopy que existem nos parques temáticos da Cedar Fair, temos MUITOS brinquedos para as crianças. A principal atração é a montanha-russa de madeira Woodstock Express, que até eu fui conferir! Se existe uma montanha-russa e eu posso ir, por que não? Mal sabia eu que ela era bem rápida - o trem alcança 56 km/h! Na frente do parque, fica uma lindíssima montanha-russa com trens sem piso: Dominator! São cinco inversões, uma velocidade de mais de 100 km/h e uma intensidade de quase 3,8 vezes a força da gravidade! A experiência na Dominator foi sensacional, com o trem passando muito suavemente pelas inversões e com bons elementos surpresas! Poderia ficar andando nela tranquilamente o dia inteiro! Já a atração em frente a Dominator é impossível ir tranquilamente nele o dia inteiro… O Berserker é um navio 360º, um dos brinquedos mais intensos já criados! O balanço dele é devagar propositalmente, para que você sinta todas as adversidades criadas pela baixa velocidade e a gravidade negativa - você literalmente fica suspenso no ar sendo segurado somente pela sua trava! Totalmente aterrorizante! A área temática de Candy Apple Grove homenageia as festas de quermesse que são comuns nos Estados Unidos e foram precursoras dos atuais parques de diversões. Atrações clássicas podem ser encontradas, como o bate-bate Dodgems, o chapéu mexicano Wave Swinger, carrossel e a roda-gigante Americana. Mas, Candy Apple Grove também reserva emoções com o pêndulo Delirium, a torre de queda livre giratória Drop Tower de 92 metros (!), com o carrossel giratório suspenso Bad Apple, e as montanhas-russas duplas Racer 75, que viajam a 90 km/h em um percurso lotado de colinas, provocando airtimes (a sensação de sair do banco) muito divertidos. Eu AMO montanhas-russas que se entrelaçam entre si ou são lado-a-lado e dão a sensação de corrida. Não aguentei, e repeti as duas, duas vezes em cada lado! Os fundos de Candy Apple Grove guardam emoções ainda maiores! Experimente subir os mesmos 92 metros da Drop Tower, mas ao invés de cair em queda livre, você ficar rodando lá em cima - só o vento e você! Essa experiência única na vida só é permitida encarando o Windseeker! Não vou mentir, o seu coração vai ficar pulando durante todo o momento que você estiver girando lá em cima! Para aqueles que gostam de uma experiência mais tranquila em uma montanha-russa, a Apple Zapple é uma ótima opção! Seu percurso é cheio de curvas divertidas e abruptas, além de pequenas quedas para sentir um ventinho gostoso na cara! Juro que ela pode parecer meio bobinha vendo do lado de fora, mas depois que você vai, você fica rindo à toa! O melhor momento dela é a primeira queda, então fique de olhos bem abertos! Candy Apple Grove recebe esse nome porque antigamente a região em que está o Kings Dominion era tomada por gigantescos pomares de macieiras! Entretanto, parece que em um pomar específico, o Hanover Hill Orchard, foi atacado por uma força sobrenatural misteriosa, destruindo o pomar e o congelando no tempo. Quem ousa investigar essa força sobrenatural acaba caindo na Twisted Timbers - uma montanha-russa híbrida com mais de 1km de extensão em que você vai ser simplesmente CATAPULTADO do seu assento em todas as colinas desta máquina de airtime! São VINTE momentos de airtime - um número extremamente alto! Depois de ter ficado em êxtase com a Twisted Timbers, a última montanha-russa que me esperava era a Grizzly, escondida na mata da área temática Old Virginia. A Grizzly é uma montanha-russa totalmente escondida na mata, com o percurso passando por várias árvores! Apesar de tremer bastante (e deixar a cabeça doendo depois!), a sensação de ter andado na Grizzly foi algo similar ao andar numa montanha-russa abandonada na floresta… Não tinha sinal de NADA ao redor do trajeto da Grizzly, só as árvores… Old Virginia é uma área temática que me deixou boquiaberto! A sensação que eu tive na Grizzly continuou por toda área, parecendo que eu tinha saído do Kings Dominion e tinha encontrado um parque de diversões esculpido na floresta. Além da Grizzly, Old Virginia tem o carrossel giratório Flying Eagles, os carros antigos da Blue Ridge Tollway e as duas atrações aquáticas do parque, as corredeiras do White Water Canyon e o canal de troncos Shenandoah Lumber Co. Com a volta completa no Kings Dominion, o restante do dia foi para aproveitar (ainda mais) a Intimidator 305 e a Twisted Timbers, as minhas duas atrações favoritas do parque. Antes de ir embora, ainda aproveitei para fazer uma refeição em um dos restaurantes da International Street, o Grain & Grill. Simplesmente amei a alimentação no Kings Dominion, e posso dizer que foi uma das melhores que já vi dentro de um parque temático! Comi muitíssimo bem! O símbolo do Kings Dominion é a Torre Eiffel, uma gigantesca réplica da torre da cidade de Paris com um elevador que te deixa ver todo o parque lá de cima! Infelizmente, durante a minha visita ela estava fechada para pintura, mas não perdi a oportunidade de tirar uma foto diante de algo monumental como esse! Um sonho de adolescente foi realizado ao conhecer o Kings Dominion! Tenho certeza que o Kings Dominion tem potencial para se tornar um dos principais parques temáticos do interior dos Estados Unidos! Tudo no parque é feito corretamente, o que deixa seu dia muito leve e sua única preocupação se torna brincar como se não houvesse amanhã! Para quem está na região da capital Washington, o Kings Dominion pode se tornar uma ótima opção de diversão além do Six Flags America! --- Perguntas frequentes: Onde fica o Kings Dominion? O Kings Dominion fica em Doswell, Virgínia, perto de Washington e Richmond, Estados Unidos. Como chegar no Kings Dominion? O aeroporto mais perto do Kings Dominion é o aeroporto da cidade de Richmond (RIC). A melhor maneira de chegar saindo do centro de Richmond é indo de carro, com a duração da viagem de 30 minutos. Saindo do National Mall, na capital Washington, a duração da viagem é de 1 hora e 30 minutos. Quais são as melhores atrações do Kings Dominion? Intimidator 305, Twisted Timbers e Dominator. Quais são os melhores meses para visitar o Kings Dominion? Abril a Junho e Setembro a Novembro. Qual é a melhor ordem para fazer as atrações e brinquedos do Kings Dominion? Intimidator 305 / Flight of Fear / Reptilian / Tumbili / Anaconda / Backlot Stunt Coaster / Dominator / Drop Tower / Delirium / Racer 75 / Twisted Timbers / Apple Zapple / Windseeker / Grizzly / WhiteWater Canyon / Shenandoah Lumber Co Qual é a melhor dica para o Kings Dominion? Não deixe de ir na Intimidator 305 logo na abertura do parque, quando ela fica mais vazia e você pode ir mais de uma vez tranquilamente! Fique atento para as reações do seu corpo durante a ida na montanha-russa, para que você não ultrapasse seus próprios limites! Que tipos de comida estão disponíveis no Kings Dominion? Culinária estadunidense. O parque oferece além do tradicional fast-food, pratos elaborados que são deliciosos! Escolha comer no restaurante Grain & Grill na International Street ou no Country Kitchen, localizado ao lado direto do Carrossel. Quanto custa o Kings Dominion? O passaporte custa aproximadamente USD 40 (R$ 200). Qual é a duração das filas no Kings Dominion? Moderadas (30 a 60min). Qual é o site do Kings Dominion? https://www.kingsdominion.com/

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